História The Proposal - Capítulo 35


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani, Shawn Mendes, Zac Efron
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zac Efron
Tags Ally Brooke, Alren, Ariana Grande, Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Camriana, Ctops, Demally, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Normani Kordei, Norminah, Zac Efron
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Palavras 2.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei...

Capítulo 35 - Capítulo 32


Lauren Jauregui | Point Of View






— E agora? 




Perguntou observando atentamente minhas reações. Meus olhos estavam fixos em seu membro completamente rígido. Involuntariamente umedeci os lábios. 




— Puta que pariu, Lauren, não faça isso! – Rosnou. 



— O que eu fiz? – Murmurei sem saber ao certo o que tinha feito de errado para causar aquela reação. 



— O que você fez? O que você sempre faz, menina. 



— Camila, eu... – Mordi o lábio inferior. 



— Continue, Lauren... – Fiquei sem saber o que dizer. — A massagem... O óleo. – Revirou os olhos me deixando completamente sem graça. 



— Ok! 





Peguei mais um pouco do óleo e esfreguei as mãos aquecendo o líquido. Sem mais conversa, peguei seu membro sentindo o tecido escorregar com facilidade devido à lubrificação extra. Minha professora arqueou o corpo e soltou um gemido que me acendeu totalmente. Meu íntimo estava em festa, porque eu adorava ver Camila daquela maneira. Tão entregue. 




— Assim, Lauren! – Movimentou seus quadris na direção das minhas mãos. Aumentei a pressão e ela gemeu mais me deixando quase em êxtase.


 


Corri minha mão em seu pau mantendo-o preso entre meus dedos e comecei a masturbá-lo. Subindo e descendo. Eu sentia que o produto esquentava ainda mais em meus dedos, eu acelerava e parava para potencializar os efeitos. 




Quando estava no meio destes movimentos subindo e descendo, vagarosamente, me armei de coragem para fazer o que almejava. 



Ela estava de olhos fechados se deleitando com o calor do óleo e os movimentos implacáveis da minha mão. Eu muito excitada e louca de vontade de colocá-la em minha boca. Sem que ela percebesse, inclinei minha cabeça em sua direção e, quando terminava o subir de minha mão, reiniciei o movimento de descida, só que com os lábios. 




— Ah! Lauren! 



Gemeu como nunca havia feito antes. O som foi extasiante. Totalmente "orgástico" e me deixou completamente molhada. 



Desci os lábios sentíndo-a entrar em minha boca. Céus! Não cabia totalmente. Quando chegou ao ponto em que eu sabia que não daria mais, apertei os lábios e o suguei. Achei que seria uma ótima maneira de fazer, uma vez que, o termo utilizado pelas pessoas era "chupar", então este deveria ser o movimento correto. Ou não? 



Bastou sugar seu membro, comprimindo-o em minha boca para que Camila soltasse outro gemido daqueles de derreter qualquer calcinha. Ainda bem que eu não estava com a minha. Suas mãos agarraram meus cabelos, segurando com delicadeza as laterais do meu rosto, acariciando-o. Subi os lábios imitando o movimento que minha mão fazia, deixando minha língua roçar toda a sua extensão. Queria sentir o seu sabor, a sua textura. 




— Oh, céus! 




Seus quadris levantaram em direção à minha boca e ela se enterrou um pouco mais fundo. Hum! Assim era gostoso. Era como se minha boca estivesse sendo fodida. Pensar nisso fez com que todas as borboletas que voavam alegremente pelo meu estômago começassem a dar rasantes. 




Era extremamente excitante. 




O gosto de chiclete do óleo era bom, tornando tudo mais doce. O sabor de Camila era magnífico e o cheiro então... porque sim, eu sentia o seu cheiro com mais potência, estando tão perto, e era... era inebriante. Sabonete, óleo e Camila, nua e crua, e todinha em minha boca. Ah, Deus! Era bom demais para ser verdade. 




Agradeci mentalmente por todos os filmes pornográficos que forcei Zac a me mostrar. 



Guiada por seus gemidos e os movimentos dos seus quadris, estabeleci um padrão para satisfazer nossas necessidades. Eu segurava a sua base com a mão e, aos poucos, a enterrava na boca aprofundando mais até senti-la em minha garganta. Era um nouco angustiante. Eu tinha medo de forçar vômito, mas para minha satisfação, Camila parecia se encaixar em mim com perfeição, acomodando-se como podia. 



Quando estava descendo, acariciava sua extensão com os lábios e a língua, fazendo movimentos circulares e quando levantava a sugava com força até chegar na cabeça, onde passava a língua e sugava mais sofregamente, para depois recomeçar. 



Ok! Camila com a cabeça entre minhas pernas foi algo maravilhoso. Digno de um troféu. Eu poderia passar horas aplaudíndo o seu desempenho de mestre, mas cá entre nós, eu estava arrancando dela os mais deliciosos gemidos, sem contar com as palavras impróprias que ela dizia todas as vezes que meus lábios sugavam a cabeça do seu pau. Acho que eu merecia uma medalha de ouro. 




— Assim, menina. Isso... Ah! Cacete... 




Ela continuava gemendo e forçando seu pau extremamente duro e inchado em minha boca e garganta... eu o sugava, lambia e chupava sem me fazer de rogada. Era exatamente o que eu queria. E estava adorando. 




— Vamos parar agora, Lauren. – O quê? Por quê? Não a deixei sair. Segurei com mais força e a suguei avidamente. — Ah. Meu. Deus! – Aproveitei sua reação e & enterrei ainda mais profundamente. Aumentei o ritmo. — Lauren! – Rosnou levantando os quadris e estocando com força. — Eu vou... Menina... 




Ah vai sim, Camila! É exatamente o que eu quero. 




— Lauren... Por favor! 



Fui até a ponta do seu membro enquanto descia a pele com minhas mãos, como se a masturbasse. Fechei os lábios na cabeça do seu pau e o suguei forçando-a em minha boca. Os lábios impediam que ela entrasse toda de uma vez. Como se estivesse tirando a minha virgindade. 




— Caralho! – Ela forçou a entrada e eu a recebi, chupando-a e masturbando-a. — Você vai me fazer gozar, menina. – Rosnou. Foi como se as palavras estivessem presas em sua garganta. 




Intensiflquei os movimentos em um pedido mudo para que ela realmente gozasse. Eu queria que o fizesse, naquele momento e completamente enterrada na minha boca. 




— Ah, Lauren, puta que pariu! 




O jato grosso, quente e viscoso atravessou minha boca escorrendo pela minha garganta. Suas mãos firmes seguraram meu rosto impedindo que eu continuasse me movimentando. 



Camila levantava os quadris enterrando em minha boca seu membro úmido e pulsante, saindo com movimentos lentos. Saboreei cada gota do seu gozo, ciente de que cada pouquinho daquela inundação era o desejo de Camila se liquefazendo em mim. 



E eu amava o seu desejo, por isso amava seu gozo. Nenhuma gota foi desperdiçada. Eu a recebi com orgulho e prazer. 






Camila Cabello | Point Of View 




Lauren me olhou com o rosto ainda um pouco corado. Eu ofegava, resquícios de um orgasmo incomparável. Tudo porque um dia, aquela linda criatura achou que sua humilde professora deveria ajudá-la a descobrir o sexo. 



Puta que pariu! Como eu pude acreditar que não me envolveria? Desde o primeiro dia, quando a beijei pela primeira vez soube que estava perdida Lauren me seduzia com apenas um olhar. 




E agora, vendo-a sorrir timidamente, com os lábios ainda brilhando, lambuzados com o que tinha escapado do meu gozo e vendo o quanto estava satisfeita com o próprio desempenho me deixava... orgulhosa? Talvez, mas era mais. Muito mais. Eu estava encantada. Completamente deslumbrada. 



Lauren Jauregui, virgem, minha aluna, que havia seguido todas as minhas instruções, me fascinava e seduzia, quando demonstrava sua enorme satisfação em aprender. Porra, Lauren! Eu queria jogá-la naquele colchão e possuí-la. Mas esse era um passo muito grande. 




"Calma, Camila! Falta muito pouco". 




— E então? 



Ela me questionou com um misto de ansiedade e insegurança. Sorri e umedeci os lábios. Eu estava atordoada com o orgasmo que ela havia me proporcionado. E eu que acreditei que poderia me abster desta sensação enquanto estivéssemos juntas. Deixei que um risinho escapasse. 




— O que foi? – Questionou apreensiva. 



— Você me surpreende, aluna. 




Puxei Lauren para junto de mim e beijei o alto da sua cabeça para depois jogá-la para o lado e me posicionar ao seu lado, virando-me para olhá-la nos olhos. Ela soltou um risinho infantil. 



— Surpreende? 



— Sim. Seu desempenho foi... impecável. – Ela sorriu lindamente. 



— Impecável. – Repetiu e o vermelho de seu rosto começou a se espalhar, queimando a minha pele. Era uma delícia assisti-la corando. 



— O que me faz pensar se... – Arqueei uma sobrancelha. 




O pensamento chegou a ser incômodo. Não gostava nem de imaginar Lauren com outra pessoa, mesmo sendo uma experiência do seu passado. 




— O quê? – Ela me encarou curiosa, mas rapidamente entendeu o que eu estava tentando dizer. — Camila! – Ficou indignada. 



— Tá, tudo bem! Fiquei apenas curiosa. – Ela continuava contrariada. — Ei! Não fique irritada. Eu só pensei se já não teve esta experiência antes. Você foi incrível, Lauren. Deve concordar comigo que para uma garota que nunca sequer tinha beijado alguém, fazer um boquete tão perfeito não era o esperado, não é? 




Ela fez cara de inconformada com o que eu acabara de dizer e forçou o corpo para se levantar da cama. 




— Para, Lauren! – Comecei a rir. — Como você é estressada, garota. 



— Eu? Estressada? Porra, se você acha mesmo que já tive outras experiências como esta, então por que não me come logo de uma vez? Fica toda cheia de frescura porque eu sou virgem, porque sou sua aluna, o diabo a quatro e não me come. Nem mesmo quando acha que outra pessoa já enfiou o pau na minha boca. Vá se foder, Camila! 




Puta que pariu! Aquela boca suja nunca mudaria. 




— Ok. Chega! Você conseguiu. – Deitei de lado deíxando-a livre para levantar. Mas Lauren não levantou. Ficou deitada encarando o teto, assim como eu. 



— Você começou. – Ela falou, após Vários minutos em silêncio. 



— Não sou mais uma adolescente, Lauren. Não fico nesta disputa de quem começou e quem não começou. Eu apenas explanei uma ideia e você nem precisava ficar toda ofendida, muito menos deixar que sua boca suja se apresentasse. 



— Ah é! Sou uma boca suja. Agora estou mesmo com a boca completamente suja de porra. Acabei de chupar a minha professora. 




Levantei, sentando na cama para encará-la. Não conseguia acreditar no que ela tinha acabado de dizer. Lauren me encarou com os braços cruzados no peito nu, o rosto vermelho e os olhos brilhantes. Ficamos nos encarando até que ela riu. Foi impossível não acompanhá-la. 




— Você é muito sacana, Lauren. – E demos risada até não aguentarmos mais. 



Parei sobre ela e beijei rapidamente seus lábios. 



— Ah não, professora Cabelll, você me disse coisas muito ruins. – Ela desviou os lábios dos meus aínda rindo. 




— Eu não fiz nada. Esqueça. – Beijei seu pescoço e acariciei seu corpo. A pele de Lauren era deliciosa. 




Ela se movimentou na direção da minha mão, completamente à vontade comigo e nossas carícias. Graças aos nossos encontros, Lauren se conhecia muito bem, sabia o que queria e o que gostava, o que era maravilhoso. Desci meu rosto em busca de seus seios e quando os encontrei brinquei com eles, lambendo, mordendo e chupando. Minha aluna gemia sem pudor, acariciando meus cabelos e mantendo meu rosto preso nas carícias que eu deixava em seu corpo. 




— Minha nossa, Camila. Você é insaciável. – Ela gemeu ao sentir minha ereção roçando sua pele. 



— E você é uma ninfetinha muito gostosa, Lauren Jauregui. – Olhei para cima encontrando seus olhos. Ela sorriu e me chamou de volta para seus lábios. 




Beijamo-nos apaixonadamente. Eu a sentia inteira, sem nenhuma barreira ou empecilho. Como eu a queria! Lauren abriu as pernas mantendo-me entre elas, nossos sexos em contato, desfrutando um do outro, se experimentando, encontrando o caminho para que pudéssemos nos completar. Eu queria, infelizmente ainda não podia. 




— Faça amor comigo, Camila. - Ela pediu entre meus lábios. — Eu quero você, apenas você. Não me faça esperar mais. 




Aquelas palavras... Porra, como ela conseguia? 




Droga! Eu estava tão perto. Apenas um movimento e estaríamos entregues. Merda! Eu não podia. Não sem ter a certeza de que Lauren não seria prejudicada. 



Porra! Por mais que a desejasse eu era a sua professora e, para piorar a nossa situação, também a responsável pelo seu trabalho de conclusão de curso, não podia simplesmente achar que as pessoas entenderiam. Ela poderia ser desacreditada e eu também. Não podíamos nos arriscar. 



Por outro lado, como dizer não? Puta merda! Gemi em seu pescoço ainda muito tentada. Era só um movimento. Um só, não haveria mais volta. 




— Espere por mim, Lauren. – Parei tudo o que estávamos fazendo e procurei seus olhos. — Eu quero você como nunca quis mulher alguma. Acredite! Mas nós teremos que esperar. 



— Eu não quero esperar. – Disse manhosa. — Não quero esperar. Por favor! – Se agarrou ainda mais a mim, buscando meus lábios. 



— Lauren... – Gemi quase cedendo a seus apelos. — Não faça... 



— Por favor, Camila! – Se movimentou aumentando o atrito entre nossos sexos. — Agora, por favor! – Lauren me beijava com cuidado enquanto seu corpo se esfregava no meu. Suas mãos acariciavam meus cabelos e costas e suas pernas estavam agarradas em minha cintura. 




"Ah, droga! Para que esperar? Agora ou daqui a duas semanas não faria muita diferença". 



Levantei o corpo pronta para penetrá-la quando a campainha tocou. 



Imediatamente fui levada de volta à realidade. 




Puta que pariu! 0 que eu estava fazendo? 





Notas Finais


Foi bem na portinha...


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