História The princess of fire - Capítulo 5


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Categorias As Crônicas de Nárnia
Personagens Aslan, Edmundo Pevensie, Jadis (Feiticeira Branca), Lúcia Pevensie, Pedro Pevensie, Personagens Originais, Susana Pevensie
Tags Drama, Guerra, Romance
Visualizações 52
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hii e como eu disse, talvez não será completamente igual que o filme, como algumas falas, mas a aventura ainda é a mesma, só terá algumas mudanças.
Mais um capítulo e dessa vez eu prometo que irei postar sem demora.
Qualquer erro, mil desculpas e tenham uma boa leitura ><

Capítulo 5 - Então é tudo verdade?


 - Sério!? - perguntei pasma.

 Olhei em volta e não tinha exatamente um lugar específico para nos escondermos, o único lugar era dentro do guarda-roupa e espero lá no fundo do meu coração que ele seja grande o bastante para cinco pessoas.

 - Vamos para detro do guarda-roupa - murmurei encarando meus irmãos.

  - Ok - disseram ambos ainda mantendo o olhos em mim.

  - O que estamos esperando? - perguntei séria.

  - Nada!

 Concordei e ambos entramos no guarda-roupa, sei que estava na frente de Edmundo e Pedro está bem na minha frente. Suspirei nervosamente e começei a caminhar para trás, mas Pedro não parava de pisar no meu pé.

  - Pedro para de pisar no meu pé - disse ainda caminhando para trás.

  - Não tenho culpa - mumurou ele.

  - Edmundo para de pisar no pé - disse Susana.

  - Foi mal, mas Fhellicya não para de pisar no meu pé - disse Edmundo.

  - Ah, desculpa maninho, mas eu não tenho olhos nos meus calcanhares - disse calmamente, mas de certo escutei algumas risadinhas.

 Quando dei por mim, trupiquei e cai sentada juntamente de Pedro e Susana, olhei em volta e notei um lugar completamente diferente. Me levantei e ajudei meus irmãos a se levantarem.

 - Impossível - murmurou Susana olhando em volta.

 - Era tudo verdade - comentei pensativa -, mas como?

 - Tudo bem só pode ser imaginação de vocês - disse Lúcia sorrindo para nóis.

- Acho que um pedido de desculpas não basta - disse Pedro gentilmente.

 - Não mesmo - disse Lúcia com o seu típico sorriso maroto -, mas isso basta!

Nessa hora eu notei ela atacando uma bola de neve bem em Pedro, sorri alegremente e começamos uma guerra de bolas de neve. Susana conseguiu me acertar várias vezes e depois atacamos uma bola de neve em Edmundo, que na minha opnião, não gostou muito.

 - Ai! - disse segurando o braço, que acertamos. - Parem com isso.

 - Espera você mentiu - disse pensativa.

 - Seu mentiroso - disse Pedro.

 - Você também não acreditou - respondeu Edmundo naturalmente.

 - Peça desculpas a Lúcia - disse Pedro já começando a ficar nervoso.

Caminhei para perto deles e consegui manter ainda uma distância segura, mas espero que nenhum se altere ainda mais.

 - Peça desculpas!

 - Ta bom - disse Edmundo. - Desculpas.

 - Tudo bem - disse Lúcia, me fazendo sorrir ainda mais. - Algumas crianças não sabem a hora de parar de fingir.

 - Engraçadinha - murmurou Edmundo, fiquei pasma e querendo lá no funso rir bastante.

 - Deverimos voltar - disse Susana nos encarando.

 - Acho que devemos da uma volta - disse Edmundo, encarei ambos pensativa.

 - Vamos deixar a Lúcia escolher para onde iremos - disse Pedro sorrindo.

 - Vamos conhecer o Sr. Tumnus - disse Lúcia sorrindo muito.

 - Então vamos conhecer o Sr. Tumnus - concordou Pedro.

 - Mas não podemos andar por ai com essas roupas - comentou Susana tremendo de frio.

 - Concordo, está um gelo - disse tentando me esquentar.

 - Não - disse Pedro pegando alguns casacos do guarda-roupa. - Pense... pela logíca não estamos retirando do guarda-roupa.

 - Verdade - disse pegando um enorme casaco marrom.

 - Mas é casaco de mulher - protestou Edmundo.

 - Eu sei - disse Pedro entregando o casaco cinza para Ed.

 - Nossa aqui deve ser muito grande - comentei pensativa, fazendo Pedro me encarar e concordar. - Vamos!

 Coloquei o casaco, que mais parece um enorme vestido e fomos andando. Nossa tudo é fantástico, andamos por algum tempinho.

 - Vocês vão gostar..... tem muita comida saborosa e podemos tomar chá - disse Lúcia parando do nada.

  - O que houve Lu? - perguntei parando ao seu lado, mas notando aonde ela estava olhando. - Minha nossa!

 - Lu!? - disse Pedro, mas ela correu para dentro da casa. - Lúcia!

 - Vamos! - disse rapidamente.

 Corremos para dentro da casa, mas tudo estava revirado e vários objetos estavam quebrados.

- Quem faria uma coisa dessas? - perguntou Lúcia olhando com uma certa tristeza no olhar.

 Parecia que tinha passado um furacão aqui dentro, notei Pedro caminhando para perto de alguma coisa, caminhei juntamente com Susana para o seu lado.

 - '' O Fauno Sr. Tumnus é, pelo presente acusado de alta traição contra sua Majestade Imperial Jadis, Rainha de Nárnia, por receber seus inimigos e confraternizar com humanos. Assinado Maugrim, Capitão da Polícia Secreta. Viva a Rainha!'' - Pedro parou de ler, encarei eles levemente assustada.

 - Muito bem - disse Susana, lhe encarei pensativa. - Agora temos mesmo que ir embora!

 - Mas e o Sr. Tumnus? - perguntou Lúcia ficando ainda mais triste.

 - Se foi preso só por está com um humano, acho que não temos muita escolha - disse Susana encarando Lúcia.

 - Talvez Susana esteja certa - comentei pensativa.

 - Vocês não entendem! Eu sou o humano - disse Lúcia, lhe encarei levemente assustada. - Ela deve ter descoberto quando ele me ajudou.

 - Mas isso é um pouco complicado - comentei analisando alguns fatos.

 - Melhor chamamos a polícia - sugeriu Pedro, lhe encarei pasma, como ele pode pensar  em chamar a polícia, se foi exatamente eles quem prederam o fauno.

  - Mas eles são a polícia - disse Susana encarando Pedro.

  - Não se preocupe - disse Pedro encarando getilmente Lúcia. - Vamos da um jeito.

  - Pode confiar Lu - disse bagunçando levemente seus cabelos e notando um sorriso se formar.

  - Por quê? - perguntou Edmundo, encarei ele rapidamente. - Bom ele é um criminoso.

 Mantive meu olhar nele e... escutei alguém fazendo psiu para nós, olhei em volta e nada, mas notei um olhar estranho de Susana.

  - Susana, você está bem? - perguntei lhe encarando.

  - Aquele pássaro fez psiu para nós? - perguntou Susana.

CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO ><


Notas Finais


Até o próximo capítulo ><


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