História The Red Eyes (Hunhan) - Capítulo 7


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Lu Han (Luhan), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Visualizações 36
Palavras 2.768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Para quem está confuso, o ChanYeol não morreu então relaxa, e prestem atenção em alguns detalhes eu estou com umas idéias loucas para colocar messa fanfic ksksksksk

Capítulo 7 - 07


Baekhyun on

- Porque fez isso Kyungsoo?! - olhei para Luhan sendo segurado pelo outro rapaz.

- Ele não pode saber da clave, mas creio que o Xiumin já contou algo para ele - Kyungsoo rangeu seus dentes - Me ajuda a colocar ele dentro do quarto - concordei.

Peguei a chave que estava no bolso da calça de LuHan e abrir a porta.

Ajudo Kyungsoo colocar o garoto deitado na cama.

O loiro não é tão pesado mas para não machucar o corpo frágil do garoto eu ajudei a colocar ele sobre aquele colchão macio.

- Podemos conversar? - tirei meus olhos de Luhan e direcionei os mesmo a Kyungsoo.

- Sim - coloquei a chave no criado-mudo do loiro e caminhei ate a porta - É algo sério? - perguntei olhando o garoto por cima do ombro.

- Vai depender da sua reação - tremi com aquelas palavras.

Tudo que vinha de Kyungsoo não era nada bom.

Saímos do quarto de Luhan e seguimos para o meu.

Assim que entramos no meu dormitório eu me sento na cama e começo a tirar o coturno.

- Você sabia que Sehun vai voltar amanhã? - parei o que eu estava fazendo e olhei para o garoto de olhos grandes, o mesmo esta em pé ainda.

- Como? - volto a retirar aquela "bota" preta e pesada. - Mas o Xiumin já esta aqui - falei sem olhar para Kyung.

- Baek... - sinto o meu lado da cama se afundar - O Xiumin está em serviços da clave, ele não vai ter tempo para estar com você quando você mais precisar - eu sabia do que ele estava falando - O corpo do ChanYeol já chegou - meu olhos foi tomado pelas lágrimas e meu peito ardia de dor - Eu sinto muito - comecei a tremer.

Me levantei e olhei para Kyungsoo o mesmo sem dizer se quer uma palavra me abraçou tão forte.

Ele sabia como é perder alguém que se ama.

Eu me deixei ser levado pelo luto  que eu achei que nunca sentiria, a dor em meu peito só aumentava quando cada lágrima caía.

Apertei minhas mãos na camisa de Kyungsoo e comecei a chorar tão alto.

Meu choro transmitia tudo que uma tristeza podia me fornecer nesse momento.

Sinto a mão quente de Kyung em meus fios de cabelos.

Varias lembranças de ChanYeol veio como um flashback em minha mente,  tanto boas quanto ruins.

Eu sabia que sentia algo por ele apenas não queria admitir algo assim, passei anos escutando o nome ChanYeol, passei toda minha infância aprendendo a lidar com todos os humores dele para no final eu perder ele, foi como água passando pelas minhas mãos.

- Por favor me faz esquecer de tudo Kyungsoo - apertei mais minhas mãos - Por favor - deixei um soluço alto escapar por meus lábios - E-Eu não quero sofre mais - apertei meus braços na cintura de Kyungsoo deixando o abraço apertado.

Ele sabia a dor que eu sentia, oh como ele sabia, perder o irmão para a clave deve ser tão ruim, ainda mais quando você tem que tirar a vida da única pessoa que você ama, e além do mais ele não teve direito de um luto nem lágrimas Kyungsoo pode derramar, ele tinha que manter o respeito na frente daquele tanto de família e principalmente dos Sevilla's o respeito que não é reconhecido.

- Desculpa, eu não posso fazer isso - sim ele pode, ele não só lê mentes como controla a mente de todos ao seu redor - Você tem que se levantar com sua perda - afrouxei meus braços da cintura dele - As coisas ruins acontece para te deixar mais forte - me afastei de Kyungsoo - Eu não quero tirar aquilo que um dia te deixou feliz ou triste,  independe do sentimento eu sei que você amava ele - olhei a face do garoto de olhos grandes.

- Você se levantou com sua dor? - perguntei encarando o mesmo dentro dos seus olhos, vi um brilho de tristeza no olhar dele e me amaldiçoei por ter falado isso.

- Sim, me levantei pois eu sei que ele nunca gostou de me ver triste - fechei meus olhos - O Sehun vai ter mais detalhes para te contar sobre o ChanYeol - abrir meus olhos imediatamente.

- Eu não quero o Sehun aqui eles se parecem tanto em alguns aspectos não vou suportar passar um dia com ele - Kyungsoo rodou os olhos pelo meu quarto, vi por meros segundos seu cenho franzido.

- Esta usando drogas? - engolir em seco - Por que esta se destruindo? - seguir seus olhos que estão vidrados na minha penteadeira - Mas os remédios nada de tomar né - aperto minhas coxas com força - Por que esta fazendo isso Baek? - sinto algumas lágrimas querer descer de meus olhos mas eu não permiti chorar.

- Elas me fazem esquecer dele - a quem eu queria enganar? Logo quem, o garoto que lê mentes e controla a cabeça das pessoas - Pelo menos eu vivo em um mundo onde eu não preciso sentir dor.

- Você esta se matando Baek! - Kyung esta obviamente irritado.

- E quem se importa? - levantei minha cabeça e olhei para ele - Ninguém se importa, vai ser questão de tempo até a clave me banir daqui e eu não vou ser mais um Sevilla, o que eu vou ficar fazendo aqui? De qualquer forma Kyungsoo eu vou esquecer de todos vocês e vou viver como um mundano, de qualquer forma eu vou esquecer dele - minhas lágrimas novamente esta caindo sem permissão - É melhor esquecer agora do que passar essa dor toda e no final das contas ter ele longe da minha mente - passei minhas mãos em meus olhos - A clave sempre me odiou você acha que eles vão me querer aqui? Tisc, é melhor eu ir antes que as coisas piorem - apontei para o pó em cima da penteadeira - Já que ninguém me mata eu mesmo faço isso.

- Você sabe que você tem a escolha de ficar ou ir - abaixei meu braço - Quando você completar vinte anos você vai escolher se quer ficar ou ir - me deitei na cama e fiquei olhando para o teto - Não quero que você se esqueça de mim por isso se você decidir ir eu vou também - virei meu rosto para olhar Kyungsoo.

- O que te faz querer ir comigo? - coloquei minhas duas mãos sobre minha barriga.

- Eu não quero sofre nem um segundo nesse lugar, o Jongin nem ao menos se importa com minha existência e sabe o que dói mais? Saber que eu sou inútil, eu me sinto mal todos os dias por saber que ele tem uma filha com uma mundana - meus olhos duplicaram de tamanho.

- Mas... Isso é impossível - me sentei na cama rapidamente - C-Como? E a maldição? - Kyungsoo abaixou a cabeça e riu.

- A maldição é o de menos, você sabe que para eles prosseguir com a linhagem deles alguém tem que se sacrificar para um novo Sevilla nascer - concordei - A garota morreu assim que a criança nasceu - o garoto olhou para mim - O pior é eu ter descobrindo isso lendo a mente de Jongin ele nem ao menos me contou sobre isso - fiquei triste por saber desse detalhe enorme,  Kyungsoo já passou por tanta coisa que eu nem sei como ele consegue seguir com a vida e eu perdi o ChanYeol e já quero me matar,  realmente Kyung é alguém para se admirar.

- Mas... Cade a criança? - o garoto sorriu de lado.

- Você acha porque que o Jongin está na coreia? A clave esta tentando tirar a criança dele e... Sacrificar ela, mas Jongin não quer deixar, por isso ele esta lá resolvendo esse assunto, sem contar que a garotinha é coreana.

- Eu não sei o que dizer sobre isso, está sendo um problema atrás do outro - suspirei pesado - Não podemos deixar Luhan aqui com o demônio do Sehun - virei meu rosto e encarei a parede vermelha - Não podemos deixar uma criança sofre como nós sofremos - aperto minha mão com certa força.

- Nós não temos escolhas Baek - direcionei meu olhar para Kyung - Ele vai completar dezoito anos e você sabe no que isso vai da, de qualquer forma Sehun vai encontrar o Luhan e vamos esta mais que ferrados com a clave - infelizmente ele estava certo.

Sempre quando um companheiro completa dezoito anos a atração sexual entre um Sevilla e o companheiro aumenta, então não adiantaria levar o Luhan pois o cheiro dele também ficará mais forte que o normal para Sehun e será fácil ele nós encontrar ou melhor encontrar Luhan.

- Então vamos deixar ele aqui? - perguntei com a voz triste.

- Sim, infelizmente não podemos levar ele, por isso a mãe dele trouxe ele antes mesmo de Luhan completar dezoito pois Guo sabia que se ficar com Luhan ela corre risco de vida - Kyung suspira de cansaço.

- Tem o Xiumin, ele quer ir também - passei a língua pelos meus lábios.

- Como eu disse: ele esta trabalhando para a clave, então não podemos levar ele e eu não confio cem por cento nele de chegar ao ponto de levar Xiumin com nós dois sem contar que a Clave esta controlando ele, por isso ele não esta aqui - meu peito se aperta, eu e Xiumin sempre fomos próximos mas depois que ele começou ser o queridinho da Clave e eu o odiado as coisas entres nós dois mudou por completo.

- Então eu não posso confiar nele? - Kyungsoo franziu o cenho.

- É claro que pode, ele não entregaria o irmão e se ferraria junto, eu em particularmente não confio - passei a mão no cabelo.

- O que vamos fazer então? Como vamos fugir? Na verdade como você vai fugir? - eu me referia a idade dele, Kyung já tem vinte anos e ele jurou a frente de todas aquelas famílias que daria sua vida para poder continuar como um Sevilla então ele não poderia quebrar essa promessa.

- Eu dou um jeito, Jongin não precisa mais de mim - rapidamente peguei na mão dele.

- Ele precisa sim mas caso você queira ir... De um jeito nisso primeiro - peguei o braço direito dele e mostrei a marca da serpente enrolada em uma espada,  a marca da promessa que ele fez quando completou vinte anos - Não quero ser perseguido por sua causa - abri o jogo com ele - Se vamos viver como mundanos pelos menos temos que fazer isso direito - solto a mão de Kyungsoo.

- Vou da um jeito nisso assim que Jongin voltar... Nesse meio tempo você pode procura lugares para nós ficar? Quero sair daqui já sabendo que temos um lugar para dormir - engolir em seco.

- Esqueceu que Sehun vai estar na minha cola? - Kyung suspirou em decepção - Mas eu vou da um jeito - dei um tapinha no ombro do garoto. - Faço tudo pela minha liberdade - me lembro de ter dito essas palavras a Xiumin e novamente aquele aperto voltou.

- Baek, eu vou voltar para meu quarto daqui a pouco é o toque de recolher - concordei - Amanhã nós conversaremos melhor sobre isso okay? - falei apenas um "sim" - Tchau Baek - me levantei assim como ele e caminhei até a porta,  abrir a mesma e esperei o garoto sair do quarto para eu poder fechar a porta de madeira.

Me despedir dele e fechei a porta.

Deslizei pela madeira e me permitir chorar.

Eu estou tentando ser forte o bastante mas esta sendo difícil.

Esse vermelho todo me faz lembrar dele.

Encolhi minhas pernas e abracei as mesma.

Mordi os lábios para conter os soluços fazendo os mesmo sangrarem.

Levantei minha cabeça e olhei em direção a minha penteadeira.

Me levantei e caminhei até a mesma, me sentei na cadeira.

Peguei uma carta de baralho, eu estou fazendo algo novo para usar como arma. 

Enrolei aquela carta vejo que ficou parecendo um canudo, deixei a carta de lado e passei a mão em um saquinho onde há o pózinho.

Joguei o mesmo em cima da penteadeira e fiz cinco fileiras.

Peguei a carta em forma de canudo.

Quando eu estava preste para colocar aquele pó branco para dentro de meu organismo eu escuto uma voz atrás de mim.

- Assim você vai se matar. - olho para trás e vejo que é Sehun - Não que eu me importe - olhar ele sentado em minha cama com seus braços para trás apoiando seu corpo nos mesmo me fazia lembrar de ChanYeol - A quanto tempo você se droga? - me virei para frente.

- A uma semana - cheirei a primeira carreira, logo seguir para as outras quatro.

- Vai com calma não quero presenciar sua morte - acabei rindo, oh como a cocaína agia rápido em meu corpo.

- Idiota - olhei para Sehun e por meros segundo eu jurava ter visto ChanYeol no rosto dele.

Balancei minha cabeça.

Abrir a gaveta da penteadeira e peguei um cigarro de maconha junto com um esqueiro.

Acendi o mesmo e traguei o cigarro.

- Quero algo para beber - falei me virando para Sehun - Pode pegar a garrafa de whisky que esta de baixo da minha cama para mim? - Sehun franziu o cenho.

- Baek, para com isso - reviro os olhos - Você não precisa se droga para se sentir bem - assopro a fumaça.

- Vai começar a me da lição de moral? Que eu saiba você deveria esta aqui amanhã e não hoje. - me levantei um pouco tonto e caminhei até a cama me sentei na mesma - Sehun - deixo meus braços cair e começo a chorar - Me diz que é mentira - mordi o lábio para conter os soluços - P-Por favor - olho para o lado e fico olhando a face de Sehun,  o mesmo esta um pouco espantado pelos meus atos.

- Baek me da isso - Sehun tomou o cigarro da minha mão.

Sinto a mão dele em meu pulso.

Exatamente como o aperto de ChanYeol.

- I-Isso dói demais,  Sehun! - falei alto junto com os soluços.

- Baek, amanhã é o enterro dele então você tem que ficar sóbrio - foi quando cair a ficha que ele morreu mesmo.

Sentir meu corpo fraco meus olhos pesaram como nunca, fechei os mesmo e me deixei ser levado a escuridão profunda do meu sono.

Sehun obviamente esta usando algum tipo de controle comigo.

- Isso, dorme. - foi a ultima coisa que eu escutei antes de apagar.

Suhun on

Suspirei de alívio quando Baek apagou por completo.

Segurei o corpo frágil do garoto e coloquei ele deitado na cama.

Peguei o cigarro que eu deixei cair no chão, apaguei o mesmo e joguei no lixo.

- Pode aparecer ChanYeol - falei ficando de costa para Baek - Essa é a situação que você quer deixar ele? - olho para meu irmão com o cenho franzido - Você sabe que você vai matar ele aos poucos - ChanYeol me ignora por completo e caminha até o garoto.

- Eu sei quando vai ser a hora de parar - escuto a voz do meu irmão atrás de mim e me viro.

- Tisc, você esta ficando igual nosso pai, francamente ChanYeol melhor parar antes que ele acaba viciando nessas drogas - ChanYeol se virou para olhar para mim.

- Porque está tão preocupado assim? Tem interesse no Baek? - rir assoprando.

- Está louco? Eu não tenho nenhum interesse nele - apontei para o garoto - Além do mais, você esta certo, apenas você sabe o tempo que deve parar com essa palhaçada - passei a mão no cabelo.

- Eu pretendo acabar com isso assim que Jongin resolver o assunto com a clave - sentir um alívio - Daqui duas semanas eu estou de volta - concordei - Até lá fica de olho nele. - novamente eu concordei.

Vejo ChanYeol sumir de minha vista.

Ele realmente não conhece o limite e isso me irritava de uma certa forma irreconhecível por mim.

Me sentei na única cadeira ali naquele quarto e esperei o amanhecer.

Já que nós demônios não dormimos apenas fiquei olhando para a grande janela de vidro 


Notas Finais


Mas o Sehun nera o próprio diabo? Porque tão carinhoso com o Baek?


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