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História The Power Of Love - Romanogers - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Parando pra pensar que eu nunca matei um personagem tipo um dos principais nas minhas histórias, curioso...enfim, boa leitura e espero que gostem!

Capítulo 12 - Chapter Twelve


Seu grito assustou o cavalo de Natasha e ele se arrependeu no mesmo instante. Steve tentou alcançar as rédeas, mas o animal pulava, assustado. O coração dele parecia que ia sair pela boca. Steve assistia à cena impotente, imaginando que aquilo poderia matá-la.

Natasha viu a fúria nos olhos dele enquanto lutava para controlar sua montaria. Mas ela, na verdade, não esperava nada diferente, já que nenhum homem gosta de ser contrariado.

Quando a ruiva conseguiu controlar o cavalo, ambos já estavam mais calmos. O capitão desceu de sua montaria e a ajudou a desmontar. Em silêncio, amarrou as rédeas num arbusto e então segurou no braço da esposa.

Ele repetiu a mesma pergunta que fizera, mas dessa vez num tom mais calmo.

S: Para onde pensa que está indo? Eu a deixei no navio! Você deveria viajar para a Inglaterra.

N: Sim, mas eu lhe disse que não queria ir.

Steve resmungou algo como um xingamento e a chacoalhou, dizendo:

S: Mas por que não?

Natasha escolheu as palavras cuidadosamente. Havia ensaiado no caminho.

N: Eu me casei com o senhor ontem. Sou sua esposa e é meu dever ficar ao seu lado.

S: Pare de bobagem.

N: Não é bobagem! O senhor é meu marido e...

S: Apenas no papel.

Ela se esquivou das mãos dele.

N: Não apenas. Já passei por um casamento falso uma vez, e não pretendo viver isso uma segunda vez. Ontem, naquela bela igreja, fiz meus votos diante de Deus e de várias testemunhas. Agora, pretendo honrar minha palavra.

S: Nossa viagem não será fácil, mulher!

N: Eu sei. O senhor planeja viajar pela Espanha e Portugal, dormindo em praias e em estábulos. Estou pronta para acompanhá-lo.

Rogers cerrou os punhos, frustrado. O tom de voz de Natasha era perturbador. Isso e as lágrimas que inundavam aqueles belos olhos verdes. Droga, droga, droga! Ele nunca tinha sido muito bom com as mulheres.

S: Será uma vida difícil. Você não faz ideia de quanto.

N: Sou mais forte do que pareço.

Steve lembrou-se de que Natasha havia caminhado desde Montreuil até Calais. Lembrou-se também do estado em que estavam seus delicados pés ao final da jornada.

S: Viajaremos por longas horas a cavalo, sem o conforto de uma carruagem.

Ela apontou para o próprio cavalo.

N: Como pode ver, eu sei montar. Farei de tudo para não atrasá-los.

Aborrecido, Steve sabia que o problema não era aquele, e sim a viagem dura e sem conforto que a ruiva enfrentaria sem necessidade.

S: Teremos de encarar as intempéries: calor, chuva, e pode nevar nas montanhas. Viveremos como soldados, dormindo ao ar livre.

N: Eu entendo. Posso ser a esposa de um soldado.

S: Será arriscado e perigoso.

N: Sei disso.

Steve balançou a cabeça. Natasha era teimosa.

S: A sua experiência não foi nada comparada ao que nos espera! Se você tiver um pouco de juízo nessa cabecinha, voltará para aquele navio e viajará segura para a

Inglaterra.

N: Não, obrigada — ela respondeu, como se ele tivesse lhe oferecido um pedaço de bolo.

Ele ergueu as mãos, aborrecido.

S: Que droga, Natasha! Seus dias serão muito mais tranquilos e seguros ao lado de minha mãe.

Ela balançou a cabeça.

N: Não me casei com sua mãe. Casei-me com o senhor. Por favor, deixe-me ir com vocês.

O capitão a encarou, frustrado, ao perceber que nada nem ninguém a fariam mudar de ideia. Mulher maldita que surgira do nada com suas malditas fantasias! Ele nunca a deveria ter beijado!

N: Deixe-me tentar, pelo menos. Se eu não aguentar, então pode me mandar de volta.

S: Não faz sentido você viajar comigo. Nós não temos futuro juntos.

Natasha não disse nada, mas Steve podia perceber que ela não acreditava nas palavras dele.

S: Não sinto nada por você!

N: Não gostaria que o senhor se sentisse obrigado a ter algum sentimento por mim. Não estou pedindo seu amor. Estou dizendo que vou viajar com o senhor, só isso.

Steve virou os olhos diante de tanta teimosia. Por que uma mulher iria querer se expor a uma viagem desconfortável e perigosa?

Em desespero, ele deu sua última cartada:

S: Se insiste em viajar comigo, minha promessa de um casamento de fachada será anulada. Você terá de dividir a cama comigo, como todo esposa faz.

A ruiva arregalou os olhos e engoliu em seco. Steve saboreou o gosto da vitória.

N: Muito bem. Será um casamento de verdade, então. — Ela estendeu a mão para confirmar a barganha.

Rogers ficou chocado, pois não esperava que Natasha fosse concordar.

S: Tenho mais uma condição. Você não deve se apegar a mim. Se se apaixonar ou de alguma maneira se iludir que o que existe entre nós é amor, então é melhor que parta agora. Se eu perceber que isso está acontecendo, pedirei que vá embora, e quero que você me prometa que irá sem discutir.

Natasha estava atordoada.

N: Por que o senhor foge do amor? Eu já disse que não espero o seu amor, e não estou prometendo que irei amá-lo, mas se acontecer, por que fugir?

S: Isso é problema meu. Esse casamento não passa de um acordo, e se você não pode aceitar as minhas condições, então é melhor partir agora mesmo.

Ela parecia infeliz, e por um momento o loiro pensou que ganhara a parada.

N: Minha irmã gêmea, Scarlett, tem como filosofia de vida viver o momento, aproveitando tudo que ele lhe oferece de bom. — Natasha olhou no fundo dos olhos dele e continuou: — O senhor não quer pensar sobre o futuro, e eu quero esquecer o passado. Acho que só nos resta adotar a filosofia de vida de minha irmã e aproveitarmos o presente sem pensarmos no futuro.

Steve pensou a respeito por um momento. Isso ele poderia fazer.

S: Não tolerarei nenhum tipo de fraqueza feminina. Você viajará conosco até o porto de Bilbao e de lá voltará para a Inglaterra, pois daquele ponto em diante, a viagem será muito arriscada. Estamos entendidos, sra. Rogers?

N: Sim, sr. Rogers. — Para o espanto de Steve, Natasha ficou na ponta dos pés e deu-lhe um beijo. Na boca. Seus lábios apenas roçaram os dele, mas foi o suficiente para que o loiro se sentisse desconcertado pelo toque agradável.

S: Se você vai ficar a meu lado, é melhor que entenda desde já que as coisas entre nós serão diferentes. Nossos beijos não serão rápidos e nem delicados. — Steve a envolveu em seus braços e sua boca encontrou a de Natasha.

A intenção dele era assustá-la com uma amostra do apetite masculino, mas no momento que os lábios de ambos se encontram, Rogers se esqueceu de seus propósitos. Natasha tinha um gosto doce e quente, exatamente como ele se lembrava. Steve ansiava por sentir aquele sabor novamente, e agora ela lhe oferecia um banquete...

A ruiva reagiu à paixão dele com uma generosidade tímida que o deixou tonto, como se ela saudasse a invasão masculina. Em seguida, Natasha o abraçou com força, pressionando seu corpo contra o dele, acariciando lhe a face com dedos macios e retribuindo o beijo até Steve ficar louco de desejo.

Ele a soltou e se afastou assustado com seus próprios sentimentos.

Ela piscou para o loiro e sorriu.

N: Acho que isso será satisfatório, sr. Rogers. — Então olhou-o de uma maneira que o fez sentir vontade de abraçá-la novamente e beijá-la sem parar. Mas eles se encontravam na estrada, e seus homens estavam olhando.

S: Vamos passar a noite na hospedaria de Le Touquet — informou. — Um quarto, uma cama. Sem travesseiros entre nós. Você tem até a noite para mudar de ideia.

N: Não mudarei de ideia. — Ele a ajudou a montar.

S: Onde você conseguiu este cavalo?

N: Pedi ao capitão do navio para me ajudar a encontrar um. Consegui o dinheiro da passagem de volta também. O senhor quer que eu lhe devolva? Tive de gastar um pouco com o traje de montaria e a compra do cavalo.

S: Não é preciso — Rogers respondeu meio aborrecido. Natasha observou a figura do marido se afastando, e as palavras dele vieram-lhe à mente. Você tem até a noite para mudar de ideia. Mas no fundo ela sabia que não iria mudar de ideia. Estava determinada a ir até o fim e não voltar atrás.

Naquela noite, Natasha se tornaria a sra. Rogers de verdade...

[...]

A noite chegara e, no pequeno quarto da estalagem, a ruiva aguardava por seu marido, vestindo a camisola que Marjorie tinha lhe dado após o casamento. Era uma belíssima peça confeccionada numa cambraia muito fina e delicada, quase transparente. A parte de cima era de renda e cortada logo abaixo do busto.

Natasha havia se banhado numa grande tina de quarto e agora cheirava a sabonete de rosas.

Onde estaria seu marido? Ela já o aguardava havia mais de uma hora.

Steve falara pouco durante o jantar. O rosto dele estava pálido e austero e era impossível saber o que se passava em sua mente.

Natasha não tinha certeza se era raiva ou algo que o preocupava. Uma ruguinha no canto da boca indicava que podia ser preocupação, mas se tratava apenas de um indício.

Ela teve um sobressalto quando Steve Rogers, finalmente, chegou, entrou quieto, sentou numa cadeira e pediu-lhe que o ajudasse a descalçar as botas.

Solícita, ela atendeu ao pedido do marido no mesmo instante e o olhava com timidez, tentando descobrir se ele percebera a camisola especial. Mas a expressão de Steve era apática; seu rosto estava pálido, e a pele ao redor dos olhos, escurecida por olheiras profundas.

N: O senhor está bem?

Steve começou a balançar a cabeça, mas então parou como se o movimento o incomodasse.

S: Desculpe, mas acho que a noite de núpcias foi cancelada outra vez. Estou com dor de cabeça.

N: O que posso fazer? Vou ver se a esposa do proprietário tem um pouco de láudano ou...

S: Não! — Ele estremeceu de dor ao ouvir a própria voz. — Nada de láudano. Isso não presta. Amanhã já estarei melhor.

Tentou tirar o casaco, e Natasha se apressou para ajudá-lo. Em seguida, ela desabotoou a camisa e, quando ia descendo para a calça, Steve a deteve.

S: Eu mesmo faço isso. Vá para a cama, o chão está frio.

Mas em vez de se deitar, a ruiva pôs um vestido por cima da camisola e se dirigiu à porta para ir pedir a ajuda de Wilson.

N: O sr. Rogers está com dor de cabeça, Wilson. Você poderia ver se a mulher do proprietário tem algum chá ou algo para a dor?

W: Mas, senhora...

N: Por favor, Wilson, agora! — Ela correu de volta para o quarto sem esperar pela resposta.

Steve encontrava-se deitado e coberto até o pescoço. Seus olhos estavam fechados, mas Natasha sabia que ele não dormia. O capitão respirava com dificuldade e a ruga no canto da boca tinha aumentado. Ela ajeitou as cobertas, amaciou o travesseiro e acariciou os cabelos loiros, desarrumados e levemente molhados de suor.

Quando Paul chegou trazendo o chá, Natasha murmurou um agradecimento. Em seguida, encheu uma xícara, amparou a cabeça do marido e despejou o líquido em sua boca.

Ela colocou a xícara vazia no criado-mudo e se deitou ao lado do capitão. O simples movimento o incomodou e ele gemeu de dor.

N: Desculpe. — a ruiva o acariciou. Os olhos de Steve se abriram e, através da fraca iluminação da vela, era possível ver a dor estampada em seu semblante.

Instintivamente, Natasha posou os braços ao redor dele. Steve teve um sobressalto, mas então relaxou e enterrou o rosto entre os seios dela e a abraçou com tanta força que por um momento Natasha pensou que não conseguiria respirar.

Ela olhou para a cabeleira loira aninhada entre seus seios e sentiu vontade de chorar, apesar de não saber bem o motivo. Steve se agarrava ao corpo da esposa como um náufrago a uma tábua de salvação.

Aos poucos o capitão foi relaxando, sua respiração adquirindo um ritmo mais suave, e seus braços já não a seguravam com tanta força. A dor passou e ele mergulhou em um sono profundo.

 [...]

Na manhã seguinte, Natasha despertou com uma agradável sensação de bem-estar e logo percebeu que a causa eram mãos grandes e suaves que acariciavam sua pele, causando-lhe uma excitação nunca antes experimentada. Quente, sonolenta e feliz, ela se espreguiçou e se moveu com sensualidade. As mãos de Steve continuavam se movendo e passeando livremente pelo corpo da esposa, provocando arrepios que não tinham nada a ver com frio, e sim com desejo.

Os lábios do marido foram de encontro aos de Natasha, macios, carinhosos, possessivos.

S: Bom dia, sra. Rogers — ele disse num murmúrio rouco. 

Os olhos dela se abriam. Não era um sonho; era Steve Rogers aparentemente recuperado de sua dor de cabeça.

A ruiva ia perguntar se a dor tinha passado, mas sua boca foi preenchida com o sabor dele. E esse sabor era másculo, selvagem e excitante. A língua do loiro saboreava a da esposa.

As mãos de Natasha responderam acariciando lhe as linhas duras do queixo, descobrindo a aspereza da barba bem cuidada e aparada.

Enquanto isso, mãos masculinas passeavam por suas pernas e seus quadris, formando uma trilha de prazer. Steve estava nu, ela percebeu, estupefata. Quando havia tirado as roupas? A ruiva não notara nenhum movimento durante a noite.

Uma mão grande e quente mergulhou por baixo da camisola até alcançar-lhe os seios. E ao sentir o hálito quente sobre o tecido fino, ela fechou os olhos e todo seu corpo se contorceu de prazer. Os dedos de Natasha mergulharam nos cabelos densos e macios de Steve e o puxaram para mais perto, enquanto ondas de deleite a invadiam, fazendo-a estremecer.

Ele tirou-lhe a camisola e a jogou para o lado. Um olhar quente a devorava, e antes que ela tivesse tempo de dizer qualquer coisa, a língua de Steve penetrava em sua boca, e mãos ávidas continuavam desvendando os segredos de seu corpo. Natasha sentiu que a mão afastou-lhe as pernas e a boca de seu marido desceu até seu ventre, saboreando, provando sua pele macia, enquanto dedos carinhosos exploravam suas partes mais íntimas. Ela estava tensa, vibrando de necessidade, quando uma voz distante sussurrou algo:

S: Seu gosto é ainda melhor que o seu perfume.

Steve alcançou a boca de Natasha e, ao mesmo tempo em que a beijava intensamente, seu corpo ia se colocando sobre o dela para, em seguida, penetrá-la com um movimento rápido.

 [...]

Quando Natasha despertou pela segunda vez, encontrava-se sozinha na cama e Steve Rogers já se vestia. Ela buscou a camisola, envergonhada por estar nua na frente dele, apesar dos últimos acontecimentos.

N: Bom dia, sr. Rogers.  

Steve teve um sobressalto, pois pensava que a ruiva ainda dormia.

S: Bom dia. Você está bem?

Ela se espreguiçou e emitiu um som que se parecia com um gemido.

S: Qual é o problema? Está sentindo alguma dor?

N: Não! — Natasha se espreguiçava de novo. — Acho que foi o exercício inesperado de ontem.

Steve ficou pálido e sentiu-se ainda mais culpado. Mas ela o tranquilizou:

N: Não se preocupe, não é nada sério. São apenas alguns músculos protestando. Acho que estou fora de forma. Mas nada como praticar; logo recuperarei a velha forma.

Um tanto desconcertado com o que acabara de ouvir, ele respondeu:

S: Eu avisei. Que isso lhe sirva de lição, madame! — o capitão parecia ofendido. — Se quiser, ainda é tempo de desistir e voltar para a Inglaterra!

N: Eu não pretendo partir. Tenho certeza de que vou me acostumar. É só uma questão de prática.

S: Suponho que aquele maldito búlgaro era mais delicado. — Natasha o encarou, espantada.

N: Mas o quê, afinal... — Então se deu conta do que ele estava pensando e riu muito do mal-entendido.

S: O que é tão engraçado, minha cara senhora?

N: Eu estava falando sobre o desconforto de ter cavalgado muito ontem, enquanto o senhor estava entendendo outra coisa.

Steve a fitou e uma coloração vermelha tomou conta de sua face. Virou o rosto com a desculpa de pegar o casaco.

S: Vejo-a lá embaixo. — Ele se virou para sair, mas a ruiva o alcançou e o deteve.

N: Espere!

S: O que foi?

N: Meu dever matinal. — Ela ficou na ponta dos pés e o beijou com doçura.

Steve ficou paralisado, a princípio passivo, meio indiferente. Natasha abriu a boca e, timidamente, colocou sua língua dentro da boca do marido, ansiosa por prová-lo e com a intenção de retribuir um pouco do prazer que ele lhe proporcionara. O loiro permaneceu parado, resistindo, e Natasha continuou beijando-o. Beijando-o com todo o desejo que brotava de dentro dela, como se uma nova pessoa estivesse emergindo, uma Natasha Rogers sensual e corajosa.

Mas ele continuou imóvel, permitindo que ela o beijasse, sem reagir. A ruiva estava prestes a desistir quando, com um gemido, Steve a puxou para mais perto e retribuiu o beijo.

As pernas dela fraquejaram, e o marido a abraçou firme e a ergueu para que suas bocas pudessem se ajustar melhor. Natasha deslizou os dedos pelos cabelos dele e pararam no rosto ainda fresco pela água fria que o lavara.

Depois que o beijo terminou, o capitão a soltou lentamente, até que seus pés tocassem o chão.

N: Bom dia, sr. Rogers.

Ele murmurou algo e deixou o quarto. Natasha sorriu. Aquilo já era um começo, um glorioso começo.


Notas Finais


Eu não quis detalhar e vocês sabem o que foi por um motivo caso eu detalhasse tiraria o clima emocionante que foi ela cuidando do Steve no qual é algo bem mais intimo que sexo, a fic não é baseada nisso apesar de que sim vai ter cenas mais eróticas, então sem reclamações sobre isso. Outra vemos que a Natasha não perdeu a ousadia dela kkkkjj e agora temos um casamento de verdade! Vamos ver até onde ela aguenta ou o Steve, ele vai ser meio teimoso mesmo mas é um amor!. O que acharam do capítulo?
PS: Amanhã não vou poder postar de manhã por estar ocupada no caso em aula então posto a tarde ou a noite,bjs!


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