História The Proposal - Capítulo 24


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Capítulo 22


Camila Cabello | Point Of View






Lauren com certeza me deixaria louca. Aquela mistura de inocência, ansiedade e ousadia estava literalmente destruindo toda a minha capacidade de raciocínio quando estávamos juntas. Como por exemplo, a minha culpa. Era incrível como ela desaparecia quando minha aluna me olhava daquele jeito, com os lábios entreabertos, a respiração entrecortada, os olhos brilhantes, tão claros que pareciam prata. Ela me enlouquecia. 





Só que eu não podia enlouquecer. 




Eu era treze anos mais velha do que a garota. Não que isso fosse tão importante, até porque Lauren era maior de idade, mesmo assim, algumas vezes ela conseguia ser mais inocente do que uma menina de quinze anos, e tão infantil quanto, o que me deixava arrasada de culpa. Somado a tudo isso existia o fato de ela ser minha aluna. 




Eu sabia que em pleno século XXI este cuidado era desnecessário. Desde que em minha mente e em minha noção de moral, envolvimento com alunas era algo inadmissível. Mesmo que esta aluna fosse alguém tão tentadora quanto Lauren Morgado. 



Apesar de saber que eu poderia pular fora, e estranhamente confiando nela para tomar esta decisão sem medo, eu não conseguia conceber a ideia de deixá-la procurar um novo parceiro. Não sei explicar. Lauren era tão doce, tão linda em sua simplicidade, tão inocente, que eu não conseguia aceitar que qualquer outra pessoa se aproveitasse dela. 




Ela não poderia me substituir assim tão facilmente. O que garotos da idade dela poderiam lhe oferecer? Não. Definitivamente eu não poderia permitir que encontrasse outra pessoa. 



Não que eu estivesse me aproveitando. Não mesmo! E talvez por este motivo, eu achasse justo continuarmos, já que minha intenção era realmente ajudá-la, além disso a culpa por ela estar com aquelas ideias todas era inteiramente minha. 




Então era isso. Já havíamos iniciado aquele processo e não dava para voltar atrás. Para falar a verdade, eu não queria voltar atrás. E também não queria avançar muito. 




Só que eu estava gostando, além do que poderia gostar, de tudo o que estávamos fazendo. Na verdade, estava amando. Muito! Porra, eu estava adorando! Ela me excitava demais. Provavelmente por ser algo proibido. Não dizem que o fruto proibido é o mais gostoso? Não era eu que na adolescência ia atrás das garotas que todo mundo alardeava que não conseguiria? 




Só não poderíamos passar daquilo. Seriam alguns beijos, amassos, orientações e textos magníficos. Provavelmente renderiam algumas punhetas também, já que eu não era de ferro e... Lauren conseguia realmente me enlouquecer. 



E o que foi aquela conversa sobre masturbação? Quase surtei quando ela me contou que tinha feito como eu tinha sugerido, e que mais... tinha introduzido um dedo. Puta que pariu! Um dedo mesmo sendo virgem, intocada e inocente. 




Era melhor mudar o rumo dos meus pensamentos ou então eu logo perderia o controle. Principalmente após aquele beijo, nossos corpos colados no balcão da cozinha. Porra, eu me senti de volta à adolescência, quando os amassos eram tudo o que eu conseguia de uma garota. 




Poderia ser diferente, bastava que eu quisesse. Eu não podia querer. Mas queria. Porra! 




Deixei Lauren no quarto e me enflei no escritório. Precisava colocar minha cabeça no lugar e eliminar dela qualquer possibilidade de aceitar ser a primeira transa da minha aluna. Isso teria que permanecer fora de cogitação. 




Liguei o computador, acendi apenas o abajur sobre a minha mesa e abri o arquivo. Era melhor finalizar aquela revisão 0 quanto antes, já que Lauren provavelmente escreveria freneticamente após o pequeno incentivo que havia lhe dado na cozinha. 




Ela ficou tão corada e arfante. Seus olhos brilhavam e suplicavam por mais e eu tinha a certeza de que a sua calcinha estava deliciosamente molhada, sem contar que o seu sexo, com certeza, estava quente e pulsante. Eu me perderia nela se pudesse. 



Mas não pode, Camila! Afundei os dedos no cabelo e levantei os olhos para o teto. Expulsei esses pensamentos eróticos com a menina ou isso não vai dar certo. 



Porém minha mente não colaborava comigo. É óbvio que não. O que Lauren estaria fazendo em minha cama naquele momento? O tesão que a fiz sentir foi o suficiente para impulsionála a escrever? Ela precisava de mais um pouco ou eu fui além do que deveria e, para não perder a oportunidade, ela estava praticando o dever de casa? 




Puta que pariu! 




Nunca havia visto algo mais prazeroso do que Lauren se tocando. Ela era tão pura e ousada! Havia uma entrega apaixonante, que me prendeu não me deixando partir até que ela estivesse em êxtase. Por mim. 




Caralho, eu dei esse orgasmo a menina! 




Balancei a cabeça para clarear os pensamentos, mas meu pau estava tão duro que não consegui me sentir confortável. Quanto mais eu lia o seu texto, mais minha mente se enchia de imagens dela, nua no espelho, ou se tocando, ou corada e arfante enquanto era tocada por mim. 




— Seria sensato não se envolver tanto, Camila. – Me repreendi novamente, ciente de que estava dando um passo além do que a minha perna permitia. Então forcei minha mente a se concentrar no trabalho. 




Um pouco mais de uma hora depois, ouvi seus passos leves pela escada. O que ela estava aprontando? Logo em seguida uma batida na porta e então Lauren estava lá. Tão pequena, contudo conseguia preencher cada espaço do meu escritório. 




— Camila? – Ela entrou alcançando a luz do abajur. 




Puta que pariu! O que era aquilo que minha aluna usava? A seda transparente do robe em contato com a luz parca do ambiente, permitia a visualização de sua lingerie minúscula. Caralho! O que ela pretendia? 




 — Oi. – Tive dificuldade para falar. Minhas mãos transpiravam abundantemente. 



— Achei isso em uma gaveta cheia de coisas engraçadas. 



— Gaveta engraçada? – Ela andou até chegar bem perto da mesa e abriu a mão para me mostrar várias canetas. Oh, Merda! Ela achou os brinquedinhos. 



— Parece uma caneta. É uma caneta? 




Avaliei a nossa situação. Seria muito errado mostrar a ela como usar aquele acessório? 




— Venha cá. – Ela caminhou em minha direção parando entre a cadeira e a mesa. 




Afastei o material que estava analisando, acomodei Lauren sobre a mesa, peguei uma das canetas e levantei a mão dela. Escrevi "oi" em sua pele. Ela me olhou como se não entendesse o significado daquilo. 




Achei a sua ingenuidade linda. Sorri, e depois limpei o que escrevi em sua mão, com a boca e a língua. Minha aluna arfou. Eu já devia esperar por aquilo. Lauren possuía um fogo inacreditável. 



Virei seu braço e escrevi no antebraço, na parte interna, "linda". Ela sorriu timidamente. Mais uma vez passei a língua recolhendo o conteúdo com gosto de menta. Lauren gemeu baixinho e eu senti meu pau endurecer ainda mais. 



Escolhi outra caneta, morango. Deitei Lauren sobre a mesa, abri o seu robe, a pequena peça desenhando o seu corpo de uma maneira excitante, com transparência nos lugares mais instigantes, ativando diretamente a minha imaginação. Acariciando a pele do seu abdômen, escrevi "ninfeta gostosa". 



Desta vez ela não conseguiu ler o que havia escrito. Seus olhos estavam fechados e o rosto ligeiramente inclinado para trás. 




Lentamente corri a língua pela região sentindo o gosto de morango misturado à sua pele. Era muito saborosa. Lauren passou os dedos pelos meus cabelos quando meus lábios tocaram um pouco acima da sua calcinha, e arqueou o corpo, colocando uma das pernas sobre a mesa. Instíntivamente corri minhas mãos para os seus quadris permitindo que meus dedos acariciassem sua bunda. 



Puta merda! Eu queria continuar com aquilo. Meu pau latejava implorando. Fechei os olhos e respirei profundamente procurando forças para me afastar. No entanto, seu cheiro, junto com o doce das canetas e misturado a sua excitação que já sobressaía na fina calcinha, impregnaram minha mente. 




— Acho que devemos parar por aqui. – Me forcei a recuar, estava além do que eu poderia suportar. 



— O quê? – Ela levantou o corpo um pouco, me encarando. Seus olhos não acreditavam naquela possibilidade e seu corpo deixava claro que não concordaria. Entretanto eu precisava recuar agora ou não teria mais volta. 



— Me dê um tempo, Lauren! – Falei meio ríspida demais. 




Era excruciante suportar tanto desejo, sentindo meu pau tão rígido, suplicando por alívio e ainda conseguir ser atenciosa com a minha aluna, quando a minha única vontade era arrancar aquelas peças frágeis e possuir o seu corpo seguidamente, até que estivesse totalmente satisfeita e saciada. 



Soltei o ar arrependida de ter deixado a frustração extravasar. Não era para ser assim com Lauren. Para minha surpresa, ela pegou uma das canetas, acho que sabor pêssego e começou a desenhar setas no corpo. 



Desenhou na região dos seios, no abdômen, as setas descendo até o limite da sua calcinha, determinando os locais onde queria ser tocada pelos meus lábios. Na parte interna de suas coxas elas subiam indicando o seu sexo. 





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