História The Rebellion - Capítulo 26


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Ahri, Irelia, Karma, Kayn, Rakan, Rengar, Wukong, Xayah, Zed
Tags Aventura, Rakan, Romance, Xayah
Visualizações 165
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, preguiça

Capítulo 26 - Perda de memoria


Fanfic / Fanfiction The Rebellion - Capítulo 26 - Perda de memoria

Rakan

O que acabou de acontecer? Seria mais um de meus sonhos eróticos me perturbando novamente? Não, isso foi bem real pra ser um sonho, acho que preciso me beliscar para tirar uma conclusão.

La estávamos, abraçados no chão daquela caverna gélida, porem aquecidos pelo calor emanado de nossos corpos completamente soados. Observava minha Miela, que se encontrava respirando descompassadamente ao meu lado. Isso realmente é muito real para ser um sonho, normalmente esses acabavam na melhor parte, alguém me acordava, entretanto, dessa vez....

- Miela. Belisca-me, por favor? - Pude vê-la se espantar um pouco.

- Por quê? – Perguntou.

- Apenas para saber se não seria mais um sonho indecente que acabo de ter contigo novamente. - Ela assim riu.

- Bobo. – Pronunciou. – Você já teve sonhos indecentes comigo? – Perguntou enquanto beliscava meu ombro direito. – Pervertido.

- AI AI AI. – Senti que ela havia apertado fortemente.Irá fica marcado, com toda certeza. – Não precisava ser tão forte Miela.... – A fiz parar ao colocar minha mão sobre a sua fazendo com que me soltasse. – Mas, estou feliz por ser real. – Após essas palavras, fiz com que ficássemos ainda mais colados do que antes. Enrolei meus braços por todo seu corpo nu como se tivesse a protegendo, para que nada a tocasse, nem mesmo a corrente de ar que aquela caverna emanava.

- Rakan, isto, foi vergonhoso... – Ouvi Miela debruçada em meu peitoral.

- Foi maravilhoso. – Respondo imaginando a cena em que a mesma me implorava para possuí-la. – Espero que libere essa oportunidade mais vezes. Meu amor.. – Pude ouvi-la estralar a língua, enquanto eu ria de sua reação.

Após algum tempo na mesma posição, eu fazia caricias em suas orelhas, enquanto a mesma parecia aproveitar.

- Rakan. I..isso é bom, mas, acho que precisamos voltar por agora. - Disse ela. Fiquei triste após ouvir isso.

- Mais um pouco Miela, por favor. - Implorei.

- Rakan! – Dei um suspiro e comecei a desvencilhar de nossa posição com cara emburrada. – Como será que está a nossa tribo?

- Não faço a mínima idéia, porem, rezo para que estejam a salvo! – Respondi. Olhei para Xayah e encontrei sua feição preocupada, sentia insegurança vindo dela. Isso é de cortar o coração.

- Não se preocupe Xayah. Nós, Lhotland, somos conhecidos por sermos bons em combate...e....e.... Acho que ahri apenas nos levou para cá, porque comparado aos verdadeiros guerreiros de nossa tribo, não temos muito como nos defender. – Estou tentando amenizar a situação, entretanto, acho que estou a chamando de fraca indiretamente.

- É, acho que tem razão... Comparado ao meu pai eu sou uma formiga. – Após Xayah dizer essa frase,  seu olhar se encontrava sereno, avoado e um pouco preocupado.

- Ei. Vamos voltar? Aposto que todos estarão preocupados. E também, aposto que a minha Hany vai brigar conosco por termos perdido justamente a noite da colheita... – Ela riu e eu beijei sua testa carinhosamente. Logo após, me levanto e inclino minha mão para fazer com que ela se levante também, para que no fim, finalmente, pudessemos colocar as nossas roupas.

(...)

- QUE. MAS... O QUE QUE HOUVE AQUI... – Estava perplexo com a cena com que acabara de encontrar.

Nossa Tribo estava destruída. Via rastros de incêndio em todos os lugares, panos para decoração da colheita rasgada com amontoado de sangue respingado, galhos de arvores cortados demonstrando quanto à batalha havia sido árdua, porém, o pior de tudo, seriam vários vastayas mortos por laminas afiadas espalhados pelo chão, e o pior, todos os caídos eram guerreiros formados, aqueles que afirmava firmemente para Xayah que eram mais fortes que nós.

- PAPAI, MAMÃE... – Vi Xayah correr desesperada para o amontoado de vastayas decaídos.

- XAYAH, ESPERA... – Já estava indo correr atrás da mesma, porem, senti algo segurando meus pés. Acabo por direcionar meu olhar rapidamente para este. – Huny? – Vi meu pai em um estado terrível, completamente derrotado e cortado por laminas por todo canto do seu corpo; ele tentava com a mínima força que continha para segurar meus pés e conseguir falar comigo. - HUNY. E..Espera, e eu vou te curar. – Pronuncio assustado. Sem perder tempo eu tento o curar, porem, algo estranho aconteceu; uma forte fumaça preta havia se esvaído dele repelindo meu poder; como isso era possível? – PORQUE MINHA CURA NÃO FUNCIONA?! – Estava desesperado diante desta situação. Meu pai estava fraco em meus braços, enquanto eu continuamente insistia em tentar curá-lo, porem, nada aconteceu, meu progenitor estava perdendo a vida e eu estava incapacitado de ajudá-lo. – Espera pai, e eu vou.... eu vou pedir ajuda.. é só...

- Rakan. – Fui cortado pela sua voz falha. – Por favor... cof cof, fique longe da fuma...cof cof.

- Por Favor. Não diga nada, você não pode se desgastar, eu vou pedir ajuda eeee...

- Não. – Me cortou novamente. – Já não há mais esperanças para mim, estou no meu li...mite.

- Q...quem fez isso com você? – Perguntei com a voz tremula.

-.... – Nada respondeu.

- O que aconteceu?

- E..eu.. não me lembro -  Mais daquela fumaça havia se esvaído de sua roupa; aquilo me deixava enjoado.

- Me diga, por favor.. – Meus olhos começaram a lacrimejar diante dessa situação. – Quando eu encontrar.. Eu juro.. Eu vou.... Eu voooou..- Minhas palavras pesava raiva, rancor, ódio, esses sentimentos consumia meu ser enquanto lagrimas caiam incansavelmente pelo meu rosto.

- Meu pequeno Kiryum. Eu tenho um desejo... Quero que você não busque vingança, nem nada disso..

-M..Mas, eu, não entendo. VOCÊ QUER QUE EU DEIXE PRA LÁ? DEIXAR ESSES MALDITOS VIVEREM SEM JUSTIÇA?

- Meu filho.. Vingança e justiça nunca andam juntas....

- Mas, pai; o que eu devo fazer? V..Você está morrendo.

- Tenho um ultimo pedido... Viva, quero que fique forte para proteger algo precioso, não por vingança... – Estava perplexo sem dizer nada. Então o mesmo deu um longo suspiro. – S..sabe, eu me lembro de coisas vagas em minha mente, então, consegui lembrar de uma especificamente na noite da colheita cof cof – Ele tossiu sangue. – Vi que a sua Miela também não se encontrava assim como você... cof cof cof...- Ele fechava os olhos calmamente enquanto sorria com sangue derramado no canto de sua boca. – Cuide bem dela... – O vi fechar seus olhos completamente

- Huny! – Ele não respondeu. – HUNY? – Agarrei seu pulso esperando senti algo, mas nada aconteceu, não o senti pulsando mais. – Por favor... Não deixa sua criança só....

O segurava nos braços indo aos prantos. Encaixava minha cabeça no peito ensanguentado de meu pai. A algum tempo depois, minha mente se encontrava desnorteada; porem, inalei mais daquela fumaça. Parei de chorar, comecei a estranhar o seguinte fato do porque estava chorando.

- O, que? Porque estou aqui? – Tudo estava ficando branco.....

(...)

Xayah

Meu coração está desacelerado, enquanto passava por cada Vastaya morto; chorava por cada um deles com uma simples, porem, angustiante frase passando pela minha mente “ Isso tudo é culpa minha”

- MÃE, PAI? – Procurava pelos dois diante desse amontoado de cadáveres, porem não os encontrava. – ALGUEM?

- Xayah? – Alguém se pronunciou, era uma voz feminina. Virei-me rapidamente na esperança de que algum desses corpos ainda estivesse com vida, ou até mesmo poderia ser minha mãe me chamado. Entretanto, quando direcionei o olhar a dona da voz, via a Ahri encostada de braços cruzados em um dos escombros de uma arvore que havia sido incendiada. Então foi ela que me chamou.

- Ahri? Por quê? – Perguntei. – Quem fez?

- Foram os amados humanos de que você lia naqueles livros. - Respondeu a raposa.

- Como podem ser tão cruéis? – Perguntei incrédula observando o amontoado de Vastayas sem vidas esparramados pelo chão.

- Não só eles, como o mundo, ambos são cureis. – Disse a morena. Senti um pesar em sua voz.

- É tudo culpa minha.. – Digo me culpando cada vez mais. Coloquei as duas mãos sobre minha cabeça, bagunçando os fios na cor vinho que me pertencia. Enquanto isso, a raposa se aproximava até nós ficarmos frente a frente uma da outra.

- Não se culpe. A responsabilidade não foi apenas sua. – Ela inclinou seus dedos se dirigindo ao meu queixo, fez com que minha cabeça impulsionasse para frente para que a mesma pudesse me observar melhor. Estávamos muito próximas e continuamos a nos aproxima ainda mais; percebi que toda essa aproximação estava ficando perigosa, parecia que ela queria.... Me beijar?

- Preciso achar meus Pais... – Digo isso retirando suas mãos de mim e a ignorando.

- Eu não sou o suficiente pra você Xayah?  - Elas disse a seguinte frase visivelmente pertubada em um tom enraivecido. Olhei-a imediatamente sem entender. – Achei que estava triste sobre sua irmã, pelo que vi, hoje de manhã parecia bem, até demais.

- Do que você está falando? – Me encontrava incrédula graças ao que ela acabara de dizer não acreditando, mas, um flash back passou pela minha cabeça de como Rakan tirou minha virgindade. Não pode ser... Ela, não pode ter ouvido aquilo.. né? - Não tenho tempo pra isso, quero encontrar meus pais. – Estava na tentativa de muda de assunto.

- Esquece.. Eles estão mortos. – Disse a raposa.

- C..como? – Minhas pernas já estavam tremulas.

- Isso mesmo, morto. E recomendo não tentar achá-los, suas cabeças foram arrancadas, não é uma cena bonita de ser ver... – Minha barriga embrulhou imediatamente.

- C..como você sabe?

- Eu vi aqueles assassinos fazendo isso. Há! Mas não se preocupe. Tenho certeza de que o pênis do Rakan vai resolver esse luto pela sua família novamente, é só enfiar dentro de você.. e pufff sua tristeza vai embora...- Estava horrorizada pelo o que ela havia dito. A mesma se encontrava com raiva, mas por quê? Que eu saiba não devo satisfação e muito menos deixá-la pronunciar tais palavras, mesmo não sabendo da agonia em que estava passando naquele momento. Espera o que ela disse?

- COMO ASSIM VOCÊ VIU ELES MORREREM?

- ... – A mesma havia ficado calada em reposta. Isto me fez raciocinar.

– AONDE VOCÊ ESTAVA ONTEM ANOITE? – A raposa desviou o olhar para o lado de forma suspeita. – VOCÊ, ESTAVA AQUI? – Ouvi-la suspirar se rendendo.

- Sim, eu vi todos morrerem... – Disse simplesmente com seu semblante calmo.

- COMO ASSIM, COMO PODE DIZER ISSO  ESTANDO COM O SEMBLANTE TÃO CALMO? VOCÊ VIU ESSA ATROCIDADE ACONTECER E NÃO FEZ NADA? – Já soltava minha fúria nessa vaca maldita.

- Por que os ajudaria? – Respondeu com outra pergunta. Parecia não entender o que eu havia dito.

- POR QUE SÃO VASTAYAS; É O SEU POVO..

- Meu povo? Hahaahaha. – Riu debochando. – Eu não tenho povo. Na minha vida toda eu vivia sozinha, porque me importaria? Só porque somos da mesma raça? Nenhum deles me fizeram favores e muito menos eu irei considerar a ajudá-los. – A mesma disse simplesmente essa frase após outro sorriso debochado.

- Como.. Podê dizer isso? – Me afastei dela deixando minhas lagrimas escorrerem com um semblante enraivecido. Não queria mais ouvir nada que saia de sua boca. Virei-me e comecei a andar.

- Aonde vai? - Perguntou ela.

-...

- Vai me ignorar agora?

- Eu não falo com traidores? - Respondi.

- Traidores? Esta errada, não trai ninguém.

- Você traiu seu povo Ahri. Nunca mais se aproxime de mim, nunca mais quero te ver. – Ouvi estralar a língua nitidamente frustada.

- Isso mesmo... FICA COM RAKAN ELE É MELHOR COMPANHIA DO QUE EU. UMA PESSOA QUE PRESENCIOU MAIOR PARTE DE SUA VIDA, TROCADA POR UM QUE CONHECEU EM TRÊS FUNKING DIAS SUA PIRANHA. – Eu não aguentei mais e corri dali, estava chorando novamente.

(...)

Não prestava atenção por onde corria, apenas queria ficar o mais longe possível dessa raposa e suas palavras dolorosas. Estava tudo dando errado hoje, como poderia ficar pior?

Por que eu disse isso? Não percebi o que estava a minha frente.

 Eu caio em uma armadilha. Porem não era uma comum. Tropecei em uma pequena cápsula que explodiu uma fumaça preta nebulosa. Inalei um pouco e fiquei completamente zonza. Após isso eu tropecei em uma maior ainda, fazendo que explodisse novamente, que ativou mais duas e as duas ativaram mais três..... Espere, o que esta, quem sou eu?.. Essa foi minha ultima frase antes de cair no chão.

Ahri

Eu não acredito? Perder pra alguém como aquele ser repugnante que acha que consegue seduzir alguém de verdade, isso é o cumulo,  por causa dele eu briguei com a única que eu realmente gostava, apesar de nossas desavenças. É TUDO CULPA DAQUELE MALDITO VASTAYA.

Encontrava-me dando passos rápidos indo em direção a floresta. Com vários corpos jogados pelo chão eu ficava os observando. Enquanto passava por cada um desses malditos Lhotland, paro imediatamente do lado  de um lago, assim dando-me visão ao meu reflexo.

- Eu sou bonita não sou? – Fiquei me perguntando. – Mais que qualquer um não é? – Todos com quem havia me encontrado disseram essa frase, isso me fez pensar que realmente ninguém era páreo para mim, nenhum ser; porem, após conhecer Xayah, esses milhares de seres que me ditaram essas seguintes palavras desaparecem, dando lugar ao desconforto que sentia quando ela me olhava com tanto ódio. – Posso conseguir qualquer um né? – Então porque não ela, justo quem eu mais queria. Uma lagrima involuntária apareceu descendo no meu olho direito.

Estava tão distraída, observando minha beleza exótica, que nem percebo que alguém se aproximava.

- Que linda. – Ouvi uma voz masculina dizer essas palavras; essa voz me era reconhecível. Virei-me rapidamente me dando visão ao detestável vastaya que atrapalhou o meu relacionamento com minha querida “amiga”. – Mais que qualquer uma que já vi. – Concluiu sua frase. Estava com raiva, ódio, rancor e muito mais, todo o sentimento ruim que poderia se encontrar eu estava sentindo nesse momento.

- Rakan! – Me encontrava com o orbe da ilusão pronto pra disparar. Queria matar logo esse merdinha para extravasar esses sentimentos ruins. Mas percebi no que ele acabara de dizer para mim. – Porque disse disso?

- Rakan? Aaaa... então esse é meu nome? – Não entendo o que ele quis dizer com isso; estava confusa. – Qual seu nome ser tão belo? – Abaixei meu orbe e me aproximei do mesmo, que ficou corado; eu o toquei, ele ficou com suas bochechas ainda mais avermelhadas. Rakan não estava mentindo, sei muito bem quando alguém mente para mim; entretanto, porque ele não me reconhece?

DROGAAAAAAAAAA, COMO EU DEIXEI AS EMOÇÔES ME DOMINAREM TANTO APONTO DE ESQUECER ALGO TÃO IMPORTANTE?

Flash Back

Na noite da destruição em massa de Lhotland, eu observava os assassinos utilizando mascaras um pouco diferentes, quando respiravam, davam a impressão de estarem com respiratórios e logo após jogaram capsulas contendo uma fumaça preta; como não sou idiota havia abatido um deles e peguei sua mascara temendo o que possa ser aquela fumaça que impregnou o local. Logo após isso, os vastayas se esqueceram de como lutar, porem, alguns que eram fortes e resistentes, os guerreiros formados com mais experiência, não caíram fácilmente nessa, mas os deixavam de mãos atadas. É assim que o massacre começou. Não podia fazer nada, pois era apenas uma, já que todos os outros estavam enfraquecidos, apenas não podia denunciar minha posição.

"Eu em primeiro lugar"

Flash back of

Após relembra desse acontecimento, apalpei a capa de Rakan, logo saiu mais daquela fumaça preta.

Eu não sabia que ainda não tinha dissipado totalmente, agora, esse merda esta sem sua memória e tenho certeza que essa porra é permanente.

Bem, isso não é da minha conta, bem feito para ele. Tenho que sair daqui e voltar pro mundo humano. Dei um suspiro e me separo do mesmo, o ignoro e vou seguindo meu caminho para a direção da barreira, espero nunca mais voltar, estou tendo lembranças ruins daqui.

(...)

Alguns minutos se passaram, e eu ficava cada vez mais enlouquecida. Por quê? PORQUE ESSA MERDA DE PAPAGAIO TA ME SEGUINDO!

Parei imediatamente direcionando meu olhar para trás. Lá estava ele,  que havia parado  de andar sucessivamente já que eu fiz o mesmo.

- PORQUE ESTÁ ME SENGUINDO? - Perguntei.

- Você parece me conhecer, é a única pista que tenho de quem eu possa ser até agora. – Ele ficou com as bochechas avermelhadas novamente. – E também, não acho uma boa uma mulher tão bonita andar sozinha nessa floresta nebulosa. N...não que eu esteja a chamando de indefesa só porque é mulher, é que..eeee – Não estava crendo no que acabara de ouvir. Zed havia feito uma droga das boas dessa vez. Aquele ninja maldito.

- Eu sei sim, mas não to a fim de falar, tenta encontrar Xayah, ela vai saber o que fazer com você. – Eu disse fazendo gestos com minhas mãos indicando para ir embora. – Agora, xô xô.

- X..Xa..quem?- Era só o que me faltava. Estava com as mãos na cabeça tentando raciocinar. Ou eu volto e levo-o pra xayah, ou eu continuo andando e ele automaticamente começaria a me seguir. O que fazer? ,

Estava tão concentrada, que nem percebi que Rakan havia tropeçado em uma bolinha, esse que explodiu trazendo aquela odiosa fumaça novamente, logo após acionou outra mini bombinha que acionaram outras.

- COMO PODE SER TÃO INUTIL? – Pego sua mão tapando minha boca e corro o puxando indo em direção a barreira que já estava perto por sinal. Porem inalei aquela droga sem querer antes de atravessarmos, fiquei zonza junto a ele que também não parecia bem.

Isso é frustrantes demais, esses dois, ai que vontade de matar esses malditos, é  sempre vocês que me trazem problemas, a primeira coisa que irei fazer é estrangu......

                                                     Espera quem sou eu?

 

 

 

 

Primeira saga concluida - Origem.


Notas Finais


aqui está ( Mira, me nota TuT)


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