História The Reason Rivorws - Capítulo 3


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Categorias Diabolik Lovers, Outlast, Silent Hill
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Horror, Sakamakis, Sobrenatural, Suspense, Terror
Visualizações 191
Palavras 2.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteeeeei

Capítulo 3 - Sangue e vinho


Fanfic / Fanfiction The Reason Rivorws - Capítulo 3 - Sangue e vinho

I should have a reason to love wine?


Tokyo, Japão - Limousine       

    - Chegamos. - O motorista falou parando a lumousine.

Eu estava olhando pela janela até o momento, acabei por perceber que o local é afastado da cidade, a casa fica praticamente no meio de um campo, há árvores e morros em volta dela. 

Ou seja, eu estou completamente longe de qualquer localização, de qualquer ser-humano.
          Isso é de certa forma bom e ruim, o bom é o meu ódio por humanos, e o ruim é que eu não vou poder matar e nem transar na minha própria propriedade.
       O motorista desceu do carro preto e foi abrir a porta para mim, sai pelo lado oposto da casa, eu não tinha a visto ainda. 

Ouvi o som das minhas malas pousando na rua daquele lugar, olhei para trás vendo o motorista trazendo elas para mim. Durante esse tempo pude escutar meu estômago roncar.

- Obrigada... Poderia me dizer se tem uma lanchonete, padaria ou um mercado perto daqui? - Agradeci as malas que ele trouxe e as peguei.

- Sinto muito, senhorita Rivorws, não há nenhum tipo de comércio por aqui. - O motorista falou com aparência de cansado.

- Compreendo, bem... Poderia me ajudar com as malas? Por favor. - Pedi fazendo uma expressão de cansada, mas não estava. Dei uma das malas para ele, mesmo sem saber sua resposta. 

- B-bem... - Retrucou receoso.

- Por favor, estou morrendo de sono. - Fingi um bocejo. 

- Como posso dizer não para a senhorita? Vamos lá. - Disse pegando a mala.

- Eu agradeço muito, senhor. - Ele foi em direção da casa, dando a volta na limousine. - Não faz ideia de como agradeço. - Murmurei irônica indo atrás dele.

Tokyo, Japão - Mansão Sakamaki.

- Essa mansão... É enorme e... incrivelmente deslumbrante. - Ri com minhas palavras. - Como se eu me importasse com isso. 

O motorista acabará de abrir o portão para a entrada do jardim da mansão, e eu ia bem atrás dele.

Uma chuva começou a cair, e um vento frio veio junto, nos fazendo correr para a porta da mansão.

- Onde coloquei a chave... Droga! - Procurei nos bolsos da calça jeans e nos da jaqueta, mas não encontrei. - Merda de chuva! Coloquei a chave na mala!

O motorista apenas esperava, já encharcado pela chuva, ele parecia estar em pânico, olhava para trás como se alguém estivesse para chegar, da forma que ele olhava, parecia que procurava o próprio Lucifer. 

De repente, como se fosse normal a porta de entrada se abriu sozinha, ou Karl deixou aberta, ou a madeira está velha ou tem pessoas drogadas que vivem aqui. Aposto na segunda opção. 

Sem reviravoltas, o motorista sem nem me dar passagem entrou na mansão, eu fui logo em seguida, fechando a porta atrás de mim.

- S-se me dá licença... Preciso i-ir! - Pediu tentando ir para a porta, mas eu impedi. 

- Acho que não. - Sorri me aproximando dele. - Você foi muito útil pra mim, agora não me presta para nada. - Ele se afastou.

- P-por favor...

- Shhhhh... Sabe o que eu faço com pessoas imprestáveis, "senhor"?   

- Eu t-tenho um filho, senhorita, me deixe ir... por favor! - Ele já chorava, sem que eu nem tenha pegado meu canivete. 

- V-você... tem um filho? Bom... sendo assim eu não tenho escolha... pode ir. - Sai de sua frente, indo para o lado.

- Obrigado! Obrigado! - Ele começou a correr para a porta quando eu peguei um ganxo que havia na parede do Hall, enfiando em sua cabeça. Pelo impacto ele caiu no chão de madeira. A chuva ficou mais densa.

- Pode ir... Para o inferno. - Ele começou a gritar e seu choro aumentou pelo desespero. - Seu filho agora é órfão, eu também fui, e como vê estou viva. - Sorri com os dentes para ele. 

- V-você... É... u-m d-demo... nio... - Ele disse tossindo sangue. Abaixei perto dele.

- Demônio não... Demônios sentem raiva, ódio, sadismo... eu... não sinto nada. 

Aut on

Cozinha da mansão Sakamaki -

- Estripar, estripar estriparemos estriparemos sem parar. 

Na bancada da cozinha a garota cantarolava lixando uma faca de cozinha. 

O recente ex motorista já falecido, estava por cima do balcão, sem roupas e com a área de seu peito rasgada. 

Dentro de seu peito não havia mais um coração, e na área de seu rosto não haviam mais olhos. 

Ela havia os arrancado, sem remorso algum. 

Em uma panela com água quente no fogão, haviam um par de olhos castanhos escuros cozinhando. 

Na outra bancada, a garota que acabará de lixar sua faca, agora fatiava o coração em pequenas fatias. Como se fosse um pedaço de queijo qualquer, ela cortava e cortava, cantarolando sua canção.

- Virando um espantalho... Com uma foice nas mãos...

Colocou uma pitada de sal nas fatias de coração, junto com um pouco de pimenta.

- Pego suas pernas... as carrego pelo chão...

Começou a amassar a carne com as mãos, fazendo um tipo de massagem para relaxar os nervos.

- Ouço os seus gritos... gritos tão sem fim... 

Saiu da bancada, pegando um isqueiro e acendendo o fogão, pegou uma frigideira enchendo com um óleo que achou em um dos armários extensos da cozinha. 

- Chamas o meu nome...

Depois de 4 minutos no fogo alto, pegou uma espátula e colocou calmamente as fatias do coração no óleo meio quente.

- Mas nem lembra... de mim... 

Um som de celular foi ouvido do outro balcão, a garota irritadiça foi até a pia e lavou as mãos sujas do sangue do recente coração fritando e viu que a chamada era de outro país. Com cautela e receio de ser a polícia, atendeu.

- Alô. - Falou receosa.

- Minha querida Alessa! Vejo que chegou sã e salva, por enquanto. - Ele riu pela outra linha.

- De tantos números para ligar, foi ligar direto para o meu? E como conseguiu? Você é um grande filho da pu... Ah, esqueça, o que quer dizer com "por enquanto?"? 

- Vejo que ainda não recebeu a sua surpresa.

- Que surpresa? Ah Karl, você não fez isso, fez?

- Descubra por si mesma... Que som é esse?

- Estou fazendo um belo de um belo jantar para mim, está cheio de sangue e sacrifício e você é meu convidado de honra, senhor! - Ironizou para irrita-lo, mas não funcionou.

- Isso vai ser interessante. 

- Do que está falando!? Alô!??? 

Ele havia desligado o celular, deixando a garota completamente indignada. 

Voltou para o fogão, retirando os olhos da panela de água quente e colocando em um prato raso e quadrado. 

- Fazia um tempo que eu não comia um desses. - Pegou um dos olhos e levou a sua boca, mastigando aquele órgão meio duro e crocante. 

Abriu a geladeira para procurar alguma bebida e encontrou de todos os tipos, mas seus olhos foram direto para a garrafa de vinho tinto bem escondido no fundo dela. 

- EU AMO ISSO! Hahahahaha! Esta noite está sendo indescritivelmente indescritível. Me pare agora Doutor Stefan!

Foi até o fogão novamente para retirar as fatias de coração da frigideira. Tinham queimado um pouco, mas era assim que ela gostava, torrando, quase preto.

Colocou no mesmo prato dos olhos, agora colocando por cima da mesa de jantar que era do lado da cozinha, pegou o vinho e duas taças e colocou em cada lado da mesa. 

Voltou para a cozinha, procurando por velas, encontrou duas em uma bancada, eram extremamente xiques e lindas, eram seguradas por recepientes de ouro. Levou-as até a mesa e ajustou perto das taças. 

- VAMOS PROVAR SE SEU CORAÇÃO PRESTA OU NÃO SENHOR HIDE! HAHAHAHAHA.

Voltou para a cozinha novamente indo atrás do corpo do motorista falecido que ainda estava na bancada de madeira.

Correu sorrindo para perto dele, o jogando da bancada para o chão. 

Pegou seus pés e começou a arrastar pelo chão da cozinha até a sala de jantar.

Com um pouco de esforço, colocou o homem sentado em uma cadeira da mesa que era de frente para a outra e se sentou em sua frente.

O chão da cozinha e agora da sala de jantar estava um horror, com pedaços de pele, carne e muito sangue.

- Olha a bagunça que você fez! Vejo que vou ter que comer seu pênis também, tsc tsc tsc. Mas agora! Vamos jantar. Gosta de vinho? 

O homem obviamente não respondeu, sua cabeça que estava caindo para baixo agora havia caído para o lado.

- Como não!? VINHO É A MELHOR BEBIDA DE TODAS! E SENDO ASSIM VOCÊ TEM QUE GOSTAR. - Gritou naquele salão enorme. - C-como você não gosta? É m-minha bebida favorita... - Do nada, começou a falar baixo e choramingar. - Eu não me importo, sobra mais para mim. - Pegou a garrafa e tomou direto dela, ignorando as taças ali.

4:35tm - Mansão Sakamaki - Lado de fora.


Na limousine voltando da escola como de costume, se encontravam os seis irmãos da mesma forma. Calados e ignorando uns aos outros, imaginando que a noiva chegaria amanhã cedo. 

Shuu escutava música, sentindo algo estranho e desconfortável, acabou por desligar a música e ficou somente com os fones. 

Reije estava lendo seu livro, pensando nas formas que disciplinaria a nova noiva. 

Ayato se encontrava quieto e com um semblante calmo e meio feliz, era a primeira vez de uma nova noiva depois de Yui, já havia passado certo tempo magoado e se cansou, ela se foi.

Kanato como sempre brincava com seu urso, sussurando coisas para Teddy sobre querer fazer uma boneca de cera com a ajuda da nova noiva.

Laito pensava coisas pervertidas como sempre, em seus pensamentos pensava como a nova noiva deveria ser apertada naquela parte. 

Subaru estava irritado, como sempre também, a nova noiva iria morrer como todas as outras e isso o deixava bravo e triste ao mesmo tempo.

Estavam chegando. 

Alessa on

Sala de jantar da Mansão Sakamaki -

- Sabe senhor motorista... eu queria entender o... POR QUE VOCÊ NÃO ME RESPONDE! - Dei outro tapa em seu rosto, já deveria ser o décimo, estava de quatro em cima da mesa de jantar, batendo nele sem parar enquanto tomava a garrafa de vinho. - Você está morto. ISSO! Você está morto!

Comecei a procurar um telefone celular na sua jaqueta preta e encontrei, peguei e vi que não tinha uma senha e fui no Whatsapp procurar o número de seu filho. Havia um homem chamado Hideki nas conversas, li e vi que era o filho dele. Liguei imediatamente.

- Alô, pai! Tudo bem? - O garoto perguntou preocupado.

- Eu não diria que ele está bem, ele está super ultra mega bem! 

- Quem fala? Onde está meu p-pai!?

- Meu nome é Rivorws, querido, e seu pai está aqui na minha frente, mas não consegue olhar para mim.

- De o telefone para ele! PAI! 

- Tsc. Não grite, idiota, eu vou te mandar uma foto dele e você vai ver como ele está feliz.

- Não desligue! 

Desliguei o telefone e fui para o Whatsapp, tirei uma foto do motorista e mandei para o garoto.

Whatsapp
- O que foi que você fez!? Eu vou chamar a polícia!

Não respondi e ele ficou ligando para mim por muito tempo.

- Adeus, Hideki! - Taquei o celular no chão e pisei em cima. O barulho fez um crac. - Ter saído daquele hospital foi a melhor coisa que eu fi...

O som de um motor de carro me fez parar de falar, corri para uma janela do hall de entrada e vi uma Limousine. Mas o que isso significa? Seria Karl? Não, ele está nos Estados Unidos, então quem é? Me afastei da janela, imaginando ser a polícia e me escondi dentro de um armário da cozinha.

Pude escutar o som da porta abrindo, e diversos sons de passos, deviam haver uns cinco policiais aqui.

Isso é péssimo.

Pude escutar a voz de alguém meio abafada pelo armário. 

- O que... é isso...? - Parecia a voz de um homem jovem. Ele deve ter visto o sangue no chão do Hall. 

- É sangue, Teddy, veja. - Outra voz estranha.

Pude escutar o som dos passos se aproximando de algum lugar. Da sala de jantar. 

- Como isso aconteceu? - Outra voz parecendo perplexa.

- Laito, se isso for uma brincadeira... - Escutei uma voz repreendendo alguém. 

- Eu não faria isso, Reije... Pelo menos, não com um homem, ainda mais um motorista.

Todos falavam de forma estranha, mas ainda estavam sérios.

- Shuu, sabe algo sobre isso? 

- Como eu saberia, aquele homem... Ele só me contou que a nova noiva estava para chegar nesta quarta.

Como assim noiva? Noiva de sacrifício!? Karl me ofereceu como noiva de uma matilha de vampiros!? 

- Será que foram os Mukamis? - Uma voz pareceu perguntar.

- Não, eles não têm motivos para fazer isso desde que Yu... Quer dizer, nossa última noiva... se foi. - Outra voz respondeu.   

- Os... Tsukinamis, né Teddy? - Disse outra voz.

Eu tô me perguntando até agora quem caralhos é Teddy.

- Os Tsukinamis saem essa época para caçar, não foram eles. - Uma voz informou.

- Esperem... - Uma voz arrastada disse. - Por que logo um motorista?... e, eu vi uma limousine parada perto daqui... talvez tenha sido... a noiva.

Como ele descobriu isso tão rápido? Que tipo de noiva faria isso?

- Que tipo de noiva faria isso, Shuu? Não tem nada a ver o que você disse. 

Concordo com ele, mas o outro homem que está certo.

- Então de onde surgiu essa jaqueta feminina? Teddy está dizendo que é da noiva. - Outra voz disse.

Isso não está adiantando nada, o que eu vou fazer? Esse armário já está me incomodando. 

- Está dizendo que a nova noiva trouxe esse homem para cá, o matou e cortou sua carne para cozinhar e comer, depois o colocou sentado na cadeira da mesa e fez um jantar romântico com vinho e velas? Nfu nfu, que interessante. - Uma voz.

- Foi... O que eu disse. - A voz arrastada novamente. 

Desgraçados. 

- Então, onde ela está, se é tão esperto assim, Shuu? - Uma voz autoritária surgiu.

- Provavelmente na cozinha, sinto o cheiro de sangue novo aqui. - A voz arrastada. 

- Teddy disse que talvez seja o sangue do homem, irmão... 

Eu juro que vou matar esse Teddy quando sair desse armário. 

- Não... Se ela tivesse subido para cima, a escada estaria molhada ou com sangue.. e ela não saiu, porque isso foi recente demais.

Depois que eu matar esse homem com voz de morto.

- Ela mal chegou e já causou problemas, vou tortura-la até arrancar seu último fio de cabelo. - A voz autoritária de novo.

Vamos ver então quem vai torturar quem primeiro.

- Primeiro precisamos encontra-la! - Ouvi o som de uma parede rachando, alguém quebrou a parede?

Seria melhor se fosse a polícia.

- Calma Subaru... Ela está por aqui, bitch-chaaaan, vou pegar você. - Claramente aquele homem me chamou de vadia. Desgraçado.

O som de passos aumentou, ouvi o som de portas dos armários  da bancada abrindo.
Mas só pode ser brincadeira! Eles vão me encontrar.

Mas não será tão fácil assim. Peguei meu canivete com a mão esquerda, sou canhota. 

O som das portas abrindo e fechando se tornaram maiores, e os passos estavam chegando perto. 

Fiquei em silêncio total quando vi a sombra de dois pés na porta do armário.

Sem hesitar, abri a porta com toda força possível fazendo o homem que estava ali cair de costas no chão. Os outros chegaram perto dele quando ouviram o estrondo. 

Todos me encaravam em um semblante irritado mas sério e curioso. Sorri de canto e os olhei olhos por olhos, parando nos olhos azuis de um garoto loiro, o que eu havia derrubado no chão. Sem nervosismo, falei irônica.

- Querem se juntar ao nosso jantar romântico?



Notas Finais


Algo de errado não está certo shsgshgd

Obrigada por ler até aqui ♡♡


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