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História The Pleasant Delusion - Now United - Capítulo 10


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Capítulo 10 - Chapter ten


Narradora

Eu estava passando o verão em Deya, na ilha de Maiorca, em um local próximo ao mosteiro onde se hospedaram George Sand e Chopin. De manhã cedo montávamos em pequenos jumentos para descer as estradas que davam acesso ao mar. A viagem tomava cerca de uma hora por trilhas de terra vermelha, pedras, perigosos blocos de rochas, por entre as oliveiras cor de prata até as aldeias de pescadores com seus casebres construídos ao sopé das montanhas.

Todos os dias eu descia até uma enseada onde a água do mar era tão transparente que se podia ver os recifes de coral e a insólita vegetação no fundo. Uma estranha história a respeito daquele lugar nos foi contada pelos pescadores. As mulheres de Maiorca eram inacessíveis, puritanas e muito religiosas. Só iam nadar com os maiôs de saiote comprido e as meias pretas de antigamente.

A maioria delas não gostava de nadar e deixava isso para as européias sem vergonhas que passavam o verão na ilha. Os pescadores também condenavam os trajes de banho modernos e o comportamento obsceno das européias. Viam-nas como nudistas que aguardavam apenas uma oportunidade qualquer para tirar toda a roupa e se deitar nuas ao sol, como pagãs.

Desaprovavam também os banhos da meia-noite inventados pelos americanos. Uma certa noite, há alguns anos, a filha de um pescador, moça de dezoito anos, estava caminhando ao longo da orla do mar, pulando de pedra em pedra, com o vestido branco grudado no corpo. Andando e sonhando, observando o efeito do luar na água, ela acabou por chegar a uma pequena enseada escondida e notou que havia uma pessoa nadando.

Só conseguia ver uma cabeça e, ocasionalmente, um braço. Quem quer que estivesse nadando estava muito longe. Ouviu então uma voz suave chamando-a.

— Venha nadar. Está ótimo. - as palavras tinham sido ditas em espanhol, com sotaque estrangeiro.

— Olá, María — cumprimentou a estranha, que parecia conhecê-la. Devia ser uma das muitas moças americanas que iam tomar banho de mar ali durante o dia.

— Quem é você? — quis saber María.

— Sou Sabina — respondeu a moça. — Venha nadar comigo!

O convite era tentador. Seria fácil tirar o vestido branco e ficar só com a combinação curta. María olhou para todos os lados. Não havia ninguém por perto. O mar estava calmo e salpicado de luar. Pela primeira vez María compreendeu o amor dos europeus pelo banho da meia-noite.

Tirou o vestido. Tinha cabelos loiros, o rosto de porcelana, olhos azuis hipinotizantes e suas sardas naturais nas bochechas deixa ainda mais angelical. Seu porte era magnífico, com os seios altos, pernas compridas, verdadeiramente elegante. Sabia que era capaz de nadar melhor que qualquer outra mulher da ilha.

Mergulhou e nadou na direção de Sabina com braçadasfortes e graciosas.Sabina não mergulhou para ir ao seu encontro e lhe segurou as pernas. Dentro d'água, as duas se puseram a brincar. A semi-escuridão e a touca de banho tornavam difícil que uma visse o rosto da outra claramente. A voz das moças americanas se assemelhava à de rapazes.

Sabina não lutou com María, abraçou-a sob a água. Quando subiram para respirar estavam rindo, e ficaram nadando para trás e para a frente,

despreocupadas. A combinação de María flutuava em torno de seus ombros e lhe atrapalhava os movimentos; finalmente saiu e deixou-a nua. Sabina nadou por baixo dela e a segurou, lutando e passando por entre suas pernas. Depois foi a vez de Sabina abrir as pernas para que a amiga pudesse

mergulhar e passar por baixo, reaparecendo do lado oposto. Ela flutuava e deixava María nadar por baixo de suas costas arqueadas.

María viu que a mexicana também estava nua. De repente, sentiu Sabina abraçando-a pelas costas, cobrindo todo o seu corpo com o dela. A água estava morna e era tão salgada que as sustentava, ajudando-as a flutuar e a nadar sem esforço.

Sabina: — Você é linda, María 

Sabina quis se afastar, mas ficou presa pela pelo contatoconstante do corpo da amiga. Deixou-se abraçar. Não sentia os seios da outra, mas sabia que as jovens americanas geralmente não tinham seios. María sentiu-se tranquila e quis fechar os olhos.

Subitamente, o que sentiu entre as pernas não era uma mão e sim algo bem diferente. Fora tão inesperado e perturbador, que gritou. Não era María, e sim um rapaz, o irmão mais novo da moça, que colocara seu pênis ereto entre as

pernas dela. Sabina gritou mas ninguém ouviu, e seu grito foi apenas algo que se esperava da parte dela. Na realidade, o abraço dele era tão quente quanto a água. O mar, o pênis e as mãos dele conspiraram para estimular seu corpo. Ela tentou fugir, mas o rapaz nadou por sob seu corpo, acariciou-a, segurou suas pernas, e por fim montou de novo em suas costas.

Os dois lutaram, mas cada movimento servia apenas para excita-lo ainda mais, para torna-la consciente do corpo dele de encontro ao seu, de suas mãos sobre ela. A água agitava seus seios para a frente e para trás. Ele beijou seus seios. Com o movimento constante não era possível penetra-la, mas seu pênis tocava vezes sem conta a parte mais vulnerável de seu sexo, e Sabina sentiu que estava perdendo as forças. Nadou para a praia e o rapaz a seguio

Sabina: — Me solta seu filho da puta. - tiro seus braços de minha cintura

— Seria uma honra ver você com outra na minha frente, mas somente eu poderia fazer as duas únicas

Sabina: — Macho hetero - depósito um soco em sua cara correndo para fora da água

Dias atuais| Venécia

O quartel era uma herança de família, meu pai governou, minha mãe governou mas teve que abrir mão por conta da sua saúde, então restou.para mim esse grande e poderoso império que me cerca hoje de problemas e ocupações

Cristopher: — Vai mesmo querer julgar esse homem agora Maria Sabina? Tem outras prioridades.

Sabina: — Minha prioridade e fazer ele pagar primeiro pelo que fez com as crianças

Cristopher: — A gente precisa dele vivo pra saber onde elas estão, os portos estão sendo vigiados, as fronteiras tem permissão pra prender, eles não saíram dessa

Sabina: — Minha irmã está junto com aquelas crianças, sabe lá o que elas estão passando agora Daniel, eu tenho resolver isso logo caso não, terei um infarto - entro na sala de interrogatório

— Maria Sabina Hidalgo, é um grande prazer… - recebo um soco com o inglês em suas mãos

Sabina: — Me poupe das apresentações, onde estão as crianças?

— Que crianças?

Sabina: — Não se faça de sonso, as crianças que você sequestrou para vender como escravas sexuais para os polonês

— Alguém aqui vou uma criança? Eu não vi ninguém com uma criança Hidalgo - minha mandíbula é virada bruscamente pelo seu soco

Sabina: — Tem um avisa que você não sabe sobre mim, Titio. - pego minha cadeira sentando do seu lado enquanto sua corda está amarrada

— Posso saber o que você tanto sabe, minha sobrinha querida?

Sabina: — Anos atrás você me ensinou a velha arte da pressão psicológica, não usarei isso contra você até porquê, um mestre não pode cair na sua própria armadilha

— Eu fico tão orgulhoso de você minha sobrinha! Sempre soube que era a única com potencial, depois da abuela

Sabina: — Ela me ensinou algumas coisas também, então aprimorei para o meu jeito, o jeito insano de poder destruir a mente do ser humano. Traga me! - grito para quem está do outro lado do vidro poder acender a luz

Sabina: — Isso vai ser interessante - pego uma maçã da fruteira ao lado me acomodando na cadeira

Eram cinco mulheres, todas as mulheres em que ele teve que desistir por conta do tráfico, ele se importava com elas e aquilo me dava vantagens, ele sempre apagava seus rastros para que elas não lembrasse dele, eu tinha um poço de maldade no sangue Hidalgo.

— O que está fazendo Sabina? Elas são inocentes e não sabem desse mundo, você sabe disso!

Sabina: — Eu sei disso, mas elas não vão contar, porque vão estar mortas depois.

— Sua vagabunda, eu sempre soube que tinha tudo para ser melhor que seu pai mas nunca pensei que poderia ser tão baixa Sabina - grito de fúria

Sabina: — Achou errado titio, eu posso ser o seu pior pesadelo e você não sabe, como se sente olhando nos olhos do diabo?

— Sua luta é comigo, não com elas Sabina! Deixem elas irem agora

Sabina: — Uma pena né titio, a Ângela foi a mulher mais legal que eu conheci, uma pena ter que me despedir dela assim - faço um sinal para que comece a tortura

O braço de uma das mulheres é colocado na prensa onde quebraria seu braço, era um bom começo da armação, todas elas sabiam quem ele era e o que ele fez, Sabina era uma grande líder, inteligente igual a sua abuela e prudente como seu pai, os gritos de dor das mulheres ecoam a sala e fazia Carlos se arrepender de ter tocado em qualquer criança

— Chega, para com isso Sabina! - deixo minhas lágrimas caírem no chão

Sabina: — Quer uma água pra digerir melhor?

— Elas estão em Los Angeles, Palmedale na Califórnia, onde a memória de Gabriel Fernandez sempre estará viva

Sabina: — O Gabriel, é claro! Levarei uma delas como garantia de que não está mentindo

— Eu não estou mentindo, estou dizendo a verdade, deixe elas irem Sabina!

Sabina: — Temporariamente, manterei elas no meu radar com algumas vigilâncias - saio da sala

Cristopher: — Bom trabalho, elas são estão se recuperando para irem pra casa, disseram que ficam felizes em ajudar você

Sabina: — O Gabriel Fernandez, eu nunca pensei que ele poderia usar essa referente tão carregada, eu tenho vontade de mata-ló por manchar essa imagem

Cristopher: — Eu sei que aquele caso foi difícil pra você se recuperar, sei que as imagens foram fortes e dolorosas mas o que aconteceu com aquele menino, não vai acontecer com a Luna

Sabina:— Eu não vou mandar aquelas crianças para suas famílias assim, quando resgatarmos eles, eu mesma falarei com eles e eu tomarei as redias. Prepare minhas coisas, amanhã voltarei pros Estados Unidos, vou planejar com o resto do pessoal

A verdade é que o caso de Gabriel Fernandez a fazia chorar de medo até hoje, foram oito meses dentro da casa onde ele pensava ser bom pra ele, mas nada se passou de uma grande ilusão, ele foi torturado de todas as maneiras possíveis pela mãe e o padrasto dentro de uma casa em Palmedale.

Sabina não parava de pensar em que algum lugar do mundo, uma criança inocente estaria passando pela mesma coisa do Gabriel Fernandez, ele morreu depois de ter sobrevivido a oito messes de tortura, ela pensa que outras crianças não poderão aguentar por muito tempo a tamanha tortura dentro de seus lares, Sabina era muito mais do que o diabo.



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