História The Proposal - Capítulo 34


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 2.542
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite babies!


Gente eu vi nos comentários dos últimos capítulos, vocês pedindo por mais capítulos e tals... E eu como leitora também, sei como é ruim controlar a ansiedade parar saber o que vai acontecer...


Por isso hoje venho com um joguinho que fiz na minha fic passada...


E mais ou menos assim: Vocês querem mais capítulos, certo? Então eu posso soltar dois hoje e mais dois amanhã, vai depender de quando vocês vão participar nesse capítulo e no outro que vou postar ainda hoje...



Mas agora bouuuura para um capítulo 100% Hot...

Capítulo 34 - Capítulo 31


"Ninguém é perfeito ate' que você se apaixone por essa pessoa". William Shakespeare 





Camila Cabello | Point Of View 







Vendei Lauren e fiquei um tempo pensando se deveria ou não fazer o que pretendia. Se bem que, eu já tinha aceitado a ideia de que iríamos transar, a data estava defmida, além disso a hipótese de termos um relacionamento depois não era mais algo tão improvável e impossível, então por que não? 




Quando tomamos banho juntas, Lauren tinha me pedido uma coisa. Um simples pedido que me levou à loucura. Ela queria que eu gozasse em sua boca. Puta que pariu! A menina era uma delícia e tinha uma capacidade absurda de me fazer perder o controle. Eu a queira como jamais quis qualquer mulher. 



Por outro lado, Lauren bem merecia umas palmadas pela conversa indecorosa que teve com o "amigo" ao telefone. Tenho certeza que ela sabia que o volume estava no máximo e que eu podia ouvir perfeitamente a conversa deles e mesmo assim permitiu que ele dissesse cada palavra. Este era um assunto a ser resolvido. 



Levantei da cama e fui em direção ao closet. Abri a gaveta dos "brinquedos", escolhi um óleo comestível sabor chiclete e voltei ao quarto. Ela se movimentava meio insegura, contorcendo as pernas em movimentos suaves que para mim eram muito excitantes. Parei para apreciar a imagem. 




Linda e só de calcinha. 




Ah, Lauren Jauregui, todas as coisas que eu quero fazer com você! 




— Lauren? Tudo bem até agora? 



— Sim. Onde você está? 



— Bem pertinho de você. Estou te olhando e adorando o que estou vendo. – Instintivamente ela fechou as pernas e seu rosto corou. Sorri enlevada. 




Tirei toda a roupa, ficando apenas de cueca e subi na cama, mantendo-a entre as minhas pernas. 




— Vou fazer uma massagem em seu corpo e vou usar um óleo. Você vai gostar. – Ela respirou fundo e assentiu. 




Joguei um pouco do líquido na mão e esfreguei uma na outra. Eu sabia que esquentaria quando tocasse a sua pele. Era uma sensação gostosa. Passei as mãos em seus ombros, apertando-os para que relaxasse. Subi pelos braços e desci rapidamente, indo em direção aos seios, mas antes de tocá-los, despejei mais óleo e voltei a aquecê-los. 



Quando minhas mãos tocaram seus seios, ela arqueou o corpo, gemendo manhosamente. Ah! Eu adorava sua reação. Gentílmente massageei o local e estendi a carícia à sua barriga, indo e voltando com a pressão correta. Brinquei um pouco com o bico prendendo-os em meus dedos e puxando-os. 



Sem aviso, desci lentamente e assoprei um dos seios que eu estava acariciando. A região já sensível ficou ainda mais com o contato do meu hálito que esquentava o óleo. Lauren gemeu mais abertamente me instigando a continuar. Fiz o mesmo no outro e ela adorou a sensação. 



— Quero te beijar, aqui. – Passei as mãos em seus seios, esfregando os bicos por entre os dedos. Ela arqueou outra vez gemendo. 



— Beije! – Suplicou com um sussurro rouco. 




Sem esperar por mais um pedido, deixei que meus lábios fossem até um dos seios, enquanto a mão estimulava o outro. Beijei e chupei sentindo o sabor adocicado do óleo que se misturava ao sabor delicioso de Lauren. Suguei e mordi o bico. 




— Oh, Deus! Camila... 



— Isso, Lauren! – Eu me sentia poderosa quando ela gemia meu nome ou se desmanchava em prazer quando meus lábios a tocavam. 




Após fazer o mesmo no outro seio e deixar Lauren arfante, desci os lábios, assoprando, mordendo e lambendo sua barriga até alcançar o umbigo. 



Ali despejei mais um pouco do óleo e voltei a beijá-la com mais intensidade. 




Era delicioso! 




Estava determinada a ir até o final, então desci mais, passando a língua pela barra da sua calcinha. Lauren instantaneamente parou um pouco alarmada, porém não disse nada. 




— Vou tirar a sua calcinha. – Aviseí e aguardei pela sua permissão. 



Lauren hesitou ligeiramente e concordou. 






Lauren Jauregui | Point Of View





Oh, merda! Eu queria muito aquilo. Desejei aquele contato desde quando me dei conta do quanto precisava dela em mim. No entanto, eu estava confusa, com medo e tensa, sem falar da enorme vergonha que estava sentindo. 



Ainda bem que não podia vê-la. Camila era ótima em me ler, ela sabia que eu não conseguiria se tivesse que olhar em seus olhos, por isso tinha me vendado. 



Mesmo envergonhada eu ansiava por senti-la. Eu queria seus lábios... ali. Queria sua língua me provando. Oh, Deus! Eu queria tanto. Então concordei. 




Aos poucos fui sentindo a minha calcinha sendo retirada. Não poder enxergar aguçava todos os outros sentidos. 0 roçar dos dedos dela em minhas coxas me deixou arrepiada, além de quente. Eu estava incrivelmente molhada, será que era normal fazermos aquilo enquanto eu estava assim? Oh, merda! Aquilo me deixava terrivelmente embaraçada. 




Camila disse, na nossa primeira aula, que esta reação era boa e correta. Será que era para sexo oral também? Ai, meu Deus! Eu deveria alertá-la? Não. Nunca teria coragem de fazer isso, minha professora era experiente e deveria saber no que estava se metendo... Quer dizer... Não propriamente se metendo, já que não teríamos penetração... 




"Oh, droga! Por que estou pensando neste tanto de bobagens enquanto sei que estou nua, algemada e vendada, molhada, aguardando pelos seus lábios em meu sexo? Droga!" 




Seus dedos hábeis me tocaram. Estremeci com o contato. O toque foi leve, um tanto quanto carinhoso e íntimo, muito íntimo. Seus dedos, três, me acariciavam. Ouvi seu gemido. Era delicioso saber que ela gostava de me tocar. 




— Ah, Lauren! Sempre tão deliciosamente molhada. Gosto muito disso em você. – Continuou com a carícia e eu me sentia escorregando na beira de um precipício. — Vou usar o óleo aqui também. Não se assuste. Esquenta como o que usamos no banheiro. 




Não consegui responder. Todas as palavras tinham fugido e aguardavam ansiosamente pelo que aconteceria. 




Quando estamos ansiosas um segundo parece uma eternidade. Camila demorou muito, em compensação, quando senti sua mão se fechar em meu sexo, fazendo com que o líquido aquecido se misturasse à minha excitação, soltei o gemido mais alto e extasiado de todos os que eu emitira anteriormente. 




Seus dedos se demoraram um pouco mais ali, acariciando e excitando. Deixando que o líquido se espalhasse e aquecesse, antecipando o que viria em seguida, ela parou e eu prendi a respiração. 




Seus lábios tocaram minhas coxas me fazendo tremer com o contato, ela estava muito próxima, quase lá e eu me segurava para não me contorcer de tanta ansiedade. Ela brincou comigo. Sabia que eu estava no último estágio, que em breve explodiria, mesmo assim, sua língua passou pela minha pele, em minha coxa e seus dentes arranharam o local. Puta merda! 



E então... Ah, Deus! Ela assoprou levemente e todo o meu corpo ficou quente. Gemi quase chorando e no mesmo instante ela me beijou... lá. Céus! 




Camila fechou os lábios e os movimentou como se estivesse beijando a minha boca, mas ela beijava bem lá, no meio das minhas pernas, eu estava arfando e me contorcendo enlouquecida de tanto prazer. 




Seus lábios passearam por toda a região, em seguida dedicou sua atenção ao pequeno ponto de prazer, meu clitóris. Ela passava a língua em movimentos circulares, depois fechou os dentes pressionando levemente. Pensei que gozaria naquele momento, então Camila me abandonou. 




Tentei controlar a respiração. Aí ela voltou chupando com mais intensidade, e eu praticamente gritei. Por duas vezes Camila repetiu o movimento, passou a língua, mordeu e chupou, quando partiu para a terceira, meu corpo inteiro se desfez. 




Gritei sentindo todas as minhas células expandirem e se espalharem pelo universo. Tenho consciência de que o prazer percorreu meu corpo em segundos, aquecendo a pele, queimando da maneira mais gostosa possível e que, durante todo o tempo, eu gritei por ela, me dissolvendo em seus lábios poderosos. 



Aos poucos fui voltando ao planeta terra, me situando no Brasil, localizando-me no Rio de janeiro e centrando-me na casa de Camila, em seu quarto, sua cama. 




Putz! Eu tinha gozado na boca da minha professora. Putz duas vezes! Eu tinha adorado! 




Camila subiu pelo meu corpo com beijos carinhosos, chegando ao pescoço e depois nos lábios. Um doce e suave sabor, provavelmente do óleo, se misturava ao salgado, provavelmente do meu gozo. 




Ela tirou minha venda e eu encontrei seus olhos, ainda brilhando de excitação. Pisquei algumas vezes para me adaptar à luz que banhava o quarto, minha professora sorria. Era perturbador e sexy ao mesmo tempo. Soltou minhas mãos, acariciou meus pulsos, tudo sem sair de cima de mim e sem deixar de salpicar beijos leves em meu rosto, lábios, seios e pescoço. 




— Agora, aluna aplicada, é a sua vez. 




Puta que pariu! Meu sangue recomeçou a borbulhar. 




— Faça... 




Puta que pariu! Meu sangue recomeçou a ferver. Camila me olhava com olhos ferozes e famintos, como se fosse me atacar. Meu único desejo e pensamento era que ela realmente o fizesse. 




Estar com a minha professora me colocava em um mundo particular. Uma atmosfera apenas nossa, onde poderíamos ser e fazer o que quiséssemos. Quando estávamos na cama, mesmo que ainda não fosse da maneira que desejávamos, esquecíamos que existiam obstáculos que precisaríamos enfrentar, problemas sérios e que as consequências daquela brincadeira poderiam ser irreversíveis. 




Mas, como eu disse, quando estávamos nos braços uma da outra, este pensamento não existia, e eu não entendia o porquê. Por que tudo do lado de fora não tinha relevância quando ela me beijava? Por que até mesmo o meu projeto perdia a importância quando minha professora me tocava? 




Alí, com a minha professora me encarando em expectativa, naquele momento, nada em minha vida era mais importante do que ter Camila em minha boca. Tudo que eu queria era sentir seu gosto, a textura de seu membro e saber até onde poderíamos chegar. Eu a queria e este era o meu objetivo. Tê-la para mim e em mim. 




— Lauren, seu rosto corado deveria ser um motivo para me obrigar a parar, no entanto, todas as vezes que a vejo desse jeito tenho vontade de ultrapassar todas as barreiras. É um estímulo muito forte. 




Seus dedos acariciavam meu rosto e cabelos, colocando-os atrás da orelha, como se eu fosse uma menina inocente a um passo da perdição. Bom... Esta era mesmo a minha realidade. Meus olhos não deixavam os dela, tentando descobrir como iniciar o que tanto desejávamos. 




— Uma moeda de ouro pelos seus pensamentos. – Sussurrou e sorriu gentilmente. 




O vermelho de meu rosto se espalhou pelas orelhas e desceu pelo pescoço. Engolí em seco. Camila sorriu mais largamente e beijou meus lábios com doçura.




— Diga. Precisamos fazer isso juntas. 




Sua voz calma e quente entrava pelos meus ouvidos e acionava os botões em meu ventre que me envolviam ainda mais naquela deliciosa necessidade que eu sentia dela. 




— Eu quero... 




Fechei os olhos bastante constrangida, era algo inacreditavelmente íntimo, mas eu precisava dizer. Estávamos juntas em toda aquela loucura. Abri os olhos encarando seu rosto e me enchi de coragem. 




— Quero fazer isso... sentir o seu gosto... em minha boca. 




Camila fechou os olhos como se minhas palavras fossem fortes demais para ela. Mordendo o lábio inferior puxou o ar com força e, quando abriu os olhos novamente, eles estavam negros, luxuriosos e penetrantes, alcançando não somente a minha alma, também me tocavam e estimulavam bem... lá. No centro entre as minhas pernas. No mesmo lugar onde seus lábios brincaram. 




Ela baixou o olhar e seus olhos quentes como brasas percorreram meu corpo nu. Uma de suas mãos desceu pela minha cintura, alcançando minha perna e acariciando minha coxa. Depois refez o caminho utilizando a mesma intensidade que me íncendiava de dentro para fora. 




— Eu também. – Disse por fim. — Venha. – Me puxou e rolamos no colchão. Rapidamente eu estava sobre ela. 




Minha professora se acomodou no travesseiro e me aguardou. Seus olhos atentos me paralisaram impedindo-me de iniciar. 




"Oh, droga! Como devo fazer? Merda!" 




Ela continuava me olhando, aguardando ansiosa, me deixando cada vez mais envergonhada. Deveria haver um "manual de práticas pré-sexuais para virgens" ou qualquer coisa parecida. Seria bastante útil naquele momento. 




Minha professora sorriu. Droga! Ela se divertia com minha falta de experiência. 




— Por que não começa com o gel? Faça como eu fiz em você. 




Mordi os lábios adorando a ideia de poder tocá-la completamente sem nenhum empecilho. Será que eu saberia como fazer? Sim, eu saberia. Seria como da primeira vez, tocar como ela já havia me ensinado. 




— Tome. – Ela me entregou o pequeno frasco. — Passe um pouco nas mãos e esfregue uma na outra para aquecer. 




Obedeci ciente de que seus olhos me acompanhavam como uma boa mestre faz com seu aluno. Com o óleo aquecido nas palmas das mãos, me preparei para iniciar meu trabalho, mas parei antes de alcançar seu peito. 




— Devo usar as algemas e vendá-la também? – Camila riu e umedeceu os lábios. 



— Não. Como sua professora, devo guiála, Lauren. – Estreitou os olhos e sorriu de alguma piada interna, o que me deixou intrigada e ao mesmo tempo irritada. — Calma! Estava apenas pensando no que você seria capaz de fazer, caso eu permitisse que me algemasse. – ah!... Ahhhhhh! Sorri maliciosa. Eu realmente faria. — Foco, Lauren! O óleo. – Sugeriu. 




Imediatamente coloquei minhas mãos sobre seu peito e comecei a massagem. Camila me observava. Suas pupilas dilatadas, a respiração ficando instável e acelerada. 




— Pode espalhar o óleo por onde desejar. 



— Ok! 




Corri as mãos pelos seus ombros e bíceps bem trabalhados e adorei a sensação dos seus músculos retesando ao meu toque. Voltei ao peito e desci entre os seios. Céus, eu já disse o quanto eles eram impressionantes? Testei, colocando minhas mãos, uma em cada seio, ela se mexeu um pouco e eu parei instantaneamente buscando seus olhos. 



— Continue. – A voz rouca foi um excelente incentivo. 




Me ínclínei sobre ela e enquanto minha mão direita massageava cuidadosamente seu seio esquerdo, fechei meus lábios ao redor do bico de seu seio direito. Camila gemeu mais rouca, fazendo meu centro pulsar. Brinquei com a língua ali, da mesma forma que ela costumava fazer comigo. Lambi, chupei, testei com os dentes em mordidinhas leves, sentíndo-a se remexer abaixo de mim. Entendi aquilo como um sim, e repeti todo o processo no outro, ouvindo-a gemer de uma forma deliciosa. 




Quando me afastei, coloquei um pouco mais do óleo em minhas mãos e as esfreguei para esquentar. O cheiro era maravilhoso. Contragosto, abandonei os seios de Camila para descer pela sua barriga lisa e gostosa. 




Minha professora estava deitada com as pernas entre as minhas, eu sentada sobre ela com as mãos massageando eroticamente o pé da sua barriga. Camila mordeu levemente os lábios e fechou os olhos quando deixei meu indicador correr pela borda da sua cueca. 




— Quero que você tire. – Pedi ainda com a voz baixa. 




Eu podia ver sua ereção quase saltando de dentro do tecido e só esta ideia já me deixava com a mente inundada de imagens e sensações. 



Camila se movimentou embaixo de mim e, com a minha tímida ajuda, retirou a cueca sem demonstrar embaraço. Ela estava muito confortável, o que me fazia desviar o foco e me perder em pensamentos pecaminosos. 



Notas Finais


É bem simples, quanto mais vocês comentarem e favoritarem, mais eu posto...


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