História The Real Nightmare - Capítulo 1


Escrita por: , yeolie e gemaplease

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhun, Baekhyun, Exo, Ot9, Policial, Sbd, Sebaek, Sebaek Dreams, Sebaekdreams, Sehun, Sehun Seu Bruto, Tadinho Do Baekhyun, Tags Nada Haver
Visualizações 43
Palavras 2.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


[notas yzang]

E SAIUUU THE REAL NIGHTMARE PRA VC(S)
YAHUU E MAIS UMA FANFIC NÉ PQ NÉ

PLOT DOADO ENT VLW AE JOY, THANKS AMANDA (@YEOLIE) QUE ESCREVEU CMG E PERCEBEU QUE EU N SAIA DO PRIMEIRO PARÁGRAFO DA FANFIC...

TEM UM MOSQUITO AQUI ARGH, ENFIM, EU NAO SEI PQ EU TO GRITANDO mas parei ok

MAS VOLTEI PRA DIZER QUE OUTROS AGRADECIMENTOS ESTÃO NAS NOTAS FINAIS

OBG BOA LEITURA~~~ <3 <3

[notas yeolie] bom, mais uma fanfic, fhajdjajjjjsaj
valeu a ana (@yzang) por ter escrito a fanfic comigo, a day (@kailosh) por ter feito essa capa maravilhosa, e a joy (@seoqi) por ter doado o plot e ter sido a nossa beta <3
eu queria colocar mais alguma coisa aqui, mas eu realmente não sei o que colocar
então
eu espero que goste desse primeiro capítulo~
obrigada por ler~

Capítulo 1 - Is so terrifying that it will find you


— They almost screamed at him, knelt there on the spot, and nearly grabbed the strands of his hair brutally to make him look at the people who felt pity.

Oh, how sad it was.

He asked what it was like to have his thoughts in order, because his own screams of despair echoed in his mind, it was disconcerting, while the young man desperately tried to understand why such cruelty... —

 

Os hotéis foram estratégicamente projetados para terem uma ótima localização, com fim de dar uma excelente vista das grandes montanhas dali. De fato foram feitos para mostrar aos estrangeiros mais bem de vida, que apesar de não serem mais a capital do país, ainda possuíam suas maravilhas. E com isso, a reputação dos donos, dos outros cidadãos e até mesmo do governo iria melhorar. Afinal, a ex-capital do Cazaquistão não deveria ficar para trás da agora famosa Astana.

Naquele lugar, a chegada de imigrantes passou a ser muito frequente. Homens e mulheres — que geralmente acompanhavam suas crianças — abandonavam tudo o que construíram em suas cidades natais, e iam para Almaty, em apenas uma tentativa quase que falha de fugir... “Desesperados” é uma conjugação simples mas que possui um grande significado, e que definia como os estrangeiros estavam se sentindo naquele momento, pois tudo estava acontecendo rápido demais.

Nos países asiáticos ocorria uma pandemia que se espalhava cada vez mais pelo continente, e os habitantes de Almaty se encontravam incomodados com a grande quantidade de pessoas que começavam a aparecer. Como efeito disso, passaram a insultar e fazer coisas ruins àqueles que não eram legítimos da cidade…Se não bastasse, aqueles que mais se preocupavam com seus projetos não abririam suas portas para um qualquer que aparecesse ali.

Enquanto tudo isso, bons governantes eles eram obrigados a ser, por isso, tinham que seu povo privilegiar. Afinal aqueles que nasceram e cresceram em Almaty, eram mais importantes, eram os puros. E por isso, tratar os imigrantes como se fossem lixo, como se fossem insignificantes — que é o que eles pensavam — era o que a população coberta pelo grande lençol feito para os legítimos, fazia.

E como consequência disso, revoltados porém conscientes do que poderia acontecer, nove jovens imigrantes não queriam ficar calados de jeito algum, e resolveram ir se manifestar contra a forma que eram tratados pelo governo da cidade em que chegaram, afinal, eram Humanos como os demais, e não era justo serem esquecidos ou tratados daquela forma pelos cidadãos e pelo próprio governo de Almaty, não é?

Pensaram um pouco antes, em como iriam fazer para que os cidadãos daquele grande centro os olhassem pelo menos uma vez, mas não entraram em detalhes, pois poderia ser tarde demais. Logo eles partiram para as ruas o quanto antes. Assim, gritavam, carregavam cartazes — que foram feitos rapidamente, e por isso, talvez não estivessem tão caprichados — e paravam pessoas que andavam. Eles não estavam de acordo com o governo, mesmo que não fosse uma opção darem sua opinião sobre.

Um: “não estou” dado… Não importava, e, um fato era que por ser um protesto pacífico não estavam ferindo uma pessoa até então. Isso era uma arma, tsc, pois com esse fato eles não podiam fazer nada sobre, afinal, o grupo não havia derramado sequer uma gota de sangue ali.

E não importava que fosse de repente, pelo menos alguns cidadãos estavam sentados no sofá gasto daquela casinha, nervosos para ajudarem, para acabarem com tudo aquilo. Disseram que estavam dispostos em ajudar o grupo de protestantes, pois ao contrário de boa parte da cidade, eles não achavam certa a forma que estavam sendo tratados ali, e por isso, queriam ajudá-los a conseguirem o que tanto queriam: respeito.

Eles planejaram com aquelas pessoas por dias e dias — por isso pararam de ir para as ruas —, agora já tinham planejado tudo mais detalhadamente possível. Assim, com mais placas, mais cartazes chamativos e panfletos, estavam preparados. Apenas para ver se conseguiam abrir os olhos de ao menos uma pessoa que fazia parte daquela grande parte que concordava com o governo. Uma que fosse.

Demoraram um pouco para chegarem ao centro, mas não era isso que iria atrapalhar certo? E logo passaram a carregar os cartazes pelo local de Almaty, enquanto distribuíam panfletos e gritavam pedindo para que fossem ouvidos ao menos uma vez, pois não aguentavam mais a forma que eram desprezados na cidade por praticamente todo mundo.

E quando os noves jovens imigrantes perceberam, a última coisa que tinham visto antes de serem puxados por policiais armados e jogados dentro de um carro, foram várias pessoas os olhando assustados e o tal grupo que se comprometeu a ajudá-los, com um sorriso maléfico nos rostos.

Huh, como foram otários.

Era possível ver nos olhares dos cidadãos legítimos, que mesmo que profundamente, sentiam pena… E com isso, da forma não planejada, eles conseguiram o olhar não só de uma pessoa que fosse, mas sim de várias.

Fora tudo rápido como um relâmpago, e digamos que acreditavam na hipótese de aquilo ser mais uma van do que um carro, pois tinha um espaço grande o suficiente para caber nove homens lá. Infelizmente eles agora estavam feridos, pois os policiais que os puxaram eram fortes e brutos em excesso, por tal fato, os braços de alguns ficaram um pouco roxos e outros acabaram com uns cortes nos rostos.

As feridas doeriam ali, mas jamais as palavras futuramente ditas iriam sumir de suas mentes.

E mudando, mesmo com nove mentes ali dentro, nenhum conseguia entender o que estava acontecendo, simplesmente tinham sido jogados naquela van sem piedade alguma, como se fossem lixo sendo jogado em um caminhão de lixo, se bem que era exatamente assim que eram vistos pelo governo e pelos habitantes de Almaty. Triste realidade, doce engano.

Ouviam o barulho da sirene, que era alto e incomodava a todos ali, mas isso não impediu de os outros escutarem um: — Vocês não perceberam? Droga! Era tudo uma armação. Traidores da porra. — SeHun, o mais novo entre eles, dizer após pensar tudo seriamente. — Era óbvio, era tudo uma armação! Droga, esses idiotas querem nos ver na cadeia, tudo isso porque nós viemos de outro lugar.

— Não é como se nós soubéssemos que eles estavam mentindo. Mas olha só, a gente se fudeu. Seja lá porque nós estamos sendo levados, se  tentarmos provar inocência eles nunca vão acreditar, já que não somos “legítimos de Almaty” como eles queriam. — o mais alto entre eles, Park ChanYeol, disse. E era realmente possível ver o desprezo pelos habitantes daquela cidade em seus olhares e em suas falas.

— Não adianta lamentar ou xingar, estamos sendo presos agora. Estamos todos na fossa. — JongDae se pronunciou. Onde ali, era possível sentir suas costas baterem contra a parede da van e ver que suas mãos mesmo que soltas, estavam sem comandos nenhum.

Eles não demorariam muito para chegar na prisão.

Isso mesmo, naquele horrendo lugar, e isso apenas para provar e colocar medo naqueles que tentarem fazer algo parecido com o que eles fizeram. Mostrar que depois de um protesto mesmo que pacífico, a última coisa que veriam seriam as pessoas os olhando assustados...

A van preta não possuía janelas na parte de trás, apenas nas portas traseiras, e não era grande coisa, estavam sujas e era quase impossível ver o grande muro que cobria o prédio cinza que era aquele lugar aparentemente nojento e sem vida.

Não conseguiam enxergar direito por aquela janelinha mínima, mas conseguiam ver o quão grande era aquele muro cinzento com cercas elétricas no topo, colocadas para impedir que quem estava lá tentasse fugir. Por mais que parecesse difícil alguém se arriscar para subir, eles não duvidavam que alguém se arriscaria apenas para ter liberdade, afinal quando as pessoas querem algo, às vezes elas estão dispostas a realizarem qualquer coisa apenas para ter isso em suas mãos.

Assim que ouviram o motor parar, também ouviram abrirem as portas da van, com isso, outros policiais apareceram e os puxaram um por um, colocando rapidamente algemas em suas mãos de forma bruta, para que os levados não reagissem. Foram até uma sala de espera mofada e cinza como o prédio… Que possuía uma grade do tamanho de uma porta, com este fato, passando por ela seriam levados para por fim, na interrogação, onde cada um seria questionado por vez, enquanto os outros ficariam na sala de espera sentados em sofás que não eram dos mais confortáveis, e se entretendo na mesa com as revistas que já eram velhas e que aparentavam poder se desfazer a qualquer momento.

Tudo ali cheirava a sangue… Tudo ali dava uma prévia do que viria, do que viveriam a partir daquele dia.

As mãos dos nove estrangeiros suavam frio mesmo que fechadas, os corações estavam acelerados e sentiam que podiam desmaiar a qualquer segundo graças ao nervosismo e ao medo que os dominavam naquele momento que nunca imaginaram que iria acontecer algum dia.

Assim que o primeiro entre eles foi chamado — no caso, Kim MinSeok, o mais velho entre eles —, os nove tiveram uma pontinha de esperança, como se alguém fosse dizer “Ahhh, perdão, isso foi um mal entendido. Vocês estão livres.” e dar um sorriso sincero, mas no fundo todos sabiam que era uma esperança inútil, e que acabariam atrás das grades de qualquer maneira, afinal não eram legítimos...

JunMyeon foi chamado, Yixing teve sua vez logo depois, e a de BaekHyun não demorou. Levantou-se daquele sofá que podia ser considerado um dos mais desconfortáveis que já tinha sentado em seus vinte e seis anos de vida, e caminhou até a porta de madeira. Mas sem antes olhar para trás e ver seus amigos. Respirou fundo antes de um guarda abrir a porta, e assim que entrou, sabia que sua vida mudaria após aquele momento.

Sentiu um arrepio percorrer pelo seu corpo, sentiu que seu mundo estava prestes a parar de girar no mesmo momento que olhou os homens de preto que estavam em sua frente, não eram rostos que ele sentia que podia confiar. Eram sérios e usavam roupas escuras, mas não era como se ele esperasse que naquela sala todos fossem sorridentes e coloridos como em um desenho animado.

— Byun BaekHyun, não é? — Um dos homens disse assim que se sentou, parecia ser quem comandava entre eles. O filho mais velho dos Byun apenas murmurou um “sim” e os olhou da mesma forma séria que eles o olhavam. — Iremos direto… Afinal o que realmente aconteceu? Quais eram as intenções de vocês? Seus amigos imbecis querem dar uma de mudos. Se vocês continuarem nesse joguinho estúpido, as coisas só vão piorar pro lado de vocês, tem ciência disso, não é?

— Sim, tenho, mas por que eu deveria te contar algo? Se as coisas vão piorar pro nosso lado, acredito que o problema seja nosso também. Pode tentar tirar algo da minha boca, você nunca vai conseguir isso, tente o quanto quiser e aguentar.

O sarcasmo era presente na voz e no sorriso que BaekHyun agora possuía levantado nos lábios... Ele recebia olhares claramente raivosos do homem sentado à sua frente que rapidamente se levantou e socou a mesa com suas duas mãos, demonstrando ainda mais a raiva que sentia com o silêncio sarcástico dele.

— Olha aqui, moleque, é melhor você dizer logo antes que cortemos sua boca. — isso fora uma ameaça, e BaekHyun soube da gravidade. Mas seu orgulho não deveria ser cortado, e mesmo que pudesse dizer, não arriscaria. O governo era contra tudo o que planejaram, pois assim deveria ser.

E ali, o homem soube, mesmo BaekHyun não fazendo algo, que aquele Byun não iria dar em nada... Ele teria agora que levar o que disse para o outro que estava em sua frente, ao pé da letra. Porém, não seria a boquinha vermelhinha de BaekHyun a ser danificada, afinal ele ainda poderia pensar, apesar de mudo.

 

— “Oh, monster.

How should I behave?

They say inverse things, I do not know who to trust, if I should trust ...

Everyone may be lying to me

And I see that behind this high wall and surrounded by these electric fence wires, that mine have not succeeded, what world is no longer the same ... I can hear mine, screaming in pain out there.” —

 


Notas Finais


[notas yzang]

SE VC CHEGOU AQUI, MUITO OBRIGADA MSM… ESPERO QUE TENHA GOSTADO <3 <3 <3 ;^; Q FELICIDADE

NESSE CAPÍTULO É QUASE QUE SÓ NO BAEK… NOS OUTROS DOIS, BEM, NOS OUTROS DOIS ESPEREM NÉ rs

OBRIGADA DAY (@KAILOSH) PELA CAPA ARRAZENTE, E PELA JOY (@SEOQI) Q ALÉM DE TER DOADO TMB BETOU E DEIXOU TUDO BLINDADO

BEM, ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO AMORES HEHE <3 <3

[notas yeolie] até o próximo cap~


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