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História The Prince And The Plebeia - Capítulo 51


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Notas do Autor


Aí gente, sério, desculpa por ter sumido, eu estava meio sem esperança pra conseguir fazer essa guerra fluir do jeito que eu imaginei, mas de repente tudo clareou na minha cabeça e eu consegui trazer algo pra vocês, por vocês, né porquê senão estaria tudo parado sem um final decente, e eu como também leitora não aceito esses finais
Aproveitem e se preparem
Bjs

Capítulo 51 - My Time pt. 1


~ Coreia do Norte

— Vossa Graça, o rei, Jeon Jung-Kook, respondeu vossa carta - o conselheiro do imperador disse, entregando uma carta com o selo do rei

(...)

— Aquela criança insolente! - urrou o imperador — Kwon Na-Ra, nobre beldade, filha de Kwon Won-Swang, ela merece ser vingada! Por acusações idiotas aquele garoto... - rosnou — A GUARDA DE PRATA ME TRARÁ A CABEÇA DELE!

— Vossa Graça... - o conselheiro tremeu um pouco

— MANDE-OS TRAZER A CABEÇA DE JEON JUNG-KOOK!

As portas do salão do trono foram abertas com a maior voracidade do mundo

— MINHA NETA ESTÁ MORTA! - Kang A-Ra (Mãe de Daehwa) adentrou aos gritos, fazendo o imperador se levantar

— Senhora, não pode invadir este salão desta maneira - advertiu o conselheiro, mas o imperador o calou ao levantar a mão

— Ara, é bom vê-la também, sei que acaba por receber a notícia de Na-Ra, mas já resolveremos isso

— Não! Jimyeon, sei que perante a lei, não posso nem ao menos ser da família de Nara, mas, posso dizer que. Ela, aquela garota morta! É sangue do meu sangue, sangue da rainha da Coreia do Sul, herdeira direta do trono

— Ela fora. Está morta, sinto muito, Ara...

— Aquele lugar... Eles mataram uma de nós! - o imperador assentiu — O rei, futre - cuspiu a palavra, repleta de ódio — Desonra a família que tem... Fez de uma espurca (suja) plebeia sua rainha. Precisamos cuidar disso também

— E o que sugere, minha cara? - ele desceu até ficar ao lado da mulher furiosa, levando-a para um sofá que havia no salão

— Pode ficar com a cabeça do miserável, queime em praça pública sulista se assim desejar, mas eu quero a rainha. Quero seu tronco desmembrado, frio, quero para que sirva para todos saberem à quem confiaram a monarquia deles

— Sugere que tomemos o país?

— Exatamente, pode governa-lo, uní-lo à Coreia do Norte, formando todo seu domínio o poderoso Estado Coreano, todos seguiram suas leis e nossos princípios, e os sulistas. - olhou fundo nos olhos do imperador — A guarda de Prata deve retaliar toda a corte, eles terão de saber quem governa, você. O grande líder. As crianças devem ser redoutrinadas

— Fique a frente, quando estivermos para invadir, quero você no comando da guarda. Vamos tomar aquele país

— Sim, senhor

~ Na Coreia do Sul

— É um novo ano - Kayssa bocejou, se virando na cama, sem seu marido, esse estava olhando pela janela — Seremos capazes, mais do que fomos no ano anterior, não é?

— Já somos - ele saiu da escrivaninha e agachou a frente da esposa e deu-lhe um selinho — Dormiu bem?

— Não... Sinto como se pudesse ver a guerra se aproximando, o medo invade meus sonhos, Kookie

O rei permaneceu agachado e em silêncio por um segundo, estavam prestes à entrar em guerra, o mais terrivel era que não sabia se conseguiria protegê-la

— Venha, quero lhe mostrar uma coisa - Jungkook se levantou e pegou o roupão de seda azul da esposa

— Quer que eu saia com estas roupas?

— Um contraste com o antigo eu - os dois riram, então saíram do quarto. Assim que passaram a porta, Jungkook colocou a mão sobre os olhos de Kayssa

— O que está fazendo? Não enxergo nada

— É o plano - Jeon seguiu com a rainha até uma parte dos campos da corte, entre o jardim de rosas e o jardim branco

— Jeon!

O rei riu, seu sorriso era totalmente contente, mesmo que sua esposa não pudesse ver. Eles caminharam por mais algum tempo, então pararam

— Chegamos - Jungkook tirou as mãos dos olhos de Kayssa e a deixou ver: Era um alto pilar de cobre adornado de flores e pássaros de prata, que continha a frase: 당신의 마음을 따르고 행복하세요 - 임 뢰신 [Siga seu coração e seja feliz - Lim Roy-Sin]

— Aí meu Deus!! - exclamou, com os olhos já marejando — Jeon Jung-Kook! Aí meu Deus! - Kayssa se ajoelhou a frente do pilar e deixou as lágrimas escorrerem. O rei sabia que ela chorava de saudade, de luto e dor que ainda levava consigo, então ele apenas se ajoelhou ao lado dela e passou o braço por seus ombros e deixou-a chorar em seu peito

— Eu queria fazer algo para que você pudesse olhar e se lembrar de alguém que lhe amou imensamente. Sinto muito por nunca poder enterrá-la

— Você realizou o maior desejo da minha mãe, então, obrigada por me escolher - a rainha sorriu, entre as lágrimas

— Eu quem deveria agradecer - o rei secou o rosto de sua amada e se levantou — Esqueci uma coisa

— Hm?

Jungkook não respondeu, se esgueirou por entre as árvores, indo para longe, e não demorou muito para voltar. Voltou segurando um ramo de flores de cristal

A princípio Kayssa não entendeu nada, e seu marido nem se deu ao trabalho de explicar. Ele se ajoelhou, a frente do pilar e deixou as flores, ficou ali, talvez agradecendo, por um tempo, então se levantou

— Vamos? Temos coisas a fazer, não? - estendeu o braço para a menor

— Obrigada, de verdade

Os monarcas caminharam de volta ao palácio, com as mãos unidas. No entanto, logo, alguns guardas vieram atrapalhar aquele momento

— Majestades - o mais alto ali parecia preocupado, quando os abordou

— O que está havendo? - Kayssa perguntou, olhando o pergaminho dourado na mão do outro guarda — Quando isso chegou? Veio do Norte?

— O imperador, está formando tropas para levarem a cabeça do rei - olhou para Jungkook — Temo que esse não seja ainda o resultado final - disse à rainha por fim

— Então sem diplomacia - ela sussurrou — Deixe isso comigo - ordenou

O guarda hesitou por alguns segundos e virou para o rei, que também estava perplexo com a frieza da rainha

— Me dê o pergaminho

O guarda entregou o tal para a rainha, e seguiu seu caminho

— Você, por que está tão fria? - Jungkook perguntou, olhando as mãos de sua esposa tremerem ao segurar o pergaminho

— Porque o imperador não seria tão insano, se quer sua cabeça. A troco de que mandaria um pergaminho? "Maldito rei, quero vossa cabeça em minha praça imperial", por que?

— Kayssa, eu sei me proteger, há 22 anos, não se preocupe - disse sério, mas muito carinhoso, fazendo a rainha hesitar

— O que está planejando? O imperador?

— Não sei, pequena. Dessa vez, eu juro que não sei

Os dois pararam, na porta dos fundos do palácio e se olharam, frente a frente

— Eu não vou morrer, não tão cedo - o rei beijou a testa da esposa e sorriu, curto, porém doce

— Eu sei o que está pensando, não vou deixar. Você não vai planejar nenhuma visita diplomática em horas assim. Não há diplomacia, foi você quem disse isso- Jungkook a abraçou, com toda a força que podia, afagando seus cabelos

— Não farei nada, não por agora. Não se preocupe, por favor. Me deixa ver o pergaminho

Kayssa se afastou, e entregou o objeto ao marido, quando ele o abriu, não havia nada a não ser: 시청 (vigiar), os olhos da rainha se arregalaram

— Não se preocupe - prometeu — Preciso ver o Jimin

— Jungkook... O que sabe que eu não sei?

— Você está bem, é tudo o que me importa

Ela o encarou, com os olhos mel desconfiados, no entanto não disse sequer uma palavra, seu marido podia ver o discurso todo

— Preciso ir - disse quebrando o silêncio — Diga ao Chim que mandei um "oi" - fez uma curta reverência ao marido e saiu a passos rápidos

(...)

~ Na cúpula de guerra

— Existem algum delator na corte - disse o príncipe ao ler o pergaminho e pensar um pouco — É possível que alguém tenha sobrevivido? Quando a CNC ainda estava aqui?

— Não - respondeu o rei, convicto, mas então suspirou — Na verdade eu não sei... Ficamos tão céticos quanto a Kah foi sequestrada, não houve senso, não houve contagem de mortos e averiguação em relação a quantidade de enviados. Podíamos ter perdido algo

— Os guardas devem saber de algo, Jung - dirigiu um sorriso simpático ao irmão — Sr. Jung, Sr. Lee! - chamou seus guardas, que estavam ao lado de fora da cúpula. Estes, por sua vez, foram rápidos em entrar

— Sim, alteza? - indagou o beta loiro, ao lado do alpha de cabelos rosa

— Conseguem descobrir, discretamente se há algum infiltrado do Norte aqui?

O beta engoliu seco, já o alpha manteve os olhos sérios, como alguém que já sabia de alguma coisa

— Sr. Jung Ho-Seok, certo? - questionou o rei

— Sim, majestade

— Foi guarda da minha mãe - o guarda assentiu — E também compartilhava da irmandade com Kwon Na-Ra - Hoseok baixou os olhos, mas assentiu — Em algum momento, enquanto ainda era pessoal de Kang Dae-hwa ouviu ou viu algo suspeito, além do segredo entre vosso pai, ela e Kwon?

— Bem... - ele encarou toda a cúpula, na tentativa de formular as palavras

~ Na biblioteca oculta

— A mãe de Dae-hwa? Isso é real? - Kayssa indagou, com um livro da coleção rara do mensageiro que acompanhou a viajem de Dae-hwa para Seoul

— Meu pai garante que sim, a rai- digo, a mãe do rei, sempre falava sobre a própria mãe ter ido para o Norte assim que conseguiu um casamento conveniente para a filha - disse a mulher responsável pela biblioteca

— Então o imperador tem uma aliada patente da nossa família real? - Lolla parecia horrorizada com as próprias palavras — Se for verdade, estamos em solo de guerra plena

— Estamos - Miya garantiu — O Japão, tem indícios de que Kang A-Ra é fortemente unida ao imperador Swon, e com isso...

— É mais fácil sucumbir um rei pelo próprio sangue que sangue de outros - Lena completou com um ditado — Majestade, alteza - as duas se entreolharam e voltaram a atenção a Lena — Supondo que as relações de Kang e Swon sejam estreitas, a união de forças que eles possuem podem acabar com nosso país

~ Na cúpula de guerra

— Sua mãe costumava se corresponder com alguém no norte, Kang A-Ra

— Minha avó está no Norte?

— Os selos das cartas entre elas eram dos dois países

— Jung... - Jimin colocou a mão no ombro do irmão — Mandarei revisarem o histórico de envios de cartas de Kang Dae-hwa - se virou ao fim para Lee

— Meu Deus... Quando eu pensava já ter acabado com isso...

~ Coréia Do Norte

— Ara, levante - disse o imperador, levantando-se de seu colchão

— Deixe-me, estou de luto pela pobre alma de Na-Ra - murmurou, virada ao oposto do imperador — Ontem estava com raiva, hoje estou triste, por favor, Myeon, fique...

— Ara, se ainda deseja aquele país,já deveríamos estar montando tropas para invadir, preciso dar ordens

— Eu preciso de ti, aqui, Myeon, fique comigo, só um pouco mais

— Está bem, está bem, querida - o alpha deitou-se novamente ao lado da alpha e a abraçou — Sinto muito por Na-Ra, prometo que farei Jeon Jung-Kook pagar

— Sei que o fará

(...)

{Mais tarde, Coréia do Sul}

— Por que está tão inquieto, Ji? - a princesa perguntou, vendo o marido estralar os dedos enquanto bufava alguma coisa pela janela a fora

— Todas as mulheres daquela família deram o corpo assim? Por uma coroa? - murmurou resmungando baixinho

— Jimin?

— Para conseguir uma grande nação se teve o imperador entre suas anáguas? Deus... - resmungou baixinho e bufou

— PARK JI-MIN!!

— Hã! O que houve?? Está tudo bem?? O bebê está bem?? - o príncipe rapidamente saiu de seus devaneios e foi até a esposa que estava bordando meinhas

— Nós estamos bem, é você quem não me parece estar, o que está havendo? É o pergaminho? Estamos sendo vigiados pelos Norte-coreanos?

— Não mais... Quem reportava cada passo nessa corte era Dae-Hwa, o casamento era bode expiatório para que a família Kang conseguisse o que quisesse - o alpha baixou os olhos e coçou os cabelos — Viu o que houve com a Kay e os guardas dela, você pode ser a próxima. Não quero isso

A beta suspirou, o sonho ainda era vívido em sua memória, conseguia sentir as lágrimas em seu rosto e o medo alastrando seu peito, e agora tudo era mais difícil, estava grávida afinal

— Eu não me preocupo - Jimin arregalou os olhos — Dessa vez, nós já conhecemos a ameaça, e quem são algumas dúzias de soldados de prata contra nossas tropas? E além disso, eu tenho você, estou segura. Sempre estive - ela sorriu — Nós estamos - pegou a mão do marido e colocou em seu ventre, então uniu sua testa à dele

— Eu te amo

— Eu também amo-te

~ No alojamento dos guardas

— A AVÓ DO REI!? - Taehyung gritou perplexo

— Hoseok contou tudo o que sabia hoje mais cedo para o rei, mas Jeon parecia já desconfiar - Seoho disse

— Se a própria mãe dele fez o céu inferno, não posso nem imaginar o que a avó fará unida ao imperador - Kenta negou com a cabeça, triste com as próprias palavras

— Você está certo, dessa vez não vai só tratar da corte. Dae-Hwa queria por a própria filha à coroa com o irmão, assim tendo total controle nas decisões políticas e econômicas, a avó pode estralar os dedos e mandar uma tropa inteira pela cabeça da família real toda - Namjoon disse — Temos que estar muito mais alertas agora, fazer patrulhas mensais pelas fronteiras, com atenção redobrada a locais pobres mais suscetíveis a invasões

— Estará no comando? - Keon-Hee perguntou?

— Sim

~ Na sala do trono

— ESTÁ MALUCO?! PERDEU O CONTROLE DE SUAS FACULDADES MENTAIS, JEON JUNG-KOOK??!! - urrou Dae-hyun, em poço de nervos, seus olhos fuxia gritavam em sua íris

— VAI FUNCIONAR, PAI!!

— É SENTENÇA DE MORTE!! - a raiva subiu o sanguem do ômega, que quase chegou a bater no próprio filho — Você tem esposa, será tio em breve, comanda um país!

— E é pelo meu país que quero fazer uma visita diplomática ao Norte, sei que vai funcionar

— Acha que aquele povo o receberá com um chá de arroz e um sorriso? - o rei negou — LHE ARRANCARAM A CABEÇA NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE

— O que espera que eu faça? Me acomode dentro deste castelo enquanto vejo norte-coreanos dizimararem meu povo?

— Não, Jungkook, não espero isso de ti, você foi criado para resolver esses conflitos, mas, filho, não seja ingênuo

— É uma solução

— Quem sou eu para discordar, não é? Faça o que achar melhor, mas antes, fale com Jimin, seu concelheiro, fale com seus guardas. Acima de todos, fale com Kayssa, ela é sua esposa

— Hm...

— É só o que lhe peço, filho, não tome conclusões precipitadas

(...)

Alguns meses foram passando, o rei continuava alimentando em si a ideia de diplomacia, enquanto guardas se uniam para a proteção ativa do país. A rainha também tinha suas próprias preocupações, como os projetos beneficentes, o acompanhamento das tropas para as fronteiras, seu sobrinho que em tempo viria ao mundo, e junto com Lolla, qual mundo emtregariam a ele?

Enquanto, os infantes tinham conversas abertas sobre a situação do país, os monarcas se acomodavam do distanciamento da mente um do outro, não por falta da confiança, mas por medo de quebrá-la. O rei escondeu sua vontade no mais profundo de sua alma, pois conhecia o pensamento de sua rainha

— Kook, vou para o orfanato, quer vir? - Kayssa entrou no aposento dos dois

— Hoje não, pequena, tenho que fazer umas coisas

— Está bem, você tem trabalhado duro esses últimos meses. Precisa de alguma coisa?

— Um beijinho no crianção antes de ir cuidar das suas criancinhas? - ele sorriu

— Bobo - retribuiu o sorriso e o beijou, um selinho, mas meio demorado — Vai estar acordado para um passeio noturno?

— Talvez, agora vá, "Kay" - imitou uma voz de criança para dizer o apelido

(...)

Quando a rainha voltou, encontrou seu rei atirado sobre a escrivaninha, adormecido, como a muito tempo talvez não o fizesse, e nem se passava das 19:00

— Kookie, acorde - soprou suavemente em seus ouvidos, tendo um grunhido cansado como resposta — Não pode dormir aí

— Hm - ele abriu um olho parcialmente — Você fica linda de azul [link 1 e 2]

Ela sorriu sem graça — Vem deitar na cama, não pode ficar assim, faz mal

— Ainda estou trabalhando, amor - se ajeitou na cadeira e remanejou os papéis na mesa — Como foi lá hoje? - bocejou

— Estamos na fase de conhecimento das frases grandes, as crianças são uma graça. Uma delas me perguntou quando você vai lá atrapalhar o andamento? - riu

— Oh - ele também riu — Eu atrapalho o andamento - puxou a ômega para seus braços

— Um pouquinho

— Boba - dirigiu o familiar peteleco na testa de sua esposa

— Aí, você tem que parar com isso

— Alguns hábitos não mudam nunca - o alpha sorriu

— Já que está tão acordado, majestade, concede a honra de um passeio noturno com sua esposa?

— Certamente

Os dois se levantaram — Onde quer ir?

— Podemos andar pela ala dos salões, ou nos jardins - a ômega sorriu quando o alpha entrelaçou seus dedos com os dela

— Você, bonita desse jeito sendo vista por mais de 2 guardas distantes? Hm, não, que tal um passeio na floresta até acharmos o rio?

— Eu não sei nadar...

— Eu seguro você, sim??

— Ok

O casal, então, seguiu até os portões inferiores do palácio, indo em direção a densa floresta, caminhando lado a lado e coladinhos por uma meia hora, até encontrarem o tal rio, Kayssa suspirou, e afrouchou os dedos nos de Jungkook

— Tudo bem?

— Me afoguei neste rio alguns dias antes de ser sequestrada pela CNC

— Sinto muito, pequena - ele se virou e colocou o rosto da amada em mãos — Se quiser, podemos voltar, tomamos um chá e assistimos as estrelas

— Não, Kook. Podemos ver as estrelas daqui e além disso, você vai me segurar, não é?

— Eu te disse uma coisa bem concreta uma vez, não disse? - o moreno pegou-a nos braços e olhou no denso castanho dos olhos dela

— O que era?

Ele foi entrando com ela no rio, pouco a pouco, até ficarem submersos na linha do peito

— Não vou soltar - Jungkook colocou as mãos na cintura de Kayssa, a ajudando a entrelaçar as pernas em seu tronco, depois acariciou seu rosto com o polegar — Eu te amo, Jeon

— Também amo você, Jeon - a morena acariciou os fios da nuca do marido enquanto admirava o rosto dele — Senti sua fala, esses dias

— Também senti a sua, pequena, mesmo estando a minha esquerda na cama - os dois riram — Vou beijar você agora

— Por favor - sorriu, então o alpha tomou seus lábios, repletos da saudade de toques mais duradouros que um selinho, depois desceu ao pescoço, onde seus caninos tomaram a liberdade para saltar um pouco e ficarem singelamente a pele suave da ômega, que arregalou lindos olhos azul ciano e entreabriu os lábios em um pequeno "o" — Aah

Jungkook se afastou e encarou por 2 segundos a semi-marca em Kayssa, então subiu o olhar para seus olhos, que agora estavam oscilando entre ciano e castanho, podia até ser a cena em que sua mulher ficava mais linda, no entanto não ganhava dela nua

— Você é mesmo linda - a beijou outra vez, mais profundo e doce que o primeiro, quando se separaram pela falta de ar, Kayssa estava sorrindo para Jungkook, o que o deu um aperto no coração, seguido de uma vontade de chorar, então a abraçou, certificando que o rosto dela estava acolhido em seus ombros e que não o veria chorar, então deixou as lágrimas rolarem naquele ato forte

— Tem algo errado? Não tem?

— Não, anjinho, não tem nada errado - a voz do rei não embargou, então convenceu a rainha — Vamos voltar? Ainda quero jantar

— Vamos, comilão 


Notas Finais




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