História The Princess of Persia - Capítulo 19


Escrita por:

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Ação, Amor, Aventura, Camila, Camren, Clara, Dastan, Fifith Harmony, Lauren, Love, Mike
Visualizações 68
Palavras 2.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um Cap e chega por hoje! Amanhã tem mais! Divirtam-se. <3 <3 <3

Capítulo 19 - O Oásis


Fanfic / Fanfiction The Princess of Persia - Capítulo 19 - O Oásis

POV NARRADOR

    Heitor enviará sete de seus melhores assassinos no encalço de sua sobrinha assim que o mestre dos hassassins viu em seu transe onde a princesa estava e para onde se dirigia. Os guerreiros galopavam com ferocidade, seus cavalos não pareciam animais normais, aparentavam estar em alguma espécie de hipnose, sem descansar, sem comer ou beber, trotavam pelo deserto a fio. Redemoinhos de areia se formavam envolta de cada um dos assassinos. Suas vestes negras esvoaçavam com o vento, suas enormes lanças e espadas reluziam a luz do sol em meio a areia, seus cavalos pareciam nem sentir o peso das armaduras que usavam.

POV CAMILA

    Assim que despertou, sinto os braços de Lauren a minha volta, a princesa dormia tranquilamente encostada em mim. Me desvencilho devagar de seus braços e ela desperta. Tínhamos que continuar, as ultimas horas foram no mínimo exaustivas, a descoberta do verdadeiro traidor, a luta com a irmã, a ampulheta e toda a humanidade estarem inseguras, tudo isso tinha sido demais para ambas, precisávamos de algumas horas de descanso. Assim que a tempestade passou, a noite caiu no deserto, a temperatura abaixo drasticamente, mas não podíamos nos dar ao luxo de acampar, tínhamos que sair dali o mais rápido possível, a princesa ainda era procurada pelo império.

    Assim que arrumamos as coisas e aprontamos Axel, sinto os braços de Lauren envolverem minha cintura enquanto eu prendia a espada que Lauren havia pego de um soldado persa na sela de Axel.

      - Obrigada. – Ela sussurra em meu ouvido. Eu seguro seus braços sentindo seu calor.

      - Não tem porque agradecer princesa, seja o que for, estou te estar nisso com você. – Me viro para fita-la. Seus olhos verdes me causam uma sensação estranha, mas reconfortante. – Ainda é uma persa bruta e sem modos, mas sua coragem é tão grande quando sua honra princesa. – Digo vendo-a corar e sorris.

      - Vamos acabar com esse pesadelo Camila, eu prometo. – Ela diz se aproximando, colando nossas testas. – Meu pai tinha razão...

      - Sobre? – Pergunto curiosa.

      - Você dará uma ótima rainha um dia. – Ela fala e dessa vez sou eu que coro.

    Sinto os lábios dela nos meus e seus braços me apertarem mais contra o corpo dela. O beijo era calmo, delicado, mesmo sob o aperto alucinante daquela mulher, estávamos apenas explorando uma a outra. Todo sentimento que estava nascendo entre nós em meio a toda confusão, todo carinho que tinha surgido entre nós, todo desejo... estavam refletidos naquele beijo, nós sabíamos que estávamos nos perdendo uma para outra, só não havíamos admitidos ainda. Com tudo que acontecia era difícil ter tempo para pensar nessas coisas, mas era inevitável ignorar as emoções que sugiram. Toda vez que ela me olhava com seus olhos verdes, cada vez que tinha me olhado com desejo me fazendo sentir fraca, toda vez que me beijava com paixão... Talvez nossa história não termine como planejamos, mas teríamos momentos juntas para recordar.

    Terminamos o beijo com alguns selinhos e ficamos em silêncio nos encarrando. O frio aumentava com a medida que o tempo passava e Lauren percebeu meu incomodo.

      - Vamos, não devemos ficar aqui muito mais tempo. – Ela diz indo até Axel.

      - Lauren... – Começo ficando triste ao lembrar da situação que vivíamos. – As areias contidas na ampulheta são incrivelmente poderosas. – Falo fitando o horizonte. Ergo meu colar com o pingente que continha um pouco das areias sagradas que alimentavam a adaga.

      - Se abrir a adaga enquanto ela estiver atravessada na ampulheta o vidro romperá o lacre, isso destruiria a ampulheta fazendo com que ela partisse e se despedaçasse. As areias do tempo não ficariam mais guardadas, e elas carregariam a fúria dos deuses com elas uma vez mais, destruindo tudo que estivesse em seu caminho. E toda a humanidade pagaria pela traição de Heitor. Isso é tudo que restaria de nós. – Falo vendo a princesa me olhar atentamente encostada no cavalo.

      - Camila....

      - O templo secreto do guardião nós arredores de Alamut é um santuário. O único lugar que a adaga pode ser escondida em segurança. O único jeito de impedir esse armagedon. – Falo indo até ela. – Me de a adaga, assim posso leva-la até lá. – Digo vendo Lauren negar com a cabeça.

      - Isso eu não posso fazer. – Ela diz subindo no cavalo. – Eu vou com você. – Ela diz e meu sorriso é inevitável.

      - É cheia de surpresas princesa. – Digo vendo-a sorrir e estender a mão para mim.

      - Vai ficar aí falando ou vai montar no cavalo? – Delicada como uma verdadeira persa.

POV LAUREN

    Subo no animal e galopamos pela noite a dentro. Com os primeiros raios de sol aparecendo no horizonte nós chegamos num oásis. Os deuses haviam nos abençoado, finalmente. Sentia o corpo de Camila se apoiar em minhas costas, a princesa estava exausta e eu não estava diferente, tinha sido uma longa jornada e precisávamos descansar mais e comer algo rápido. Por sorte o lago do oásis estava habitado por pequenos peixinhos que não eram lá grandes coisas, mas serviam. A água cristalina e fresca foi revigorante para o corpo e para o espirito. A sombra que as palmeiras proporcionam eram um ótimo refugio contra o sol forte que nascia.

      - Que viagem abençoada. – Camila disse entrando no lago. – Vamos tentar passar pelas montanhas ao anoitecer. – Ela diz como uma verdadeira nobre. Meu olhar estava preso no caminho que fizemos, algo no deserto chamava minha atenção.

      - Você adora falar o que eu devo fazer. – Digo fitando suas curvas refletidas na água.

      - Só porque você é ótima seguindo ordens.

      - É, mas não abusa da sorte não. – Falo e Camila me chama com as mãos para entrar no lago com ela.

    A mulher era uma tentação ambulante. Suas curvas ganhavam um destaque a mais com a água em volta de seu corpo.

    Vou até ela me livrando de toda minha roupa antes de entrar. Sinto o olhar da princesa queimar meu corpo. Camila estava com suas roupas de baixo, mas os tecidos finos não escondiam nada. Entro no lago indo até ela que não desviava o olhar de mim sua boca levemente aberta e seus olhos escuros como a noite...

      - Não vai babar alteza. – Digo fechando sua boca. Camila cora.

      - Convencida. – Ela diz mergulhando rápido e subindo novamente.

    Me aproximo mais ainda dela indo até seu ouvido;

      - A última vez que nós encontramos em meio a água as coisas ficaram um pouco.... agitadas. – Sussurro em seu ouvindo vendo os pelos de sua nuca se arrepiarem.

    Sinto as mãos da princesa irem de encontra a minha cintura.

      - Você não pode fazer isso comigo. – Ela diz apoiando a cabeça em meu ombro.

      - Isso o que princesa? – Pergunto com um sorriso malicioso no rosto.

      - Isso! – Ela diz ao sentir meus lábios se chocarem contra a pele de seu pescoço.

    Éramos só eu e ela. O mundo, os problemas, tudo... podiam esperar alguns minutos. Eu só queria ela agora. Junto nossos corpos com um puxão e ouço Camila arfar surpresa com o contato. Meus lábios exploram seu pescoço, sugando seu ponto de pressão. A princesa enterra as unhas em minhas costas queimando de prazer. Deslizo minhas mãos até sua bunda apertando-a contra mim aumentando nosso contato.

      - Laur... – Ela geme contra minha pele me fazendo arrepiar. Era incrível com ela conseguia me levar até o abismo em tão pouco tempo.

    Massageio sua bunda me deliciando com seus gemidos. As mãos ágeis da princesa param em meus seios apertando-os, massageando-os. Ela não perdeu tempo, e logo senti sua boca quente envolver um de meus seios me fazendo perder o chão.

      - Camila... Ah. – Gemo seu nome sentindo a princesa sugar com mais intensidade.

    Puxo seu rosto para mim querendo sentir seus lábios no meus. Peço permissão com a língua e Camila logo concede. Ficamos naquela briga gostosa por domínio quando...

      - ORA, ORA, ORA! – Uma voz estranhamente familiar se faz presente.

    Camila se solta do meu corpo e eu corro até a margem, jogo um pano por cima do corpo e antes que eu pudesse chegar até a espada sinto algo passar raspando em minha mão. Vejo mais à frente uma faca cravada no tronco da palmeira. Camila corria ao meu encontro. Ouvimos um barulho que não soubemos reconhecer e vimos um animal encapuzado sair em meio a mata do oásis. Era um avestruz. Não é possível. Assim que nos viramos, vimos que estamos cercados por alguns cavalos que pareciam ter brotado do chão. Era culpa minha, eu não devia ter me distraído assim, agora podíamos acabar mortas. Camila me entregou minhas roupas e eu logo tratei de vesti-las o mais rápido possível, a princesa fez o mesmo.

    Agora vestidas, um homem alto e forte se aproximou de nós a pé.

      - São elas! – Ele disse se virando para os homens montados. Era fácil de reconhece-lo, ele quase havia me matado antes. Seso, o atirador de facas.

      - Persa! – Amar diz surgindo na outra margem do lago. Seus homens desmontam vindo até nós. – Você foi embora tão às pressas que não deu tempo de se despedir. – O Sheik diz enquanto um de seus homens me leva até ele com uma espada contra meu pescoço. Camila vinha logo atrás, segurada por dois homens sujos.

      - Nós rastreamos você noite e dia. Aquela confusão que você e seus amiguinhos provocaram durou dois dias! – Amar esbravejo me encarrando.

      - A minha adorada pista de corrida... – O homem diz se virando para o animal encapuzado. – Desapareceu como pegadas na areia. – Ele fala se virando para mim novamente. – Está vendo a Anita. – Ele fala apontando para o avestruz. – Olha pra ela! Ela foi a única que sobrou do meu império de apostas. O importante não é saber promover bem, NÃO DÁ PRA ORGANIZAR UMA CORRIDA DE AVESTRUZ COM APENS UM AVESTRUZ! – Ele esbraveja me acertando um soco na barriga.

      - PARA! DEIXA ELA EM PAZ! – Camila grita e os homens a seguram com mais força.

      - Só eu sei. Vem comigo. – Amar se direciona para perto do avestruz acariciando o longo pescoço do bicho. Seus homens me arrastam para perto dele. Aquilo só podia ser um pesadelo.

      - Você sabia que o avestruz costuma se suicidar? – Ele me pergunta retirando o capuz do animal. – Olha a pobre Anita, ela já foi uma grande campeã, agora eu tenho que a vigiar dia e noite para que ela não faça nenhuma besteira. – Amar fala com a voz embargada. Qual o problema daquele povo.

      - Por isso eu concluir que o único jeito de recuperar as minhas perdas seria localizando as duas jovens namoradas...

      - Sheik Amar... – Tento falar, mas sinto a lâmina se apertar contra minha pele.

      - ... Que lançaram essa maldição sobre mim. – O homem continua. – Ah sim! Eu vou precisar do prêmio por sua cabeça, seu irmão ficará muito contente em ver você! – O homem diz e logo se vira ao perceber meu olhar fixo em algo atrás dele.  

    Quatro redemoinhos de areia se aproximavam ao longe.

      - É só o vento levantando areia persa, isso é mais comum do que...

      - Não sheik Amar tem que me ouvir...Ah – Interrompo-o, mas logo sinto o gosto nojento de um pano sujo e molhado ser amarrado contra minha boca.

      - Prefiro não ouvir.

    Como se fosse possível as coisas ficarem pior... O imbaca retira a adaga da minha cintura tomando-a para si.

      - Gostei da faca. – Ele diz admirando o objeto. Aquilo só podia ser brincadeira.

      - Nobre Sheik! Estamos numa viagem secreta para o templo.... Ah – Camila, numa tentativa desesperada de explicar o que se passava, começa a falar, mas logo é igualmente amordaçada.

      - O templo! O templo! Não existe nada mais sagrado do que o ouro persa. – O sheik diz saindo dali.

    Seus homens se apressam em montar um simples acampamento para passarem a noite, já que a ideia do sheik era nos entregar para Chris em Nasaf e para isso cavalgaria por todo deserto, mas eu sabia que talvez a noite não durasse muito. Camila e eu nos mantivemos acordadas, sabíamos que a situação ficaria muito pior. Malditos comerciantes ilegais e hassassins na mesma noite.  


Notas Finais


Até o próximo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...