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História The Power Of Love - Romanogers - Capítulo 13


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Notas do Autor


Antes tarde do que nunca, me perdoem pela demora de manhã dar aula foi uma correria e de tarde tive que corrigir alguns exercícios, enfim espero que gostem e boa leitura!
PS: Gente que repercussão por um comentário de morte, oxi, as pessoas morrem ue só tava me referindo a isso óbvio...kkkkjj.
PS²: Cânfora é uma substância produzida naturalmente pelas plantas. Na forma de óleo, é mais conhecida por seu uso terapêutico, pois é naturalmente calmante, repelente, sedativa, analgésica e anti-inflamatória. Por isso, pode ser usada das mais diversas maneiras beneficiando a saúde.

Capítulo 13 - Chapter Thirteen


N: Wilson, você conheceu muitas esposas de soldados no exército? — Natasha perguntou enquanto eles viajavam lado a lado por uma estrada estreita ao longo da costa. Steve galopava à frente, e ela aproveitou a oportunidade para ficar um pouco atrás com Wilson.

W: Sim, senhora. Não eram exatamente esposas. Os soldados não se preocupam muito com as convenções sociais e algumas mulheres simplesmente trocam de companheiro quando o seu morre.

A ruiva ficou chocada.

N: Mas assim?

W: Sei que parece estranho, mas a senhora tem de entender que em tempos de guerra tudo é diferente. Homens e mulheres buscam por conforto imediato, e não há tempo para longos períodos de luto. Uma mulher precisa de um homem que a proteja, e os homens, bem, eles precisam das mulheres também. Uma boa companheira pode fazer muita diferença na vida de um soldado.

N: Em que sentido?

W: Bem, algumas mulheres possuem a destreza de transformar qualquer lugar num lar. Esperando com uma comida quente e uma cama aconchegante, mesmo que seja no chão. São detalhes que confortam um homem que pode morrer no dia seguinte.

N: Entendo. — Natasha realmente entendia. Se Steve tinha sido um soldado por tanto tempo, isso podia explicar por que ele se recusava a falar no futuro, a se comprometer com ela.

Natasha sorriu ao ter uma ideia fantástica. Paul acabara de lhe dar informações valiosas sobre o tipo de vida que seu marido levava no exército. Até a chegada deles a Bilbao, ela só teria de provar a Steve que era a melhor esposa que um soldado poderia querer.

O dia foi longo e eles só fizeram algumas poucas paradas para comer. A paisagem, contudo, compensava todo o esforço e cansaço. A estrada percorrida acompanhava o mar, e Natasha queria guardar cada detalhe para compartilhar com suas irmãs.

Já havia enviado várias cartas para casa, para cada uma de suas irmãs e para tia Adele e tio Nicholas. Nas primeiras cartas, ela simplesmente assegurara a todos que estava bem e casada com um homem chamado Steve Rogers, deixando de lado os detalhes sobre a união desastrosa com Alexei, exceto para Scarlett. As gêmeas nunca escondiam nada uma da outra.

[...] 

No final da tarde, ao cruzarem uma área de vastas pastagens salpicada de arbustos e algumas árvores, Natasha avistou uma lebre, que significava a oportunidade de mostrar ao marido que era uma perfeita esposa de soldado.

Cuidadosamente, ela pegou sua pistola, armou-a e atirou. A lebre caiu e, por um momento, o triunfo tomou conta da ruiva. Mas, para seu horror, o animal se levantou devagar. Ela ficou petrificada. A bala atingira a pata dianteira da lebre, que sangrava muito. Natasha tinha errado o tiro! E pior, a pobre criatura estava agonizando.

S: O que você pensa que está fazendo? — O capitão se aproximou dela.

N: Eu atirei na lebre, só que...

S: Só que errou o tiro. — O tom dele era de acusação.

N: Eu sei. — Natasha sentia-se culpada e arrependida.

Bucky tinha descido do cavalo e procurava pelo animal acompanhado de Beowulf.

B: Pode deixar que eu resolvo, capitão — Buchanan anunciou.

S: Venha, Natasha, Bucky encontrará a lebre.

Sentindo-se culpada e preocupada, ela seguiu o marido, calada.

S: O que estava pensando quando fez uma tolice como aquela? Comprei a pistola para a sua proteção, e não para você atirar em lebres indefesas! Ninguém a convidou para tomar parte desta viagem e, se está entediada, não é minha culpa! Se você acha que vai continuar espantando o tédio matando animais indefesos, desista. Não vou tolerar isso, entendeu?

N: Mas eu fiz aquilo pensando no nosso jantar — Natasha respondeu, enxugando as lágrimas que escorriam por sua face.

S: Mas por que imaginou que precisava caçar para o jantar? Tenho dinheiro suficiente para comprar a nossa comida.

N: Eu estava tentando mostrar que posso ser uma boa esposa de soldado.

S: Que bobagem é essa, agora?

N: Perguntei a Wilson como agem as esposas dos soldados, e, baseada no que ele me contou, eu pensei que você ficaria orgulhoso de mim.

S: Nós não estamos em guerra e eu não sou mais um soldado, Natasha.

Steve apressou o cavalo e seguiu na frente, deixando a ruiva para trás sentindo-se pequena, estúpida e cruel.

W: Não se aborreça. — Paul se aproximou. — A senhora simplesmente tocou no ponto fraco do sr. Steve. Os soldados têm um código de honra que não permitir que ninguém agonize até morrer.

 [...]

Naquela noite, enquanto eles estavam se preparando para dormir, Natasha contou a Steve como ela ainda se sentia mal pela lebre, e ele ficou surpreso.

S: Mas aconteceu há horas. Você ainda está triste por isso?

N: É claro que sim. 

O loiro tirou o casaco.

S: Viva o momento, lembra? Você cometeu um pequeno engano, não foi nada sério, então siga em frente. — Ele sentou-se e descalçou as botas.

No fundo, Natasha estava ofendida pela maneira como Steve ignorava seus sentimentos. Ele começou a desabotoar a calça, e ela se virou de costas, envergonhada, pois ainda não se sentia totalmente à vontade para vê-lo se despir.

Discretamente, Natasha tirou o vestido e, em seguida, pôs a camisola. Tudo num piscar de olhos para não chamar a atenção de Steve. Ela sabia que era bobagem, uma vez que ele já tinha visto todas as partes mais íntimas de seu corpo, mas por ser seu casamento ainda uma novidade, a timidez era inevitável em momentos como esses.

Seu passo seguinte foi entrar embaixo das cobertas e aguardar pelo marido. No entanto, em vez de se deitar ao lado dela, o capitão ergueu as cobertas, expondo-a completamente. Boquiaberta, a ruiva não sabia o que pensar diante da atitude inusitada dele.

S: Vire de barriga para cima — Steve Rogers ordenou.

Ela se virou e tentou se conter quando ele puxou o laço da camisola e a ergueu até a altura da cintura.

Natasha apenas esperava, ansiosa, de olhos fechados, sentindo-se exposta, sem saber o que a aguardava. Por um certo tempo, Steve não fez nada, mas ela ouviu uns barulhinhos estranhos, como se pés descalços caminhassem pelo chão; só que ele não estava no chão.

O loiro se aproximou. Natasha cruzou os braços, tentando esconder o que podia de seu corpo. Então algo frio e viscoso tocou as pernas dela. Horrorizada, ofegou, tentando se esquivar.

S: Não se mexa. Está um pouco frio, eu sei, mas logo vai esquentar. — Ele começou a lhe esfregar as pernas com movimentos circulares.

Natasha gemeu. Seus músculos ainda estavam doloridos devido às longas horas passadas sobre o lombo de um cavalo.

S: Isto irá ajudá-la a relaxar — Steve disse enquanto suas mãos continuavam a agradável massagem.

N: Aí mesmo! Está um pouco dolorido nesse ponto.

S: Eu sei. É por isso que estou esfregando esta pomada em você. Vai fazer com que se sinta melhor.

A ruiva duvidou. O cheiro forte do unguento tomava conta do ambiente. Cânfora e menta, cravo e algo mais. Ele tinha usado a mesma pomada no tornozelo dela, mas havia sido ao ar livre.

A massagem continuava, vigorosa, e por onde as mãos de Steve passavam, a pele de Natasha ia esquentando e, apesar de doer um pouco a princípio, o alívio vinha logo em seguida, causando uma agradável sensação de bem-estar e relaxamento.

S: Agora vou massagear suas costas. Vire-se.

Com uma certa dificuldade, ela se virou, e Steve levantou a camisola. Uma porção da pomada atingiu a região do meio das costas e Natasha ofegou e esperou que as grandes mãos dessem de novo início à mágica. Ele esparramava o unguento gentilmente pela pele da esposa, então esfregou, espalhou e deu pequenas batidinhas por um longo tempo.

Seus dedos longos e fortes pareciam descobrir e desfazer todos os nós que havia.

Quando a massagem terminou, Natasha estava largada e completamente relaxada.

 S: Sente-se — O capitão pediu, e, quando ela o fez, cobriu-a com a própria camisa.

 N: A sua camisa?

 S: Será mais fácil de remover a pomada dela do que da sua delicada camisola.

Natasha se aconchegou dentro da camisa. Era simplesmente adorável vestir a roupa de seu marido. Steve puxou as cobertas, e os dois se deitaram.

N: Você não quer uma massagem também?

S: Não, obrigado.

N: Mas deve estar dolorido.

S: Não — ele resmungou. — Boa noite, sra. Rogers.

Natasha sentiu uma pontada de desapontamento porque, pelo visto, não iriam fazer amor. E ela, provavelmente, não estava nada atraente com o cheiro de cânfora da pomada.

N: Boa noite, sr. Rogers. Obrigada pela massagem. Foi ótima. — A ruiva se acomodou, aquecida e relaxada, mas, ao se virar, sua mão tocou em algo duro e firme.

Um pequeno sorriso surgiu em seus lábios. Era óbvio que o cheiro de cânfora não o incomodava...

N: Sr. Rogers.

S: Hum?

N: O senhor não me disse a verdade.

S: Durma. Você está cansada.

N: Mas o senhor está precisando de uma massagem. Ou alguma coisa mais. — A mão de Natasha tocava o "algo" duro que ela havia encontrado.

Steve gemeu.

S: Tem certeza de que não está cansada?

N: Oh, não, eu me sinto muito bem.

Natasha se virou e beijou Steve, apesar de espantado, Steve retribuiu o beijo à altura, cheio de paixão.

Apreciava o beijo que dava de todas as formas. O sabor, a delicadeza, a volúpia, o desejo, eram únicos, como nunca havia experimentado antes. As borboletas em seu estômago se contorciam enlouquecidamente.

Mãos passeavam por ambos os corpos, Natasha se afastou levemente de Steve, encarando os olhos azuis, e delicadamente retirou a camisa, deixando que o tecido escorregasse por suas pernas e encontrasse o chão.

Ambos se devoraram com os olhos e voltaram a tomar os lábios do outro em ânsias.

Steve sentia sua ereção, seu pênis pedia para ser libertado a fim de invadir o que era seu.

Deitou Natasha delicadamente na cama e de forma carinhosa beijou todo seu corpo. Apesar de desejar ardentemente a ruiva, tinha que ser delicado com ela, pois a viagem não estava sendo fácil.

Natasha olhava embevecida para Steve. Sabia que ele era um bom amante, mas não esperava que fosse tão cuidadoso. Os doces lábios percorriam cada parte de seu corpo, lhe arrancando arrepios e suspiros de prazer. Todo local que o loiro tocara ardia em fogo. Sua intimidade pulsava de desejo.

Via o volume de Steve e ansiava por senti-lo dentro de si. Sem qualquer pudor levou a mão ao local pulsante e o massageou, enquanto Steve voltava a lhe tomar os lábios e com uma das mãos invadia Natasha e estimulava seu clitóris já inchado

De forma maestral, Steve pegou os seios de Natasha e os apreciou com os olhos cheios de desejo. Levou a boca às auréolas rosadas e sugou com vontade, gemendo quando Natasha apertou com um pouco mais de força seu pênis, respondendo ao estímulo que recebia.

N: Te quero dentro de mim. – A ruiva praticamente implorou, levando os dedos ao pênis de Steve, que estava duro feito rocha.

Steve soltou um grunhido diante do pedido de sua pequena e sem delongas terminou de se despir. Voltou a grunhir ao ver Natasha completamente nua na cama, retorcendo-se de desejo. Esperando-o para consumar o ator que tanto desejavam.

Voltou a se deitar sobre o corpo alvo, que imediatamente enroscou as pernas na cintura do marido, unindo seus sexos e rebolando gostosamente.

Steve abriu um sorriso mais que feliz e sem mais delongas voltou a beijar todo o corpo de Natasha. Pegou a base de seu pênis e delicadamente introduziu a glande na vagina completamente molhada da ruiva, que fechou os olhos e gemeu ao sentir um imenso prazer ao estar sendo preenchida pelo grande volume de seu marido.

S: Tão gostosa. – Sussurrou Steve, enquanto seu pênis escorregava para dentro de Natasha.

Assim que preencheu a ruiva por completo passou a movimentar o quadril num vai e vem enlouquecedor. Por vezes preenchia Natasha por completo e ao final dava um rebolada que levava a morena às alturas.

Natasha cravava as unhas nas costas brancas de Steve, deixando visíveis arranhões. Steve por sua vez tratou de também marcar o território e deixar um chupão no ponto de pulso da ruiva, que não se importou nenhum pouco com tal atitude.

Steve acelerou seus movimentos e os corpos chocavam-se levemente a cada movimento. Natasha revirava os olhos de prazer e Steve tinha o olhar fixo nas expressões que ela fazia.

Queria satisfazê-la ao máximo. Steve deu uma última estocada mais forte, acertando em cheio o ponto G de Natasha que gritou e foi atingida por um forte orgasmo que fez com que os músculos de sua vagina se contraíssem sobre o pênis de Steve que a acompanhou nos espasmos de prazer que tomaram seus corpos.

Steve caiu ao lado de Natasha na cama e a puxou para seus braços. Sem qualquer cerimonia a ruiva se aconchegou nos braços que a envolviam, sentindo-se mais protegida do que nunca.

S: Boa noite, Sra. Rogers. — Disse beijando os cabelos ruivos levemente suados.

N: Boa noite, Steve. — Sussurrou o apertando mais contra si.

[...]

Eles deixaram a hospedaria por volta do meio-dia.

S: Não poderemos sair sempre tão tarde assim, Natasha. É imprescindível que avancemos o máximo possível todos os dias — O capitão informou.

N: Tudo bem. Amanhã pode me acordar mais cedo. — Ela deu um sorriso maroto e virou o rosto, sabendo muito bem de quem era a culpa por eles terem ido dormir tão tarde novamente.

No meio da tarde, o dia estava quente e o rosto de Natasha brilhava com o calor ou pelo esforço, Steve não tinha certeza do verdadeiro motivo. Olhando para o mar não muito distante, ele anunciou que parariam na praia para um pequeno descanso. Bucky e Wilson o olharam com estranhamento, mas o loiro os ignorou.

A praia estava deserta e a areia branquinha era convidativa. Encontraram uma sombra, onde se acomodaram e comeram pão com queijo. Deitada sobre um cobertor, Natasha aproveitou a agradável brisa marinha, fechou os olhos e tirou um breve cochilo, que fez com Steve se sentisse culpado. Ele a tinha levado à exaustão.

O mar, logo à frente, era convidativo, e em breve eles teriam de se afastar da costa e seguir viagem por estradas que os levariam ao interior do país. Aquela seria, portanto, a última oportunidade que teriam para um banho de mar.

S: Vou nadar — Steve anunciou de repente.

Bucky e Beowulf se juntaram a ele. Wilson preferiu fazer companhia à senhora e aproveitar para tirar uma soneca também.

 [...]

Natasha despertou com o barulho escandaloso das gaivotas. Fazia calor e ela estava sonolenta e meio desorientada. Paul dormia sobre outro cobertor a alguns passos.

Onde estava Steve? Natasha olhou ao redor e viu Beowulf parado à beira da praia, olhando atentamente para o lugar onde o loiro nadava.

Natasha observava o mar com uma ponta de inveja. Seria ótimo nadar um pouco, isto é, se ela soubesse. O dia estava muito quente e a água era um convite ao prazer. A ruiva resolveu então tirar o traje de montaria, e, usando apenas suas roupas de baixo, se aproximou da beira do mar e pôs os pés na água. A ideia de poder mergulhar todo o corpo parecia um sonho.

Sem pensar muito, Natasha avançou para dentro do mar, até que a água ficasse na altura dos joelhos. A sensação era revigorante. Ela avançou um pouco mais; a água já lhe chegava à cintura. As ondas eram pequenas, mas um tanto fortes. Natasha pulava e molhava o rosto e os braços. Era maravilhoso. Tinha vontade de mergulhar o corpo inteiro, porém estava com medo.

Distante, Steve continuava nadando sem perceber a presença da esposa, que, admirada, não conseguia tirar os olhos do marido: um verdadeiro deus grego. De repente, ela o perdeu de vista e, quando menos esperava, foi surpreendida por Steve Rogers em pessoa, que surgiu de dentro da água, apanhando-a de surpresa.

S: Está com calor, sra. Rogers?

N: Steve! Você me assustou!

O loiro ria muito e mais uma vez a surpreendeu ao mergulhar e puxá-la por inteiro para dentro da água. Engasgada, Natasha emergiu se debatendo.

N: Seu bruto! O que significou isso? Eu podia ter me afogado. 

Ele ria como um moleque travesso.

S: Mas aqui é bem raso, Natasha.

Sem palavras para dar uma resposta à altura, ela jogou água nele. O troco foi com a mesma moeda e a brincadeira teve início com água espirrando para todas as direções, até ambos ficarem ofegantes de tanto rir. Aquilo era maravilhoso e muito divertido, mas, de repente, Steve parou com a brincadeira, mergulhando sob as ondas, fora do alcance da visão de Natasha.

Ao observar a habilidade do marido, ficou frustrada e ansiosa.

N: Não é justo — disse quando ele emergiu. — Você sabe que não sei nadar.

Em resposta, o loiro mergulhou de novo, desapareceu entre as ondas e permaneceu ausente por um longo tempo. E quando Natasha já estava ficando ansiosa, uma sombra negra foi na sua direção; tudo aconteceu tão rapidamente que, ao se dar conta, ela estava boiando nos braços do marido.

S: Se você quiser, posso ensiná-la a nadar.

N: De verdade?

S: É claro — O capitão respondeu, deixando que a esposa deslizasse pelo seu corpo, de volta ao mar. — A primeira coisa que você precisa aprender é boiar.

Desapontada, ela torceu o nariz.

N: Só boiar?

S: Boiar é mais difícil do que imagina. Porém é muito importante. Depois que você aprender a boiar, eu a ensinarei a nadar. Assim, quando estiver cansada de nadar, pode boiar para recuperar o fôlego. — Steve passou um braço ao redor da cintura de Natasha. — Manterei meu braço aqui nas suas costas. Agora, recoste-se com a cabeça para trás e deixe seus pés flutuarem na superfície da água.

A ruiva se recostou, mas seus pés se recusavam a subir.

Steve escorregou a outra mão sob os quadris dela.

S: Não se preocupe, que eu a estou segurando; você não vai afundar.

Natasha fechou os olhos e obedeceu, apesar do medo. Ele a encorajava com seu apoio firme e com palavras. Mesmo assim, ela estava dura como uma tábua, certa de que a qualquer momento poderia afundar.

S: Isso... mantenha a cabeça para trás e respire. Muito bem, assim mesmo.

A ruiva abriu os olhos, respirou fundo e afundou. Em seguida, emergiu engasgada. N: Você disse que... 

O loiro ria.

N: Como você ousa me deixar afundar e ainda rir da minha desgraça?

S: Você quase flutuou sozinha, sabia? Agora, só precisa aprender a boiar e respirar ao mesmo tempo.

Ignorando a provocação dele, Natasha tentou novamente; por segurança, Steve manteve as mãos embaixo dela. A ruiva recostou de volta, sentindo a água fria batendo em suas orelhas.

S: Agora respire — ele disse. — Isso vai ajudá-la a boiar. 

Ela flutuava e respirava, sentindo as mãos grandes de Steve a sustentando. Aquilo era incrível, como se a gravidade não tivesse mais efeito algum.

A tentação era muita e ele sussurrou:

S: Deus, dê-me forças.

N: Estou muito pesada? — Os pés de Natasha se mexeram e todo seu corpo afundou.

S: É claro que não. Seu peso na água é nulo.

N: Então por que você pediu forças para Deus?

S: Não pedi por força física. — Com uma expressão de pesar, Steve olhou para o corpo de Natasha. — Tenho certeza de que você pensou que estava bem coberta quando entrou na água, mas agora que está molhada... Acho que não faz ideia do efeito da água sobre o algodão da sua blusa branca.

Ela seguiu o olhar dele e engasgou. O efeito da água sobre o algodão branco era o de torná-lo totalmente transparente, como se a ruiva estivesse nua. Ela cobriu os seios com as duas mãos e mergulhou o corpo na água.

Steve sorriu.

S: Deixe de bobagem. Eu já a vi nua. 

Desconcertada, Natasha corou.

N: Sim, mas não ao ar livre. Oh, céus! O sr. Buchanan! Será que ele viu alguma coisa?

O capitão meneou a cabeça.

S: Não, com certeza ele não viu nada. Está nadando muito distante daqui.

Ela relaxou então, mas Steve concluiu que já era hora de retomarem a viagem e se livrar daquela tentação de uma vez por todas.

S: Vamos voltar para a praia?

N: Mas você não vai me ensinar a nadar?

Steve conteve um gemido. Um homem não deveria ser obrigado a lidar com uma ninfa quase nua e não poder seguir seus instintos. Sobretudo agora que ele conhecia a maravilha que era tocar naquela pele macia e perfumada.

Havia sido um erro consumar o casamento.

N: Só mais um pouquinho. Por favor, Steve.

Ele respirou fundo e decidiu encarar o desafio. Afinal, já tinha ensinado muitos soldados a nadar. Ensinar sua esposa não poderia ser tão diferente assim.

S: Muito bem, boie um pouco para eu ver.

Como uma menina obediente, Natasha se deitou de costas na água, sobre as mãos do loiro, que resistia como podia.

Ela boiou, pele alva e molhada, enquanto a transparência de suas roupas aumentava ainda mais seu poder de sedução; como um tesouro embrulhado em papel de seda, revelador e convidativo.

S: Respire — O capitão ordenou, tentando se lembrar de que ele também precisava respirar.

Natasha respirou, e seus seios arfavam, seus mamilos enrijecidos como duas cerejas.

O desejo tomava conta dele, intumescendo uma parte de seu corpo que ansiava por mais, muito mais. Steve tirou a mão que aparava a parte baixa das costas da ruiva. Ela continuou boiando.

N: Quanto tempo você acha que levarei para aprender a boiar sozinha?

S: Abra os olhos, Natasha.

Lentamente, ela o fez e percebeu que estava boiando.

N: Eu consegui! Aprendi a boiar, Steve!

Ele sentiu um aperto no peito. Sua esposa era linda, tão cheia de vida e alegria. Chegava a ser doloroso observá-la.

N: Agora, me ensine a nadar.

O melhor seria propor o fim da aula e continuar em outra oportunidade. Era preciso sair dali, se vestir e seguir viagem. O tempo estava passando. Steve olhou para a praia e não viu nenhum sinal de seus homens. Com certeza eles estavam cuidando dos cavalos, permitindo que o loiro tivesse um pouco de privacidade com sua esposa.

S: Muito bem. O processo é semelhante, com a diferença de que você deve virar de frente para a água. Colocarei as mãos na altura do seu estômago, assim mesmo... Agora me diga, você já viu um sapo nadando?

Muito concentrada, Natasha seguia todas as instruções.

As mãos de Steve a sustentavam, enquanto ela nadava em círculos ao redor dele, movendo pernas e braços como um sapo. Durante todo o tempo, o loiro ria e a encorajava.

Ele não tinha certeza se estava no céu ou no purgatório. Tudo que ele sabia era que jamais experimentara aquelas sensações ao ensinar seus soldados a nadar.

S: Agora tente sozinha.

A ruiva se atirou na água e nadou na direção do marido. Quanto mais se aproximava, mais ele se afastava até que, quando ela já havia nadado uns cinqüenta metros sozinha, Steve finalmente foi ao seu encontro.

N: Consegui! Consegui nadar, Steve! Consegui nadar e boiar! Obrigada, obrigada! — E, sem aviso, Natasha o abraçou e o beijou.


Notas Finais


O horário permitiu o hot kkkkkjjjj, o que acharam do capítulo? Esse capítulo foi um Iti malia com um nossa...kkkkjj
Até sexta, bjs e tenham uma ótima semana!


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