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História The Prince And The Plebeia - Capítulo 60


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii!!!
Eu não tenho nem palavras para descrever o que eu senti escrevendo esse capítulo, mas posso dizer que foi um misto de boiolice com safadeza
Enfim, tô de volta gente hihihi
Bom capítulo ❤️
Beijinhos de vento
- Kay

Capítulo 60 - Apenas amar


Fanfic / Fanfiction The Prince And The Plebeia - Capítulo 60 - Apenas amar

Jungkook e os guardas que acompanharam a ida até o Norte estavam quase chegando de volta ao Sul e dessa vez o coração do monarca se sentia um tanto quanto leve

Talvez fosse por conseguir sentir Kayssa novamente pela semi-marca oi talvez pelo simples motivo de ter enlouquecido sua avó e desestabilizado um país inteiro com apenas um "Eu possuo uma coroa"

— Majestade? - Hoseok chamou

— Sim?

— As tropas da fronteira se deslocarão para nos receber

O rei encarou a fina linha até a costa, não precisava de recepção, precisava ir para casa e... O que era aquele sentimento sobrepuljante que gritava pela marca?

— Não é necessário - respondeu, entrecortado e saiu do convés

Dentro do seu "quarto" do navio, o alpha tentou chegar até sua ômega

"Kah?" - chamou-a, foi o suficiente para o cheiro de caramelo e baunilha o inundar e ele rugir para todos que deveriam chegar a costa o mais rápido possível

(...)

~ Aposentos reais, Coréia do Sul

Fora súbita, como um raio em algum lugar, a chegada do cio da rainha. Em uma noite ela estava dormindo tranquila e no dia seguinte a guarda de sua ala toda fora trocada por ômegas ou betas e Hyolyn a aconselhou bem cedo a não sair do quarto

Presa em sua torre, de fato. E pior que nem tinha mais controle sobre o próprio corpo, sobre os próprios desejos. Tudo o que conseguia pensar era que queimava, queimava de dentro para fora clamando alívio

Kayssa passou o primeiro dia encolhida na cama e a base de chás que a faziam dormir apenas para que seu cheiro não ficasse tão acentuado

No terceiro dia a rainha já estava enlouquecendo, não havia outra explicação. Seus vestidos a faziam suar, o espartilho então a fazia querer gritar e suas roupas brancas davam-na uma sensação muito peculiar

A musselina fazia um atrito nos mamilos constantemente enrijecidos dela e abraçava seu quadril quase da forma sedutora que Jungkook fizera nas vezes em que fizeram amor

Uma ômega nunca desejou tanto seu alpha quanto naquele momento

"Kah?" - era ele, e por Deus, ela gemeu

Com uma das mãos agarrou a barra do dossel e com a outra começou a traçar espirais pelo rosto, pescoço até chegar na linha das roupas brancas e parar

— ah meu Deus... - murmurou, fechando os olhos e seguindo uma linha até que conseguisse puxar a barra até pelo menos sua coxa — ah meu Deus...

"Amor.." - Jungkook chamou-a novamente pela marca, dessa vez com um tom mais rouco que fez a rainha tombar a cabeça para o lado

A barra do vestido escorregou das mãos dela roçando sua pele de uma maneira que a fez tremer

"Kook eu..." - foi tudo o que conseguiu lançar

"Eu sei" - sussurrou ele "Vou ajudar você"

"Você está aqui?" - indagou, até pareceu gaguejante

"Não... Ainda não, amor, ainda não" - havia tanta malícia naquilo que Kaysa precisou segurar a cama com as duas mãos

"Então...? Como?"

"Apenas deite-se, Kay" - pediu

Ela obedeceu, deitando-se na cama. Alguma coisa (pela marca) a acariciou por completo lhe arrancando um gemidinho

"Kook..."

"Suba a barra" - a rainha subiu, apenas até o meio da coxa "Agora toque seus seios por cima da musselina"

Kayssa fechou os olhos quando a carícia de Jungkook chegou antes de suas mãos. Os dois juntos se demoraram ali até que o tecido não mais só friccionava quanto doía nos seios firmes

— Aah.. - desceu uma das mãos até os quadris, a carícia do marido seguiu o mesmo caminho mas parou no interior da coxa — Hm...

"Abra as pernas, majestade"

Kayssa obedeceu e arfou com o súbito ar  que atingiu seu íntimo

"Queria estar vendo isso..."

"Kook!"

"Shh, não." - a carícia do rei se aproximou da feminilidade da rainha, fazendo-a afundar no colchão "Levante o quadril, querida"

As mãos dela que estavam nos quadris amontoaram a camisola nas pernas e foram se aproximando da carne sensível

— Ah ah...

"Se toque, minha rainha"

Kayssa chegou ao seu centro e arqueou as costas quando seu indicador traçou sua linha, bem devagar

"Amor..." - a rainha ofegou e quando abriu os olhos eles estavam em uma mistura de azul cristal e cereja

A carícia do rei se demorou juntamente com os dedos da rainha. Kayssa gemia ofegante, movendo a cabeça de um lado para o outro procurando a sensação de frenesi, um frenesi quase igual dos que teve quando fizera amor com Jungkook

Os pontos de luz chamavam a monarca qua já se encontrava a mercê de tudo, a mercê do desejo. A carícia de Jungkook a beijou completamente, dos lábios ao interior de sua feminilidade então Kayssa se desfez nos lençóis

"Chego em 2 dias, Kay" - o sussurro do rei pela marca foi como um último beijo, a rainha apenas conseguiu fazer que sim antes de cair no sono

(...)

Já era noite quando a ômega finalmente acordou, tudo parecia meio distante para ela, seu quarto, seu corpo, menos o cansaço... Kayssa estava muito cansada, não se lembrava direito por quanto tempo os toques com o marido duraram ou por quanto tempo era ela e não sua loba no controle, mas ao julgar pelo valor contido de seu íntimo as necessidades sexuais estavam contidas pelo menos por aquele momento

Ela se sentou na cama e ajeitou os cabelos, não tinha muita certeza se levantaria muito menos se sairia dos aposentados, mas estava com fome e como rainha não iria parecer tão exausta como se sentia

Minutos depois algum criado adentrou o quarto com uma enorme bandeja com o jantar da monarca, todos aqueles cheiros fizeram a cabeça de Kayssa girar e um suspiro transpassar seus lábios

— Majestade? - chamou o criado, um ômega graças a Deus

— Isso tem um cheiro tão bom! - exclamou a rainha, já puxando a bandeja e os talheres

O criado deu uma risadinha

— Espero que esteja ao seu agrado - Kayssa fez que sim — Ah, a Ama Kim pediu que eu lhe entregasse isso - ele colocou um pequeno bilhete na mesa de cabeceira — Majestade - disse fazendo reverência e saindo do quarto

Depois de atacar o jantar maravilhoso Kayssa pegou o tal bilhete da Ama, que dizia em poucas palavras que a bebê encontrada pelos guardas pessoais da monarca estava bem alimentada, reagindo aos estímulos e até mesmo brincando com os lençóis do berço

Kayssa se encheu de algo diferente, uma alegria distinta, um sentimento de realização e de proteção para com a bebê que ela nunca sentira antes. Queria muito poder ver a recém nascida naquele momento

— Será? - a ômega ficou de pé, a Terra parecia sólida e seu corpo não doía com a necessidade de um toque, ao que o pouco entendimento dela indicava, seu cio estava contido

Então Kayssa vestiu o penhoar e saiu do quarto, os guardas (ômegas) designados para a porta dela se assustaram ao ver sua figura do lado de fora

— Majestade... hã.. - balbuciou um deles

— Eu estou bem - garantiu a rainha — Precisarei de uma escolta ou posso caminhar livremente até a maternidade?

Os dois engoliram a seco, tinham ordens por meio da dama de companhia da rainha e da própria Hyolyn (denominada concelheira particular da monarca) Lara que mantessem a rainha dentro do quarto até que o rei retornasse, ou o cio passasse ou houvesse uma urgência

— Tomarei isso como um não - ela sorriu — Bom trabalho, Sir Kim e Sir Na - então saiu andando

~ Maternidade

Lena e Miya, a pedido da rainha, estavam monitorando e cuidando da bebê, reportando junto da Ama Kim qualquer novidade sobre ela

As duas damas se sobressaltaram ao ver a rainha

— Majestade, a senhora deveria estar descansando - foi a Ama Kim

Kayssa fez que sim

— Sei disso, mas estou bem, mesmo. Não estou? - os olhos das três se voltaram para Miya, a única alpha dentre elas, se o cio da rainha não estivesse contido ela saberia

A dama fez que sim, dando um sorriso de incentivo

— Seu cheiro não está tão aparente, Kay - ainda estava aparente, mas não o suficiente para que fileiras e fileiras de alphas corressem de encontro a ela

— Posso? - indagou a rainha, apontando o berço em que a bebê estava

— Claro, majestade - respondeu a Ama

Kaysaa se aproximou, vendo a menininha que há dias atrás estivera tão desnutrida e trêmula agora tão alimentada e em paz, ela sorriu, sentindo aquela emoção de contentamento e felicida a inundar novamente

A bebê se remexeu, abrindo os lindos olhos castanhos com azul cristal próximo a pupila, um lindo degradê, e encarando a rainha

Ela abriu um largo sorriso

Kaysaa prendeu a respiração, já vira bebês, muitos deles, já brincara com eles, segurara-os e encarava seus olhos. Mas nada parecido com o que sentiu naquele instante por aquela bebê, aquele sentimento invadiu o corpo inteiro da rainha, de um fio de cabelo até o pé. Ela se sentiu repleta, de amor, de carinho, de compaixão, de cuidado, de... maternidade

A rainha derramou lágrimas

A bebê se remexeu novamente, como se pedisse "me pegue", Kaysaa não hesitou, embalou a menininha nós braços e tanto ela quanto a monarca se sentiram completas, foi quase sagrado. Não, foi sagrado, a união mais maternal impossível

— Kay? - era Miya, Kaysaa demorou alguns segundos para lhe dar atenção — Você está chorando

— Eu... Eu... Eu senti algo, algo muito forte, como se o Sagrado tivesse desejado que eu a encontrasse, que nós estivéssemos juntas... Meu coração se encheu de algo muito... muito... muito... - ela fechou os olhos, deixando as lágrimas caírem

— Maternal - disse a princesa, a rainha a encarou — O que sentiu com está criança, Kay, foi um amor materno, eu sei porque olho para Gwonseok da mesma maneira, como se fosse a coisa mais preciosa do universo - sorriu

Kaysaa olhou novamente para a bebê, aconchegada em seus braços como se fosse o melhor lugar do mundo, os olhos das duas estavam ligados e a ômega soube, aquela era sua filha e sou coração estava feliz e realizado por recebê-la, por amá-la

Ela acariciou os dedinhos da bebê que se prenderam em seu indicador

— Bem-vinda a família, princesa Jeon Mar-Lee - a bebê sorriu, apertando ainda mais o dedo da rainha que também sorria, tal como as outras mulheres presentes

— Parabéns, mamãe - Lolla sorriu para a amiga e se aproximou dela — Olá, princesinha, eu sou sua tia Lo, essa te segurando é sua mamãe - a bebê sorriu remexendo a cabeça, como se soubesse exatamente quem Kaysaa era e quem Lolla era

(...)

{Madrugada, aposentos dos infantes}

— Então quer dizer que agora eu sou tio? - indagou Jimin, se ajeitando na cama e abraçando a esposa

— Sim, você é titio - ela sorriu, acariciando os fios vermelhos do marido — Ah, Ji, foi a coisa mais bela que eu já vi... A forma devota como a Kay olhou para a Marlee, a forma maternal. Eu sabia que cedo ou tarde ela também seria abençoada com a maternidade, mas jamais imaginei que seria algo tão lindo de se ver

— Bom, você estava linda quando segurou o Gwon pela primeira vez, e continua linda todas as vezes

Lolla riu e encarou o filho no berço do outro lado do quarto, mesmo depois dos meses do nascimento do bebê o casal ainda mantinha o filho no quarto com eles e não do quarto infantil na porta anexa à suíte

— É diferente

— Por que?

— Eu amava Gwon mesmo antes dele nascer, Kay não teve esse privilégio, não gerou a Marlee

Jimin beijou a testa de Lolla e afastou uma das mechas do cabelo dela

— Não é diferente, princesa. O amor maternal que a Kay sentiu é o mesmo que você sente, ela pode não ter gerado a Marlee, mas a ama como se tivesse. Sei que dizem que o amor maternal é proveniente do sangue, mas não é verdade. Daehwa, por exemplo, não tinha um amor maternal por Jungkook, mesmo tendo gerado ele e... - os olhos do príncipe tomaram a coloração azul marinho e brilharam pelas lágrimas que quiseram surgir — E minha mãe, ela ama o Jeon como se fosse filho dela, como se ela tivesse passado nove meses gerando ele

Lolla o abraçou, com força e com todo o amor que tinha

— Eu te amo, Park Ji-Min - disse, baixinho

Talvez aquelas palavras fossem as únicas cabíveis naquele momento, talvez o amor fosse a única coisa cabível. Lolla amava seu marido, seu filho, sua cunhada, seu cunhado, sua sogra, seu sogro e sim, ela amava sua nova sobrinha

— Eu também amo você, Park Lo-Lla - respondeu o príncipe, apertando o abraço

Não demorou muito para que eles adormecessem

~ Maternidade

Kaysaa permaneceu ali, com a filha nos braços por quanto tempo consegui manter os olhos abertos. Ela murmurou a cantiga que há muito tempo fora cantada a ela pela mãe, que cantara para o príncipe, agora rei, que prometera a mãe que cantaria para a filha. Observou Marlee sorrir, bocejar, se aninhar em seus braços e dormir, então se levantou da cadeira em que permanecera pelas 2 horas anteriores e colocou a bebê no berço

— Tenho certeza que seu appa vai amar te conhecer - murmurou, acariciando a cabecinha da sua princesinha — Boa noite, meu amor

Mas quando a rainha voltou para o quarto, ao deitar na cama ela não teve tanta certeza se Jungkook de fato amaria conhecer Marlee, se ele aceitaria a bebê como filha. O coração de Kaysaa apertou, não saberia o que fazer se o marido não aceitasse Marlee, não queria mais imaginar uma vida sem aquela dádiva que Deus deu-lhe para amar

~ Acampamento do Rei

O questionamento martelu tanto a cabeça da ômega que chegou até o alpha que estava quase adormecendo em sua renda. Ele acariciou o rosto da esposa pela marca e murmurou vários  "Eu te amo" até que ela caísse em sono profundo

(...)

{Dois dias depois}

A frota do rei chegou ao palácio logo no fim da manhã, foram recebidos por Daehyun, Hyolyn e o casal de infantes, mas não que o monarque realmente tivesse prestando atenção no que os quatro diziam ou perguntavam, ele estava concentrado demais no cheiro de sua ômega que estava tão forte desde que pegara o caminho de volta para casa

— Jung - chamou o príncipe, foi a primeira coisa que o rei ouviu de verdade

Ele piscou, os olhos tom âmbar ficaram castanhos novamente

— Hã? O que?

— Vá vê-la. Você não está mesmo ouvindo o que a gente está falando - Lolla deu um tapinha no braço do marido — O que? É verdade

O rei riu

— É bom ver vocês novamente - disse, por fim

— Bem-vindo de volta - os infantes disseram juntamente com o casal mais velho

— Encontro vocês no escritório mais tarde? - indagou o rei

— Não que você vá estar disponível pelos próximos 5 dias - Jimin riu, Jungkook concordou também rindo

— Vocês dois - Hyolyn e Lolla fizeram um negativo com a cabeça — Vai lá, Kook - disse a mãe de Jimin

O rei não hesitou, mal sentiu seus pés se movendo enquanto caminhava (quase corria) até seus aposentos, seguindo o cheiro de caramelo e baunilha que ficava mais intenso a cada passo

Os guardas da porta do quarto, Kim Young-Jo e Na Ung-Jae reverênciaram o rei e abriram as portas do quarto, fechando-as quando o monarca já estava dentro do aposento

O cheiro da rainha estava tão forte que o rei por segundos não conseguiu ver nada, apenas sentia seu cheiro. Assim que as imagens voltaram Jungkook a viu

Kaysaa estava deitada na cama com as pernas pouco separadas e levantando o tecido da musselina de olhos fechados e inspirando baixinho

O alpha se aproximou, tocando as pernas da ômega, ajudando-a a levantar o vestido. Ela gemeu ao toque, enquanto as mãos dele subiam por seu corpo até a base de seus seios

— Hmm... - os olhos da rainha que oscilavam entre azul cristal e cereja se abriram

O rei sorriu, ficando sobre sua esposa

— Oi, ômega - sua voz foi apenas uma lufada no ar entre eles, ela arfou

Kaysaa puxou o marido pela camisa e o beijou, seus lábios foram exigentes contra os do alpha o fazendo arfar

O mundo ficou suspenso sob os pés da rainha, tudo que ela sabia era que precisava daquele frenesi novamente. Ela gemeu contra os lábios do marido, subindo as mãos cada vez mais perto de sua carne sensível

Jungkook a segurou

— Não - disse, beijando seu maxilar, Kayssa prendeu o ar — Eu farei isso, majestade - tirou a mão que estava deliciosamente posicionada nas nádegas da rainha e acariciou o interior de sua coxa, próximo o suficiente para que ela sentisse o resvalar dos dedos frios em sua feminilidade mas longe o suficiente para que seu gemido fosse um protesto

Kaysaa o queria, o queria tanto que estava enlouquecendo com aqueles beijos, com aqueles toques perto e ao mesmo tempo distante de onde ela precisava

A ômega impulsionou o quadril contra as mãos do alpha, mas ele se esquivou, subindo as mãos até os seios dela

— Aah

— Eu disse que queria ver isso - um sorriso malicioso se fez nos lábios dele

Kaysaa apenas conseguiu abrir os olhos e o encarar como quem diz "insolente", Jungkook fez esse olhar mudar com um único beijo e começou a fazer algo com os seios dela que a fez sorver o ar com tanta força que tremia

— Kook... - ela tentou se segurar nos ombros do marido enquanto se esfregava contra as pernas dele

O rei beijou a rainha, colocando as mãos dentro do pequeno espaço entre as pernas enroscadas, Kaysaa abriu os lábios num gemido silencioso no momento em que Jungkook começou a estimula-la em seus pontos mais sensíveis e em seus seios ainda por debaixo das roupas brancas

— Kook... K-kook... - ela apertou fracamente o braço do alpha quando ele encontrou um ponto terrivelmente sensível e exitante em seu íntimo

Então ele parou, simplesmente parou

Kaysaa abriu os olhos rapidamente, mas eles estavam tão embebidos de tesão que mal conseguiu ver nada, só sabia que precisava das mãos de Jungkook novamente

— Por que você parou? - quis dizer, mas a voz estava longe de seus ouvidos, deve ter saído algo "U que rou"

O alpha riu, beijando o nariz da ômega, ela tentou puxa-lo para perto

— Fique de pé, amor - pediu o rei, se levantando

A rainha se levantou, as roupas estavam completamente amarrotadas e terrivelmente coladas entorno de seu corpo, o que não diminuiu apenas aumentou a excitação

Jungkook se aproximou da esposa, virando-a de costas e beijando sua nuca, sua pequena pintinha nas costas, os ombros. Ele puxou a saia dela para cima, só para fazer o tecido roçar nas pernas dela, fazendo-a arfar

— O que... - um beijo sobre a semi-marca fez Kayssa se calar

Shh... - murmurou o rei, segurando os seios da rainha com as duas mãos e friccionando o tecido deixando eles rijos.

Ela gemeu, sua pernas já estavam tremendo, estaria caída no chão se ele não estivesse segurando-a

E beijando. Ah, ele a estava beijando, em tantos pontos que não teriam nenhuma conotação sexual mas que naquele momento faziam o íntimo da rainha pulsar, clamando um alívio

A ômega tentou levar as mãos ao seu centro, mas o alpha impediu, colocando as mãos dela entorno de seu pescoço, mesmo que estivesse atrás dela

— Kook - foi um gemido pidão

O rei rapidamente girou a rainha nos braços e a colocou sobre a penteadeira, ajoelhando-se na frente da monarca

— Vou - começou ele, pausadamente — Mostrar-lhe - subiu a saia dela, até ficar um amontoado de tecido em sua coxas — O que queria ter feito - abriu as pernas da ômega — Dois dias atrás

Kayssa nem teve tempo de arfar, no segundo seguinte os lábios de Jungkook estavam em seu sexo, beijando, chupando, lambendo. Ela apertou as pernas ao redor da cabeça dele e segurou seus cabelos soltando um gemido gutural que poderia muito bem ter ecoado pelo palácio inteiro

E quando o alpha introduziu um dedo ela viu estrelas, fogos, explosões

— A-aah! - uma das mãos dele subiu até seus seios e fez aquilo com o tecido que os deixaram rijos. A rainha jogou a cabeça para trás — Meu Deus! Aaah... Aaahh!

Então o frenesi veio, como um raio, Kayssa pulsou, gemeu, gritou, tremeu, tudo isso nos lábios do marido que saboreou seu líquido de tal maneira que ela sentiu-se derreter e então lentamente se afastou

— Você é uma delícia, vossa majestade

Ela tentou dizer algo, mas mal conseguia enxergar além das explosões

O mais velho colocou a mais nova de pé novamente, o que era quase impossível pelo estado de tremor orgasmico que ela se encontrava e começou a desfazer o laço que amarrava a musselina

O tecido delicadamente e sensualmente deslizou até o chão. A rainha sorveu o ar

Jungkook beijou novamente suas costas, descendo toda aquela trilha até sua nádegas, ela gemeu, ele a virou, fazendo a trilha novamente até seu íntimo e no momento seguinte Kayssa estava na cama com o alpha sobre si

Ele a beijou nos lábios, tão exigente quanto ela foi, saboreando cada cantinho da sua boca até que os dedinhos da ômega encontrassem os botões da camisa dele e puxasse-os

A rainha tocou o peito do rei, traçando toda a extensão e o trouxe mais para perto

— Eu preciso de você... Preciso de você, amor - os olhos azul cristal encontraram os roxos — Faça amor comigo

O rei sorriu, beijando desde os lábios até o lóbulo da orelha da esposa

— Eu não vou só fazer amor, majestade, eu vou trepar com você - sussurrou 

Kayssa gemeu

As roupas do alpha rapidamente saíram e tudo que ele precisou foi de um único toque no íntimo da ômega antes de penetrá-la, ela estava tão molhada e quente

A ômega arqueou as costas com o toque, abrindo as pernas

No seguinte momento Jungkook estava dentro de Kayssa, ela apertava as pernas e os braços em volta dele e gemia enquanto ele impulsionava dentro do íntimo dela e a agarrava, suspirando em seu ouvido

— Kah - murmurou ele, ainda impulsionando-se nela — Empine para mim, amor - se afastou do íntimo da esposa por tempo suficiente para ela virar de bruços e com as pernas flexionadas (de quatro)

A cada estocada do rei mais a rainha caia com os braços e impinava mais com as pernas até ficar gemendo contra o colchão

Com um voraz movimento Kayssa estava novamente sob Jungkook, fundida a ele pelas estocadas. Logo estavam ao contrário, a ômega rebolava enquanto o alpha chupava os seios delas e estimulava seu íntimo com uma das mãos mesmo impulsionando-se dentro dela

— Hmmm... Aaahh

De alguma forma inexplicável pelo tamanho tesão que estava naquele quarto, os monarcas estavam de pé ao lado da cama com a rainha quicava no rei que a agarrava e estocava enquanto se beijavam

Jungkook sentou com Kayssa nos braços, acompanhando o rebolar dela em si com as mãos e sorriu ao encontrar os olhos azuis cristais tão turvos

— É só o começo, meu amor - a beijou, descendo aquele beijo até a semi-marca, ele apertou a rainha mais em si e deixou os caninos saltarem e finalmente a marcarem

Os olhos da ômega se arregalaram num lindo degradê de azul cristal até azul escuro, ela enroscou mais as pernas no alpha

— AAAH! - gritou, enfiando o rosto na curva do pescoço dele

A marca de um ômega era coisa rara, todos sabiam, mas naquele momento, embebida do amor, do tesão, da união que tinha com o marido, que seus olhos tinham um com o outro, a rainha soube, ela poderia marcar o rei também

Kayssa liberou os caninos que acertaram em cheio a pele de Jungkook, ela sentiu-se fundir a ele, a sua alma, como se o fio poderoso os enroscasse ainda mais naquele momento

— AH! - o alpha tentou sufocar o grito contra os cabelos da ômega, mas não foi o suficiente e quando os olhos âmbar encontraram os dela e ele soube

Pertencia aquela mulher, cada batida de seu coração berrava o nome dela, cada respiração era por ela, seus dias finitos pertenciam a ela, sua alma estava de bandeja para Jeon Kay-Ssa como nunca esteve antes

O rei deitou sua rainha e impulsionou dentro dela novamente, atingindo seu centro carnal e mental (pela marca)

— AH MEU DEUS!! AAAH - ela gritou, agarrando-o

O frenesi estava chegando, um maior do que os anteriores um frenesi não apenas carnal mas também de alma, Kayssa se agarrou aos cabelos do marido e ao seu tronco, pulsando e tremendo sob ele

— AAAAAHHH HMMM... AAAAaaaahhh... Kook - o orgasmo chegou com força, fazendo-a arquear as costas, pulsar, tremer e jorrar seu líquido contra o marido — Aaaahhh!!! Kook!

O alpha impulsinou mais fundo e mais forte uma última vez e também se desfez, pendendo-se apenas pelos cotovelos para não despencar sobre a ômega

— Eu te amo - disse a rainha, sem som algum

O rei a beijou, tentando por em um beijo todo o amor que sentia

— Também amo você - murmurou ofegante — Minha rainha

— Meu rei - ela sorriu

O casal ficou trocando carícias por algum tempo, até o rei ouvir barulho de água sendo preparada

— Nós temos criados muito eficientes - Kayssa não fez menção de responder mas não estava tão adormecida assim porque correspondeu ao leve beijo — Você está acordada

— Não estou - murmurou

— Ah não? - ele riu — E com quem estou falando? O espírito da minha esposa?

A ômega fez que sim, forçando-se para conter o sorrisinho

— Temos que tomar banho, majestade

— Assim está bom - ela bocejou, da outra vez tinha dormido rápido, mas não conseguia completamente adormecer, ficar cheirando o marido e tendo plena certeza de que ele estava ali, enroscado a si, e não em qualquer lugar perigoso no Norte era definitivamente mais importante que dormir ou tomar banho

Jungkook se afastou e ficou de pé, Kayssa tentou puxa-lo de volta mas foi pega por ele e estava em seus braços a caminho do banheiro

O rei colocou a rainha na banheira e entrou atrás dela, os dois se banharam e fizeram amor nas espumas então voltaram para a cama, não se dando o trabalho de se vestirem. As roupas com certeza cairiam dali uma ou duas horas de descanso

— Senti sua falta - a ômega murmurou, aproveitando a respiração e o valor do alpha em seu peito — Muito mesmo. Nunca mais faça isso, ouviu?

— Sim, amor, tudo o que você quiser - ela riu, ele não estava escutando

— Eu amo você, Jeon - disse, beijando os fios morenos do marido

— Também amo você, Jeon - beijou o vão entre os seios da esposa

Os monarcas aproveitaram uma ou duas horas para dormirem, mas quando Kayssa acordou não estava dominada pelo cio, estava dominada pela dúvida... A dúvida em relação a Marlee e Jungkook, que dormia profundamente ao seu lado

A rainha se levantou, vestiu o hobe escuro e as sapatilhas, então saiu devagar do quarto, indo em direção até a maternidade. Não era nem nove da noite, daria para passar algumas horas segurando, brincando e fazendo a filha dormir

Filha... Marlee era sua filha, mesmo que não a tivesse gerado, que não houvesse como amamenta-la, ela era sua filha. E rezava muito para que Jungkook quisesse tê-la assim também

~ Maternidade

— Majestade! - Ama Kim se sobressaltou ao ver a rainha — Imaginei que... Que ficaria na companhia do rei pelos próximos dias

Kayssa fez que sim

— Ele está dormindo e eu... - ela olhou para Marlee, nos braços da ama — Vim ver minha filha

— Sim - ela sorriu — Ela acabou de jantar, estava tentando faze-la arrotar, mas não consegui

A mais nova conteve um risinho

— Posso?

— Mas é claro, majestade - entregou a princesa para os braços da rainha

— Oi, meu amor - os olhos dela brilhavam ao olhar sua pequenina — Sabia que você precisa arrotar depois de comer ou tudo vai ficar embolado aí dentro? - mexeu na barriguinha da bebê que riu — É, você precisa arrotar, alteza

Kayssa ajeitou Marlee nos braços, batendo devagar nas costinhas da filha enquanto a balançava para que arrotasse, em poucos minutos a princesa o fez

— Isso mesmo, meu bem - beijou a testinha dela

— A senhora tem um jeito impressionante, majestade - comentou a ama, maravilhada olhando as duas

— Ah - a monarca riu baixinho — Eu cuidava de muitos bebês em Incheon e cuidei de alguns no orfanato aqui na capital, amo crianças - se virou para encarar os olhinhos da filha — Esta aqui em particular

— Contou para o rei?

Kayssa ficou em silêncio, olhando como Marlee agarrava-se ao seu indicador como se nunca mais quisesse soltar. A rainha suspirou

— Ainda não... Eu... Eu estou com medo de que ele não queira isso...

~ No quarto dos monarcas

Jungkook se mexeu nos lençóis para abraçar novamente a esposa, mas do lado dela não tinha nada. Ele abriu os olhos no ato

— Kay? - chamou, nada — KAY? - berrou, ainda assim nada

Ele pegou o hobe que estava apoiado no próprio armário e vestiu, saindo para fora do quarto

— Onde está a rainha? - indagou para os dois guardas

— Ela está na maternidade real, majestade - respondeu Youngjo

— Maternidade? Por que?

Ungjae e Yongjo engoliram a seco

— Talvez seja melhor o senhor mesmo ver

Com medo e preocupação estampados nos olhos amarelos, o rei seguiu para a maternidade. O que Kayssa fazia ali? Alguma criança tinha se ferido? Ele sabia o quão amável a esposa era com crianças e sabia que ela havia acolhido o povo no palácio por conta da eminente entrada do Norte no Sul. Mas, o que diabos a ômega fazia fora do quarto no cio?!

~ Maternidade

Os olhos do rei tornaram-se roxos no momento em que viu Kayssa segurando uma bebezinha. Jungkook ainda estava um pouco distante, mas ver a esposa sorrir daquele jeito, seu coração se encheu. Ele se apaixonou por Jeon Kay-Ssa mais uma vez, se é que era possível pois ele se apaixonava por ela todos os dia, cada dia um pouco mais

Ele se aproximou mais um pouco, até conseguir ver o olhar no rosto da rainha, um olhar... Maternal. Ela não estava simplesmente sorrindo porque estava brincando com a bebê, mas porque alguma coisa divina a havia abençoado com a maternidade para com aquela menininha e a forma como os olhos de Kayssa brilhavam demonstrava o imensurável amor maternal que ela sentia... Um amor que a mãe de Jungkook jamais havia demonstrado ao filho

Um amor que o rei sentiu uma pontada de inveja, sabia que Hyolyn olhava para ele com os mesmos olhos que Kayssa olhava aquela bebê, mas sabia que os olhos de Jeon Dae-Hwa nunca foram tão ternos e maternais como os de sua esposa... Ele sentiu uma inveja triste que se acumulou em seus olhos fazendo o respirar entrecortado

Jungkook adentrou a maternidade, ignorando o repentino aperto no peito e foi até a esposa

— Achei você - beijou o topo da cabeça dela, Kayssa arregalou os olhos e o encarou, ela de repente pareceu tão triste, seus olhos até tomaram a cor rosa chá — Kay, o que houve?

Ela olhou novamente para a bebê, e o rei notou que o brilho de seus olhos estava contido, como se ela tivesse algum receio. O coração dele apertou

— Esta é... J- Marlee. Kenta e Yoon a encontraram abandonada em um beco, ainda com os fluidos do nascimento, eu a acolhi aqui - ela não o olhou nos olhos para dizer aquilo, estava concentrada na bebê semj-adormecida em seus braços

— Olhe para mim, amor - pediu, gentilmente

Kayssa levantou os olhos, duas lágrimas escorreram

— Eu... Eu... Eu me apaixonei por ela, Kook... Essa menininha, eu... Eu não me vejo mais sem ela... Eu quero... Eu... - a rainha fungou

— Você quer ser mãe dela - disse o rei, ela assentiu, acariciando os dedinhos da bebê

— Tive medo de te contar. De... De você não apoiar

Jungkook segurou o rosto de Kayssa com as duas mãos

— Eu jamais desaprovaria isso. Jamais. Eu vi o quão feliz você estava, o quão apaixonada e olhe bem para essa menininha, ela é - ele engasgou quando os olhos azuis cristais com castanho de Marlee se voltaram para si — Perfeita - tinha tanta emoção em uma só palavra que Kayssa teve que levar a mão ao coração

— Você quer segura-la?

— Posso?

A rainha passou a bebê para os braços do rei, Marlee não chorou, pelo contrário, ela parecia concentrada ao estudar o rei e então levou uma de suas mãozinhas até o coração do monarca. Jungkook derramou algumas lágrimas, ele se sentiu um gigante e soube que as estrelas estremeceram tanto quanto seu coração ao segurar a filha pela primeira vez

— Este é - o rei e a rainha trocaram olhares, o monarca fez que sim — Seu papai, meu amor - Marlee sorriu como quem já sabia

A ama Kim que viu toda a cena, admirou a família real, com lágrimas nos olhos. Havia esperança dali para frente. Jeon Mar-Lee não viera até ali só para entrar nos corações dos pais, ela viera para trazer esperança para toda a nação

Jungkook beijou a cabeça da filha e os lábios da esposa, passando o braço livre por cima dos ombros dela enquanto os dois admiravam a filha adormecer


Notas Finais


Tá, eu dei uma choradinha com o final desse capítulo


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