História The Proposal - Capítulo 31


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 2.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


6/...

Capítulo 31 - Capítulo 28


Lauren Jauregui | Point Of View






Camila levantou de vez, seguindo em direção ao banheiro. Voltou com uma toalha na mão, sentou ao meu lado na cama e gentilmente limpou todo o seu gozo que já secava grudando em mim. Deixou a toalha de lado e voltou a me beijar. Foi um beijo gostoso, suave e sensual. Calma e cuidadosamente acariciou meu rosto, braços e costas até seus dedos alcançarem o fecho do meu sutiã. 




Senti as alças descendo pelos meus braços, fiquei envergonhada. Lógico que Camila já tinha visto meus seios e ido até mais adiante, mas daí a tirar meu sutiã... Era mesmo constrangedor. Ela me olhou analisando meu corpo, tocou em mim com cuidado e voltou a beijar meu pescoço. 




— Venha, vamos tomar um banho. – Não tive coragem de dizer nada e me deixei conduzir ao chuveiro e deixou a água quente cair em nossa pele. Camila estava atrás de mim, mais precisamente, colada em minhas costas. — Você é linda, Lauren! Nunca vou me cansar de dizer, nem de admirá-la. 



— Você é muito gentil, Camila. 



— Apenas sou sincera. – Suas mãos massagearam meus ombros. 




Eu estava tensa. Tudo bem que tomar banho com a minha professora foi um desejo que me perseguiu no nosso primeiro dia. Eu podia lembrar com precisão de como a imaginei embaixo de um chuveiro e como me deixei levar pelos pensamentos de como seria se eu estivesse ali com ela. No entanto, pensar é uma coisa e fazer era outra completamente diferente. 




Primeiro: Camila já tinha me visto nua, mas eu estava envolvida pela névoa da luxúria, então qualquer coisa que ela fizesse ganharia disparado a minha atenção, deixando a nudez para outro momento. Mas vê-la retirar a minha calcinha depois de me dar um orgasmo fabuloso, e em seguida se abaixar e me presentear com beijos cheios de promessas era algo impossível de ser ignorado. 




Segundo: eu já tinha visto minha professora sem roupas. Não foi bem ver a minha professora sem roupas. Ela tirou o short e a cueca e toda a minha atenção se prendeu naquela parte do seu corpo. E que parte! Mas ali, ele simplesmente se despiu e desfilou aquele corpo delicioso pelo banheiro sem demonstrar nenhuma insegurança. 




Terceiro: meu nome do meio é insegurança. Eu não me sentia a garota da capa de revista para passear nua diante da mulher que eu queria que tirasse a minha virgindade, como se eu tivesse realmente algo interessante para mostrar. Mesmo com ela afirmando o tempo todo o quanto me achava linda, atraente e desejável. 




— Por que está tão nervosa? – Desceu as mãos dos meus ombros até meus braços, sussurrando em meu ouvido e todos os meus pensamentos desceram pelo ralo junto com a água. 



— Não estou nervosa. 



— Ah, não? 




Riu e se afastou ligeiramente. Virei-me para ver o que fazia, ela pegou um frasco sobre a prateleira e jogou um pouco do conteúdo em uma esponja branca que estava no mesmo lugar. 




— Gosta de morango? 



— Gosto. – Respondi rápido demais. No mesmo instante o pensamento me cercou e eu inclinei a cabeça para o lado pensando nos fatos. — Mas não acredito que você use sabonete desta fragrância. – Ela riu. 



— Não, eu não. Mantenho aqui para eventuais visitas. 



— Em seu quarto? – Quase gritei. Puta merda! Como Camila conseguia estragar tudo com apenas algumas palavras? 



— Você não é a primeira mulher a se hospedar em minha casa, Lauren. Por favor, não faça disso em um drama, já temos idade suficiente para superarmos situações como esta. 



— Deu banho em todas elas? – Eu estava realmente muito aborrecida. 



— Lauren... 



— Esqueça, Camila. Posso tomar banho sozinha, já tenho idade para isso. – Ela suspirou e me entregou a esponja. 



— Pretende transformar qualquer coisa em um grande problema? – Não respondi. Comecei a me ensaboar desejando acabar logo. — Lauren... eu tinha uma vida antes de você, não pode apagar... 



— E continuará tendo depois de mim também. – Ela parou surpresa com a minha reação. 



— Essa irritação toda é porque tenho sabonete com fragrância de morango em meu banheiro? 



— Não, essa irritação é porque você as hospedou em seu quarto, deu banho, alimentou e transou com elas. Com todas elas. 



— Lauren?! 



— Quer saber, Camila? Acabou. Fique com suas mulheres, com sua arrogância, prepotência e com sua merda de sabonete fragrância morangos. – Atirei a esponja nela que me encarava aturdida. Passei por ela tentando sair do banheiro, mas suas mãos me agarraram impedindo a minha saída. 




— Pare, Lauren! Você está fazendo um dramalhão por nada! 




Tentei me desprender, como estava ensaboada, acabei escorregando em seus braços. Caímos juntas no chão do banheiro. Não uma queda dramática, foi mais um escorregão onde ela acabou por cima de mim. Camila ria, o que me irritou ainda mais. 




— Saia de cima de mim, sua idiota. – Mas ela gargalhava me mantendo presa. 



— Que coisa feia, Lauren Jauregui. Além de boca-suja é uma ciumenta descontrolada. 



— Saia de cima de mim, Camila, ou então... 



— Ou então o que, Lauren? Vai gritar? Vai me bater? Ou o quê? Vai subjugarme ainda mais a seus encantos? 




E eu já estava rendida. Que droga! Como ela conseguia? 




Camila segurou meu rosto e prendendo o meu maxilar, beijou minha boca com maestria. O chão do banheiro se tornou um lugar agradável e confortável e a água, que respingava em nossos corpos, agora parecia estar fervendo. 




— Eu só tenho você, Lauren. Sua diabinha, louca e ciumenta, que ocupou meus pensamentos e dominou a minha vida por completo. 



— Prove. 



— Provar? Outra vez? Já não faço isso o tempo todo? 




Ela continuava alisando o meu corpo e beijando meu rosto, pescoço... Ah, Deus! Como Camila era maravilhosa quando me tocava daquela maneira. Eu sentia sua ereção tão próxima! Ela se movimentava lentamente tirando todas as minhas forças. 




— Faça amor comigo. 





Camila parou e me olhou nos olhos com intensidade. Pude perceber seu esforço descomunal para resistir. 




— Vou fazer. Não agora, nem hoje. 



— Camila... 



— Já conversamos a esse respeito, Lauren. Por favor, chega de problemas por hoje. O dia está amanhecendo, logo teremos que sair. Eu preciso trabalhar e você precisa escrever... Por favor, vamos aproveitar o momento! 




Suspirei. Camila era a maior de todas as loucuras que eu já tinha vivido. Ela disse que eu ocupava os seus pensamentos, mas não tinha nem ideia do que fazia comigo. Eu não conseguia sequer imaginar o que seria da minha vida quando aquilo chegasse ao fim. Estremeci. Ao menos ela tinha dito que transaríamos... Um dia. 




— Mais calma? – Sorri. — Posso te dar banho agora? 




— Não preciso de ajuda para tomar banho. 



— Mas o "meu" banho é especial. – Ela me olhava de maneira diferente, depois seus olhos passearam por meu corpo e Camila suspirou. – Fique bem quietinha. Levantou, voltando com o sabonete líquido. — Agora, senhorita Jauregui, nada de protestos, argumentos ou qualquer tipo de ataque de fúria ou ciúme. – Ajoelhou-se diante de mim, seu joelho entre as minhas pernas. 




Despejou o líquido em meu corpo, o cheiro delicioso de morangos subiu junto com o vapor da água. Espalhou o sabonete, suas mãos se demorando em cada parte do meu corpo, esfregando e massageando como se eu fosse uma peça de raríssimo valor. Não demorou muito para que eu ficasse completamente excitada. 



Com as duas mãos, ela massageou meus seios, ora subindo ao meu pescoço, ora descendo até meu umbigo. Arqueei o corpo, ansiosa por mais. Camiladesceu as mãos até meus quadris e me forçou para baixo ligeiramente. Seus dedos longos tocavam e pressionavam minhas coxas e seus polegares, um de cada lado, se projetaram tocando suavemente meu sexo. Gemi incapaz de me conter. 




— Tem certeza de que quer cancelar o nosso acordo? Seus polegares avançaram massageando a região. 



— Oh, Deus! Camila... – Ela subiu as mãos até meus seios, pressionou cada bico entre os dedos e os esticou. 



— Vai ficar ameaçando acabar com tudo, todas as vezes que se sentir insegura? 




Puta que pariu! Desceu as mãos, deslizando por minha barriga fazendo pressão bem em cima do meu clitóris. 




— Caralho! 





Não consegui conter meus quadris, que rebelaram aumentando o contato com seus dedos. Ela riu baixinho e, sem que eu esperasse, deu um tapa em minha bunda, bem na junção com a coxa. Arfei com o estalo e meu corpo incendiou. 




— Boca suja. – Me repreendeu, mas sua voz estava carregada de tesão. 



— Imunda. – Completei me contorcendo de desejo enquanto ela brincava outra vez com a mão bem no meio das minhas pernas. 



— Você gosta de ser tocada assim, não é? – Intensif1cou os movimentos. Gemi extasiada rebolando mais. 




O prazer me fazia fechar os olhos e morder o lábio. Tive vontade de me tocar. Levei a mão ao rosto, passando os dedos pelo cabelo molhado e descendo até alcançar meus lábios. Estes estavam quentes. Com a outra mão toquei aregião entre meus seios, acariciando a pele. Quando abri os olhos Camila me olhava atentamente. Seu rosto era puro desejo e seus olhos felinos. 




Sorri um pouco, sentindo-me exposta demais e tenho certeza de que corei. 




— Você é muito safada, Lauren! 




A voz rouca indicava seu nível de excitação. Ela passou as mãos pela minha barriga, segurando a minha e levando-a acima da minha cabeça. 



— Agora fique paradinha. 




Levantou, pegou um pequeno frasco que estava escondido atrás do shampoo e voltou a se ajoelhar. 




— Vamos esquentar um pouco as coisas. – Ela abriu o frasco deixando algumas gotas caírem em meu sexo úmido. — Vai ficar quente, Lauren, não se assuste. Você vai gostar deste brinquedinho. 


 



Recomeçou a massagear o meu sexo, indo dos lábios ao clitóris e voltando. Em segundos tudo começou a esquentar. Um calor delicioso que ardia, queimava e aumentava minha excitação. Comecei a gemer sem nenhum pudor. 




— Quente? – Mal consegui abrir os olhos para encarar aquele sorriso sacana em seus lábios. Ela se deleitava e divertia em me torturar. 



— Sim. Muito. 



— Gosta? - Intensificou as carícias e o fogo entre as minhas pernas aumentou de maneira inacreditável. Como podia? 



— Ah, Camila! – Me contorci em seus dedos. 



— Isso, Lauren! Eu adoro ouvir você gemendo assim, chamando por mim, falando o meu nome. – Introduziu a ponta do dedo indicador em minha abertura. 



— Camila, Camila... Oh, Deus! 



— Você vai me matar de tanto tesão, menina. 



— E você vai me matar de tanta ansiedade. Preciso de você, Camila. Por...Por favor... – Não conseguia mais me controlar. 



— Eu vou dar o que você quer, Lauren. Vou apagar este fogo. – Desceu o corpo se posicionando entre minhas pernas completamente abertas, me fazendo ansiar por mais contato. 




Com os dedos pressionando meu clitóris, projetou seu quadril em direção ao meu deixando que a cabeça de seu pau tocasse minha entrada. Ofeguei com a expectativa. Uma pequena investida e seus dedos apertaram meu centro de prazer com mais força. Gemi alto sentindo as famosas borboletas começarem a se espalhar pelo meu corpo. 




Mais uma investida leve, suave e sacana, como só ela poderia fazer. Eu pude senti-la, duro, rijo e delicioso, forçando um pouco, então Camila recuou e seus dedos desceram, pressionando meu pequeno botão, me tocaram bem no meio, esfregando aquela região. 




Outra vez ela se aproximou, seu membro forçando um pouco mais, levantei os quadris procurando maior contato, porém minha professora recuou novamente. 




— Camila, por favor! 



— O quê? – Dois dedos pressionaram meu clitóris friccionando-o. Ela mordeu o bico do meu seio e passou a língua estímulando-o. 



— Mais um pouco, por favor! 



— Você quer mais? – No mesmo instante seu membro estava em minha entrada, penetrando um pouco mais outra me tocava, buscando pontos de excitação. 



Levantei o corpo um pouco e a toquei com minhas mãos. Deixei que minhas unhas corressem a pele das suas pernas, coxas e o espaço entre os seios. Camila passou por cima da minha perna, se posicionando quase em minha barriga e recomeçou os movimentos. Algumas vezes fechava os olhos e se entregava ao prazer, outras, abria-os buscando os meus. 



Deslizei as mãos pelas suas coxas, na parte interna e toquei levemente em suas bolas. Ela gemeu de prazer. Arrisquei tocar um pouco mais e com mais vontade. Fui muito bem recebida. 




— Ah, Lauren! Você é muito gostosa, menina. – Ela gemia sem parar. 




Trabalhava ativamente em seu membro e eu não conseguia parar de admirá-la. Era um espetáculo grandioso assísti-la, voltei a sentir a necessidade premente de tê-la em minha boca. Queria conhecer a sua textura, a maciez em contraste com a rigidez, queria saber o seu sabor e a sensação de tê-la roçando meus lábios. 




Puta que pariu! Eu estava louca por isso. 




— Vou gozar em você, Lauren. Vou gozar em seus seios deliciosos. Você quer? – Puta merda! Eu queria chupá-la até ouvi-la dizer que gozaria em minha boca. 



— Não. – Camila me olhou espantada, sem parar seus movimentos. Ela estava prestes a gozar. 



— Não? –Sorriu descaradamente. — E onde quer que eu goze? 



— Na minha boca. Quero você em minha boca, Camila. 



— Puta que pariu, Lauren! – Ela gozou neste instante. 




Com certeza as minhas palavras foram fortes demais, ao menos naquele momento. Ela não esperava pela minha resposta. E eu adorei saber que era capaz de desestabilizá-la. 




Notas Finais


Camren super hot!


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