História The proposal. - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Jungwoo, Lucas, Yuta
Tags Luwoo, Nct, Perseguição, Woocas
Visualizações 88
Palavras 1.121
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite!
Quero compartilhar com você minha felicidade por não ter tido bloqueios mentais até agora. Os capítulos estão fluindo que é um beleza!
Espero que gostem desse também, amores. Boa leitura!

Capítulo 4 - Chapter four.


Fanfic / Fanfiction The proposal. - Capítulo 4 - Chapter four.

Jungwoo pov.

Cheguei em casa depois de um dia longo, estressante e estupidamente estranho.

Minha cabeça estava a mil, céus.

Eu poderia fazer uma lista com todos os problemas a serem resolvidos:

1. Minha mãe morta não está morta;

2. Aluguéis e contas atrasados;

3. Lucas enlouqueceu e me meteu no      meio de suas tramóias.

Tomei um banho demorado e me joguei na cama.

Acordei no outro dia com meu celular vibrando loucamente: várias ligações e mensagens perdidas do capeta.

Suspirei e li uma mensagem que ele havia mandado, nela dizia que não iríamos trabalhar para resolver alguns assuntos e que ele já estava me esperando em frente ao prédio.

Como estava atrasado -novidade- me arrumei de qualquer jeito.

[...]

Eu fitava a placa metálica do pequeno prédio do departamento de imigração com tal pensamento.

''Nunca quis sair correndo para longe como agora.''

O local estava lotado, e eu; com dificuldades para passar entre todas essas pessoas.

-Vamos logo, garoto.- Lucas diz impaciente como sempre, me puxando com brutalidade e passando na frente de todos.

-Me solta!- Sou ignorado por ele, que seguiu andando até balcão, então aproveito a deixa para puxar meu braço. Eu não toleraria mais ser tratado assim.

-Preciso que você de entrada neste visto de noivo pra mim, é urgente.-

-Venha comigo.-

Fomos encaminhados para outra sala, onde pude me sentar em uma das diversas cadeiras que havia ali.

Após uma longa espera, um senhor entra na sala e eu me levanto, parando ao lado de Lucas.

-Certo...- Ele lê nossos documentos minuciosamente, analisando-os mais de uma vez. -Vocês não estão inventando isso para evitar que o senhor não seja deportado, não é?

Puta que pariu! Ele sabe? Do meu lado, Lucas está sem reação, visivelmente nervoso, então resolvo tomar uma atitude

-Isso é ridículo. Anda acredita em boatos, senhor?-

-Recebemos uma ligação anônima. Me pareceu bem convincente.-

-Jung Junhyuk?-

-Ele mesmo.-

-Me desculpa, senhor. Ele é um funcionário que acabou de ser demitido e vimos que não está lidando bem com a situação.-

-Diga o que devemos fazer e então podemos ir embora logo, tem bastante gente aqui.-

-Por favor, sentem-se.- Ele aponta para a cadeira, então nós dois sentamos em frente a ele. -Deixe-me explicar. O primeiro passo será uma entrevista, onde cada uma fica em uma sala, irei fazer perguntas que qualquer casal de saberia responder.

Segundo passo, será uma análise das pessoas com que vocês convivem e troca de mensagens.. Enfim se suas respostas não baterem em todos os pontos, você será deportado por tempo indeterminado. E você pode pagar um multa e ser preso.- A última parte ele diz olhando pra mim, enquanto apontava em minha direção.

Fico estático.

Ah, eu estou bem fodido.

O maximo que consigo fazer é ficar encarando o homem.

-Que dizer algo?- Lucas olha pra mim debochando de minha cara de terror.

Eu deveria ou não me pronunciar?

Maneio a cabeça em positivo, em negativo..

-A verdade é que...- Começo a falar olhando para ele, e o percebo tenso. Hora de abusar de meus dotes artísticos. Sorri enquanto segurava uma das mãos do capeta, desviando o olhar para o senhor em nossa frente. -Lucas e eu não deveríamos ter deixado esse sentimento falar mais alto do que o profissionalismo.. mas imagino que o senhor deva saber que é difícil ir contra o que nosso coração quer.- Ok, agora até eu fiquei impressionado comigo mesmo. O capeta me olha com uma das sobrancelhas arqueadas, apenas assentindo a tudo o que digo. -Não contamos para ninguém no trabalho por que achamos inapropriado eu publicar minhas histórias na coluna principal da revista.-

Senti Lucas apertar seus dedos nos meus fortemente, respirando fundo para não rir. Ele realmente estava se segurando para não pular em cima de mim e me esganar ali mesmo.

-Realmente, seria injusto para com os outros funcionários. Wonnie deve ser reconhecido pelo próprio talento, não por ser noivo do editor chefe.-

Lucas diz, enquanto abraça meus ombros, colocando meus fios para trás da orelha e ajeitando a armação de meu óculos. Não posso negar que fiquei um tanto nervoso com isso.

-Seus pais sabem?- Como eu diria que não tenho ninguém? Céus, que situação.

Respirei fundo, ajeitando-me na poltrona.

-Meus pais estão mortos, sem qualquer outro parente vivo. Já os dele, estão bem vivos. Nós vamos contar para eles esse fim de semana. Aniversário de 90 anos da vovó e a família vai estar toda reunida.

-Achamos que seria uma boa surpresa, será em Sitka, Alasca.-

-Certo. Então, vejo vocês segunda feira às 9:00h para a entrevista.- Assentimos e nos levantamos após agradecer

-Estou de olho em vocês.-

Abro com raiva a porta do prédio onde fica o serviço de imigrações. Lucas vem logo depois, andando com calma, o que estava me irritando ainda mais.

-É o seguinte vamos até lá e contaremos aos meus pais que estamos juntos.- Paro de andar de repente, fazendo com que Lucas quase batesse de frente comigo.

Aponto para ele e ficamos nos encarando, ele tentando descobrir o porque de minha reação e eu me segurando para não voar em cima dele.

-Ah, aquela ideia sobre a sua história foi realmente brilhante, ele acreditou.-

-Uma ideia que terá de ser realizada em breve. Eu falei sério, Lucas. A mixaria que me paga é pouco.

-Isso me afeta? Não. Então esqueça essa idiotice.-

-Então eu me demito e você vai ser deportado.- Dou as costas, voltando andar sem nem ao menos me importar de estar longe da estação. Com a raiva que sentia naquele momento, isso era o de menos.

-Ya, volte aqui! Kim Jungwoo.. espera.- Paro de andar assim que ele vem até mim, me virando se frente pra ele. -Está bem, você vai poder ter uma parte na revista. -Olho para ele, com um sorriso vitorioso estampado em meu rosto.

-Quero que seja agora.-

-Dez mil cópias, primeira tiragem. Em compensação, vamos contar sobre o noivado quando e como eu quiser.- Concordo.

-Última coisa... me peça para casar com você, com jeitinho.

-O que?!- Ele pergunta incrédulo com minha audácia, praticamente gritando tal fala. Qual é? eu não perderia a chance de brincar um pouquinho. Ele me olha trincando os dentes, como se fosse um lobo faminto que a qualquer hora pularia em cima de mim e atacaria meu pescoço.

Após suspirar, ele se ajoelha em minha frente e me estende a mão, então eu a seguro. Quando eu iria imaginar que um dia, veria uma cena magnífica dessas? Meu eu interior está com dores na barriga de tanto que gargalha.

Ele olha para o chão, depois para mim, enquanto passa os dedos em seus fios lisos.

Por fim, força a garganta, e seu tom de voz sai extremamente rouco.

-Quer casar comigo?- Puxo o ar, colocando a mão em meu queixo, fingindo pensar. Vejo-o revirar os olhos e rio antes de finalmente o responder.

-Eu aceito, vejo você no aeroporto.- Sigo andando, pensando na grande merda que eu havia me metido. Bem, eu não tinha uma opção melhor, joguei a única carta que me restou.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...