História The Real Life - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Amizade, Amor, Dor, Família, Medo, Nosso Canto, Paixões, Paz, Realidade, Superação, Tragedia, Universo, Verdades, Vida
Visualizações 27
Palavras 411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


To gostando tanto de poder partilhar este meu lado com vocês. Espero que vocês estavam gostando e que com o tempo a intimidade entre nós cresça cada vez mais. Sintam-se a vontade, aqui é o espaço de vocês também.

Capítulo 4 - Medo


Meus medos, seus medos. Hoje vim falar dos meus, talvez eles sejam parecidos com os de vocês.

 Tenho medo do amor, pois ele machuca, ee nos muda, nos magoa, nos faz chorar. Mas ao mesmo tempo eu quero amar e ser amada.

 Tenho medo da morte, porque tenho medo de não ter vivido tudo que tinha para viver, de não me apaixonar, me decepcionar e me apaixonar novamente. Conquistar o imposssivel e cometer as maiores loucuras que eu puder. Mas ao mesmo tempo, sei que a morte é a minha passagem e também saída do mundo terrível.

Tenho medo da noite, aquela penumbra que nos traz nossas inseguranças, as lágrimas que queriam escorrer de dia e não permitimos, das angústias passadas, das feridas passadas se abrirem. Mas também tenho medo do dia, onde tudo acontece e nos fere para que quando chega à noite, tudo possa acontecer. Mas também amo a noite e seu aconchego, do meu refúgio.

Tenho medo da solidão, não sobrar ninguém com quem partilhar as alegrias da vida, as conquistas, os sorrisos, abraços apertados e demorados, beijos de tirar o fôlego e beijos tão vagarosos que saboreamos cada pedaço da boca alheia. Ao mesmo tempo, amo ter o meu tempo, meu espaço. A solidão não é a mensal coisa que ficar sozinha.

 Tenho medo da perda, a dor que me causará de não ter aquele que eu amo mais ali ao meu lado, não só o que a morte pode tirar, mas o que a vida também no tira, pessoas que se distanciam, vão embora como se nunca tivessem existido.

 E por fim, tenho medo de crescer. Conhecer o mundo como adulta, olhar as dificuldades, descobrir cada vez a maldade do mundo, me decepcionar cada vez mais e lidar com pessoas ruins. 

Tem uma música que diz “é que a gente quer crescer e quando cresce quer voltar do inico, porque um joelho ralado dói bem menos que um coração partido.” 

Mas coisas eram mais fáceis quando não víamos maldade e não tínhamos maldade, quando adormecíamos nos sofá e acordávamos em nossas camas, bem cobertos e bem cuidados. Quando a comida simplesmente aparecia na nossa frente e éramos obrigados a comer legumes. A nossa única correria era para brincar de pega pega. Depois que crescemos, as coisas mudaram, as dificuldades apareceram, nem todos os dias são bons e ficar cada vez mais velho nos assusta mais.

 Esses são meus medos. Bobos? Pode até ser, mas são medos. 



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