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História The Politician and His Lover - Capítulo 4


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Notas do Autor


Oi para vc que acessou a minha fanfic!Seja bem vindo e bem vinda, espero que gostem!
É um tema bom envolver política?Star Wars parecia envolver muito disso além de sabres de luz, me diga sua opinião se quiser, sua crítica ou o seu elogio, todas as formas de contribuição são bem vindas.
Tchau, tchau :)

Capítulo 4 - Uma ideia perfeita


Fanfic / Fanfiction The Politician and His Lover - Capítulo 4 - Uma ideia perfeita

 

O acidente de Rey gira o mundo de cabeça para baixo.

Ela está internada na UTI do hospital universitário de Georgetown, os noticiários somente confirmam o que já sabemos: ela está em estado grave. Um motorista atravessou o sinal vermelho no cruzamento fazendo com que o carro dela deslizasse pela avenida até bater em um prédio comercial.

As imagens são horríveis, há vários fotógrafos e curiosos em volta, mas ninguém ajuda. Sinto meu estomago embrulhar. Meu Deus o que ela deve ter pensado?Estava sozinha entre a vida e a morte enquanto cercada de abutres.

- Desligue a televisão - Peço a um dos empregados e ele atende prontamente - Agora saia.

O asiático de franjinha atende meu pedido passando-me um olhar curioso enquanto ruma em direção a porta da sala de estar. Certeza que vai fuxicar para os demais que hoje meu humor não está dos melhores. Mas na verdade, nunca está.

- Acho que você não consegue competir com isso garoto - Meu pai diz apontando sua garrafa de cerveja para tela onde segundos atrás eu via aquele horror - Um acidente de carro com uma estudante exemplar como Remona Palpatine?Isso vai mudar o jogo.

- Muito obrigado pelo incentivo pai - Respondo massageando as têmporas, estou ganhando até agora, mas Han tem razão quando diz que um drama pode alterar as pesquisas - Fica até parecendo que quer me ver perder.

- Estou torcendo pra isso. Assim posso ter meu filho de volta e bem longe do Dark Vader.

- Pai por favor… - Han adora ficar de gracinha, é descendente de irlandeses e sabe falar o idioma. Ele diz que Anakin é uma pessoa obscura, apelidou meu avô de Dark Vader assim que conheceu Leia. Dark Vader quer dizer pai negro. 

- Desculpe garoto, mas essa menina é tão gente boa quanto a irmã. Sei quando uma pessoa é admirada e causa impacto. Por isso casei com sua mãe.

- E eu?Também não sou digno de admiração?

- Não porque você é parecido comigo - Han ri da própria observação colocando os pés em cima da mesa, quase tenho um ataque cardíaco com tanta falta de etiqueta, ele não está nem aí para as regras.

- Então o que eu tenho que fazer para ser admirado?

- Casar com uma mulher que é admirada - Diz como se fosse óbvio - Quem te vem à mente?

Tenho trinta anos, mas isso não me impede de ruborizar na frente do meu pai. Progenitores conhecem melhor as crias do que elas mesmas. Han foi o que mais deu apoio quando fiquei com Rey, enquanto Leia surtava com o fato de ela ser menor de idade, ele não ligava porque tinha uma diferença de sete anos entre eles também.

- Vá visitá-la.

- Não posso - Digo aflito - John Palpatine me ameaçou, vai ser uma catástrofe se eu aparecer lá como um bom samaritano e sem contar a imprensa...

- Não, não, é uma ótima ideia - Hux que estava calado até agora se pronuncia, ele se levanta batendo na própria cabeça e pega o celular no bolso anotando alguma coisa - Segura essa ideia aí senhor Solo. Se o Benjamin aparecer lá qual o pensamento o senhor acha que as pessoas vão ter?

- Sei lá ruivo - Han dá de ombros - Empatia, tristeza, compadecimento?

- Compadecimento! - O ruivo aproxima-se de Han e dá um tapinha no ombro do mais velho por cima de sua jaqueta de couro marrom. Meu pai não gosta do meu braço direito, diz que ele tem cara de corrupto.Não está errado.

- Se encostar seu dedo magrelo em mim de novo, vou parti-lo ao meio - Han fecha a cara e para frisar sua ameaça coloca o punho na frente do rosto dele.

- Combinado! - Hux diz animado, sorriso de orelha a orelha - Skywalker vá dormir, amanhã você terá um dia cheio.

- O que está aprontando Armitage?

Hux é um palhaço, ama se gabar de como suas ideias são boas e como ele é um bom estrategista; eu o escolhi porque é um verdadeiro psicopata com sede de vitória. No momento não estou arrependido dessa decisão.

- Precisa estar com a cara boa. Amanhã você verá Ramona Palpatine.

========

Quando tinha dezesseis anos meu pai virou um dos criadores do projeto de lei que aumentava as fiscalizações em frigoríficos, isso gerava dinheiro para o estado, mas também gerava taxas para trabalhadores. Ele começou a receber ameaças de morte então minha mãe tinha posto seguranças armados na frente da nossa casa assustando os vizinhos.

Subi para meu quarto tomando um banho gelado e me preparando para dormir, a noite estava quente então vesti a camisola mais fina que tinha aproveitando-me da seda.

- Eu realmente gosto de seguir as ordens de segurança – Ri comigo mesma enquanto deixava o creme de pele na penteadeira e me virava para o resto do meu quarto – Acho que devia chamar denunciar você por invasão.

- Você disse que as janelas sempre estariam abertas para mim – A voz profunda de algum lugar e eu me arrepiei instantaneamente - Venho sequestrar o bem de maior valor da casa.

Gargalhei ainda mais em deleite penteando meus cabelos que estavam batendo quase na altura dos ombros, tranquilamente meus olhos estavam analisando todo o ambiente, mas minha mente trabalhava rápido pensando em como ele se escondia bem.

- Apague as luzes – Ben mandou – Vamos ficar mais confortáveis sim?

- Isso é tão misterioso– Ri de sua seriedade – Por que as luzes precisam estar apagadas?

- Porque vai me deixar mais confortável e também não quero que descubra minha identidade.

- Você quer que eu fique com você sem saber quem é?

- Sim – A voz dele se tornou sombria – Tenho muitos inimigos Rey e não posso te visitar mais se for pego.

- Que ladrão mais atrevido. Certo, certo – Fui até o interruptor deixando-o finalmente no breu, andei até a beira da minha cama sentindo-me desnuda e desprotegida por causa da escuridão – Mas como vamos fazer isso?

- Você verá Rey - E do nada ele estava atrás de mim com as mãos pendendo na minha cintura, tomei um fôlego surpreso pois eu nunca teria previsto isso. Senti o riso dele na minha orelha e quando sua boca chegou bem perto do meu ouvido soprando minimamente para tirar os fios que cobriam meu pescoço – Surpresa?

- Uhum.

Não sabia o que estava acontecendo. Minha cabeça estava zunindo como se tivesse acabado de receber uma dose de camomila, meus olhos ficam semicerrados e a respiração entre cortada saindo pelos meus lábios secos. Como se soubesse Ben levou o dedo indicador coberto pela luva preta até eles acariciando devagar como se testasse a textura, eu por minha vez quando senti menos tontura levei a mão até a dela obrigando-o a colocar os dedos dentro da minha boca chupando-os com mestria.

- Você gosta disso? - Afirmei que sim passando a língua e fudendo mais com pequenas sucções. Ben gemeu no meu pescoço com a outra mão ainda acariciando minha cintura, mas descendo até a borda da minha coxa – Você é uma menininha safada.

- Uhum – Murmurei de boca cheia.

Enquanto me servia de seus dedos, Ben aproveitou para deslizar a mão livre pelas minhas pernas causando arrepio na minha espinha, o tronco dele estava encostado nas minhas costas e ele estava todo inclinado sobre mim enquanto sua mão se moviam para debaixo da minha camisola acariciando a pele, tentei me manter parada, mas estava tremendo com a tensão de ter ele me tocando e aqueles dedos estavam ameaçadoramente perto da minha intimidade.

- Não grite – Ele pediu antes de me atacar, mas eu não aguentei. Ben tinha colocado dois dedos dentro de mim com agilidade e sem aviso pegando-me de surpresa e forçando um gemido sôfrego a sair da minha garganta - Gostoso não é? - Ele mexeu novamente - Mais? 

Eu precisava de mais!Não estava lubrificada o suficiente.

Ele continuou naquela tortura pressionado meu botão sensível e brincando com meus lábios colocando a minha intimidade e a minha boca no mesmo ritmo, logo ele se moveu mais rápido fazendo os músculos do meu interior de apertarem em volta de seus dedos, foi bom ter meu corpo tomado por aquele sensação de posse.

Apoiei uma mão na nuca dele para me dar mais firmeza enquanto trabalhava na minha parte baixa fazendo meu corpo oscilar no dele, mordi os lábios evitando a todo custo que gemidos não saíssem da minha boca, mas era em vão com ele me dedilhando daquela maneira.

- O que disse? – Ben tirou sua mão da minha cavidade bucal assim que tentei pronunciar alguma coisa e não consegui, respirei aliviada sorrindo quando achei minha voz.

- Eu disse que vou gozar, vou gozar!

E eu vim lentamente molhando o interior das minhas coxas e os dedos dele. Ben gemeu retirando os dedos devagar de mim e levando-os a própria boca fazendo questão de colocar os lábios próximos ao meu ouvido fazendo-me ouvir os estalo que meu gozo fazia.

- Deliciosa.

- Eu preciso de mais – Confessei já apoiada em seus braços com ele sustentando todo meu peso – Por favor Ben me dá mais.

Por alguns instantes ele somente ficou comigo em seus braços ouvindo minha respiração enquanto me ninava balançando-me um pouco sobre os calcanhares; estranhamente o corpo dele se enrijeceu depois que eu pressionei minha bunda na ereção dele.

- Vire-se - Devagar fiz o que ele mandou dando de cara com as roupas pretas e o tradicional sobretudo que pendia até seus calcanhares.Ele parecia bem mais alto assim e seus olhos que eram a única coisa que eu conseguia ver estavam dilatados – Agora me dispa, mas não toque no meu rosto.

Aquele ponto minha boca estava seca, mas fiz o que ele mandou assentindo e ignorando a tensão nas minhas mãos apressadas. Comecei pela capa que caiu fazendo um barulho alto até demais me fazendo em imaginar quanto pesava, depois o próprio Ben se livrou dos sapatos deixando apenas um casaco muito grosso entre nós, devagar e com os olhos nele levei minhas mãos até a fivela de seu cinto e ele entendeu puxando o zíper para baixo enquanto trabalhávamos em conjunto.

- Rey?

- Hum?

- Mãos para cima.

No automático obedeci tendo a boca tomada novamente e os pulsos segurados novamente, mas ele aprofundou tanto o beijo que nem senti suas palmas macias contra os fins das minhas mãos, ele puxou ambos para cima da minha cabeça fazendo soltar um gemido, então ouvi o som de clique.

- O que? – Sacudi o corpo ainda entorpecida pelo beijo, meus pés estavam um tantinho fora do chão e meu cotovelo encostava no dorsal da cama – O que está acontecendo?

- Não posso arriscar Rey – Ele disse livrando-se de suas calças enquanto olhava-me com malícia, meu corpo tencionou querendo fazer eu mesma aquilo – Então é melhor que comecemos assim.

- Mas eu prometi ser uma boa garota – Fiz um beicinho com os lábios realmente ficando chateada com aquele idiota – Por favor ladrão – Chutei para frente tentando alcançá-lo – Malvado.

- Desculpe baby, mas minha cidade, minhas regras - Então ele veio até a mim devagar e apoiou ambas as mãos ao lado do meu corpo testando bem minhas amarras – Você vai ficar bem.

- Doi.

- Confie em mim, vai melhorar.

- Eu confio – Gemi querendo mais dele enquanto abria as pernas como um convite – Vem até aqui para que eu possa te mostrar como confio.

Sem barreiras sua ereção encostou bem no meio das minhas coxas e logo já estava com ele na minha entrada imaginando que me sentiria vazia até que ele empurrasse para dentro de mim fazendo-me gemer a noite toda. Ele se colocou em frente a mim, seu polegar roçou meu mamilo fazendo-o fechar os olhos e contrair na direção de seu toque, ele abaixou o rosto e começou a chupar afastando a camisola para o lado.

- Oh meu deus!

Que homem senhores e senhores.

- Esse não é meu nome – Ele soltou uma risada baixa apertando mais a base e brincando com o mamilo rosado apontando na direção dele – Anda fala quem eu sou.

- Ben Skywalker – Abaixado nessa direção eu conseguia ver o seu cabelo liso, mas na escuridão eu não conseguia identificar mais nada – Hummm me toque – Comecei a me mexer na frente dele esfregando meus peitos em seu rosto fazendo-o ronronar em resposta e pegar os dois ao mesmo tempo pressionando-os dentro de sua boca – Ah isso!

Benjamin continuou nessa tortura até que para minha surpresa ele pegou sua mão e colocou seu pênis para fora finalmente livrando-se da cueca e ficando nu na minha mente.

- Caramba! - Ele tinha várias elevações no corpo, do abdômen até os braços ele era construído de puro músculo, mas suas cicatrizes eram ainda mais chamativas enquanto eu olhava aquele corpo aparentemente bronzeado contra a lua que nos servia de iluminação lá fora - O que fizeram com você?

- Meu avô e seus treinamentos estúpidos – Enlaçando-me do chão com seus braços fortes, Ben olhou no fundo dos meus olhos e lambeu meus lábios causando um arrepio no meu corpo, seu pênis estava na minha entrada e eu estava pronta para dar o que quisesse de mim. Ele tinha um enorme sorriso no rosto – Mas nada parecido com o que vou fazer com você.

Tudo começou a se desfazer quando ele entrou em mim me fodendo lentamente e torturante, ele era grosso e minha intimidade deslizava devagar por toda a sua base agradando a nós dois.

Minhas mãos lá em cima estava pedindo por libertação, mas isso parou de importar quando encontramos um ritmo com ele em pé e eu em volta dele.

- Merda! – Ele grunhiu mordendo meu pescoço – Apertada demais! – Como se para provar seu ponto me contraí em volta dele soltando um sorriso quando o mesmo soltou um gemido sôfrego – Para não faz isso! – Ben aumentou a velocidade fazendo meu prazer aumentar e minhas pernas se prenderem em volta de sua cintura com mais força para que ele fosse mais fundo.

- Eu me preparei especialmente para você – Disse mais uma vez me contraindo levando-o a mais uma crise de gemidos, gotículas de suor caiam em seu peito e eu queria limpar cada uma delas com minha boca – Alguns brinquedinhos e eu estou pronta.

- Funcionou – Ele riu rende ao meu ouvido enquanto agarrava minha bunda com mais força – Eu não sei se estou gozando ou se estou prestes a gozar eu só quero... – Ele deu duas estocadas fortes que me fizeram engasgar – Quero continuar...

Ben grunhiu enquanto ele mergulhava mais fundo em mim, eu esperava que ele chegasse primeiro porque eu não agüentava mais . Ele não se moveu e meu peito estava pesado com a respiração enquanto as paredes da minha intimidade eram comprimidas mais uma vez querendo dar tudo a ele.

Meu peito vibrou e meus dedos se contorcem no alto da cabeça, mesmo que estivesse me segurando, minhas pernas foram incapazes de se sustentar e elas começaram a cair de sua cintura sem eu entender. Ben se moveu para que uma de suas mãos segurasse cada uma das minhas coxas com mais firmeza e começou a meter mais forte dentro de mim ignorando o fato de que agora ele era o único nos sustentando.

Ele bombeou com mais força e depois parou. Eu sabia que ele não estava usando camisinha pois eu sentia toda o líquido quente escorrendo dentro de mim enquanto eu me contorcia assustada e ao mesmo tempo excitada por estar recebendo sem nenhuma barreira entre nós.

- Não consigo mais! – Ele gemeu sôfrego jogando a cabeça para trás e soltando um urro baixo – Droga eu nunca vim tão forte!

Assim que terminamos beijei o ombro de Ben com um leve selinho. Ele parecia deslumbrante envolto naquela nudez enquanto a capa negra do uniforme só cobria a parte de baixo dos nossos corpos, eu estava exausta e satisfeita em seus braços, tão pequena que poderia desaparecer dentro dele.

Quando soltei as amarras da cama desabei sobre ele como uma pena, os joelhos cederam para o chão e tudo o que pode fazer foi levar a nós dois para o assoalho do meu quarto posando gentilmente.

- Como conseguiu burlar a segurança?

- O pessoal que instalou os alarmes aqui foram os mesmos que instalaram lá em casa.Meu pessoal quebrou o código rapidinho.

Ambos rimos da idiotice das nossas famílias. Tão diferentes, mas tão iguais.

 



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