História The Prison - Zayn Malik - Capítulo 1


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Amizade, Amor, Crime, Harry, Harrystyles, Liam, Liampayne, Louis, Louistommlinson, Malik, Niall, Niallhoran, One Direction, Prisão, Zayn, Zaynmalik
Visualizações 9
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Um


*POV Joana*

Encontro-me numa situação difícil. Azul ou preto? Enquanto penso continuo a minha investida a bater com o pé no chão repetidamente. Raquel, a minha irmã, anda de um lado para o outro à procura de algo que nem eu mesma sei o quê.

Passado dez minutos, dois sermões da minha irmã e uma mini luta de almofadas opto pelo simples e prático vestido preto. Justo às minhas curvas e com mangas até ao cotovelo. Solto os meus cabelos ondulados, castanhos claros, pelas minhas costas. Uma leve camada de rímel e um batom "invisível".

Nos meus pés, senhoras e senhores, animais e extra terrestres, apresento-vos, os sapatos mais dolorosos à face da terra! Um aplauso por favor.

- Pronta? - Raquel saí da casa de banho, visivelmente super maquiada, com um vestido. Vestido ou camisola de bebé? Bem, não interessa as suas longas pernas e sim. Podemos dizer isto é um mulheraço dos grandes. Não posso dizer o mesmo, vendo-me ao espelho pareço relativamente mais pequena. Mas não sou. Apenas algo mais reservado.

- Sim. - sorrio.

Ela desce as escadas até à entrada muito elegante e eu rio-me das suas figuras.

O caminho até à discoteca é longo. E vou ser sincera. Não queria vir, mas a Raquel insistiu e o João também vem. Mesmo assim, algo não parece estar bem aqui. Um sentimento estranho está a apoderar-se de mim. Não será nada, é apenas fitas da minha cabeça.

- Boa noite donzelas! - Rafael abre a porta do carro um pouco antiquado.

- Olá Rafa. - abraço o rapaz tatuado. E a minha irmã agarra-o e beija-o de uma forma nojenta. Ewww.

- Boas! - ouço uma voz e viro-me. João.

- Jonny my love! - agarro este rapaz de olhos verdes hipnotizantes.

- Como está a minha Ju? - ele ri.

- Bem. E o meu Jó? - rimos os dois.

- Melhor agora. - sinto as minhas faces a mudarem de cor mais rápido que a luz. O vermelho transborda pelas minhas bochechas.

- Adoro, literalmente, quando coras. - ele ri.

- Pára! - resmungo.

- Bora curtir o som malta? - o Rafa surge do nada e empurra-nos para dentro.

*POV Zayn*

- Xau mãe! - grito e bato com a porta de entrada e esta range com a ferrugem das fechaduras.

- Xau meus amores! - ela grita do interior da pequena casa.

Caminhamos lado a lado. Sem uma única palavra. O Liam fala pouco e na última semana eu tenho rendido mais que ele. Acho que é mais por isso que ele está assim comigo.

- Quantos achas que vendes hoje? - a sua voz grossa ecoa pela rua deserta.

- Uns dois acho... - encolho os ombros.

- 'tá bem. - ele desvia o olhar visivelmente chateado.

Assim que vejo dois carros perfeitos decido que esta é a minha noite. Vou conseguir algum dinheiro possível para esta semana. Sem contar com os medicamentos, gás e eletricidade.

E pronto. Dois carros na mão. Um irmão desaparecido em busca de rendimento e eu a espera de compradores. Uma noite difícil pelos vistos.

- Boa noite. - alguém sopra atrás de mim.

- Boa noite. - sorrio ao ver, dois homens interessados no BMW que aqui tenho um pouco antigo mas de boa qualidade.

- Novo em folha? - um deles pergunta.

- Sim chefe. - aceno e sorrio de lado.

- Quanto? - o outro barbudo pergunta.

- Quanto dá? - questiono.

- 6 anos de cadeia. - o mesmo conclui e sinto o metal frio a rodear os pulsos.

- O quê...? - sussurro como um desespero inaudível levado pelo vento.

*POV Joana*

- Mais uma? - o João pergunta por cima do barulho ensurdecedor da música.

- Nahhh... - sorrio.

- Vá lá, só bebeste um shot desde que aqui estás.

- Ahh ok, só mais um! - rendo-me e recebo um pequeno copo com um líquido verde dentro.

Começo a sentir o líquido quente a queimar a garganta, a visão de antes nítida, torna-se turva. Não tenho a certeza do que se passa mas uma vontade incontrolável de dançar.

- Jonny, dá-me a honra desta dança? - não sei o que se passa mas tenho um sorriso super esquisito na cara.

- Claro. - ele faz uma vénia e ri-se.

Danço, balanço, bagunço os cabelos e se alguém me vir assim vai dizer que pareço um pinguim com uma perna partida a dançar. Que se foda! Olha a língua! O meu subconsciente, meio sóbrio resmunga.

- Tens uns olhos lindos. - digo passando a mão pelo rosto do ser humano meio desnorteado diante de mim.

- Tu és toda linda. - ela aproxima-se e sinto a sua respiração quente.

Os seus dedos infiltram-se por entre os meus fios de cabelo. Os seus lábios rosados tocam na minha testa e fecho os olhos instintivamente.

A outra mão enlaça a minha cintura e junta as minhas ancas com as suas. Sem reflectir muito bem tenho uma textura suave contra os meus lábios e um sabor a álcool atravessa a minha boca. A minha mão corre o seu pescoço e isto está a aquecer demais. Afasto-me ofegante e olho para o relógio do meu pulso. 03:48 da manhã.

- Wooow, isto foi... - ele passa as costas da mão pela testa e ri-se. Eu sem saber muito bem o que fazer rio-me ainda mais.

Quando dou por mim estou dentro de uma mini casa de banho com mais dois copos de vodka dentro do meu estômago. Uma chama arde no meu esófago. E uma vontade louca de beijar a boca do João atinge-me. Mas que raio estou eu a fazer!?

- Humm... - ele geme quando as nossas línguas tocam e as minhas mãos sobem e descem pelos seus abdominais. A sua mão agarra a bainha do meu vestido e acordo.

- Pa-pa-pára! - grito. E ele olha-me confuso.

O que é que eu estou a fazer? Esta não sou eu! Esta não é a rapariga que ainda hoje de manhã estava a cantar panda e os caricas ao pequeno almoço.

Saio a correr da casa de banho e procuro pela minha irmã. O que é basicamente que olhar-me ao espelho.

- Raquel? - grito e uma rapariga com cabelo azul olha para mim e sorrio inocente.

- Ju! - ela aparece do nada com dois copos e um cigarro na mão.

- Vamos embora! - peço.

- Ohhh agora? - ela geme em frustração. Apenas aceno e ela larga tudo e sigo-a até ao estacionamento.

Algo está mal. O céu. A lua. Algo está errado. Será da minha cabeça? Será do álcool?

Não faço a mínima ideia, mas a ultima coisa que vejo é o pé da Raquel no acelerador e vulto preto a cair em cima do vidro e a estilhaçar o mesmo. Um grito estrangulado sai da nossa boca e espero que tenha sido um sonho.

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1° capítulo desta nova fic! É uma fic com uma historia mais brusca e diferente.

Votem e comentem please!

#NossosPrisoners 



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