História The Proposal - Capítulo 29


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 1.725
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Good morning babes ❤



Vamos lá sofrer um pouquinho...



4/...

Capítulo 29 - Capítulo 26


Camila Cabello | Point Of View






Acordei meio confusa. Tinha adormecido em minha cama com Lauren em meus braços logo após ter alcançado o orgasmo tão almejado. Porra, Lauren simplesmente conseguiu! Ela tanto fez que quebrou as barreiras. Argumentou e acabou me convencendo a dar mais aquele passo. E eu cedi, me tornando a maior filha da puta existente sobre a terra. 




Não posso negar que adorei cada minuto. Sua pela quente, sua mão macia, seus olhos atentos e ansiosos pedindo por mais, sempre mais. A forma como ela umedecia os lábios enquanto me observava, como se quisesse... Droga! E eu queria também. 




Era preciso pelo menos tentar arrumar a bagunça que tinha se instalado em minha vida. O que eu estava permitindo que acontecesse era arriscado demais. Mas como fugir? Não dava para fugir quando eu me via cada vez mais presa a suas súplicas. 




É, Camila Cabello, você está fodida! Uma garotinha. Uma menininha inexperiente, simplesmente entra sem bater e bagunça a sua vida toda. E você está aí agora, deitada na cama macia, ainda envolvida pelas lembranças e em estado de graça pelo prazer sentido. 




Shakespeare tinha razão. Ele sempre tinha. 




Lauren não era linda apenas por causa do seu porte físico. Nem pelos seus olhos perfeitos de um verde sem igual. Muito menos pelo seu corpo entregue à luxúria que ela se permitia quando estava comigo. Ela era linda de uma maneira única. Linda em sua inocência, em seu rosto corado, em sua forma peculiar de dizer o que queria, na sua persistência para lutar bravamente até alcançar seu objetivo. Ela insinuava, persuadia e conseguia. 




Uma diaba! 




Ainda era madrugada, eu estava com sono, o corpo dolorido pelo ritmo do dia, mas não pude deixar de notar o espaço vazio ao meu lado. Em que momento eu me desgrudei dela? Quando meu corpo deixou de se maravilhar com o dela tão próximo, com a serenidade do seu sono próprio das crianças e se entregou ao ponto de deixar de senti-la? Onde estava Lauren? 




Mal comecei a me movimentar na cama e pude avistar a luz fraca do computador do outro lado do quarto. Ela estava escrevendo. Tão absorta em seus pensamentos que nem percebeu que eu havia despertado. Fiquei observando-a enquanto digitava. Ás vezes ajustava os óculos, arrumava o cabelo atrás da orelha. Não sei quanto tempo ficamos assim, eu não conseguia deixar de olhá-la nem por um segundo. 




Seu rosto, iluminado pela pouca luz, tinha um ar de maturidade que até então eu não havia percebido. Quando terminou, levantou com o computador ainda aberto e olhou em minha direção. Nossos olhos se encontraram. Lauren usava apenas calcinha e sutiã, seu corpo era simplesmente perfeito. E o meu, claro, correspondeu. 





— Acordei você? – Sua voz era um murmúrio. 



— Não. 




Minha cabeça era um turbilhão de sensações, dentre elas a culpa, a insegurança e a incerteza... O desejo que doía clamando por sua libertação, a vontade que ultrapassava todos os limites, a admiração por uma pessoa tão intrigante, que me confundia e atordoava. Lauren era apenas uma criança, e embora fosse uma linda mulher, continuava sendo uma menina para mim. Mas o que eu poderia fazer? Nada. 





— Estava escrevendo? 



— Sim. – Consegui revisar mais dois capítulos. Ela não vinha para a cama e aquilo era tudo o que eu desejava naquele momento. 



— Posso ver? 



— Agora? 



— Sim. – Ela ajustou os óculos, piscando como se meu pedido a tivesse surpreendido. 



— É madrugada e você precisa acordar cedo. Não é melhor fazer isso depois? 





Eu ia insistir, até porque àquela altura meu sono tinha ido dar um passeio na praça do outro lado do bairro. Saber como Lauren viveu o que tínhamos feito era muito mais interessante do que dormir, e eu estava louca para saber como ela descreveu me ter em suas mãos, me fazendo gemer e gozar como uma adolescente. Mordi os lábios e acabei concordando. 




Ela não gostava que lessem o que estava escrevendo na sua presença. Sentia-se constrangida sendo avaliada diretamente, sem rodeios. E eu entendia aquele sentimento. Odiava quando a professora lia minhas redações na frente da classe inteira. Era embaraçoso, além de humilhante em muitos casos, como quando eu escrevi "tentarão", ao invés de "tentaram". 




Se bem que serviu para me estimular a estudar mais e ajudou muito quando descobri o que gostaria de fazer da minha vida. 




 — Tudo bem. Perdeu o sono? 



— Fiquei ansiosa para escrever, é sempre assim. Quando a ideia surge em minha cabeça não consigo parar até colocar tudo para fora. – Sorri. Aparentemente todos escritores sentem esta compulsão quando surge uma ideia nova. 




— Venha deitar, você também precisa acordar cedo. – Ela hesitou, mordendo os lábios, mas caminhou em direção à cama. 





Colocou o computador sobre a poltrona, retirou os óculos deixando-o no mesmo lugar, aproximou-se lentamente e passou por cima de mim, para ocupar o espaço ao meu lado. A sua mínima aproximação expulsou de vez todas as minhas dúvidas. Sua coxa roçou minha pele. Meu corpo respondeu instantaneamente. Puta que pariu! Nunca tinha me comportado daquele jeito com nenhuma outra mulher. 




Estranhamente ela se afastou deixando um espaço entre nós duas. Fiquei um pouco perdida. Por que estava me evitando? 




Na escuridão do quarto consegui captar seu olhar. Ela parecia recear algo. Eu queria me aproximar, mas não conseguia. Tive medo de dar um passo grande demais e não ter como voltar. Se é que eu já não tinha dado este passo. 




Porra, Camila, admita! Você já deu a porra do passo! 




Ok! Apesar de estar com muito medo de tudo o que poderia acontecer, não voltaria atrás. Agora era só uma questão de como e quando. 




— Boa noite, Camila! 




Sussurrou. Tive a impressão de que um sorriso um tanto quanto sacana brincava em seus lábios. Ela estava brincando comigo? 




Ah, Lauren, não brinque com fogo! 




Virando de costas para mim, deitou-se de bruços, empinou a bunda e flexionou uma perna, abraçando um travesseiro. Olhei seu corpo banhado pela fraca claridade da noite e me demorei em sua pequena calcinha que permitia uma visão absurdamente deliciosa de seu traseiro. 




Camila! Coloque sua cabeça no lugar. Freie seus instintos, pelo amor de Deus! 




Antes mesmo que a mensagem surtisse o efeito desejado, minha mão se acercou da cintura dela, puxando-a para mim. Nossos corpos ficaram colados, meus lábios alcançaram seu pescoço e eu me vi novamente perdida em seus encantos. Ela sorriu exultante. 





— Você é uma safada, Lauren. 




Mordi seu pescoço deleitada pela sua malícia conseguindo me envolver totalmente em seu joguinho de sedução. Devo me corrigir: Lauren não é uma menina, é uma mulher extremamente sexy e excitante. 




— Estou sentindo, com muita propriedade, onde se encontra a safadeza neste momento, professora Cabello. – Manhosamente, e por que não maliciosamente, roçou a bunda em minha ereção. Oh, droga! Estávamos brincando não com fogo, mas com um incêndio. — Você precisa dormir, professora. 



— E você, aluna, precisa parar de me provocar. Eu não sou de ferro! – Minha mão acariciava sua barriga. — Quer brincar um pouquinho? 




Mordisquei seu ombro sentindo Lauren se encolher e empinar ainda mais a bunda para roçar em meu pau já totalmente envolvido na brincadeira. 




Eu merecia o inferno por fazer aquela proposta, mas, por Deus, era muito difícil resistir a Lauren Jauregui! 




Eu estava até sendo forte demais me recusando a consumar o nosso desejo. Tentar me manter indiferente a seu corpo, a seu charme e sedução, era uma batalha perdida há muito tempo. 




Então era isso. Eu perdi e Lauren ganhou. Não adiantava chorar, buscar justificativas, tentar reverter a situação. Ela era um exército inteiro atirando em minha direção. 




— Estou ficando cansada destas brincadeiras, Camila. – Ri debochadamente. Lauren cansada de sexo ou de brincadeiras sexuais? Impossível! — Sei que existe muito mais do que você está me mostrando. Quero ir além. – Novamente fui estimulada a continuar com seu jogo, pois sua bunda pressionava a minha ereção numa fricção deliciosa. 




— Não faça isso, Lauren. – Movi minhas mãos em suas coxas e passei meu outro braço por baixo puxando-a mais. Limitei seus movimentos roçando minha ereção nela. – Adoro seu corpo. Você é linda! 




— E você uma grande mentirosa. 




Ela se afastou e virou de frente me encarando. Nossos olhos já perfeitamente adaptados à escuridão do quarto, permitindo-nos ver qualquer movimento. E qualquer detalhe também, como seus seios apontando em minha direção, os bicos rijos de desejo, ansiosas para serem tocados. 





— Por que sou mentirosa? 




— Ariana é linda! Aposto que muitas outras mulheres espetaculares já passaram por sua cama. – Suspirei. 





Aquele era um campo minado, principalmente quando precisava passar por ela com uma criatura como a minha aluna, que ao invés de andar cautelosamente desviando-se das bombas, saltitava nelas fazendo questão de explodir tudo. Com Lauren era assim: num segundo ela é louca, ciumenta, birrenta, cheia de vontade, mimada e infantil e no outro é simplesmente madura, decidida, tranquila, envolvente e sexy pra cacete... Era melhor não arriscar. 





 —Vem cá. – Sussurrei com a voz rouca, entregando o meu estado. Como ela não se aproximou, a puxei rindo da sua reação. — Deixe de ser boba. Você é linda e muito gostosa. Eu adoro seu corpo, de verdade. Não Vê como eu fico todas as vezes que se aproxima? 




Ela continuava resistindo. Curiosamente, eu estava gostando daquele joguinho. Puxei sua mão e coloquei sobre minha ereção. Tive certeza de que Lauren corava. 




— Sinta. 



— Camila... 



— Vem cá, Lauren. 





Eu estava louca para tocá-la com mais vigor, mais liberdade. Não poderia negar que após permitir que minha aluna me masturbasse, eu simplesmente me imaginava indo cada vez mais longe e isso me remetia a mulher desesperada que eu estava sendo naquele momento. 




Alcancei seus lábios e beijei com volúpia. Queria repetir a nossa brincadeira de mais cedo, queria fazer com ela o que a minha vontade ditasse, fazer Lauren entender que não devia brincar com uma mulher e definitivamente inverter aquela situação. 




Sem deixar de beijá-la, invadindo sua boca com a minha língua, exigindo que me seguisse, que me atendesse, que me satistizesse, virei nossos corpos me posicionando sobre o dela. Lauren abriu as pernas para me acomodar e com isso nossos sexos ficaram separados apenas pelo tecido das roupas íntimas. Lauren gemeu manhosa, se contorcendo embaixo de mim. 




Ela era incrível! Tão sedutora, ousada e corajosa. 


Notas Finais


Como vocês estão sendo amorzinhos, acho que essa maratona terá uns 9 ou 10 capítulos...


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