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História The Politician and His Lover - Capítulo 5


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Notas do Autor


Esse deve ser meu oitavo dia de quarentena.
Em que dia vc deve estar?Muito tédio ou muitas coisas para fazer ou fanfics pra ler?
Sou de Brasília e aqui está tudo parado.
Se cuide, lave as mãos e fique em casa de possível. Até mais. Tchau :)

Capítulo 5 - Hora da atuação


Fanfic / Fanfiction The Politician and His Lover - Capítulo 5 - Hora da atuação

 

Foi como Han previra. O acidente de Rey deu toda vantagem que o pai dela precisa para me derrotar nas urnas.

Antes de sair de casa vejo os ranques, eles disparam para os democratas enquanto a minha linha representada pela cor vermelha cai alguns degraus representando minha desaprovação entre os eleitores americanos.

Não sei porque concordei com a ideia de Hux, seja o efeito dela negativo ou positivo, é absurda de qualquer jeito. Mas Anakin concordou com a proposta e agora cá estou eu tendo esses flashes piscando contra meu rosto enquanto sou direcionado para a entrada do hospital de Georgetown.

Odeio câmeras, sempre pareço ranzinza em frente, por isso trouxe Phasma comigo, ela vai evitar que foquem tanto em mim assim que avistarem a possível primeira dama. Damos as mãos, o teatro vira costume, mas sua palma é fria contra minha. Estou segurando um cadáver. Ela não é Rey.

Phasma é britânica, ser loira e com emoções polidas está no sangue dela. Seu pai trabalha no parlamento, usou-a como moeda de troca para receber apoio financeiro do meu avô em sua última campanha. Sim, ela odeia tudo isso mais do que eu.

- Senhor Skywalker, por favor!Nos dê uma entrevista! - Um dos repórteres grita acompanhado por um coro.

- Senhor candidato o que veio fazer aqui?

- O senhor conhecia Ramona Palpatine pessoalmente?

É hora da atuação. Solto a mão de Phasma com um suspiro, pareço cabisbaixo, fiquei a viagem toda de cabeça baixa para parecer nauseado e pálido, olho em volta com olhos cerrados como se estivesse meio perdido entre as câmeras, acho a emissora que me interessa - CBN por ter mais visualizações - e olho diretamente para o cinegrafista deles.

- Respondendo sua pergunta: Sim eu conhecia Ramona Palpatine, a conheci no baile beneficente de Maz Kanata alguns anos atrás, uma criança encantadora, mas somente conversamos uma vez - Sou triste e abalado - Mas esse encontro me marcou e hoje vim vê-la. O que aconteceu com ela foi uma fatalidade, nem posso imaginar pelo que seus familiares estão passando - Balanço a cabeça em descrença, Phasma faz a parte dela passando a mão em meu ombro dando falso conforto - Stefan e eu somos somente rivais na política, fora daqui somos uma família e hoje vim prestar meu apoio. Com licença.

Quase posso ver eu mesmo me dando um Oscar por melhor atuação, aplausos com gritos de aclamação são deixados do lado de fora enquanto as portas duplas se fecham dando a visão do candidato perfeito.

- Impressionante - Phasma elogia no elevador - Mas vamos logo com isso, não quero perder tanto tempo com a estúpida da sua namoradinha.

Reviro os olhos.

- Obrigado… Minha esposa.

- De nada… Querido. Você sabe que sou a melhor.

- Vocês foram feitos um para o outro - Hux ironiza enquanto aperta o botão do último andar, obviamente Rey tem um quarto de UTI somente para ela.

Eu nunca tive um confronto de verdade com Stefan. Algum dia fomos cordiais um com o outro, mas ele tem me ignorado em todos os eventos que me encontrou desde que voltei de Londres, suspeito que seja relacionado a Rey. Eu fiz mal a sua filha.

- Você tem que ser muito cara de pau para aparecer aqui! - Ele não me dá tempo para defesa, assim que passo pela soleira do elevador Stefan me puxa pelo colarinho da camiseta e me empurra contra a parede violentamente segurando ambos os lados do meu terno com força - Seu filho da puta você está tentando desgraçar a vida dela novamente?!

Nenhum dos seguranças dele o impedem, Hux faz sinal para que os meus o ataquem, mas faço sinal para que não. Atrás dele toda a família Palpatine está reunida, a irmã mais velha de Rey chamada Jyn, sua mãe Elena, seu melhor amigo Finn, mas nenhum sinal de seu avô. As mulheres me olham curiosas e o homem negro simplesmente observa de braços cruzados.

- Stefan eu não vim causar confusão, por favor… - Tendo um tom neutro, mas ele parece irredutível.

- Estava passando ao vivo na televisão, você está usando minha filha como massa de manobra para sua candidatura?!Vocês Skywalker são menos do que lixo!

- Eu sinto muito pelo que aconteceu, mas não foi minha culpa! - Digo embora minha mente pense o contrário - E eu juro que não vim aqui para causar confusão, de fato estou aqui para vê-la, preciso saber se ela está bem.

- Não!

- Pai… - Jyn protesta, mas ele a manda calar a boca antes de terminar a frase.

- Com boas intenções ou não ele merece um verdadeiro castigo - Agora sei de onde Rey puxou aquele furação, Stefan tem aqueles mesmos olhos castanhos cheios de ira - E não acho melhor punição do que deixar Rey fora do seu campo de visão Benjamin.

- Eu pensei que poderíamos consertar as coisas.

- Confiança perdida não se recobra jamais - Ele me solta de uma vez, quase caio sentado no chão, mas me recomponho antes que vire um vexame na frente dos presentes - E é melhor esquecê-la, não volte mais aqui.

Estou prestes a dizer alguma coisa, juro que estou, mas se tem uma coisa que eu aprendi foi reconhecer quando é hora de recusar. Não sou tão mal, não vou brincar com os sentimentos da família de Rey, até porque esse não é o objetivo além de mostrar minha figura pública.

Olho mais uma vez para Finn por cima dos ombros de Stefan.

Ele se foi.

E eu também estou indo.

Quando vamos para o restaurante não sinto fome, embora a comida seja boa com carne e legumes a única coisa que consigo ingerir é a taça de vinho William Hill que o garçom trouxe.

Já anoiteceu, estamos perto do memorial Abraham Lincoln onde vários outros funcionários do governo também jantam. Estou esperando uma pessoa quando Hux pirragueia tentando chamar minha atenção.

- O que é? - Digo irritado.

- Tem certeza que ele é de confiança?Quer dizer ele já nos traiu uma vez…

- Juro que meu cérebro desliga toda vez que você abre a boca para falar de alguma coisa que não seja relacionada a minha campanha - Gesticulo na direção da boca dele fazendo um barulho irritante - Armitage as pessoas têm seus motivos para mudar de time.

- No caso dele literalmente né - Hux ri, mas não o acompanho - Lembro dele entre os rapazes do time de beisebol da sua escola, todo machão e fortão…

- Eu ainda sou fortão - O homem de casaco azul o interrompe cruzando olhares irônicos com meu assistente - Ser gay não diminui a força do meu soco, quer ver?

Hux faz uma cara desgostosa. Ele obviamente tem alguma relutância em aceitar pessoas homossexuais, por isso está com os republicanos, no entanto, Finn não tem que lidar com isso, ele já lutou muito nessa vida para ser respeitado por aqueles que deveriam apoiá-lo.

- Finn, sente-se - Ofereço indicando a cadeira ao lado da minha.

- Obrigado Benjamin - Assim que está acomodado ele começa a analisar o cardápio - Meu pai?

- Não está aqui por perto, posso garantir.

- Ótimo, da próxima vez que o vir diga que estou bem obrigado.

Mas o senhor Jones não vai responder de volta. O pai de Finn é conservador, foi uma desonra quando o filho se assumir gay, a mãe faleceu quando tinha treze anos restando somente a irmã mais velha Jannah. Ele nasceu do lado de cá, mas foi considerado um traidor ao se juntar com os democratas.

- Aqui estão as fotos que você pediu - Finn joga o envelope branco para mim - Achei melhor entregar as cópias físicas porque não confio na tecnologia. Seu celular pode ser hackeado  a qualquer momento.

- Obrigado Finn.

- Foi um ótimo trabalho você distrair todo mundo enquanto o traidor entrava lá e roubava a ficha da garota Palpatine para você - Hux puxa o saco ignorando Finn completamente - Agora vamos analisar o que tem nessas belezinhas.

 

========

 

Bip... Bip... Bip.

Ben me puxou minha nuca quando virei o rosto.

- Deixa tocar...

- Pode ser importante – Disse ofegante.

- Não... – Ele gemeu enfiando a língua na minha boca novamente.

Não pude fazer mais nada além de me render com um suspiro e apertar sua cintura com mais força; já passava das sete da noite quando meu celular começou a  vibrar incansavelmente com ligações de Jyn.

Precisando afastar a sensação de insegurança, enrosquei meus dedos nos fios macios de Ben e puxei o couro cabeludo num carinho meio selvagem que fez o garoto Skywalker gemer em aprovação. Ele gostava de tudo que era quente e eu dava isso a ele.

- Calor demais – Resmungou ele empurrando as camadas de edredom para baixo.

Oh não!Eu já tinha visto esse capítulo antes... Logo Ben me puxou pelo cós da calça fazendo nossas cinturas roçarem, abafei um gemido em seu pescoço, porém a animação entre seu jeans não pode ser apagada, com más intenções ainda, ele colocou uma pernas entre as minhas frisando mais contato.

- Ben... – Alertei já fraca. Mesmo se ele quisesse chegar a outro patamar eu iria resistir, mas era difícil!

- Eu quero você Rey – Respondeu segurando meu rosto entre suas mãos,os lábios estavam inchados – Quero você todinha.

O olhar que estava no meu rosto desceu para meu corpo. Eu sabia melhor do que ninguém que uma vez que Ben começava ninguém e nem nada o parava, com facilidade ele se livrou das minhas roupas analisando minhas curvas, os dedos traçando do meu braço até a cintura.

- Deveríamos parar com isso.

- Você já disse isso antes - Ben fez círculos no caminho para minha intimidade me levando a morder os lábios para segurar meus gemidos - E mesmo assim sempre volta pra mim.

- Não mais - Mesmo que o toque desse fosse o paraíso eu tinha que tentar o controle, coloquei a mão em seu peito duro e firme odiando o fato de suas roupas ainda terem barreiras entre nós e não sentir sua pele sob a minha - Eu vou mudar Ben.

- Aham sei… - Usando minha própria mão contra mim Ben a colocou na própria nuca e como reflexo acariciei ali, ele ronronou feito um gato enquanto descia a boca de uma vez só sobre o meu centro afundando o rosto num líquido molhado confirmando o quão molhada eu estava, o ar ficou preso na minha garganta e eu não pude esperar para me derramar na boca dele.

Primeiro ele me prensou mais na cama, mas depois mudou de ideia trazendo-me para a beirada e pondo-me sentada na beira enquanto ele se sentava no chão e abria minhas pernas.

- Ben por favor não... - Eu disse apertando meus seios tentando reprimir o desejo dentro de mim - Eu te amo!

- Eu também te amo - A frase me faz sorrir ao mesmo tempo que os dedos dele deslizaram dentro de mim me fazendo soluçar a me agarrar um dos braços dele enquanto mordia minha própria mão engolindo meus sons de protesto. Os dígitos dele saiam e entravam com rapidez quase me matando fazendo meus quadris se mexerem inconscientemente em direção ao seu polegar que agora apertava meu clitoris.

- Admita Rey, você não consegue ficar longe de mim - Ben me puxou minha coxa para seu ombro, a cara virada na direção da minha vagina, ele sorria - Assim como eu não consigo ficar longe de você - E começou a beijar o interior das minhas pernas.

Eu comecei a ofegar de novo, não havia porque esconder que estava tendo prazer quando ambos sabíamos a verdade, Ben se mostrou satisfeito adicionando um segundo dedo a sua atividade me fazendo sentir mais cheia assim surpreendendo-me com sua língua indo em direção ao meu seio. Me inclinei um pouco para que ele pudesse abocanhar o mamilo por completo e ele somente fechou os olhos sugando devagar como se eu fosse seu doce predileto.

Meus suspiros ofegantes se tornaram gemidos assim como as minhas mãos desciam para as costas dele abraçando-o completamente desejando que ele se livrasse de suas roupas para que então eu o pudesse sentir por completo. A ponta do meu orgasmo estava chegando aproximando-se das bordas do meu interior, me agarrei mais a ela esperando pela minha tão sonhada libertação não ligando se ia sujar os lençóis ou não.

- Não pare!

- Diga que é minha - Disse ele tirando a boca de repente. Ben era um idiota.

- O que?!Ben volte aqui e termine a porra do seu trabalho! - Disse pressionando a cabeça dele contra lá, mas o moreno somente riu se afastando. Um choro agoniado saiu do fundo da minha garganta.

- Nada de trato feito - Assim Ben levantou se livrando da camisa, puxando sua calça de uma vez para baixo e liberando seu pênis ereto me distraindo do objetivo inicial, fiquei olhando admirada o pré gozo e a cor alguns tons mais escuros que sua pele - Rey? - Ben veio até mim abrindo minhas pernas ainda mais se colocando entre elas e se alinhando com minha entrada esperando uma resposta.

- Sou sua - Disse me pressionando contra ele, apertando sua bunda e empurrando seu quadril no meu - Me faça vir. Quero meu orgasmo.

- Isso meu bem, era isso que eu queria ouvir - Ben me preencheu de uma vez só, era não nossa primeira experiência, mas sempre me pegava de surpresa o quão apertado parecia para ele entrar todas as vezes fazendo meu corpo inteiro tremer - Merda!Tão apertada e linda para mim!

Ele começou a bombear dentro de mim e imediatamente comecei a curvas minhas costas na direção do peito dele e pernas ao redor da cintura dele fazendo-o ir o mais fundo que conseguia. Os sons dele eram lindos, o cabelo suado grudado na boca enquanto ele mantinha os braços de cada lado dos meus ombros fitando-me concentrado.

- Te amo, eu te amo.

- Eu sei - Ele respondeu curvando os cantos da boca.

Minha mente ficou em branco enquanto eu vinha com um grito agarrando-me a ele como se fosse a última coisa que eu iria fazer. Os espasmos foram tão fortes que fiquei com frio encolhendo-me numa bola até Ben vir me esquentar.

- Perfeita como sempre - Disse beijando minha testa com carinho antes de puxar minha cabeça para encostar em seu peito.

Mas assim que a neblina deixada por uma noite calorosa de amor passou meus pensamentos clarearam, voltaram para a ligação. Doze chamadas perdidas de Jyn, uma mensagem.

“Eles descobriram”.

 


Notas Finais


E então o que acharam?Comente sua opinião, achismo, crítica, elogio para acrescentar alguma coisa as loucuras dessa pessoinha aqui. Até mais!


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