História The Pleasure Of Madness (Threesome with Suga and Jimin) - Capítulo 6


Escrita por: e bloodpie

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bloodpie, Bts, Imagine Jimin, Incesto, Jimin, Kariina02, Min Yoongi, Romance, Suga, Violencia, Você, Yoongi
Visualizações 292
Palavras 1.890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal, o capítulo demorou um pouquinho mas aqui está :D

A Kah me pediu para postar este pois a mesma não pôde fazer, por motivos pessoais.

Enfim, façam uma boa leitura! ❣

× bloodpie

Capítulo 6 - Capítulo 05


Fanfic / Fanfiction The Pleasure Of Madness (Threesome with Suga and Jimin) - Capítulo 6 - Capítulo 05

Pov’s _______. 

Assim que fechei a porta para Jiminie ir embora, me joguei na cama aos prantos e então achei melhor ligar meus fones. Música sempre me acalmava, e uma coisa que eu sempre fazia quando chorava era escutar música. Por que papai tinha que entrar logo naquele momento? Estou ferrada e envergonhada. Ele surtou! Nem ao menos deixou eu me explicar... Se bem que não tinha muito o que explicar, eu iria dizer o que? Que estava transando com o meu namorado? E como eu iria explicar que tinha um namorado se nem ao menos ele sabia da existência do mesmo? Eu estava ferrada... 

Acordei de meu cochilo quando escutei um barulho além da música que soava nos fones, um barulho um tanto quanto alto para falar a verdade. Como se algo estivesse rolando em algum canto; coloquei meu celular em minha cama e me levantei. Em passos lentos segui até a porta do meu quarto, estava tudo muito estranho... Por que esse silêncio todo? E pior ainda, por que eu estava com uma sensação de que não era para eu abrir a porta? Com as mãos um pouco suadas girei a maçaneta da minha porta e coloquei meu corpo para fora. Olhei de um lado para o outro e não vi absolutamente nada, andei até a beira da escada e meus olhos quase saltaram das órbitas quando vi aquela cena. Jimin... O meu Jimin, estava com uma poça enorme de sangue por toda a extensão da cabeça. Minhas pernas tremiam e os meus olhos lacrimejaram. 
— MEU DEUS! – comecei a chorar e desci as escadas correndo praticamente quase pulando os degraus. Quando cheguei até o corpo minhas mãos tremiam e eu não sabia o que fazer, estava angustiada. Tanto que desabei sobre meus joelhos e toquei sua face a qual estava gélida. 

Se antes eu chorava agora eu estava me desmanchando em lágrimas, soluçava muito querendo que tudo aquilo não passasse de um simples pesadelo. Não! Jimin não estava morto! Não poderia estar! Eu amo o Jimin... Ele não pode me deixar assim! Não pode! Eu não vou suportar perdê-lo... 

— J-Jimin! Jimin meu amor, não me deixa... – chorando me deitei em seu peito não me importando se iria me sujar de sangue. Com a visão embaçada pelas lagrimas voltei a fitar o rosto dele. — Não... Você não pode me deixar. Amor, lembra? Juntos ‘pra sempre... Amar um ao outro para sempre! Você disse... Você prometeu. Não se quebra uma promessa seu idiota! – bati no chão perto de onde o Jimin estava, botando para fora toda a minha angústia. — NÃO! Está me ouvindo? Não aceito você me deixar, vamos Jimin! Acorde, você não é um covarde... Não... É... – sentia meu mundo cair perante meus pés. Chorava copiosamente. — Acorda Park Jimin! – o sacudi de leve, mas não obtive resposta. — Por que não acorda...? 

Gritei um “não” tão alto que senti minha garganta falhar, e logo braços me rodear me tirando do chão. Me abraçando logo depois, era meu pai. Ele afagava meus cabelos e eu me deixava chorar como se não houvesse amanhã. Com certo tempo me afastei do corpo que me trazia tanto conforto e limpei minhas lágrimas. 

— P-Papai temos que ligar para a ambulância! – ele me olhou com um semblante triste mas não se moveu. — Por que não se mexe? Jimin precisa da gente! – eu comecei a chorar novamente. 

— Ele está morto filha... Não tem o que... – cortei meu pai. 

ELE NÃO MORREU! – esbravejei. — Entendeu? Ele está vivo... Fraco mas está vivo! Eu sinto... – ele abaixou a cabeça. — Você não se importa não é...? – solucei. E vi o Min me encarar. — S-se você não vai ligar não tem problema... Eu ligo! – iria até o celular mas meu pai me impediu. 

— Filha você tem que aceitar... 

— Não... Não... – comecei a chorar alto novamente, e ele me puxou contra seu peito. — Por que ele me deixou papai? Ele não me amava? Não... O chimchim prometeu. A GENTE PROMETEU! – me soltei do meu pai. — Isso é culpa sua! Se você não tivesse entrado daquele jeito no quarto... Ele... Ele não teria ficado com medo e não teria descido as escadas correndo! Ele ainda estaria aqui! – falava enquanto chorava, corri até a porta da minha casa. 

— ________! ESPERA! – vi meu pai gritar mas não o escutei. 

Continuei a correr, sem rumo. Fui para uma pracinha um pouco longe da minha casa e me sentei em um banco aleatório, meio inerte ao que acontecia fora da minha cabeça. Elevei meus joelhos até meu peito; ficando em posição fetal, e os rodeei com meus braços afundando minha cabeça ali, onde me sentia segura para chora o quanto eu quisesse pois ninguém iria me julgar, porque ninguém ali sabia o que eu estava sentindo. Era uma dor, mas uma dor que eu sentia que nunca iria me deixar. Ela se tornava maior a cada lágrima que escorria em meu rosto. Frases invadiram meus pensamentos... 

“Eu te amo pequena... ‘Pra sempre.” 

— Por que o “para sempre” foi tão curto então, chimchim? Eu precisava de você, e ainda preciso. Não vou conseguir viver sem você... Seu toque ficou em minha pele, e suas palavras gravadas em minha mente. Como vou seguir em frente desse jeito? O pior é que eu sinto, não existe "seguir em frente" sem você. Você era o meu refúgio, eu vou enlouquecer sem ti. – murmurei para mim mesma. 

Apertei o acerto que estava meus braços me encolhendo mais, chorando mais ainda. Me perguntava quando aquela dor iria parar, quando acabasse de dilasserar meu coração? Não, eu não aguento. Senti alguém me cutucar e ergui meu rosto para fitar a pessoa, era uma senhora ela parecia aflita. 

— Menina se sente bem? – a senhora me perguntou e então limpei meu rosto e funguei. 

— Não... – disse em um tom baixo. — Perdão, mas a senhora tem telefone? 

Ela sorriu e tirou o aparelho do bolso, me entregando logo em seguida. Disquei o número já memorizado por mim e logo uma voz meio surpresa me atendeu. 

~Ligação On 

— Y-Yumin? – disse rouca. 

— _____? GAROTA ONDE VOCÊ ESTÁ? TEM NOÇÃO DO QUANTO SEU PAI ESTÁ PREOCUPADO? VOCÊ VAI SE VER COMIGO MOCINHA! – afastei o aparelho um pouco resmungando baixo pelo tom alto. 

— Não grita comigo por favor, eu preciso te ver... Quero conversar com alguém antes que essa tristeza me domine. 

— Tristeza, unnie? O que houve? Cara você não está bem. Me diga onde você está. 

— Eu vou passar o endereço por mensagem. Vem rápido por favor. – desliguei a ligação. 

~Ligação Off 

Tirei o aparelho do ouvido e digitei aonde estava para Yumin, e logo em seguida apaguei do histórico. Bloqueei a tela do celular e devolvi o aparelho para a senhora. 

— Está melhor? – ela me perguntou. 

— Infelizmente o que eu sinto é uma dor que eu acho que vai conviver comigo pelo resto dos meus dias. – disse chorosa. 

(...) 

Um tempo depois a Yumin apareceu e me abraçou, pude notar seu semblante triste ao me ver naquele estado. Ela não sabia o que tinha acontecido com o Jimin, papai aparentemente não havia contado, e quando contei a mesma me abraçou e compartilhou da minha dor. Ela sabia o quão eu amava ele, e poderia imaginar a dor da qual estava sentindo. 

— Por que ele me deixou Yu? – refiz a pergunta que havia feito à papai para Yumin. 

— Eu não sei unnie, ele não deve ter visto os degraus e... – meu choro aumentou. — shhhh se acalme, eu estou aqui. Bem aqui com você. 

— Dói tanto Yumin, não sei se vou aguentar... – ela me apertou em seus braços. 

— Vai sim, eu vou te ajudar. – beijou a minha cabeça.

— Eu o amo tanto, ver ele naquele estado eu senti uma parte de mim quebrando junto com ele, foi como se um buraco no meu peito estivesse se formando. Eu acho que esse buraco não vai cicatrizar Yu... Eu quero morrer! – esbravejei. 

— Ei não diga isso! Tem muitas pessoas que te amam, sabe a dor que você está sentindo? Imagine ela sendo sentida pelo seu pai, por mim... Por toda a sua família. Nós não iríamos agüentar iríamos querer desistir assim como você. – afagou minhas costas. 

— Eu disse coisas tão feias para o meu pai... – funguei. — eu disse que ele era o culpado pelo Jimin ter caído da escada. Eu sou um monstro. 

— Ele sabe que você disse aquilo por que estava assustada e triste. Ele sabe que aquilo não era realmente o que estava em seu coração. 

Me permiti chorar mais um pouco o ombro daquela que tanto me compreende, mas já estava ficando tarde demais, então Yumin me puxou para irmos para casa. O caminho foi bem silencioso já que eu já havia parado de chorar, o que não queria dizer que eu já estava bem. Aquilo estava bem longe de acontecer, mas não era um silêncio incômodo, e sim um silêncio necessário. Quando chegamos na frente da minha casa, ela me fitou como se quisesse que meus olhos entregassem se eu iria ficar bem ou não, então ela suspirou fundo. 

— Acha que vai ficar bem? – a olhei. 

— Sinceramente? Não. Talvez um dia essa dor passe ou só cresça. Só o tempo vai dizer... – ditei vencida. 

— Me prometa que pelo menos não irá fazer uma besteira, huh? – pegou em minhas mãos. 

— Tudo bem, eu vou tentar. – ela sorriu minimamente e me abraçou. 

Fui entrando em casa, e fechei a porta atrás de mim. Segui em passos lentos até a escada, quando vi o lugar em que Jimin estava logo cedo me deu um aperto no coração e uma vontade de chorar que eu respirei fundo para conter. Só havia uma mancha de sangue ali, e me sentei no segundo degrau quando ouvi um pigarrear e alguém sentar ao meu lado. 

— Eu fiquei preocupado com você. – me virei para olhá-lo e ele me encarava cansado. — Não faça isso de novo. – eu deitei em seu ombro. 

— Desculpe por ter dito todas aquelas coisas... Eu não pensei direito. – murmurei. — eu sei que o senhor não é um assassino. – pude jurar que ele engoliu seco. 

— Tudo bem meu anjo, por que não vai descansar? Você não está bem. – fiquei rosto à rosto com ele. 

— Não sei se vou conseguir pregar o olho, mas vou me deitar. – ele assentiu e aproximou seu rosto do meu fitando meus lábios. Não, ____! Ele não está encarando seus lábios. E então papai beijou-me a testa. 

— Boa noite. – ditou e eu achei melhor me levantar e ir para o meu quarto. 

Assim que passei da porta, me joguei na cama. Abraçando o travesseiro alheio, o que era isso? Por que quando papai se aproxima, eu sinto coisas que não devo sentir? Ignore isso, _____. 

— Chimchim era ‘pra você está aqui comigo... Minha vida em menos de um dia se tornou uma completa bagunça. – funguei baixinho. 

(...) 

Duas semanas, duas malditas semanas sem ele. Eu choro todas as noites, e quando consigo dormir tenho pesadelos com o Jimin e acordo sempre gritando. O que não tem gerado insônia somente em mim, mas também em papai que sempre acordava e vinha me acolher. Me abraçando e me convencendo que tudo não passava de um terrível pesadelo.

Eu tinha que fazer alguma coisa. Pensando em tudo que eu nunca imaginei ser possível, e então cheguei a conclusão. Iria pesquisar... E eu sim tentaria trazer ele de novo. 

“Eu vou trazer Park Jimin à vida.” 


Notas Finais


E aí, o que acharam da idéia dela? 😂

Espero que estejam gostando, até o próximo!


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