História The Queen - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Personagens Originais, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags _moon-san_, Diabolik Lovers
Visualizações 72
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mundo!

Tia Moon está de volta com mais uma fanfic!

PS: Nenhum dos personagens, além de Konoha, aqui citados são de minha autoria, mas a história sim.

Boa leitura <3

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction The Queen - Capítulo 1 - Prólogo

The queen

Prólogo

~

As pessoas não mudam, revelam-se.

~

Gritos de apavoro eram ouvidos pelo local, os homens e mulheres daquele lugar lutavam por suas vidas, não importava se aqueles eram sangue de seu sangue, ou qualquer outra coisa, eles estavam sendo atacados. 

Eles haviam sido traídos por uma pessoa que lhe jurou lealdade. Uma das famílias mais influentes da Alemanha, havia sido traída. E isso era, no mínimo, absurdo.

Em meio a todo aquele caos, o homem de cabelos brancos, que liderava tudo aquilo procurava por uma coisa, o motivo de ter começado tudo aquilo. Sua ganância. 

– Por que…? – Uma bela mulher conhecida pelo homem perguntou, fraca, a beira da morte.

– Porque vocês negaram o que eu queria. E eu sempre tenho o que eu quero. – Sorriu sádico, chutando a mesma.

Continuou caminhando por aquele castelo antigo, com aparência como se fosse da era vitoriana. O castelo tinha três andares, com um calabouço no subsolo, os móveis aparentavam ser antigos, mas nem por isso deixavam de ter sua beleza rústica, Infelizmente, nenhum daqueles detalhes era do interesse do misterioso homem de cabelos.

Já estava ficando impaciente, não estava achando aquele maldito colar que era importante para ele. Malditos sejam os Mina!

Ouviu um choro e de imediato, estranhou, desde quando aquela família tinha algum filho? 

Curiosidade não era definitivamente uma característica que o definiria, mas ele estava curioso, e que mal faria ir até de onde vinha o irritante som de choro?

Caminhou até uma porta que parecia mais distante de que As outras, onde julgou ser onde nascia o choro; entrou no quarto, vendo um bebê no berço.

O quarto era de um tom vermelho vinho, no telhado havia estrelas que brilhavam e o tal choro parecia nascer de um berço feito de madeira, obviamente caro e bem feito, porém o homem não teve tempo, e muito menos paciência, para prestar atenção nesses detalhes.

A medida que se aproximava, aquele barulhinho irritante ficava cada vez mais agudo, assim que estava perto o bastante, viu uma criança, não, um bebê de peculiares cabelos esverdeados com os olhos semicerrados em enrolada uma manta da cor roxo, na qual estava escrito “Konoha M.” na cor branca.

Então os Mina tem uma herdeira? Interessante, pensou, pegando a criança no colo, e balançando a mesma de um lado para o outro de forma lenta, tentando acalmar a mesma.

Logo, um detalhe lhe chamou a atenção, a garota estava com um colar de ouro com um pingente de coração da cor de uma pedra vermelha, provavelmente um Rubi, e em cima do coração, havia uma espécie de coroa.

Era aquilo que ele estava procurando! O homem tentou pegar o colar do pescoço da criança, mas sentiu uma estranha queimação na mão. Ignorou, mesmo que tivesse doido. Tentou de novo, mas aconteceu a mesma coisa.

– Droga! – Ele praticamente gritou, quase derrubando a criança. – Perdão, Konoha. – Se recompôs.

Logo, começou a ponderar. Se ele por acaso deixasse a criança com seus filhos adotivos, eles provavelmente não saberiam cuidar da criança, e com seus filhos biológicos nem se fala! Então, de repente, lhe veio uma ideia.

– E se os Tsukinamis cuidassem de Konoha? – Pensou, com um sorriso de alguém que sabia exatamente o que fazer. E de fato, ele sabia.

~×~

Aquele homem de cabelos brancos caminhou até a porta daquela mansão, logo batendo na mesma.

– O que deseja, senhor? – perguntou uma mulher, que aparentava ser uma das muitas empregadas daquela casa.

– Eu poderia falar com Giesbach Tsukinami? – perguntou.

A empregada estranhou, o que raios aquele homem estava fazendo na porta da casa de seu mestre com uma bebê no colo?, mesmo com tais pensamentos, ela assentiu e abriu espaço para que o misterioso ser de cabelos brancos poder entrar.

– Eu irei chamá-lo, por favor, sente-se.

– Certo. – Ele concordou e se sentou.

– O que meu velho amigo vem fazer aqui, KarlHeinz? – perguntou um homem que recém chegou na sala de estar, onde estava o homem.

– Eu queria pedir um favor – O homem do qual se autodenominava KarlHeinz disse.

– Um favor? Deve ser algo importante e… Essa criança, Karl? –  Giesbach estava confuso. Muito confuso.

– O nome dela é Konoha Mina e É sobre isso que quero falar. Essa criança é única herdeira ainda viva da família Mina, então eu peço que vocês a adotem, não tenho condições de cuidar da criança. – Explicou.

– O que isso vai mudar na sua vida, Karl?

– Por favor, peguem a criança.

Era raro ver KarlHeinz falando “por favor”, então Giesbach estava surpreso.

– Se você insiste. – ele pegou o bebê no colo, meio desajeitado.

– Eu fico grato – E com essas palavras, KarlHeinz desapareceu.

– O que ele está armando? – perguntou retoricamente, olhando para o rosto angelical da pequena garota.

~×~

Já haviam se passado exatos sete anos desde a família Tsukinami havia adotado Konoha, a mesma garotinha que agora estava caminhando pelos jardins daquela magnífica e grande mansão.

Viu uma borboleta linda a seu ver, e com toda sua inocência de criança, ele começou a correr atrás do maravilhoso inseto.

Quando percebeu, havia chegado em um pomar onde uma pessoa com o corpo escondido em uma capa, começou a caminhar até a pessoa.

– Olá? – estava curiosa, sua voz, inclusive, soou docemente.

– Ah, minha querida Konoha. Posso te dar um conselho? – a voz da pessoa soou rouca, mas ainda sim era um voz feminina.

– Sim!  Adoro conselhos! – Sorriu docemente.

– Sei que não entenderá agora, mas Konoha, sua alma é muito pura, e você também confia facilmente nas pessoas. Isso será sua decadência. – suspirou a velha mulher – Você também é muito ingênua, mas trate de comprir com o que foi destinado a você. – A mulher que, pela sua voz, aparentava ser de idade aconselhou, o que mais parecia um aviso, e em um piscar de olhos, desapareceu.

Konoha ficou confusa, mas ignorou o desaparecimento da velha e tentou se localizar, assim que viu onde estava correu até sua casa.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Odiaram?

Pra quem não sabe, "Giesbach" é o nome do Pai do Carla e Shin!

E aqui está o tal colar:

https://pin.it/gk6nfp22r25jm4


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