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História The Prince(ss) - Minsung - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


oioi, hoje não tem interação de minsung, mas a Minhye finalmente vai aparecer.

boa leitura.♡

Capítulo 4 - Four - Paixões e passeio a cavalo


— E aonde você estava com a cabeça quando pensou que isso daria certo? — Sooyoung estava furiosa. Jingyu havia lhe contando tudo sobre o seu plano de Minho fingir ser a irmã, enquanto a mesma estava na guerra. 


Minho estava quietinho ao lado do pai, esperando que não receber uma bronca daquelas. 


— Oras, Sooyoung. Oque eu deveria fazer então? — Jingyu estava com o rabo entre as pernas 


— Não sei! Mas você deveria ter me consultado antes! E você Minho? Por que concordou com isso?!


— E eu tinha escolha mãe? 


— Acho que não, mas agora que a besteira já está feita tenha o máximo de cuidado para não ser descoberto. — Minho assentiu. — Agora suba e se troque. Tenho muito para conversar com Jingyu ainda. 


A mulher olhou séria para o marido, que engoliu seco preparando os ouvidos para o tanto de coisas que escutaria. Já Minho, subiu para o quarto e aproveitou para dar língua ao pai, zombando do mais velho. 


Tomou banho, pôs o pijama e esperou Berenice levar sua janta. Ele sorria bobo esticado na cama, lembrando dos momentos que ele teve com Jisung naquele dia. 


A lembrança dos quases beijos deixavam o coração do Lee disparado e cada vez mais apaixonado pelo levantador de saias. 


— E ai, a Bene mandou te entregar isso. — Hyunjin entrou nos aposentos de Minho, deixando o prato de comida sobre a cama.


— A educação é para ser usada, Hyunjin. 


— Deixa de graça, Minho. Aliás, a Bene também mandou te entregar essa carta. — Hyunjin tirou o papel um pouco amassado do bolso da calça. — Será que é dele? 


— Deixa de ser fofoqueiro. — Pegou a carta das mãos de Hyunjin, aflito para saber o remetente. 


Abriu o envelope e começou a ler. 


Como você está, maninho? 


Por aqui está tudo bem, nós fizemos um acordo de paz com o outro exército e a guerra teve fim. 


Recebi sua última carta e não pude deixar de rir, imaginando você usando saias e uma peruca, deve estar hilário. 


Mas enfim, semana que vem eu já estou por aí e você estará livre desse noivado. 


Até mais maninho e vê se esconde bem esse pau por baixo da saia!


Te amo muito, beijinhos



— A Minhye é demais. — Hyunjin comentou.


— É sim, mas a parte de esconder o meu pau é totalmente desnecessária. — Fez biquinho, deixando a carta de lado. 


— Claro que não, imagina o Jisung vendo um treco pendurado debaixo da saia, ele vai achar que você anda armado. — Começou a rir da cara de Minho, que tacou um vidro de perfume em sua direção. Por sorte, ele desviou. 


— Vamos parar de falar sobre pau, por favor. — Minho tinha as bochechas vermelhinhas, pela raiva e pela vergonha. 


— Por que? Você adora. 


— Agora chega! Vem aqui em casa apenas para me envergonhar? 


— Não, também venho para ver meu amigo querido e claro, ver o Jeongin. — Minho revirou os olhos. 


Yang Jeongin era o filho caçula de Bene e trabalhava como secretário particular de Soonyoung, além de viver com a mãe em um quarto no palácio com espaço suficiente para eles. 


— Não está levando Jeongin para o mal caminho, ou está? 


— Claro que não, Min. Eu trato Jeongin como um príncipe, jamais faria as safadezas que você faz com o Jisung. 


Minho saiu correndo atrás de Hyunjin por todo o palácio até chegarem ao jardim.


— Se você não fosse meu amigo, eu já teria o matado. — Sentaram na beira do lago. 


— Você não mata nem mosca, Minho. — E novamente Minho saiu em disparada atrás do amigo, com o sapato em mãos. 


As brigas duraram a noite toda, quando Hyunjin se despediu de Minho e foi ao quarto de Jeongin, com a desculpa de que daria um beijo de boa noite no menino. 


Minho finalmente relaxou o corpo, aproveitando para pensar em Jisung antes de apagar o abajur e dormir. 


••• 


Palácio dos Han,

00:30 da madrugada. 


Jisung estava na cozinha buscando um copo de água para tentar relaxar. Tinha perdido o sono por não conseguir parar de pensar em Minho. 


O garoto tinha a mente dominada por cada detalhe do Lee. Seus olhos, sua boca, a pintinha no nariz, tudo estava gravado na mente e no coração do Han. 


— Filho? Está sem sono? 


— Sim, não consigo dormir. — Minho sorriu ao lembrar do motivo da sua insônia.


— Parece feliz demais para alguém que está com dificuldades em dormir. Está pensando nela, não é? — Taeil parecia ler a mente e o sorriso bobo do filho. 


— Estou sim, Minhye é tão encantadora. Uma princesinha. — Jisung bebeu a água, se despediu do pai e subiu para o quarto. Para tentar dormir e sonhar com Minho, novamente.


•••


— Bom dia flor do dia! — Sooyoung acordou Minho com carinho e beijinhos.


Minho sentia saudades da mãe e do jeitinho carinhoso da mais velha. 


— Bom dia, mãe. — Sorriu, se levantando com certa lentidão. 


— Adivinha oque faremos hoje? — A mais velha perguntou, e Minho olhou para algumas roupas separadas na cama para ele. 


— Nós vamos andar a cavalo?! — Minho gritou, animado.


Desde de muito pequeno, Sooyoung levava Minho para andar à cavalo e com o passar do tempo, ele foi tomando gosto pela equitação.


Andar a cavalo se tornou a atividade preferida entre mãe e filho. 


Minho correu para o banheiro, colocando suas roupas e acompanhando a mãe até o estábulo dentro da propriedade dos Lee. 


— Meu amor. — Minho correu até o seu cavalo, abraçando com dificuldade o animal que era seu desde os cinco anos. 


Os dois saíram em direção às montanhas, competindo para ver quem chegaria mais rápido ao local. 


Competir também era uma das diversas especialidades dos Lee. 


•••


Abrigo do exército real,

12:10 da tarde


— Minhye! Está tudo bem? 


— Está sim, Shua. O ferimento está limpo e logo logo eu estou cem porcento. — Mostrou para a amiga o ferimento da bala. 


Em uma das batalhas contra o outro exército, Minhye acabou ferida com um tiro no braço direito. 


— Que bom amiga. Semana que vem você volta para casa, não é? 


— Sim, preciso ajudar meu irmão, ele está noivando com Jisung no meu lugar. 


— Tadinho. — As duas começaram a gargalhar, mas pararam quando lembraram que aquilo era errado. 


Minhye abaixou a cabeça, aparentando estar triste. 


— Não está feliz com o noivado? 


— Não, é um casamento arranjado e além disso, eu sou apaixonada por outra pessoa. — Ela desviou o olhar da amiga, sorrindo quando viu o motivo das borboletas em seu estômago. 


Lee Serim fazia parte do exército real, além de adotar o papel de paixão secreta de Minhye. 


— A Serim?! Eu estou em choque. — Shua tinha as mãos na frente da boca aberta.


— Não conta para ninguém.


— Mas Minhye, o que você fará com Jisung? 


— Ainda não sei, só espero que os meus pais aceitem minha decisão. — Estava preocupada, aflita e bolando todos os planos possíveis para se livrar daquele casamento.


Notas Finais


👁👄👁


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