História The Psychologist •jikook• - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Donalannis, Jikook, Kookmin, Namjin, Vhope
Visualizações 50
Palavras 841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MANO EU TÔ MUITO IMPRESSIONADA

EU CONSEGUI ESCREVER MAIS RÁPIDO QUE EU IMAGINEI

AI MANO, só pode ser o apoio de vocês aqui. Eu amo muito vcs meus bebês

Fiquem com o capítulo, não é muito grande, porém, vai ser para a nossa família Jeon

Capítulo 29 - 28 - uma conversa entre pai, filho, e coração


  O dia já anoitecia quando Bon-hwa saiu da Perua oferecida pelo hospital, sendo ajudado pelo motorista e futuramente pela esposa na qual esperava na porta de casa. Quando entraram na residência, Bon recitou palavras que nunca imaginaria falar tão cedo:

— Eu quero falar com o Jungkook, Yang.

A mãe estava atônita com a frase; primeiro que Bon-hwa manteiga sigilo de onde ia; segundo que o pai Jeon era o que era, e sendo platéia de várias brigas e do pivõ daquela tensão, tinha medo do que estava por vir.

O pai bateu na porta do último quarto, escutando uma melodia sendo criada do outro lado. Ah, que merda. Fazia ele sentir algo estranho de novo. O filho lentamente abriu a porta.

— O que você quer? — perguntou de forma fria.

— Posso entrar? — era estranho o mais velho perguntar isso. Ele era Brito e desrespeitoso. Jeon estava suspeito, porém, afastou para que ele e a cadeira entrassem.

Bom observou o quarto, ele estava um pouco modificado. Alguns quadros estavam colocados no lugar onde havia o mapa de Seoul; a capa do violão ao lado da cama, juntamente com uma mesa do lado com fotos de família e do namorado.

Okay, Bon-hwa.

— Eu... Eu conversei com Jimin hoje, e ele me falou sobre você, sobre as coisas nas quais eu mais julguei você.

— E? — Jungkook queria que ele continuasse.

— E que eu quero tentar, eu quero me arriscar. Eu não quero mais vocês dessa forma.

Era estranho ouvir ele falando essas coisas. Ele queria tentar. Sequer parecia o Bon-hwa falando.

— Não é fácil, Bon-hwa, ouvir que você quer entender uma que você quase destruiu, as minhas esperanças e a da mamãe.

— Tudo bem, okay. Primeiramente que eu não gosto de lembrar se quando eu confisquei seu violão quando me falou que viveria de música, você chorava que nem uma criança e já tinha 15 anos. Na minha cabeça, algo que te desse mais lucro te faria mais feliz e bem sucedido.

"Tsc."

— Eu chorei porque você não acreditava no meu potencial. Isso me deixou com raiva. Muita raiva! — aquelas imagens voltam a passar na sua cabeça. Aquilo lhe cau Jusa dor. — Você bebia pra cacete, falava tanta bosta e depois vinha me consolar. Eu queria era que você se desculpasse pelo menos uma vez.

— Jeon-

— Não precisa pedir, já aconteceu.

Aquela conversa estava em um rumo diferente do que o pai havia imaginado porém, precisava continuar. Bon-hwa estava certo de que se sua família estava dividida e assustada, era por causa dele. Jeongguk não sentava mais na mesa com frequência, Yang-mi vivia com os olhos marejados. Eles não eram assim, nunca precisou ser assim.

— Sobre você gostar de... sobre você ser gay. — Bon-hwa Parecis um velho que não sabia de tecnologia ao lado de um cybernerd. — Era estranho pra mim.

— Parece que ainda é, não? Um dia desses você tava falando mal do Park por isso.

— Tenta me entender...

— Eu não entendo homofobia, muito menos ignorância.

O silêncio foi matador naquele momento. Aquelas duas nomenclaturas doeram no pai Jeon. Ele não notava o quão tóxico e fodido ele era. Todos da sua família não estavam legais por causa dele.

— Eu queria ter netos seis, agradar sua esposa e dizer que você tem sorte por ela ser tão bonita.

— Eu posso ter filhos! — ele se ajoelhou na frente do pai, para que se entendesse melhor. — E você pode sempre elogiar o Jimin, se quiser.

— Olha isso! — o pai arregalou os olhos como se fosse óbvio. — É tudo diferente, é... é estranho!

— Não é estranho, pai, é amor! — Jungkook falava cada vez mais rápido. — Amor pela música, pelo Jimin, por vocês! Mas você sempre insiste em me machucar, machucar todo mundo! — ele batia as mãos no chão em frustração, esta que virou lágrimas derrramando em seu rosto. — Eu só queria que você entendesse que eu sou sempre Jeon Jungkook, que por causa disso eu não vou mudar nunca. Você precisa respeitar, o mundo é o que é atualmente!

Bon-hwa chorava, chorava com o corpo trêmulo, o peito dolorido, a cabeça confusa.

— Eu nunca imaginei que estaria na mesma situação que você antes: dependente, com medo. Porque é tão difícil?

— Não, não é difícil! Você só precisa entender de novo, como uma criança. Refazer o dever de casa pra que tudo fique direito.

O pai não olhava diretamente ao filho, estava com vergonha de si e das lágrimas que caiam. Vergonha do que a bebida terminou de fazer com ele mesmo. Enxugou as malditas antes de dizer:

— Filho, poderíamos ter feito isso antes.

— Eu sei, diminuiria muitas coisas.

Ali, Bon-hwa teve coragem de olhá-lo nos olhos.

"Eu te amo, filho."

"Eu te amo, pai."

Após ler as três mensagens, Jimin sorriu. Pode ser que suas palavras tenham ajudado. Logo, uma nova caixa de mensagem apareceu.

Sunbaenim: Olá, Jimin! Desculpa estar te falando isso informalmente, porém

Sunbaenim: Já está tudo finalizado! Vão arrumar toda a papelada para você estar daqui três meses aqui.

Ah não.

Não, por favor, não.


Notas Finais


Lá vem, os Jeon se arruma e os Park se complica

É assim que eu gosto


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