História .the red strings club - Wong YukHei, Chae HyungWon - Capítulo 2


Escrita por:

Visualizações 186
Palavras 3.431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Steampunk, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - - Relax, bro


Fanfic / Fanfiction .the red strings club - Wong YukHei, Chae HyungWon - Capítulo 2 - - Relax, bro

The Red Strings Club

Wong YukHei, Chae HyungWon – Lucas, Hyungwon

Lee TaeYong x Jung YoonOh – Taeyong x Jaehyun

Park SoonYoung x Bae JooHyun – Joy x Irene

Chapter two

Relax, bro

[• Chelsea Physic Garden || 17:35 || 3985

 • Curators House, 66 Royal Hospital Rd, Chelsea, London SW3 4HS, Reino Unido

 • Point of view from: Chae HyungWon]

Fazia bastante que eu não saía sem a companhia de Soonyoung, mas isso não era exatamente ruim, pois meu raciocínio funcionava com mais facilidade quando meus ouvidos não estavam recebendo todos os comentários maldosos e muitas vezes inadequados à situação daquela minha companheira mais nova, contudo, confesso que seu conhecimento em área tecnológica seria de grande ajuda em abrir o subsolo daquele enorme jardim, afinal, nunca me dei muito bem com coisas recheadas de tecnologia avançada.

De qualquer forma, ainda não era hora de pensar em como abrir aquela entrada subterrânea sem passar vergonha na frente de ______, porque ela nem tinha chegado ainda! E olha que o combinado era estarmos os dois aqui, no meio do Chelsea, às cinco e vinte (17:20)! Mas pelo menos a minha ideia de trazer a minha câmera foi certeira, tanto que no decorrer desses quinze minutos em que fiquei vegetando, acabei tirando belas fotos de árvores centenárias e de várias rosas negras que acabaram tendo boa parte delas sendo arrancadas por mim para formar um buquê razoavelmente organizado para dar à ______ quando ela chegasse, afinal, era quase certo que seu humor pudesse estar um tanto ruim, considerando que seu rosto estampava muitas das esquinas de Londres por causa de seu problema com as autoridades. Embora eu declaradamente não tenha muita experiência com mulheres, Soonyoung ficava de bom humor quando recebia ou colhia flores, então acabei partindo deste pressuposto para colher aquelas rosas negras para dá-las de presente à outra garota.

Depois de conseguir ajeitar as flores no buquê sem fazer suas frágeis pétalas ficarem quebradiças e sem perfurar algum dos meus dedos com um dos seus espinhos, voltei a tirar fotos sempre tentando não incluir as outras pessoas caminhando pelo jardim por ter plena noção de que isso poderia me trazer problemas desnecessários. No entanto, acabei abandonando tal princípio ao entrar na estufa onde várias flores raras eram bem cuidadas e cultivadas e ver apenas uma moça estando presente ali. Ela parecia estar lendo distraidamente uma placa onde estavam registradas informações sobre as Middlest vermelhas agrupadas adoravelmente em um belo grupinho róseo ao passo que vestia um vestido azulado possuidor de uma renda preta abaixo dele cuja existência dava para ser vista. Mas, quando a jovem virou-se para o lado a fim de olhar as Middlest, pude ver que... era ______!

– Senhorita ______! – Ela olhou de um lado para o outro, procurando quem estava a chamando, e acabei me aproximando para que seu campo de visão captasse a minha imagem. – Estou te esperando já fazem quinze, dezesseis minutos! Você esqueceu que o combinado era nos encontramos no meio do jardim?

– Não consegui achar o meio do jardim. – Suas bochechas foram manchadas de uma cor rubra adorável que acabou aquecendo meu coração de maneira repentina: – Desculpe por te fazer esperar, eu só... – Ergui o buquê repentinamente, não dando muita atenção ao seu pedido de desculpas, afinal, ela não tinha pelo o que se desculpar.

– É para você, caso esteja de mau humor por estar sendo perseguida pelas autoridades. – Sua boca se abriu uma, duas, três vezes e seus olhos caíram sobre o buquê, subiram ao meu rosto e caíram sobre as flores agrupadas novamente.

– Isso é um pouco... mórbido... a cor das flores... é um pouco diferente. – Foi a minha vez de sentir minhas bochechas mergulharem na vermelhidão da vergonha; eu não estava esperando ser confrontado por este tipo de comentário.

– Eu... Você não precisa aceitar, só pensei que você talvez estivesse de mau humor. – Comecei a abaixar minha mão que segurava o buquê, mas fui parado no meio da minha ação por uma das palmas de ______, que segurou as flores quase na mesma altura que eu, contudo, acabei me assustando pela sua repentina reação; por isso, quase soltei o buquê e, quando voltei a pegá-lo, toda a palma da minha mão ficou sobre os espinhos das rosas, espinhos estes que acabaram perfurando a minha pele, porém, acabei me obrigando a aguentar a dor para não deixar a minha dignidade masculina ser dissolvida.

– Eu nunca disse que não iria aceitar esse buquê, Hyungwon, apenas achei sua escolha de cor para as flores um pouco... exótica, mas isso não significa que elas não são bonitas. – Ela as pegou da minha mão e tratei de escondê-la logo atrás das minhas costas para não deixar que os filetes de sangue dançando pela minha pele fossem captados pelos olhos dela. – Não é que quero ser inconveniente ou algo desse tipo, mas por que você me chamou aqui hoje?

– Todos os novatos na Freasúra têm a obrigação de saberem pelo menos um pouco sobre como a Supercontinent é uma grande ameaça à liberdade de todos que tenham um pouco de raciocínio lógico próprio. Mas, não se preocupe, você não precisa lembrar de tudo, é só uma etapa para chegar à iniciação real. – Dei meia-volta e andei lado a lado com ______ para fora da estufa. – Na iniciação, você vai precisar fazer um juramento e, depois desse juramento, vai ganhar o seu Oath. – A guiei para o norte do Chelsea. – Ah! Quase esqueci de falar! O seu Oath é a parte mais importante da sua existência como integrante d’A Oposição, então, caso você seja pega pelas autoridades da Supercontinent e eles vejam que você tem o que eles chamam de “objeto suspeito” é de certo que você acabará sendo executada em praça pública, portanto, saiba que seu Oath terá um botão em algum lugar que o faz se autodestruir.

– Mas o seu... ele se autodestrói sozinho, não?

– Sim. – Concordei vasculhando as árvores em busca da única cerejeira que foi plantada artificialmente naquela parte do jardim e logo sorri ao encontrá-la.

– Então, como você o faria se autodestruir definitivamente?

– Pedi para SiCheng retirar o botão de autodestruição do meu Oath, porque caso eu tenha que morrer pela Freasúra após a Supercontinent me descobrir como integrante ativo d’Ela, que assim seja. Se luto por uma causa, espero morrer por ela. – Respondi, dando de ombros.

– O que A Oposição fez para você ser tão leal assim?

– Me salvou da morte por desnutrição no subúrbio de Londres. – Me aproximei da cerejeira e puxei uma das suas folhas rosadas que logo foi substituída automaticamente por outra folha. – Minha família sempre foi pobre e, em um mundo onde a elite não permite ascensão social real e meritocracia não exista, meu destino estava fadado a não se distanciar do fato de eu morrer por causa da pobreza, então, depois que a Freasúra me resgatou da desnutrição, minha lealdade mais cega para com essa organização foi bem conquistada. – Observei uma porta abrir-se no chão e guiei ­­­­­­­______ na direção dela.

– Ah, desculpe... – Ela falou desconcertada.

– Deixe esse seu hábito de pedir desculpas a quase todo o momento de lado, senhorita.

– Deixarei esse meu “hábito” de lado caso você deixe de ser tão formal comigo. – A olhei de maneira um pouco confusa, mas me dei a liberdade de abrir um sorriso compreensivo.

– Certo. Mas, você vai ter que prometer que não vai pedir mais desculpas desnecessárias. – Ela deu de ombros e tratei de me esforçar em abrir aquela porta antes que outras pessoas aparecessem.

Passaram cinco minutos. Dez. Quinze. Até que consegui abri-la e acabei me dando a obrigação de não olhar ______ por um longo tempo por saber como eu iria corar por causa da vergonha de ter sido incapaz de me mostrar alguém competente. Contudo, ainda fiquei me colocando como a única pessoa que sabia como chegar ao Jooheon –, afinal, essa era a mais pura verdade – e tratei de deixá-la passar pela porta para só então eu fazer o mesmo, trancá-la por dentro e caminhar um pouco mais à sua frente sem me importar em voltar a incentivar a continuidade da nossa conversa, porque, sinceramente... sinto como se a minha frágil dignidade masculina tinha tido uma parte valorosa de si mesma sendo dissolvida como se a minha falta de experiência com tecnologia transformara-se automaticamente em um ácido corrosivo perigoso.

Não era como se eu me importasse muito em parecer ser O macho alfa salvador da pátria. Não. Me importo, na verdade, em tentar deixar transparecer como tudo envolvendo a Freasúra é sério e que cada um compondo aquela resistência tinha sua própria função útil, contudo, até o momento apenas consegui dar uma imagem minha de um cara sem nenhuma noção. De qualquer forma, por que exatamente me preocupo tanto em tentar fazê-la enxergar a Oposição como eu enxergo? Ela nem mesmo foi admitida ainda e Kihyun não pareceu inclinado de primeira a deixá-la ter um espaço conosco.

Naquele corredor desnecessariamente extenso, dava apenas para ouvir as solas dos saltos altos dos sapatos revestindo os pés alheios. Aquele barulho de “tic tic tic” estava tilintando na minha cabeça e era quase como se eu conseguisse escutar as minhas ondas cerebrais tentarem encontrar um lugar escuro na minha mente onde fosse possível se esconder daquele som irritante. Respirei profundamente e me contive em continuar andando. Confesso ter me sentido bastante aliviado ao ter uma pesada e grande porta de madeira corroída com o tempo entrando no meu campo de visão e até mesmo cheguei a andar mais rápido para alcançá-la o mais cedo possível.

Bati duas vezes na porta e não demorei a ver Jooheon, com seu rosto sonolento e sua expressão de desinteresse, abrir aquela entrada, mas não nos deixar entrar colocando-se como uma barreira entre sua zona de conforto e invasores:

– Foi o Kihyun que me mandou vir.

– Ele não manda ninguém vir aqui sem antes me avisar.

– Nós nos conhecemos já faz uns bons três anos e você ainda não me deixa entrar de primeira, você percebe como isso é ridículo?

– Faz aquilo lá.

– “Aquilo lá"?

– Você sabe o que é. – Jooheon sussurrou e eu me aproximei mais da porta para permitir que apenas ele pudesse escutar.

– Eu estou com uma garota aqui, Jooheon. Não me faça fazer aquilo aqui e agora.

– Vou te cobrar isso depois, Hyungwon. – Ele abriu a porta completamente e deu meia-volta para adentrar a sua sala: – Não quero que essa nova recruta fique traumatizada. E o que você quer?

– Vou te deixar como babá dela por um tempo. – Não evitei abrir um sorriso de escárnio ao ver Jooheon franzir o cenho e abrir a boca para recusar a solicitação... contudo, aquilo não era uma solicitação. Não faço solicitações, me contenho entre o limite do aviso e da ameaça: – Você não tem a opção de recusar. São ordens do Arquichanceler.

– O que exatamente você quer que eu faça? Já faz uns... cinco, seis meses que não vejo nem a sombra de um novo recruta e tenho quase mil ferramentas para, por exemplo, vasculhar a vida dela para dizer a vocês se ela teve contato com a Supercontinent ou não, mas também tenho mil ferramentas para fazer uma iniciação rápida aqui mesmo e... – O interrompi.

– Da última vez que você inventou de fazer uma iniciação rápida, deu merda e quem teve que limpar aquela bagunça foi eu.

  – É, porque tinha sido eu quem deu a ideia de fazer a iniciação rápida, né? Você precisa se lembrar de que não ordeno nada a ninguém, Hyungwon. Apenas sigo ordens, inclusive: suas ordens principalmente. Sou um cara muito trabalhador, sou sim. Só não sou pai de família ainda, mas sou até evangélico. – Fazia pouco mais de três anos que nos conhecíamos, mas eu ainda achava as piadas dele muito ruins. E, justamente por isso, somente me virei de frente para ______.

– Você tem algum problema em ter alguém vasculhando sua vida? – Não foi a melhor forma de me expressar e explicar o que estava prestes a acontecer, mas não creio que existam boas e gentis palavras para descrever com exatidão o que eu queria dizer, então, ser indiscreto faz bem às vezes.

– Eu posso responder que tenho?

– Não. Quando ele falou “Você não tem a opção de recusar”, não estava se referindo só a mim, mas a você também, meu docinho de mel caramelado. – Os apelidos que ele dava para os outros também eram muito ruins; qualquer coisa que saía da boca dele geralmente era muito ruim.

– Como o meu leque de opções é muito... cheio... – Ela falou não expressando desgosto, covardia ou hesitação, mas olhando de mim para Jooheon apenas duas ou três vezes. –, creio eu que a minha resposta seria: Não, não tenho nenhum problema com isso.

– Posso usar aquele que brilha no escuro? – Jooheon perguntou e eu demorei um pouco para conseguir assimilar ao que estava se referindo.

– Desde que você consiga terminar de vasculhar a vida dela em menos de duas horas, você pode usar a auréola que quiser. – Respondi desinteressado.

– Em menos de duas horas? – Jooheon se afastou para ajeitar todos os seus apetrechos para começar a sessão que ele amava chamar de “Jogar Videogame”, como se a vida alheia fosse um novo videogame a ser descoberto e aproveitado ao máximo. – Não trabalho com prazos. Não em relação a essa minha belezinha aqui. – Chacoalhou a auréola azul fluorescente nitidamente nova no ar e a olhou com orgulho: – Pessoas têm vidas diferentes, algumas são bem divertidas, outras, bem entediantes, tanto que estas últimas eu costumo pular a vasculhação de algumas partes porque, caralho, é tão chato. É chato pra caralho. E, como não sei o quão entediante ou o quão maravilhosa é a vida dela – Apontou para ______ usando o objeto circular azulado: –, não posso te dar um prazo. Você pode esperar, se quiser, mas sem tocar em nada, porque você não está na sua casa. – Falou para mim antes de se virar para a única garota presente: – Você pode ir se deitando, vai me poupar um trabalhão.

– O que vai acontecer? E para que serve isso? – Ela perguntou, indicando a auréola com um movimento do queixo.

– Relaxa. Não vai doer nada. – Jooheon abriu-lhe um sorriso amistoso com o aparecimento de suas covinhas cuja principal função era coagir as pessoas a levarem o dito por ele como a maior verdade absoluta.

Eles se olharam por alguns segundos e, no final, ele acabou conseguindo fazê-la deitar na maca – ou cama, se preferir chamar assim – bastante inclinada com o formato circular que inclinava-se para se ajeitar da maneira mais confortável às costas alheias. Não demorou demais para Jooheon estar encaixando a auréola luminosa ao redor da cabeça dela, ajustando-a e se afastando para começar a fazer sabe-se lá Deus o que ele sempre fazia quando precisava vasculhar a vida de outras pessoas por meio de toda aquela tranqueira.

– Eu... vou esperar aqui. – Murmurei procurando algum lugar onde eu pudesse me sentar e, de preferência, que não estivesse cheio de cabos e mais algumas coisas que um dia foram comestíveis.

– Certo, okay. – Ele agarrou um pouco de pó azulado e, antes de assoprá-lo rente ao rosto da garota, disse: – Isso vai te fazer dormir por algumas horas, e acredite em mim: é melhor dormir pra caramba do que ficar entediada por horas e horas. – E não demorou para ela cair no sono lentamente.

||•||

[• Stornoway || 21:23 || 3985

 • Scotland, Reino Unido

 • Point of view from: Wong YukHei/Huang XuXi]

– Como é lá fora? – Perguntei, interessado. – Ah! E eu te trouxe comida. – Me agachei em frente à cela e ergui a tigela de argila branca ainda contendo comida quente.

– Defina “lá fora”. – YoonOh respondeu: – E eu não quero a sua comida. Podem ficar com esse veneno para vocês.

Encostei a tigela naquele chão límpido demais para ser apenas de uma prisão ordinária nas fronteiras da Escócia e os meus cotovelos nas minhas coxas antes de focar meu olhar no chão por alguns segundos e logo levantá-lo para começar a tomar o caminho mais violento, mas também mais divertido, do interrogatório – ou o que deveria ser um.

Era sempre a mesma merda. Eles chegavam. Eu era designado a dar um “sacode” neles por Seungwan. Eles se sentiam aptos a falar o que bem entendiam. Terminávamos com o prisioneiro ficando ou com alguns dentes quebrados ou com todo o rosto sangrando. Era uma boa tradição, não? Bastante familiar e amigável.

– Escuta, cara... Seria muito melhor e menos cansativo se fosse apenas deixasse essa sua síndrome de bad boy de lado e começasse a cooperar comigo, ou melhor: conosco, afinal, temos câmeras espalhadas por todos os cantos do lado de dentro e do lado de fora dessa adorável cela. – Olhei dele para um dos cantos onde uma das câmeras visíveis estavam e abri um pequeno sorriso de celebração antecipada: – E você ainda lembra que tenho isso, não? – Coloquei uma das minhas mãos no meu bolso frontal da calça, retirei de dentro dele um dispositivo negro fino um tanto grande que tinha em uma das suas pontas um botão prateado cuja função era, quando apertado, liberar ondas eletromagnéticas contra todo o sistema nervoso de YoonOh inibindo a possibilidade dele fazer ações e movimentos desagradáveis e choques tão fortes quanto espasmos contra a derme da sua pele fazendo-o convulsionar. – De qualquer forma... prezo a conversa civilizada e, claro, só usarei essa belezura caso ela se faça necessária... ou eu esteja entediado, como estou agora. – Apertei o botão levemente e ao vê-lo convulsionar e se debater enquanto tentava falar desesperadamente, deixei um sorriso perverso ser pintado nos meus lábios. – Vou te deixar fritando até você me dizer tudo o que quero dizer e, caso se comporte bem, talvez eu até te faça virar um peão do meu esquadrão, mas um peão bastante descartável, porque é isso que gente d’A Oposição é: descartável. Todos vocês terem sidos descartados pela sociedade é uma prova disso. Agora, vamos lá... Onde é o local em que aqueles ratos imundos estão escondidos, YoonOh? – Pousei minha mão no botão prateado de novo ameaçando deixar as correntes elétricas e as ondas eletromagnéticas mais fortes, mas, ao vê-lo tentar balbuciar alguns dizeres, fiz ambas pararem de passear pelo corpo dele.

– Lo-ndr-es. – Após falar, Jaehyun engasgou com a própria saliva e não pude deixar de soltar um pequeno sorriso em relação ao quão patético ele era.

– Ah, Londres. É uma bela cidade para ser dominada pelo tipo de gente da sua laia. – Levei minha canhota ao bolso traseiro da minha calça social e tirei dele o pôster bem dobrado de atuais criminosos da cidade de Londres. – Já soube das boas novas, YoonOh? Temos uma intrusa na Inglaterra, ela é uma criminosa fronteiriça. E creio eu que você a conhece bem. – Desdobrei o pôster e o abri para que Jaehyun conseguisse visualizar com maestria o rosto que o estampava: – Sua adorável irmãzinha. Ela parece ser bem mais nova que você; na verdade, ela parece tudo mais que você. Mais ingênua, mais burra, mais manipulável... até mesmo mais virgem que você. – A intenção era deixá-lo bravo e, pelo modo mórbido usado por ele para me analisar visualmente, pude ver que meu trabalho estava surtindo efeito. Contudo, sua aura de fúria se dissolveu rapidamente e deu lugar a uma de preocupação.

– Por favor. – Me preparei para um show de humilhação: – Ela nem sequer sabe se estou vivo. Não faça nada com ela, deixe seus homens longe dela. Você pode fazer o que quiser comigo, pode me transformar em um protótipo, pode fazer o que quiser comigo, com meu cérebro, com meu sangue, com cada célula do meu corpo, mas, ela... Não, por favor, não.

– Awwn. Estive pensando em como usá-la para danificar sua moral e te desestabilizar, agora, estou pensando no quão desesperado e furioso você ficaria ao vê-la morrendo alvejada por balas na sua frente. Acho que esse seria um bom espetáculo para os meus caras, não acha? – Me levantei e redobrei o pôster. – Decidi que vou te transformar em um novo brinquedo de guerra, Jaehyun. E ela pode ser, por exemplo, meu brinquedo para quando eu estiver entediado. Wendy não me deixa ter mais brinquedos pessoais desde que o último se suicidou. Uma tragédia, eu sei, fiquei tão arrasado, eu gostava tanto daquele merda. –Fingi enxugar lágrimas. – Vou voltar amanhã, YoonOh. E é melhor você estar preparado para me dizer muitas outras coisas sobre os seus amigos imundos. – Peguei meu dispositivo de eletrochoque. – Mas, cara, não se preocupe tanto sobre o quanto de dor vou te infringir até o final da sua estadia como humano, logo logo sua irmãzinha vai estar te fazendo companhia.

E dei meia-volta.


Notas Finais


❥⋮ A roupa citada da personagem principal é esta aqui: https://i.pinimg.com/736x/78/cb/7b/78cb7b9ad521c3f2bc4159865020cc79--steampunk-jacket-steampunk-dress.jpg.

❥⋮ A auréola citada é esta aqui: https://78.media.tumblr.com/e9df43732a397fbb47e114ab4e965dd0/tumblr_osdk3oWw9Z1wntvsco1_500.jpg.

❥⋮ A roupa citada do YukHei é esta aqui: https://i.pinimg.com/originals/d7/96/01/d79601957440a39fd6944d06550819a7.jpg.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKOOOOOoooooooooooooOOOOOOOOOOOI
É o seguinte, meninexxxxxxxxxxxxx...
Passei 2 semanas em Las Vegas, então, acabei deixando o Spirit de lado
Só tenho isto a declara meixxxxxxmo~

Muuuuuuuuuuuuito obrigadinha por ler ♡
❥⋮ Babydoll loves Jaehyun and you ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...