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História The Purest Girl - Capítulo 1


Escrita por:


Capítulo 1 - Rose


Fanfic / Fanfiction The Purest Girl - Capítulo 1 - Rose

Narração Por Dulce Rose Jones

Londres, Inglaterra

Dezembro 24, 2019

 

Olhei novamente para o meu livro de Biologia, mas olhos castanhos parecem chamar mais a minha atenção. Tratei de beber minha cerveja, hoje é Natal e para minha noite acabar em um bar algo sério deve ter acontecido, pois sim aconteceu. Meus olhos novamente me traem ao olhar para o homem de cabelo raspado igual de um militar, e bonito que está bebendo um dos vinhos mais caros, seus olhos grudados no vinho e com rapidez me fitam. Meu coração vai à boca quando seu corpo alto e forte se levanta da cadeira, e anda em minha direção. Eu deveria ter ficado em casa comendo rabanada ou pendurando minhas meias na lareira, mas o que aconteceu hoje mais cedo nada deveria estar no lugar na casa de meus pais, ainda bem que eu não moro com eles.

– Vejo que você é muito observadora – Engoli em seco quando ouço sua voz tão rouca e perto de mim, levanto meu olhar e encarei seu rosto 

– Não sei do que está falando – Me faço de sonsa com um sorriso mínimo no rosto

 Meus pelos do braço se arrepiam quando ouço agora sua risada e o mesmo me olha incrédulo. Devo ser doida de ficar encarando alguém desconhecido por tantos minutos desde que cheguei, e devo estar com medo, pois o desconhecido está agora bem em minha frente.

– Jason – Estendeu sua mão grande em minha direção 

– Rose – Toquei sua mão grossa, fazendo um frio correr minha espinha, meu Deus isso nunca acontece

Mas agora sobre colocar o meu outro nome, sempre tenho que colocar o maldito segundo nome, meu pai sempre aconselha para desconhecidos que tem algo ruim em mente.

– Posso me sentar? – apontou para cadeira a minha frente, assenti

Ainda bem que a mesa está agora entre nós agora, odeio quando meus olhinhos inocentes caem sobre lugares inapropriados. O mesmo se sentou em minha frente com um sorriso enorme nos lábios.

– O que faz em pleno Natal em um bar? – apoiou seus dois cotovelo na mesa e olhando de relance para o meu livro

– O mesmo que você – falei com naturalidade, querendo esquecer o que aconteceu mais cedo comigo

– Mentira, eu não estou bebendo uma cerveja barata e nem lendo um livro idiota

O olhei incrédula, abri minha boca para protestar sobre suas falas de agora, mas calei de imediato, só porque não estou bebendo uma bebida cara, ele acha que pode falar assim comigo? Idiota

– Não vou falar das minhas decepções com você – Fechei meu livro desistindo de ler

– E quem falou que eu quero ouvir decepções, estou apenas tomando um bom vinho e olhando para uma bela mulher 

Encolhi meus ombros com vergonha, agora ele quer elogiar. Bufei chateada por não ter ninguém para gritar e desabafar, eu vou ter mesmo que desabafar com um desconhecido?

 – Meu pai foi passar o Natal com amante e minha mãe destruiu a mesa do jantar, foi horrível ver toda a família dividida – Abaixei a cabeça agora fitando meu livro, escutei os seus dedos batendo na madeira da mesa e o olhei, e ele me olha estranho

 – Não tenho família aqui, então ainda me pergunto qual é a graça do Natal – Seus ombros largos fazem sinal de tanto faz

 – Não pensa nem em visitar eles nessa época? – negou fazendo uma cara nada boa

 – Por que está bebendo isso? – Apontou para a cerveja mudando agora de assunto

 – Não quero ficar bêbada – Digo balançado o copo, ele revira os olhos arrancando um sorriso meu

 – Já ficou bêbada alguma vez na vida? – Acho que sua pergunta é para saber qual sensação é de ficar bêbada

 – Uma vez, mas foi com a minha prima no meu apartamento dela – Dou de ombros lembrando aquele dia louco e o tempo que não lhe vejo

O olhei decepcionada quando o mesmo se levantou tirando sua carteira do bolso de trás. Por incrível que pareça estava gostando de sua companhia.

 – Quantos anos você tem? – Pergunta me olhando sentada naquela cadeira encolhida

 – Vinte e dois anos – Franzi as sobrancelhas, mas lhe respondi sua pergunta

Jogou algumas notas de dinheiro em cima da mesa, segurou meu pulso levantando meu corpo com apenas um puxão. Deveria ter vindo com alguns de meus seguranças de minha confiança.

 – Está com a identidade aí, pois com esse tamanho e esse rostinho parece mais com uma criança de doze anos – Diz sem nenhuma vergonha de atingir meus sentimentos

 – Para onde quer me levar? – Perguntei bastante preocupada 

 – Boate, já viu uma? – Neguei com rapidez, e ele me olha como uma cara estranha, com certeza me achando uma tola

 – Não sei se posso ir – Falei pegando meu livro e notebook de cima da mesa

Mas fui puxada para fora daquele estabelecimento antes de protestar sobre sua audácia. O vento gelado bateu no meu rosto e eu solto um gemido, tinha acabado de sair do quentinho para um ambiente extremamente frio.

 – Vamos? – Olha em meus olhos esperando alguma resposta

Destravou uma lamborghini preta bem em frente ao bar, assenti confirmando para sair com ele, e querendo deixar os pequenos problemas dos meus pais de lado. Andei até o carro, mas fui encostada no automóvel, senti seu corpo forte e grande bater no meu, tremi ao sentir seu hálito bater em minhas bochechas.

 – Você pode escolher o primeiro lugar onde podemos ir, uma boate ou motel... – Fechei meus olhos com força quando aproximou seu rosto do meu

 – Não sei se eu quero entrar em um motel e... – Seus lábios com delicadeza beijam minha bochecha, meu corpo se arrepia com sua barba roçando em minha pele

Suas mãos grandes apertam minha cintura, arregalei meus olhos quando suas mãos desceram para minha bunda.

 – Minha cama é macia e grande para nós dois – Sua voz saiu aveludada como um anjo

 

(...)

  

Levei aos meus lábios um copo de bebida chamada Lagoa Azul, gemi manhosa quando Jason escondeu seu rosto na curvatura do meu pescoço. Já tinha bebido três copos desses azuis, e dois Martini. Eu tenho que parar, mas minha boca faz outra coisa.

 – Cheirosa – Diz chupando meu pescoço, isso vai ficar vermelho

 – Eu preciso de outra – Falei mostrando meu copo vazio

 – Não precisa – Sussurra no meu ouvido

Arregalei meus olhos ao sentir suas mãos grandes na minha bunda apertando, o olhei envergonhada, desci meu olhar bem para os seus lábios.

 Eu tenho mesmo que beber muito para poder esquecer aquele dia. 

 – Sabe o que eu quero com você agora? – Pergunta com malicia, e eu nego

 – Eu realmente não sei – Coloquei minhas mãos em seus ombros e sorri

 – Foder você – Diz bem perto da minha boca

 

 

 

 

Narração Por Jason Statham 

Londres, Inglaterra

Dezembro 24, 2019

 

 

Flashback On

Parei o carro em qualquer lugar dessa cidade, tinha acabado de resolver e eu preciso ouvir sua voz, peguei meu celular discando seu número com pressa, um sorriso enorme brotou em meus lábios quando a mesma atendeu.

 – Oi Jason – Sua voz saiu com desgosto, e ela não quer esconder isso de mim

Senti uma pontada de arrependimento bater em mim, sua voz estranha desde a última vez que lhe ouvi. 

 – Eu só queria... – Sou interrompido 

 – Não me liga nunca mais, eu sei que hoje é Natal, mas eu não quero ouvir sua voz. Estou noiva Statham e eu não quero você destruindo a minha felicidade”

 – Tudo bem – Digo em um sussurro, que eu tenho certeza que ela não ouviu

Dei-me por vencido, preciso tomar vergonha na cara.

Tirei meu celular do meu ouvido, desliguei o mesmo e guardei no bolso de minha calça. Engraçado que o homem sempre é o errado, eu deixei toda a minha rotina e minha família para ficar com ela e fazer seus desejos. Mas Madison é uma mulher ambiciosa, assim que o homem um pouco mais rico do que eu se interessou por ela, a mesma me deixou, e suas palavras bem claras de que sua felicidade seria com o Empresário Jones, e de onde eu sei o mesmo é casado.

Olhei onde estacionei o carro, e vejo que estou em um bar sem rock, sem velhos bêbados, mas uma mulher linda que eu vi de longe.

Flashback Off

 

 

Deitei seu belo corpo no sofá de minha casa, suas pernas grossas e desnudas deixam meu pau duro só de tocar nelas, lhe puxei para o meu encontro encaixando sobre meu quadril. Segurei seu rosto pálido em minha mão, e não pensei duas vezes e ataquei seus lábios. 

 – Não sei se quero – Sua voz saiu realmente perdida, claro o efeito da bebida 

 – Por que não sabe? – Pergunto provocando

 – Eu não conheço você...eu... – Gaguejou fazendo a mesma rir

Deitei por cima do seu corpo beijando seu pescoço, gemi com a sua pele macia e cheirosa, mas eu não posso abusar de uma garota bêbada. Afastei-me vendo seu rosto um pouco mais pálido, ela está com medo?

 – Tudo bem se não quiser, a gente fica aqui só se beijando e se conhecendo mais – Digo me sentando no sofá

Ajudei a se sentar no sofá para sentar ao meu lado, decidi pegar uma bebida e logo olhei para a garota no sofá. 

 – Quer beber alguma coisa? – Perguntei educadamente, mas ela nega rapidamente

 – Você trabalha em que? – Pergunta olhando para os lados, como se estivesse alguma coisa escrita nas paredes de minha casa

 – Negócios, vendas e empréstimos – Falei sem importância, e me servindo de um bom Bourbon

Mas não era só isso que eu trabalho, minha casa é uma mansão e cada minuto entra milhões de libra esterlina, dólar e euros.

 – Hum – Gemeu fechando os olhos por alguns segundos

 – E você? – Pergunto realmente interessado

 – Estudante – Abriu os olhos e me olhou sorrindo

Sentei-me ao seu lado novamente, toquei seu rosto com toda delicadeza do mundo.

 – É filhinha de papai? – Pergunto beijando seus lábios, e mordendo seu lábio inferior

 – Sim – Sussurra perto de minha boca e chupa meu lábio superior

 – Qual curso estuda, estou bem curioso – Pergunto com grande curiosidade

 – Veterinária – Suas delicadas mãos segura meu rosto dando vários selinhos em mim

 – Se você falar a palavra cachorro já começo a me coçar – Digo lhe fazendo rir

 – Deixa de ser besta – Bateu em meu peito com certa força

 – Que tal a gente calar nossas vozes, e eu te beijar a noite toda  

Sorri quando vejo suas bochechas pálidas ganhar um tom rosado. Levei minhas mãos para o seu rosto puxando para o meu encontro, atacando seus lábios com esse gosto maravilhoso.

Como posso ficar extremamente encantado por uma garota que acabei de conhecer?

 

 

No outro dia

Remexi meu corpo sentindo minhas costas doerem, abri os olhos devagar e vejo que já amanheceu, e ainda estou no sofá da sala. Me sentei rapidamente ao lembrar da noite passada, olhei ao meu redor não encontrando a garota de cabelos loiros. 

 – AMÉLIA – Gritei o nome da governanta, e escuto seus passos no chão, a mesma aparece em minha frente 

 – Você viu uma moça... – Digo tentando explicar como era a moça, e logo sou interrompido

 – Moça chamada Rose, sim, e ela estava muito apressada para ir embora – Diz com cautela e franzi as sobrancelhas

 – Ela não deixou nada pra mim, um bilhete ou número do telefone? – Pergunto esperançoso  

 – Nada senhor

 

 

UM DIA DEPOIS

Andei pelos corredores da empresa podendo ver muita calmaria, e em sua perfeita ordem, o único som é do maldito sapato social que ecoa pelo piso de porcelana dá minha empresa.

 – Bom dia Sr.Statham – Minha secretária me cumprimenta

Mas o meu humor de hoje não estar bem nem para cumprimentar o papa. Entrei em minha sala podendo ver meu braço direito arrumando minha mesa e colocando meu jornal e café no devido local. Era obrigação dá secretária, mas só ele sabe meus gostos nessa empresa.

 – Como foi de Natal? – Kevin pergunta sorridente, parece que alguém passou muito bem o natal

Retiro meu paletó de meus ombros pensando no meu Natal, teria sido perfeito se aquela garota tivesse me dado uma noite de prazer ou simplesmente me dado seu telefone.

 – Ótimo – Digo com um sorriso falso

Olhei para o jornal em cima dá minha mesa podendo ver em capa principal, Jones. Ótimo, esse idiota gosta mesmo de atenção.

 – Que significa isso? – Apontei para o jornal, falando sobre esse maldito

 – Jones se separou dá mulher, e já está com data marcada para um novo casamento – Respirei fundo, joguei meu corpo na cadeira

Madison conseguiu mesmo o que queria, coitada, isso será a falência deles. Agora ele vai ter que dividir, tomara que a mulher dele pegue tudo.

 – Ele já esta colocando seus filhos na presidência – Diz indo em direção a saída

 – Se acha muito inteligente colocando três cabeças, eu me garanto apenas com a minha – Digo abrindo o jornal para olha os resto das notícias

 – A única filha dele recusou a presidência, deve ser uma rebelde – Diz debochando

Folheio o Jornal e quase congelo ao ver a foto de Rose ao lado de mais dois homens bem mais alto que ela. Meus olhos não conseguem mais ler nada, apenas gruda no seu rosto e aquele belo sorriso.

 – Rose – Minha voz sai em apenas em um sussurro

 

 



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