História The Proposal - Capítulo 32


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 2.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ain gente olhem lá minha capa nova da fic, ficou muito bom... Hahaha


7/...

Capítulo 32 - Capítulo 29


Lauren Jauregui | Point Of View







Eu era uma garota serena, de vida pacata, que frequentava a igreja todos os domingos, se confessava e voltava para casa, para os livros, ou para alguns momentos com os meus amigos. 




Nunca participava de farras, bebia exageradamente, namorava desenfreadamente, perdia noite de sono ou dormia fora de casa, salvo quando dormia com o Nicholas na casa dele, mas isso não contava. Eu nunca fazia nada que manchasse minha imagem de boa moça. 




Até que Camila ameaçou o meu projeto e eu enlouqueci. 




Só podia se tratar de um surto tudo o que eu fazia, dizia e vivia. Não era nada normal nem condizia com a minha natureza. E o pior, ou melhor, e que Deus me perdoe, era que eu não estava arrependida, nem fazia nenhuma questão de me livrar daquela loucura repentina. 




Entrei em casa acompanhada da minha, agora constante, alegria. O silêncio era agradável e eu ainda sentia na pele os efeitos da noite maravilhosa ao lado da minha professora. Caramba! Camila estava mesmo me enlouquecendo. Se só as brincadeiras já me deixavam em chamas, imagina como seria quando fizéssemos tudo que tínhamos direito? Eu entraria em combustão, com certeza. Como aquela personagem do Quarteto Fantástico, 0 que pegava fogo, literalmente. Aconteceria o mesmo comigo. Não tinha a menor dúvida. 




Da casa da minha professora eu fui direto para a faculdade, onde passei o dia, infelizmente não com ela, nem com os meus amigos. Ally mandou uma mensagem logo cedo avisando que não apareceria e me pediu para anotar o que fosse importante. Nick teria trabalho em equipe e precisaria passar o dia fora fazendo pesquisa e visitando uma empresa de aterro sanitário. 




— Lo? – Ouvi o Brad me chamando e me controlei para não suspirar de tédio na frente dele. 



— Oi, Brad! – Joguei a bolsa em meu ombro e continuei andando. Ele me acompanhou. 



— Como vai o projeto? – Estremeci. Por que a pergunta? 



— Bem, eu acho. Por quê? – Ele sorriu enquanto eu arrumava meus óculos nervosamente. 



— A professora Cabello é uma das mais exigentes daqui. Imaginei que ela estivesse tirando o seu couro, com cada vez mais exigências. – Soltei o ar que estava preso nos pulmões, relaxando completamente. 




Brad era mais ou menos da minha altura, magro, desajeitado, era até bonitinho com aqueles olhos castanhos. Nada que se comparasse a minha professora. Ele era legal. Quer dizer... Não legal como um pretendente, sabe? Legal como... Ah, droga! Por que estou tão preocupada em me explicar? 




— Ela é realmente exigente, mas não da maneira como as pessoas falam. Na verdade, eu acho que a professora Cabello ajuda mais do que atrapalha. – E como ajuda! Corei imediatamente. 



— Vai para casa ou tem segundo turno? 



— Segundo turno. – Atravessamos a rua. — Até o meio da tarde. 



— Legal! – E me lançou aquele olhar apaixonado. Uma tortura. 



— Eu vou indo, vejo você depois. 




Segui em frente enquanto ele descia para buscar o carro. Acelerei o passo pensando em comer um sanduíche ou qualquer coisa mais rápida. Não tinha graça almoçar sozinha. Sem contar que sem ter com quem conversar, meus pensamentos ficavam todos ocupados com a minha professora e as coisas que fazíamos. 




A forma como Camila reagiu quando eu disse que a queria em minha boca. Porra! Foi fantástico ver aquela mulher tão cheia de si se partir em vários pedaços sem conseguir se conter, apenas porque eu sugeri um boquete. Depois eu que era a inocente. Ri sozinha. 




Nós só nos encontramos no final da minha aula, quando cruzamos no corredor em lados opostos, ela acompanhada da professora Ariana e eu seguindo apressadamente na direção do meu carro, louca para chegar em casa. 




Ambas sorriam, entretidas em uma conversa cheia de intimidade. 




Fiquei furiosa, mas decidi não dar importância. A promessa dela ainda fazia eco em meus ouvidos impedindo me de deixar que aquela imagem me desviasse dos meus objetivos: um livro maravilhoso e a perda da minha virgindade com Camila. Nada poderia ser mais perfeito. 




Ela pareceu meio constrangida quando me encontrou e apenas me cumprimentou cordialmente, como deveria ser entre professora e aluna. 




Dirigi bem rápido para a minha casa aproveitando o trânsito livre. Parei em frente ao flat entregando a chave ao manobrista. Normalmente eu mesma estacionava o carro, já que seria até absurdo utilizar o serviço todos os dias, mas naquele dia eu estava louca para chegar, tomar um banho e escrever. 




— Boa tarde, senhorita Jauregui! – Vítor me cumprimentou abrindo a porta de vidro. 



— Como vai, Vítor? 



— Bem, obrigado! 



— E a sua mãe, melhorou? 





A mãe do Vítor tinha diabetes e de tempos em tempos precisava de cuidados especiais, por ser muito teimosa e não levar a doença a sério. 





— Foi apenas mais um susto. Obrigado por perguntar. 



— Disponha. Se precisar de algo... 



— Obrigado, o senhor Jauregui já faz mais do que o necessário por todos nós. 




Sorri andando pela recepção. Meu pai era um grande homem, apesar de tudo, e esse tudo ao qual me refiro era, na verdade, uma pequena parte, quase imperceptível, em relação ao que ele tinha de bom. Como cuidar dos seus funcionários, por exemplo. 




Entrei no elevador me sentindo desanimada. Não sabia explicar, apenas não conseguia me sentir em casa, apesar de ser a minha casa há quase cinco anos. Meu coração estava estranho, como se faltasse algo. Será que já sentia a falta da cama dela? Aquilo era bem esquisito! 




Abri a porta e respirei profundamente, me deparando com as cortinas abertas e a imagem do oceano do outro lado das portas da varanda imensa que circundava quase todo o primeiro andar do imóvel, e me vi perguntando se Camila estaria lá, surfando. Contive a duras penas a vontade absurda de ir à praia para conferir. 




O silêncio colaborou para que meus pensamentos extrapolassem todas as barreiras. Eu me sentia leve, cada passo dado era mais suave do que o normal. Camila estava abrindo os meus horizontes, me apresentando a um mundo tão perfeito e maravilhoso e eu me questionava se seria capaz de sair dele algum dia. 




E já conhecia a resposta. 





Subi as escadas, conferi todas as portas trancadas e fui direto para o meu quarto. Para minha surpresa, e espanto também, eu não estava só, como havia imaginado. O silêncio era porque Ally aguardava por mim, em meu quarto, e com uma cara horrível. 




No início pensei que alguma coisa errada havia acontecido entre ela e a nova namorada. Como era mesmo o nome dela? Hum! Ela nunca tinha me dito. Acho que fui negligente com minha amiga nos últimos dias. Na verdade, eu estava dedicando todo o meu tempo a... as... minhas aulas incríveis. Ai, ai! 




Ally continuava lá. Com uma cara de dar medo e parecendo querer me matar. Caramba! O que eu fiz desta vez? 




— Oi! – Mantive a bolsa nos ombros, pronta para correr se ela resolvesse me atacar. 



— Oi? É só isso que tem para me dizer? 



— Hum! Como vai? – Arrisquei e ela ficou boquiaberta com a minha tentativa de amenizar o clima. — Copiei as duas matérias que fazemos juntas, se quiser copiar... 



— Lauren Jauregui, você é absurda! Não acredito que teve a cara de pau de mentir para mim. Onde passou a noite? – Puta merda duas vezes! 



— Ally, eu... como... – Puta que pariu! Sentia todo o meu corpo tremendo. 



— A sua mãe ligou avisando que chegará amanhã pela manhã, aí inventei uma desculpa para não ter que contar a ela que você tinha ido dormir na casa do Zac. Você sabe como o seu pai é com essa história de virgindade, garotos, sexo... 




Ela estava bastante nervosa e eu prontinha para desabar. Eu sabia que Ally estava no limite quando ela usava o termo "a sua mãe" e "o seu pai", ao invés de "a madrinha" e "o padrinho". Quando isso acontecia, eu me desesperava porque sabia que o bicho estava mesmo pegando. 




— Liguei para o Zachary e ele inventou uma desculpa esfarrapada. Claro que não acreditei, e fiquei com a pulga atrás da orelha. Você não confiou em mim? Não consigo acreditar. Sou sua amiga. Eu... 



— Ally, não foi bem assim. É que... Caramba, Ally! Não sei nem por onde começar. 



— Eu fui lá. Chamei oa Demi e fomos juntas procurá-la. Zac teve que confessar que você não estava na casa dele, mas se negou a contar qualquer coisa. 



— Demi? Quem é Demi? – Deu certo. Ela sorriu apesar da raiva, seus pensamentos desviaram de mim por um segundo. 



— Minha namorada. Eu te falei dela. Nós nos conhecemos naquele dia que você tomou um porre e a professora Cabello... Ah, não! Não deu certo. Não tente me distrair, Lauren! Quero saber direitinho tudo o que você anda me escondendo. 



— Ally. –Respirei fundo. Não tinha mais como escapar. — Acho melhor nos sentarmos. 








Camila Cabello | Point Of View



 


Vi quando Lauren saiu da faculdade em seu monstro que ela insistia em chamar de carro. A informação de que ela era rica e que poderia ostentar muito mais, não saía da minha cabeça. Por que levava uma vida tão simples se podia ter o melhor? Se bem que morar em um flat não demonstrava tanta simplicidade assim, por outro lado, aquele carro... 




Ela não me viu parada no estacionamento observando tudo o que fazia. Com certeza se tivesse me notado teria corado, como fez quando nos encontramos no corredor. Eu adorava aquilo nela. Seu jeito ousado e ao mesmo tempo tímido me seduzia completamente. 




A forma simples e ao mesmo tempo tão sedutora como me falou que me queria em sua boca quase me fez perder as estribeiras. Porra! Ela disse como se estivesse me pedindo algo trivial. E eu adorei! Tanta inocência não lhe permitia saber que o boquete fazia parte de todas as fantasias de quem tem um pau. Tudo incluía uma boa chupada. 




Ver Lauren nua, deitada no chão do meu banheiro, observando atentamente eu me masturbar já era extremamente excitante, ouvi-la dizer que queria que eu gozasse em sua boca foi como me tirar o chão, arrancar o resto de minhas forças e provocar um orgasmo instantâneo. Tipo infarto fulminante, bateu e pronto, eu gozei sem controle. 




O texto que havia me enviado estava excelente. Muito bom mesmo! 




Precisava entregar o material que eu tinha em mãos para Dinah. Quem sabe ela... eu não tinha tanta certeza ainda, mas poderia ser. Entrei no carro e meu celular tocou. Dinah. Que coincidência. 




— Fala logo que vou começar a dirigir. 



— Nossa, Camila! Como você é gentil, educada, carinhosa... – Revirei os olhos e cocei a testa. 



— Fala logo, Dinah! 



— É DJ. Você sabe que eu detesto o meu nome. 



— E você sabe o quanto esta família me confunde. Você detesta o seu nome e prefere o apelido, a Dems odeia o apelido e ama o nome. 



— Quer deixar de ser chata? 



— Vou começar a dirigir, então você tem um minuto. 



— E você é insuportável! – Ela rebateu como uma perfeita irmã caçula. — Reunião hoje à noite. 



— Você só pode estar brincando! 



 — Camila, você não tem nada para fazer à noite, ou tem? 




Imediatamente meus pensamentos se voltaram para Lauren. Sua pele clara e cheia de manchinhas perfeitas, seu cheiro impecável, seu risinho encantador, seus suspiros, gemidos, quando corava... Puta que pariu! Estava no estacionamento da faculdade, falando ao telefone com a minha irmã caçula e com uma ereção enorme e latejante. Porra! 




— Qual a pauta da reunião? 



— Lucy. Ela estará na cidade. A levaremos para jantar assim poderemos conversar melhor sobre o novo contrato. 



— Merda! 



— Camila, Lucy é a nossa melhor autora. Seus livros são um sucesso.Precisamos mantê-la fiel à editora. – Respirei fundo. Era minha obrigação como editora-chefe, fazer de tudo para manter Lucy satisfeita. 



— Ok, Dinah! – E com isso deixei claro o quanto não tinha gostado do assunto. — Mande uma mensagem para o meu celular com a programação. Preciso desligar agora. 



— Até mais tarde, sua mala! 





Desliguei sem controlar minha contrariedade. Eu tinha planos para a noite. Planos especiais porque a minha aluna me deixou cheia de ideias. E vontades. Mas Dinha fez questão de estragar tudo. Não Dinah. Minha irmã não tinha culpa da Lucy ser o que ela era: um problema. 




Como não me restava mais nada a fazer, a reunião estava marcada e eu precisaria estar presente, mais por obrigação do que por opção, bastava reformular meus planos e cuidar de outro problema, muito maior do que Lucy naquele momento: Lauren e o tesão insaciável que ela despertava em mim. 




— É, Lauren Jauregui, parece que teremos aula extra. – Liguei o carro e saí em busca do meu objetivo. 



Notas Finais


Volto amanhã para encerrar a maratona...


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