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História The Protectors: Season Two - Interativa - Capítulo 7


Escrita por: e pimentah


Notas do Autor


➷ Hello galerinha, aqui estou eu com mais um teaser, dessa vez da rainha maravilhosa da Rebecca Barton (sou cadelinha sim)

➷ Só teremos edit desse teaser quando a @pimentah voltar pq eu sou péssima nisso K

➷ Só pra reforçar que o segundo pré-aceitos vai sair em 22/08 então aproveitem esse tempo K

Capítulo 7 - 000.7: Patience, Empathy and Strength


15 de agosto de 2030; Nova York, EUA

Rebecca


Após o clima tenso entre Peter e a garota nova, Peter se senta ao meu lado. Eu podia ver em seus olhos que ele se sentia culpado, mas eu também me sentiria assim depois da forma que Dante os repreendeu, tenho que falar com ele depois falando nisso.

Eu coloco a mão no ombro de Peter e lhe dou um sorriso

- Não se culpe garoto aranha, a culpa não é sua - eu digo

- Eu sei - ele diz mas sei que é mentira

- Conversamos depois - eu digo em um tom mais baixo e sério, Peter engole em seco ele não conseguia esconder nada de mim

Algumas horas depois de sermos apresentados aos novos protetores, eu decido ir falar com Dante. Eu sabia que ele deveria estar estressado mas ele não merecia sofrer dessa forma sozinho. Eu caminho até o quarto dele e paro em frente a porta do mesmo, eu respiro fundo e bati na porta. Segundos depois vejo um pedaço do rosto de Dante, seu olho parecia inchado e vermelho, eu conseguia ouvir sua respiração pesada e falha. Antes que eu diga algo, ele abre mais a porta e me dá passagem para entrar.

Quando ele fecha a porta, eu consigo observá-lo mais atentamente. Seus olhos definitivamente inchados e vermelhos estavam cheios d'água, seu nariz levemente avermelhado, suas bochechas estavam com as marcas das lágrimas que por ali passavam. Aquela cena me destruiu de uma forma que eu bem sei explicar. Eu simplesmente me aproximo mais dele, e o puxo para um abraço, ele abaixa a cabeça e a encaixa no meu pescoço, enquanto eu fico na ponta do pé.

Eu passava a mão em suas costas enquanto ele chorava e soluçava em meu ombro, eu não tinha nem idéia do que ele sentia agora mas com certeza estava doendo muito.

- Respira fundo - eu digo e ele tenta respirar fundo mas falha voltando a soluçar, sinto minhas costas doerem e decido me sentar em sua cama - Vem cá

Eu o guio até sua cama onde eu me sento e ele fica semi deitado me abraçando, ele ainda chorava horrores.

- Você tem que respirar, Zac - eu digo - Por favor - ele levanta a cabeça levemente, e eu o ajudo a respirar, sua respiração se estabiliza e ele começa a falar

- Quando ela sumiu, eu a procurei por toda cidade, por todos os reinos - ele fala voltando a encostar a cabeça em meu peito - Eu a procurei em todos os lugares mas ela sumiu - ele diz triste - Eu perdi ela, eu falhei em achá-la 

- Não é sua culpa, querido - eu passo a mão em seus cabelos - Nós vamos encontrá-la, ela vai estar bem e vamos passar por isso tudo, okay? - ele assente com a cabeça 

- Prometo que vamos encontrá-la? - ele me pergunta olhando em meus olhos

- Eu prometo, nem que eu tenha que morrer tentando - eu digo e ele volta a encostar a cabeça em meu peito

Ficamos assim por mais um tempo, eu fazendo carinho em seu cabelo e ele se acalmando. Quando percebi que ele estava quase dormindo decidi que era a minha hora de ir, eu o falei para deitar e descansar afinal ele não deveria dormir há dias. Saio do quarto silenciosamente, eu caminho até o quarto de Peter, bato em sua porta e ele a abre totalmente.

- Precisamos conversar - eu falo entrando sem nem pedir permissão 

- Ahn, claro - ele fala atordoado enquanto eu me sento em sua cadeira giratória na escrivaninha 

- Me explica o que raios aconteceu na sala de reuniões - eu digo direta

- Na sala de reuniões? Aquilo com a Sophia? - ele pergunta levemente confuso e eu assinto - Ela é minha vizinha há anos,  e eu…

- Gosta dela? - Eu pergunto o interrompendo 

- Acho que sim - ele fala envergonhado

- Então trate de pedir desculpas pois não é assim que se trata uma mulher, imagine só como ela se sentiu envergonhada! - eu exclamei - Você tratou ela como uma criança na frente do grupo de heróis que ela acabou de entrar 

- Você tem razão, eu preciso pedir desculpas - ele diz saindo do quarto apressado 

- É isso aí, garoto aranha!

Eu rio sozinha e me levanto saindo do quarto também. Estava mais que na hora de voltar a treinar, ao adentrar a sala de treinamento eu encontrei Toyōhiko, o garoto novo, deitado no sofá dormindo. Esse garoto consegue dormir em qualquer lugar. Pego uma manta que deveria estar no sofá e ele tirou, o cubro e observo que seus traços geralmente sérios e brutos pareciam estar mais leves e tranquilos lhe dando uma aparência de pessoa calma.

Balanço a cabeça afastando esses pensamentos, vou até o vestiário e me visto rapidamente, volto para a sala de treinamento e pego meu arco e flecha.

- Você é a Rebecca, não é? - diz um garoto moreno parado na porta

- Sou sim e você é? - eu pergunto tentando não ser grossa

- Erick Odinsdottir - ele fala e é como se uma lâmpada ligasse em cima da minha cabeça 

- Um dos novos membros, é claro - eu digo e me dou um tapa mental - Eu sou meio esquecida, me desculpa - eu falo e dou um leve sorriso 

- Não tem problema - ele fala gentilmente e começa a caminhar até o sofá mas para ao ver Toyōhiko dormindo como uma pedra nele - Ele tá bem?

- Quando eu cheguei ele já estava assim - eu falo e dou de ombros, voltando a me concentrar no alvo a poucos metros de mim, quando atiro acerto bem no meio do alvo 

- Uau, já tinham me falado que você era boa mas não imaginei que era tanto assim - Erick fala surpreso

- Vou te mostrar mais uma coisa - eu digo sorrindo, volto a olhar para o primeiro alvo me concentrando em acertar a flecha no mesmo lugar que o anterior e logo a atiro, acertando no lugar que eu queria

- Eu digo e repito, uau - ele fala impressionado

- Você ainda nem me viu com uma arma nem no combate corpo a corpo - eu falo orgulhosa 

- Vamos ver que é melhor? - ele pergunta e percebo que ele está mais confortável 

- Sem poderes e habilidades especiais? - eu pergunto com a sobrancelha arqueada 

- Sem poderes e habilidades especiais - ele concorda e estende a mão - Vai amarelar?

- Jamais - eu digo e aperto sua mão - Prepare-se para levar um surra, asgardiano 

- Não cante vitória antes do fim, Rider - ele fala indo para o vestiário 

Quando ele volta, ele sobe no ringue se preparando, eu faço o mesmo. E assim passamos a tarde, treinando mas ainda sim nos divertindo.



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