História The Promised (A Prometida) - Capítulo 21


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Categorias Trilogia da Magia, Vampiro Apaixonado
Personagens Jessica Packwood (Antanasia Dragomir)
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Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde suas lindas😉.

Perdoe-me os erros e vamos a mais um capítulo.

Capítulo 21 - Atordoamento





O sorriso diabólico estava estampado na face da dissimulada ao regressar para os aposentos, já dentro Lorena estranhou não encontrar Klaus, então foi até o banheiro e lavou seu pulso, visualizando a marca que começava a arroxear, mostrando perfeitamente os dentes afiados de Lionela marcado em seus pulsos.

Infeliz.

Lorena lavou o machucado e o secou cuidadosamente, ao sair do banheiro foi até suas pulseiras e procurou a mais larga que tinha e a colocou, escondendo literalmente as dentadas visíveis e feias no pulso.

Inclinou a face e olhou seus reflexos através do espelho do banheiro, nervosa e com a fúria sucumbindo o seu ser desejou profundamente a morte da irmã.

Não sabe oque te aguarda Lionela.

Largou um sorriso sádico.

***

Os passos eram potentes e firmes aos ouvidos de Lionela na masmorra, ele se aproximava a cada passada larga e presente.

— Quem esta aí ? _Gritou assustada.

Sem respostas, continuou a escutar alguém chegar a sua cela.

Seu corpo tremia com a sensação, os calafrios subia dos seus pés a cabeça, seus olhos abalado e tenebroso quase se esbugalharam ao vislumbrar alguém todo de preto e com um capuz escondendo sua face.

Lionela medonha retraiu dois passos para trás e chocou suas costas na parede úmida do recinto, se encolhendo e com medo.

Pelo modo como a pessoa por trás das vestes caminhava ao se aproximar da cela, e a altura do indivíduo, fez com que Lionela desconfiasse que fosse um homem.

— Quem é você? _Perguntou desesperada, mais sua voz no entanto saiu tão acuada quanto o seu corpo estava.

Novamente sem respostas.

As lagrimas já presente começavam a banhar sua face ao ver o homem abrir a cela destravando-a, então decidido, sim, o homem tinha um proposito e Lionela sentia que o seu fim entrava na decisão do homem estranho e encapuzado.

— Não me ...faça.. Mau por favor. _Supricou quando o homem divagou lentamente até ela. — Por tudo.. que é mais sagrado. _Sua voz saiu amedrontada e falha, mais nem sua clemência fez o homem se afastar, pois isso só o fez tornar a aumentar seus passos a seu encontro.

— Shiuuu... _O homem emitiu um pequeno som rouco e levou os dedos aos lábios de Lionela a impedindo de proferir qualquer palavra.

Sem que ela percebesse ele retirou um pano do bolso e de repente levou ao nariz de Lionela, ela se debateu inúmeras vezes, mais o inevitável aconteceu e ela apagou.

— Agora eu cuidarei de você. _Indagou o homem ao esboçar um ligeiro sorriso momentâneo a pegando nos braços agilmente.

****

Klaus no escritório passava ordens sigilosas aos cavalheiros de sua confiança, quando seu pai entrou abruptamente na sala eufórico e resmungando algo.

— Podem se retirar agora. _Pediu Klaus indicando a porta para que todos saíssem.

A sós com o seu pai, meneou a cabeça e observou o seu pai intrigado, mesmo já sabendo o motivo da sua fúria.

— Você não fez isso. _Saudou o rei Rico desapontado e vagarosamente andou até a mesa, fechou os punhos e deu um soco com força na mesma, atraindo o olhar de Klaus para si. — Como pode cancelar a construção dos estábulos. _Esbravejou alto.

— A onde o senhor estava com a cabeça quando pensou na ideia de dizimar, de destruir a vila. _Klaus o olhou incrédulo e devolveu o mesmo golpe contra a mesa. — O senhor não pensa na moradia das pessoas, onde o senhor acha que elas irão morar? _Aguardou impaciente por respostas e sorriu contra a vontade ao ver seu pai se calar. — O senhor não se importa com eles não é mesmo? desde que suas vontades sejam concretizadas a vida dos pobres e inocentes é descartada como um papel. _Ao balbuciar sua indignação rudemente, negou corrompido.

— Achei que não queria se meter nos assuntos do castelo.

— Não iria me opôr caso não houvesse injustiça. _Confidenciou friamente.

— E oque você está fazendo com sua esposa, isso não é injustiça, você tomou o lugar de Enrico para se vingar da moça, quando nós dois sabemos que ela não é culpada....

Klaus o cortou raivoso.

— Ela e o Amante o matou. _Confessou .

O Rei Rico subitamente franziu o cenho.

— O que está dizendo. _O encarou desentendido.

— Lionela e um sargento o atirou no lago quando ele descobriu que os dois tinha um caso, foram intragável e mesquinhos, Jogaram o meu irmão...o seu filho no Lago sem vida como um animal doente. _Revelou amargurado, deixando explícito aos olhos do pai todo o seu ranço.

— Tem provas do que diz ?

— Tenho, camponeses viram quando arrastaram um saco preto até o grande lago e o atiraram nas correntezas. _Klaus tornou a encarar o pai. — O senhor mais do que ninguém sabe o qual justo sou, jamais me casaria sem ama-la se não tivesse motivos para isso.

— Como pode ter tanta certeza de que foi ela? _Perguntou o Rei desentendido. — Ela tem.....

Klaus o interrompeu sabendo o assunto o qual seu pai entraria.

— Não me tache de bobo. _O deu as costas após gesticular com as mãos, e exasperado esfregou as mãos no rosto. — Com licença. _Dito isso Klaus saiu apressadamente para fora do escritório, firmava os pés no chão quando estreitou os olhos e olhou para o lado das escadas.

Decidido seguiu para o quarto da serva, bateu na porta e adentrou, encostou a mesma, e vagou até a senhora dormindo.

Lala ao ver a claridade por conta do abajur, sentou-se no colchão, encostada contra a grade da cama, seus olhos vermelhos denunciava o quanto ela havia chorado.

— Tudo bem ? _Perguntou Klaus cauteloso e sentou-se na borda da cama ao lado da senhora. Lala apesar do desespero profundo, apenas assentiu. — Convoquei novos cavaleiros para vasculhar a mata, iremos encontra-la. _Falou Klaus convicto, tentando transmitir de algum modo paz para aquele coração agoniado de dor. — Irei deixa-la descansar. _Levantou-se e distanciou da serva.

— Os olhos senhor. _Comentou Lala. Klaus ficou imóvel por um instante e então virou-se contudo para ela. — Os olhos delas são diferente. _ Ao dizer isso a serva deitou-se e se cobriu o dando as costas.

Klaus estranhou, pensou por demorados segundos que tipo de incógnita era aquelas palavras, o que ele tinha que fazer para desvenda-las, suspirou ao dar uma passada para a frente, mais logo retraiu para trás, e saiu rapidamente do quarto da serva.

Depressa subiu as escadas e empurrou a porta dos seus aposentos, a trancando logo em seguida.

— Estava lhe esperando meu marido. _Balbuciou Lorenta deitada sobre a cama, mexendo no decote da camisola cetim branca.

Klaus ao fechar a porta, a fitou rigorosamente, a indignação que seus olhos vislumbrava era notável.

— O que está fazendo ? _Questionou ultramente retórico.

Lorena sorriu enquanto ficava sobre os joelhos em cima da cama.

— Não consegui nem explanar algo. _Puxou o pequeno laço do decote da camisola.

Klaus fechou os olhos buscando a paciência que o emanava segundos atrás, Embora não conseguisse. Em passos precisos chegou até lorena, grudou em sua cintura com apenas uma mão desesperado e rapidamente a trouxe para si, chocando seu corpo contra o dela, em um movimento ágil a jogou sem usar em momento algum força e se alinhou ao seu corpo.

— O que deseja ? _Perguntou quase inaudível.

— Quero dormir com você. _Saudou Lorena atrevida, oque fez Klaus tornar a ficar sério, se perguntando oque havia de errado com sua esposa.

Automaticamente Klaus a fitou intensamente, intrigado com oque visualizava, afastou os cabelos da esposa, Os olhos safira que o encantava e o cativava,a princípio estava ofuscado,sem brilho e escurecido, era uma poça enorme de escuridão.

Os olhos delas são diferentes.

Duvidoso Klaus pensava em variadas monstruosidades, entretanto entreabriu os olhos e perdurou um rosto torto.

— E como quer ? Quer que eu a tome como da última vez. _Klaus se viu perguntando algo que nunca existiu.

Lorena alargou um sorriso e soltou um suspiros pesaroso, adentrando com os dedos nos cabelos de Klaus.

— Sim...Quero ser sua como da ultima vez. _Repetiu Lorena absorta.

E aquelas palavra estimulou a duvida em Klaus. Ele reergueu os olhos e percorreu com uma mão, dos dedos de Lorena até seus ombros e o apertou com aspereza.

— Então você é a desgraçada que matou o meu irmão? _A Balançou contra o colchão e sorriu sadicamente ao ver a moça se encolher com um semblante apavorado. — Sou um delegado, sempre estive um passo a frente de tudo.




CONTINUA.....

Votem, comentem. 





Notas Finais


Até amanhã 😍


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