História The rain - Interativa - Capítulo 5


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Categorias Fear The Walking Dead, The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags The Rain
Visualizações 14
Palavras 2.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Imagem da capa: Isaac Connor.

Capítulo 5 - Leaving the prison


Fanfic / Fanfiction The rain - Interativa - Capítulo 5 - Leaving the prison

Pov's Samuel

Acordo com Samantha se mexendo do meu lado. Olhei para o rosto da mesma, que abriu um sorriso ao perceber meu olhar.

— Dormiu bem? — pergunto sentando na cama.

— Sabe que não durmo bem desde do começo do apocalipse. — Tha se levanta colocando seu sapato. — E você?

— O mesmo. — respondi abraçando a garota por trás. — Já vai sair?

— Vou! Tenho que ajudar hoje as garotas. — ela coloca suas mãos acimas da minha. — Já vou indo.

Antes que ela saísse selo nossos lábios em um beijo simples e apaixonado. Nos separamos pela falta de ar.

— Poderia ficar aqui a tarde inteira. — ela sussurrou, eu sorri.

— Por que não fica? — sussurro de volta.

Logo a cortina da cela é aberta, Romeu ficou olhando a gente. Samantha se afastou de mim, me deu um selinho e logo saiu da cela.

— Isaac pediu para que eu o chamasse. — o loiro fala. — Vamos queimar os corpos hoje.

— Certo. — me levantei da cama. — Já estou indo.

...

Joguei o corpo podre no buraco. Suspiro secando o suor da testa com as costas da mão. Sanzio logo chegou arrastando um morto.

— Essas coisas são pesadas. — San fala empurrando o corpo no buraco. — E fedem.

— Sem trabalho mole, temos que terminar antes de anoitecer. — Isaac chega com um carrinho de mão, haviam por volta de três corpos no chão. — Tem mais uns corpos lá.

— Por quanto tempo ficaremos no presídio? — pergunto chamando a atenção dos outros.

— Também queria saber. — Alex chega com outro carrinho de mão. — São os últimos corpos.

— Deixa que eu queimo. — Oppy pegou o galão da mão de Romeu.

Abriu o galão, e começou a jogar um pouco da gasolina nos corpos. Romeu acende o fósforo e joga nos mesmos, que logo pegaram fogo.

— Sobre a sua pergunta Samuel. — Isaac se volta para mim. — Eu não sei até quando ficaremos aqui.

— Antes do rádio perder a transmissão, ouvi coordenadas de um suposto acampamento. — Hector indaga. — Poderíamos mandar um pequeno grupo para verificar.

— Mas quem iria? — Sanzio pergunta.

— Eu vou se a Moni for. — Alexander fala cínico, Hector o olha com puro desdém.

— Até parece que a deixaria sozinha com você. — Hector fala olhando para Alex, que deu de ombros.

— Pensarei sobre o que falou Hector. — Isaac fala indo na direção do presídio.

— É quem nomeou ele o líder? — Alex fala debochado.

Dou de ombros e vou na mesma direção que Isaac foi.

Pov's Isaac

Ando até o presídio olhando as garotas, elas colocavam roupas no varal. Havia alguns baldes em baixo das roupas, aproveitando a água que caía das mesmas. Fui até elas.

— Preciso que se reúnem no bloco A. — falo, todas assente.

...

Todos estavam reunidos no bloco A, andei até eles.

— Por que nos chamou aqui? — Jackson pergunta.

— Vou fazer um grupo de pessoas para saírem. — começo. — Hector ouviu falar que tem um acampamento aqui. Quem se oferecer deve arrumar suas coisas hoje.

...

Algumas pessoas vieram até mim, o resto ficaria aqui no presídio. Por fim ficou eu, Allyson, Lucienne, Jackson, Alexander, Hector e Moniélly. Andava pelos corredores a procura de Sanzio ou Oppy, deixaria eles cuidando do lugar. Achei ambos na cozinha.

— Oi Isaac. — Sanzio fala.

— Preciso que vocês cuidem do lugar enquanto eu estou fora. — falo pegando a mochila que estava alguns suprimentos. — Não deixe esse lugar virar um caos.

— Pode deixar. — Oppy responde.

— Quando encontrar o acampamento, chamarei vocês pelo rádio. — falei apontando para o rádio. Ambos assentiram.

Ando na direção da saída do presídio, Allyson conversava com Alice. Hector e Moni colocava as coisas no carro, andei até eles colocando a bolsa dentro do porta malas.

— Eu quero a chave da moto. — Ally fala vindo ao meu lado, dou uma risada.

— A moto é minha. — falei, ela franzi o cenho. — Eu deixo você ir na garupa.

— Acha que eu vou na garupa só por que você falou? — ela fala. — Eu vou porque eu quero.

— Ok. — respondo ignorando a irritação da garota.

Não demorou muito para que todos estivessem prontos, subo na moto e logo Allyson sobre atrás.

— É melhor se segurar em mim. — falei fitando a acastanhada.

— Não precisa. — ela responde segurando no banco.

Violet abre o portão e o carro vai na frente, ligo a moto e vou atrás do carro. Aumento a velocidade quase derrubando a garota atrás, ela soltou o banco e abraçou a minha cintura, apoiando sua cabeça nas minhas costas. Esboço um sorriso vitorioso.

— Não se ache por isso. — ela sussurra.

Por algum motivo essa garota estava começando a me atrair.

Pov's Oppy

Violet fechou o portão, os zumbis estavam um pouco longe do presídio, por isso foi fácil para eles saírem. Alice tinha uma expressão estranha no rosto, ela estava preocupada?

— Não fique assim Alice. — Vi fala abraçando a garota.

— Eu vou recolher as roupas. — Alice fala se afastando da rosada.

Fiquei olhando a mais nova ir até o varal, pegando as roupas. Violet franziu o cenho.

— Deixa ela, daqui a pouco ela fala com você. — Samantha fala perto da Vi.

— É a primeira vez que ela fica longe da Allyson não? — Romeu indaga pensativo.

— É dever ser isso. — falo. — Vou falar com ela.

Ando até onde Alice estava, ajudando-a a tirar as roupas. Ela esboçou um sorriso fraco.

— Não fique preocupado com sua irmã. — falei.

— Não é com ela que estou preocupada. — ela fala. — Allyson sabe se virar. Fez isso durante três anos.

— O que aconteceu com seus pais? — pergunto, tentando suavizar o clima desagradável.

— Meu pai sumiu no dia da chuva, minha mãe morreu no mesmo dia. — ela responde. — Você é vegano né?

— Ah! Sim. — coloco as roupas no cesto. — Sempre carrego uma mochila com comida para mim.

— Interessante. — ela esboça um sorriso. — Obrigado pela ajuda.

Alice entra no presídio, fiquei fitando as costas da garota.

Pov's Jack

Lucy estava sentada ao meu lado, Moni e Hector estavam nos bancos da frente, quem estava dirigindo era a Moni. Encostei a cabeça na janela do carro, olhando a vegetação passando rapidamente por nós.

— Acham que o acampamento está de pé ainda? — Moniélly puxa assunto olhando o retrovisor.

— Se os moradores de lá não forem idiotas, acho que está sim. — Alexander responde sem remorso, Moni faz uma expressão de nojo.

— Se eles tem militares, acho que estão ótimos. — Hector ignora o Alex completamente.

A moto de Isaac ultrapassa o carro. Lucienne brincava com os dedos enquanto estava em silêncio.

...

Já estava de noite, Lucy dormia pousando sua cabeça no meu ombro, segurava sua mão. Alexander e Hector havia discutido algumas vezes durante a viagem. Paramos no meio da estrada, olhei para Moniélly, ela parecia pensativa.

— Vamos passar a noite em uma estufa aqui perto. — ela fala.

Ela espera Isaac parar a moto perto de nós.

— Por que pararam? — Ally pergunta.

— Vamos passar a noite em uma estufa. — Moni fala.

— Ok, vai na frente. — Isaac indaga se ajeitando na moto.

E novamente voltamos a estrada, só que Moniélly passou por uma estrada diferente, chegando em uma estrada de terra. Logo estava a frente de uma grande estufa. Acordei Lucy e saí do carro, Hector ergueu seus braços para cima, suspirando logo em seguida.

— As coordenadas que o rádio mencionou, fica logo após a serra. — Hector fala pensativo.

— Certo. — Moniélly indaga. — Vamos descansar essa noite.

— Podemos fazer turnos em dupla. — falo.

— Boa. — Allyson chega. — O primeiro turno fica comigo.

— Eu também. — Alexander fala.

Entramos na estufa com algumas mochilas.

...

— Você está com sono? — escuto a voz de Lucienne.

— Não. — respondo voltando a olhar o teto da estufa, os pingos da chuva estavam começando a ficar fortes.

A menor se deita do meu lado, sinto sua mão segurando a minha. Dou um sorriso.

— E você? — pergunto.

— Já cochilei no carro. — ela fala. — Será que a chuva ainda contém o vírus?

— Não sei. — fechei os olhos. — A chuva e os zumbis são os de menos. O problema são os sobreviventes.

— Tem razão. — ela suspira.

A olho, a acastanhada faz o mesmo. Logo esboça um sorriso, desde do começo, havia percebido que Lucy não era de sorrir muito. Mas devia admitir que seu sorriso, era lindo.

— Já falei que você é linda? — falo, ela fechou os olhos.

— Já. — ela responde. — Muitas vezes.

Ficamos assim por muito tempo, já fazia um tempo que gostava de Lucy. Aperto sua mão na minha.

Pov's Allyson

— Hã. — deito no chão.

— Allyson. — Hector chama a minha atenção.

— Fala. — respondo.

— Como era o abrigo que você ficava? — ele pergunta.

Permaneci em silêncio, lembrando de como era entediante lá.

— Era entediante. — respondo. — Toda vez que amanhecia, não podia sentir o calor do sol da manhã no meu rosto, era como uma prisão subterrânea. Nem o ar era de fora, toda semana trocava os filtros deles.

— Quem colocou vocês lá? — Alexander pergunta.

— Meu pai. — respondo. — Ele trabalhava para a apollon.

— Então você tem acesso aos abrigos? — Alex pergunta interessado. — Poderia levar a gente lá. Sabia que não tem apenas um?

— Chega. — me levanto. — Não gosto de falar da minha vida para desconhecidos.

Pego a pistola que me deram e saí da parte que eles estavam. Passei pelo Jackson e a Lucienne que estavam conversando. Decido não ouvir sobre o assunto, continuando meu caminho, cheguei na entrada da estufa, sento no chão encarando a chuva caindo no solo. Mordo o lábio inferior segurando as lágrimas que insistiam em sair. Abraço minhas pernas colocando a cabeça acima dos braços, lembrei da morte da minha mãe e do canalha do meu pai. Sinto um aperto no peito por ter deixado Alice sozinha no presídio, ela é a minha única família agora. Uma coisa quente e colocada nas minhas costas, olho para trás encarando Isaac.

— O que você quer? — pergunto.

— Não precisa ficar na defensiva, sei o que está sentindo. — o mais velho se senta do meu lado. — Pode me contar se quiser.

— Não precisa, estou bem. — respondo desviando o olhar dele.

— Está preocupada com a Alice né? — eu assenti.

— Ela é minha única família, tenho medo de perde-la. — respondo. — Não quero ficar sozinha, esses três anos no abrigo só aguentei porque ela estava lá. Me apoiando mesmo eu fazendo besteira.

Isaac ficou em silêncio, o olhei. Minha vontade de chorar só aumentava. Eu bufo.

— Esquece não deveria ter falado com você. — quando ia me levantar, sinto Isaac me puxar. Me envolvendo em um abraço.

— Posso no começo ter quase te matado. — ele fala soltando uma risada fraca. — Mas pode confiar em mim, protegerei você e Alice.

Fico imóvel, o olho nos olhos. Fica um silêncio agradável entre nós. Abro a boca para falar algo, mas a fecho novamente, estava sem palavras, sem perceber deixo as lágrimas descerem.

— Obrigada Isaac. — respondo. — Mas ainda não o perdoei por ter quase me matado.

Ele ri junto comigo, lentamente ele passa seu polegar na 

— Acorde amanhã cedo. — ele se levanta. — Quero lhe mostrar uma coisa.

— Não vou dormir mesmo. — falo rindo.

Isaac volta para o fundo da estufa, me levanto indo para dentro também. Moni e Hector acabaram indo dormir, Lucy e Jack ainda conversavam. Sento perto de Alexander, meu turno seria com ele.

— Por que ficou incomodada com minha pergunta? — ele puxa assunto.

— Não gosto de intrometidos perguntando da minha vida. — respondo com desdém. Ele ficou pensativo.

— Já sei qual o seu problema. — ele se aproxima de mim. — Você esta precisando de uma boa transa, isso sempre acalma as mulheres.

— Tcs! Nojento. — saio de perto dele, escutando o filho da puta rir.

— Ei Ally, estava brincando. — ele diz.

Me viro mostrando o dedo do meio, ele apenas ri.

...

Isaac acordou a gente no meio da noite, ele havia ficado com o último turno. Ainda meio sonolenta levanto do chão.

— Já estamos indo? — indago.

— Sim! Vem antes que seja tarde. — ele saí da estufa indo na direção da moto.

Subiu na moto, subo na garupa segurando sua cintura. Olho para trás encarando os outros saindo da estufa.

— Vejo vocês no fim da serra. — Isaac fala.

— Nós vemos lá. — Moniélly fala.

A moto começa a andar, deixando os outros para trás, Isaac parecia com pressa. As ruas estavam escuras, esperava que saissemos quando o sol nascesse.

— Pensei que iríamos sair no nascer do sol. — falo.

— É o que estamos fazendo. — ele responde.

Logo a estrada sobe, deixando a vegetação livre do nosso lado direito. Arregalei os olhos, o nascer do sol iluminava o horizonte, esboço um sorriso.

— É lindo. — sussurro pousando minha cabeça nas costas de Isaac.

O garoto dirigia enquanto eu encarava a vista magnífica. Fazia tempo que não via isso, até parecia que não estávamos em um apocalipse. Parecia tudo normal sabe? Normal até demais.


Notas Finais


Os sobreviventes se separam UHUUU, não pensem que o pessoal do presídio não vão mais aparecer. Eles tem muita coisa para sofrer ainda hahahahahaha. (brincadeira!! ou será não?)


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