História The Proposal - Capítulo 33


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 2.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


8/8

Capítulo 33 - Capítulo 30


Lauren Jauregui | Point Of View







 —Você o quê? – Ela gritou me assustando. 



— Allyson... 



— Lauren Michelle Jauregui Morgado, o que você fez, porra! 



— Allyson... 



— Como aquela cretina, filha de uma puta, tarada, conseguiu te envolver nisso, hein? 



— Puta merda, Allyson! 



— Nem tente, Lauren. Não tente me convencer do contrário, ok? Aquela... Aquela... depravada, tarada, filha de uma puta me paga! 



— Allyson! – Gritei. – Pelo amor de Deus! 




Minha amiga se assustou e com isso eu consegui ganhar mais espaço dentro do meu próprio quarto. Ela estava de pé, andando e me acusando sem que eu pudesse contestar, ou proteger a minha professora. 




— Lauren? 



— Dá para parar um minuto? Não é o que você está pensando, certo? Eu praticamente forcei Camila a participar desta loucura. 



— Ah, pelo amor de Deus, digo eu! Ela se aproveitou da sua inocência. Usou esse joguinho de que você precisa trabalhar melhor os sentimentos para que concordasse com essa loucura depravada. Francamente! 




Olhei minha amiga sem conseguir rebater. Durante todos os dias em que estive com Camila, eu tive muitos tipos de medos. Medo de perder o meu projeto, medo de me envolver naquela loucura toda, medo que alguém descobrisse, medo que meu pai descobrisse, e isso era mesmo aterrorizante, mas tive um medo em especial: de Ally e da sua obsessão pela minha professora. 




Mas naquele momento, enquanto ela gritava e me acusava, ou melhor, acusava Camila, eu não via um traço de inveja, rancor ou ciúme. Nada. Ela apenas demonstrava o que uma amiga verdadeira demonstraria ao saber de algo tão absurdamente impossível que era extremamente difícil assimilar. 




Ela não seria minha amiga de toda uma vida se não ficasse furiosa comigo. Por isso sorri relaxando. 




— Pelo menos você não está chateada por eu estar com ela, né? Digo... por causa deste lance de aulas particulares... porque você queria ter uma chance. – Suspirei aliviada. 



— Rá! Até parece que eu trocaria minha princesa encantada por aquela depravada. 





Tive que rir. Camila não era uma depravada. Ela era linda, educada, galante, encantadora, perfeita! E eu suspirava por ela. 




— Que bom. – Admiti. 



— Não pense que vou engolir esta história, já imaginou se... 




Meu telefone tocou e corri para atendê-lo sem me importar com o que minha amiga diria. Já sabia que Ally não criaria mais problemas. Era só deixar que ela se acostumasse à ideia. 




Olhei o visor e vi que era Camila. Sorri encantada. Olhei sugestivamente para Ally que imediatamente se calou e cruzou os braços, mas desistiu quando me viu quase quicando dentro do quarto. 




— Ah, eu não vou ficar aqui vendo você adorar ser ludibriada por esta tarada aliciadora de garotas inocentes. – Sorri para a minha amiga que saiu do quarto sem olhar para trás. 




— Oi! – Atendi tentando parecer tranquila, no entanto não foi o que aconteceu. 



— Oi! – Sua voz suave fez minha pele formigar. — Tudo bem com você? 



— Hum... Sim. 




Achei melhor não contar sobre a minha conversa com Ally. Camila podia não gostar e desistir do nosso acordo. Faltava tão pouco, era melhor não arriscar. 




— Está livre agora? – Uau! Eram apenas quatro da tarde. 



— O que tem em mente? 



— Não vou poder te ver esta noite e seu tempo é bem curto, então pensei que poderíamos ter uma aula extra agora à tarde. 


 

— Ah, tá! Muito perspicaz, professora Cabello. A aula extra será uma ótima opção, já que a senhora tem planos para hoje à noite. 




Respirei fundo para não acabar com o encanto do momento. Era certo ela me fazer arder durante a tarde e à noite sair para um encontro, ou um possível encontro? Claro que não era! E nós tínhamos um acordo. 




— Por que a ironia, Lauren? 



— Nada. 



— Tenho um jantar de negócios. Com a minha irmã caçula e, muito provavelmente, meu irmão do meio, além de nossa maior escritora. 



— Ok. 



— Estou passando para te pegar. Você tem cinco minutos. – Oi? Ela vinha me pagar? Nossa! 



— Em cinco minutos, professora. 



— Não se atrase, aluna. – Ela começava a gostar daquela brincadeirinha de professora e aluna. Dava para perceber. 



— Quanta ansiedade! 



— Você nem pode imaginar. 




As borboletas já davam saltos panorâmicos em meu ventre. "Você nem pode imaginar". Camila era uma loucura! Entrei correndo no banheiro, tomei um banho bem rápido sem lavar os cabelos, coloquei um vestido leve, uma sandália baixa, um perfume discreto e saí apressada. 




— Vai sair? – Ally estava na sala com um livro no colo e o caderno ao lado. 



— Vou. – Tentei não olhá-la diretamente. Não estava pronta para mais um sermão. 



— Com ela. – Desdenhou 0 "ela". 



— Sim. Com a professora Cabello, Ally. – Passei apressadamente por ela. 



 —Para mais uma aula de putaria? – Ela provocou. 




Parei virando de volta para a minha amiga. Ela colocou as mãos na cintura e me encarou. Estreitei os olhos sem deixar de olhá-la. 



— É o que eu espero, Ally. 




E ficamos nos encarando por tempo suficiente para que ela caísse em uma gargalhada gostosa. Rapidamente a acompanhei sem conseguir me conter. 




— Lauren, você não existe. – Disse limpando as lágrimas que facilmente escorriam de seus olhos quando ela ria muito. — Onde já se viu fazer aula de sexo? 



— Tem sido incrível! – Ela deixou a risada morrer aos poucos e voltou a me olhar. 



— Imagino. – E me avaliou. — Tome cuidado, eu já tive o meu coração partido. Tenho certeza que não é algo que você gostaria de colocar em seus livros. – E eu pude sentir a verdade em suas palavras e o quanto ela realmente estava preocupada comigo. 



— Fique tranquila, eu tenho tudo sob controle. – Ela andou até mim, tomando-me em seus braços. 



— Amo você, Loli! – Abracei minha amiga agradecendo por toda a sua dedicação. 



— Eu também amo você, Allycat. 




E desci para encontrar a minha professora. A medida que o elevador se aproximava do meu objetivo meu coração martelava no peito. Será que eu sofreria? Será que me envolveria a ponto de ter um coração partido? As portas se abriram e eu saí para o saguão, sendo cumprimentada por todos, menos por Vítor que, graças a Deus, não estava na recepção. 




Camila já me esperava. 




Ela parecia tranquila e estava incrivelmente linda. O sorriso que me deu quando entrei no carro foi avassalador e imediatamente senti meu sexo se manifestar. Puta que pariu! Aquela mulher mexia demais comigo. Meus hormônios estavam numa desordem inacreditável. Tenho certeza que corei e ela sorriu mais largamente afagando meu rosto com carinho. 




— Cheiro bom! – Deu partida no carro e seguimos em direção a casa dela. 



— Chama-se banho, professora Cabello. – Ela riu. Estava de ótimo humor, graças a Deus! 




Meu celular tocou. Era Zac. Olhei para Camila em dúvida se deveria atender, mas preferi não ignorar o meu amigo. 




— Oi! 



— Oi, gostosinha. Como foi a sua noite? 



— Não me chame assim. – O repreendi, apesar de achar graça quando ele brincava daquele jeito comigo. — Foi ótima, e a sua? 



— Ótima, com certeza. Então você não é mais virgem? 



— Zac! – Revirei os olhos e percebi que Camila ouvia atentamente a minha conversa. — Meus pais chegam amanhã. Desviei o assunto. Zac riu. 



— Vou dizer para o padrinho que te comi a semana toda. – Voltou a rir. — Aí, quando ele te forçar a ir para uma ginecologista e comprovar que já foi "deflorada" vai acreditar em minha história, e te forçar a casar comigo. Herança garantida! 



— Você vai levar um tiro e meu pai vai ter um ataque cardíaco. Não sei se aguento perder meu melhor amigo e meu pai ao mesmo tempo. – Ressaltei o melhor amigo. Pela cara de Camila, ela não estava gostando muito da minha intimidade com Zac. — Falo com você a noite, ok? 



— Vai trepar agora? Safadinha você, hein, Lauren Jauregui? – Fiquei mais do que vermelha. 



— Você é um idiota, Zac Jauregui. – Dei risada e ele também. — E a resposta para a sua pergunta é, não. E antes que me pergunte qual das duas perguntas, eu respondo: as duas. Bom para você? Agora tenho que desligar. Tchau! 



— Zac Jauregui? – Perguntou tão logo desliguei. Não gostei muito do tom de voz dela. — Vocês são primos? 



— Não, a história é meio complicada. Meus pais são padrinhos dele e o adotaram quando ainda era muito pequeno. Somos meio que irmãos, mas gostamos de nos tratar como amigos inseparáveis. 



— Ah, é! Vocês são amigos. 



— Muito amigos. – Ressaltei. — Inseparáveis. 



— Inseparáveis. – Repetiu a contra gosto. 



— É. Por quê? – Ela suspirou pesadamente depois balançou a cabeça. 



— Nada. Zachary, ou Zac, como você o chama. Só agora eu entendi o apelido estrangeiro. Ele está sempre ao seu lado, só que a pele morena deixa claro que vocês não são irmãos. Levando-se em consideração que seus pais são como você, é claro. Pele muito branca... Essas coisas. 



— Sim, são. – Respondi incomodada e ela concordou com a cabeça. 



— Eu imaginei. – Disse docemente. Putz! Camila era uma caixinha de surpresas. 



— Então você tem um jantar de negócios? – Usei minha estratégia infalível de mudar de assunto para amenizar o clima. 



— E você vai passar a noite com o seu "amigo"? – Oh, droga! Por que Camila não podia ser fácil como as outras pessoas? —Aliás, "muito amigo", "inseparáveis". 



— Preferia passar a noite com a minha professora depravada, que se recusa a transar comigo, mas, mesmo assim, faz o diabo com o meu corpo... –Dei de ombros enquanto ela me olhava chocada com as minhas palavras. — Você tem compromisso, Camila. Só me resta comer besteiras com os amigos, assistindo a filmes antigos e repetitivos. –Sorri inocentemente. 



— Você é inacreditável! – Balançou a cabeça sorrindo. — E não estou me recusando a transar com você, Lauren. Não mais. Eu vou te comer, muitas e muitas vezes, não agora e definitivamente, não enquanto você for minha aluna. – Seu tom de voz autoritário e decidido me surpreendeu e meu corpo inteiro respondeu a suas palavras. 





Puta merda! Ela disse que ia "me comer". Não "fazer amor", "transar", ou até mesmo "tirar a sua virgindade". Ela disse "vou te comer" e essas três simples palavrinhas vibraram com tanta intensidade no centro entre minhas pernas que quase tive um orgasmo. 




— Estou considerando a ideia de comprar um vibrador e perder a virgindade com ele. Aí ficaria mais fácil e você não teria mais desculpas. – Cruzei os braços tentando controlar meus hormônios. — Ainda vai demorar para eu deixar de ser sua aluna, Camila, logo, vai demorar para perder a minha virgindade. 



— Não, falta menos de um mês. – Sorriu escandalosamente. Fiquei boquiaberta e quase não consegui manter a minha respiração regular. 



— Vai... – Engoli em seco. — Me comer na minha noite de formatura? – Seu sorriso foi revelador. 



— Exatamente. Seu presente de formatura, por se formar com honras. Um final perfeito para quem conseguiu fazer um trabalho perfeito. 




Porra! Meu corpo começou a queimar de dentro para fora. Puta que pariu! Que mulher! 




 — Que foi? – Riu. — Adoro isso em você, Lauren. Passa um bom tempo forçando a barra para transarmos e quando digo que vou fazer isso, você cora e fica parecendo uma criança assustada. 



— Não estou assustada. – Desviei o olhar. 



— Ótimo! Depois de me jogar no inferno, acho bom estar mesmo com coragem e disposição, senhorita Jauregui, porque eu não abro mão. – Oh, Deus! Podia ser mais perfeito? — Chegamos. 




Olhei pela janela e vi que estávamos paradas quase em frente à casa dela. Merda! Eu já estava extremamente excitada. 




Desci do carro, seguindo minha professora que caminhava despreocupadamente. Entramos e imediatamente fui agarrada e imprensada na parede. A porta bateu com um baque surdo no mesmo instante em que Camila passava uma das mãos por baixo do meu vestido, apertando e explorando todo o caminho até chegar a minha bunda. Gemi em seus lábios. 



Sua língua buscou a minha. Correspondi, completamente extasiada. A surpresa não me deixava agir e quem era eu para fazer qualquer coisa? Camila se esfregava em mim, deixando que eu sentisse sua ereção já proeminente. 



Quando seus dedos invadiram minha calcinha, escorrendo pela minha bunda até encontrar meu sexo molhado, eu gemi descaradamente. 




— Oh, Camila! 




Então ela se apossou de meu pescoço acariciando-o, passando seus dedos na região entre minhas coxas que já estava muito sensível. 




Em uma atitude ousada, rebolei lentamente. Caralho! Era bom demais. Camila me acompanhou rebolando no mesmo ritmo, seus dedos se aprofundando mais em alguns momentos. Ai, droga! Eu a queria alí. Queria desesperadamente. 




— Você confia em mim? 




Que pergunta! Eu estava quase gozando e ela me perguntava se confiava nela. 




— Claro que confio! – Continuei rebolando e sentindo seus dedos me acariciando. Aquilo era o céu e o inferno ao mesmo tempo. 



— Quero fazer uma coisa com você. Mas preciso que confie em mim. – Ela parou de repente me deixando arfante e frustrada. Merda! 



— Todos os dias eu imploro para que você tire a minha virgindade. Tem maneira melhor de demonstrar confiança em alguém? 




Revirei os olhos e arqueei uma sobrancelha desafiando-a. Ela me olhou analisando a minha resposta e depois sorriu. 




— Tem razão, senhorita língua afiada. Vamos ver o que esta boquinha deliciosa é capaz de fazer além de dar respostas rápidas. – Puta que pariu! 




Camila me pegou pela mão e subimos em direção ao quarto. A cama estava desarrumada do mesmo jeito que deixamos quando saímos pela manhã. Ela me levou até a cama e depois ficou de frente para mim. Sondou meu rosto. Tentei não parecer assustada, mas não consegui esconder minha ansiedade. 




 — Quero prendê-la à cama. – Oh, Deus! — Vou usar uma algema. Fique tranquila, é de pelúcia. Não vai machucá-la. 



— Por que você quer me prender? – Ok! Eu estava assustada e ao mesmo tempo bastante ansiosa. 



— Porque quero que fique quietinha. Não vou prender suas pernas, só suas mãos. Confie em mim! Certo. – Eu podia fazer aquilo. Fiz que sim com a cabeça. — Quero vendá-la também, tudo bem para você? 



— Camila... 



— Não quero que você fique olhando. Não se preocupe, vou dizer tudo o que pretendo fazer para que você permita ou não. Quero que apenas sinta sem raciocinar muito. – Fiquei insegura, mas... Puta merda! Era uma ideia deliciosa. 



— Ok! – Ela sorriu lindamente e me deu um beijo rápido nos lábios. 



— Ótimo! – Agora tire o vestido. 



— O quê? – Fiquei envergonhada de imediato. 



— Já te vi nua, Lauren. Já toquei em todo o seu corpo. – Aquele sorriso diabólico estava presente. — E agora quero beijá-la por inteiro. 




Oh, merda! Oh, merda! Como ela me dizia aquilo assim, sem nenhum aviso prévio? Eu estava entrando em combustão. 




— Controle sua ansiedade, senhorita Jauregui. Tire o vestido e deite-se na cama. 




Obedeci. 




Camila subiu na cama me mantendo entre as suas pernas, deu um olhar de cobiça em meu corpo e gentilmente segurou meus pulsos, levantando-os e prendendo minhas mãos na cabeceira da cama com as algemas. 




— Ficou ótimo! – Avaliou e depois me encarou com olhos famintos. Puxei o ar com força. — Vou vendá-la agora. Tudo bem para você? – Fiz que sim. Minha boca estava seca e minha garganta fechada. E em seguida. Eu não podia ver mais nada. 


Notas Finais


Acabou a maratona!


Agora só nos 300...

Beijo amores.


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