História The Red Thread of Fate - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Akai Ito, Gakook, Otp, Soulmates, Sugakook, Yoonkook
Visualizações 211
Palavras 2.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, esses dias eu estava querendo muito escrever sobre a lenda só Akai Ito, aí surgiu este plot - Que estou completamente apaixonada- e decidir postar .
Espero que gostem
bjos ❤

Capítulo 1 - Acaso; Reconhecimento.


Fanfic / Fanfiction The Red Thread of Fate - Capítulo 1 - Acaso; Reconhecimento.


Vida e  Morte estavam tendo mais uma de suas terríveis discussões, apesar da Vida saber que a Morte apenas levava as almas dos  seus filhos por ordem da Mãe Natureza, a mesma nunca desistia de tentar impedir que isto acontecesse, nunca deixava a Morte fazer seu trabalho em paz.


E foi numa dessas disputas que algo terrível aconteceu, a Morte deu o seu abraço mortal em uma alma não predestinada. Uma jovem moça chamada Jung Eunbi que mal tinha completado seus quinze anos teve sua vida ceifada por um descuido dos servos da Mãe Natureza.

 

Olha o que você fez, Vida!  —  Fala a Morte irritada, uma alma que ainda tinha muito o que viver teve seu tempo encurtado pelas loucuras da Vida. — Se deixasse eu fazer meu trabalho em paz, não teria ocorrido essa tragédia, temos que contar para Mãe Natureza, esta alma já tinha encontrado sua metade, você sabe muito bem o que acontece quando duas almas que estão ligadas perde a sua outra metade, a que fica nunca encontrará sua felicidade.


Vida não conseguia dizer nada, a culpa tomava conta do seu ser, se não fosse tão teimosa e seguisse as regras da Mãe Natureza, isto nunca teria acontecido; a garota estaria viva e viveria o seu amor, pois tinha encontrado sua outra metade jovem a sua felicidade seria abundante. Mas a Vida não conseguia refrear o seu instinto protetor, amava intensamente cada um de seus filhos, e mesmo sabendo que este era um ciclo, — para cada alma nova que nascesse, uma antiga teria que morrer. —, não conseguia não ficar triste e tentar impedir está realidade.



— Eu não queria isso, Morte. — Diz a Vida com o rosto banhado em lágrimas. — Eu só não consigo ver meus filhos morrerem sem fazer nada, mesmo sendo as regras.



A Morte, ao ver o quanto devastada a Vida estava, compadeceu da dor de sua amiga, sim! Eram amigas, apesar das diversas discussões, se davam muito bem.


— Calma, Vida. — Passou os braços pelo o corpo trêmulo da Vida. — Vamos falar com a Mãe Natureza, ela solucionará esse problema.

 

Assim ambas, Vida e Morte, caminhavam lado a lado ao encontro da Mãe Natureza. Ela teria que dar uma solução, o pobre garoto não podia viver em extrema infelicidade por um descuido seu, pensava a Vida.


Ao chegarem até a Mãe Natureza, a que estava num papo agradável com seus outros servos, Amor e Destino —, a Vida se desespera e corre até os pés da mesma e implora aos prantos e soluços.



— Mãe Natureza, me ajude! — Era triste de se ver a culpa corroer a Vida,  seu corpo tremia de tão intenso que era seu choro. — Conserte meu erro.


— Mas o que aconteceu? — Mãe Natureza pergunta confusa, indo acolher e dar consolo a Vida, que ao sentir o calor dos braços de sua mãe, apenas soluça mais. — Morte, o que houve, por que a Vida está assim? — Tentou obter respostas, já que a Vida estava entregue ao seu sofrimento.



— Sabe que a Vida sempre teve esse hábito de não me deixar executar meu trabalho em paz, e em uma das nossas discussões, a Vida me empurrou na hora que iria dar o meu abraço mortal, então… — A Morte hesita um pouco. — Acabou que esse abraço pegou em outra alma, alma esta que ainda tinha muito tempo pela frente.



— Oh, não! — Falou chorosa, pois sabe que isso é um extrema tristeza, era uma alma inocente, que foi interrompida tão cedo. — Vida, eu sempre avisei que uma essa sua impulsividade de querer interromper o ciclo natural das coisas iria causar uma tragédia.


Mãe Natureza entendia a Vida, como criadora de todos entendia a sua dor, também não gostava de presenciar a morte de seus filho, era impossível todos coexistirem para sempre. Desde criara todas as coisas existentes, céus, terras, mares, astros, animais… sentiu que para aplacar sua terrível solidão necessitava criar algo como si, que possuísse consciência, então primeiro foram criados seus servos, que para Mãe Natureza eram como filhos. 


Amor, Destino, Acaso, Felicidade, Tristeza, entre vários outros. A Vida, que  estava inclusa dentre aqueles que eram servos da Mãe Natureza, junto com sua amada mãe  tem a ideia de criarem os seres humanos, pois sentiam que faltava alguma coisa. Cada humano possuiria  uma alma distinta, e cada uma dessas almas, por obra do Amor e Destino, apenas encontrariam sua plenitude ao encontrarem sua outra metade, sua alma gêmea, seu completamento. Então essas almas eram ligadas por um fio vermelho ao redor do seu dedo mindinho ao nascerem, claro que para eles esses fios seriam invisíveis; de acordo  com o Tempo, que em consonância com a forma que o fio fora posto nas almas, esticado ou emaranhado, determinaria o encontro das mesmas, podendo ser curto ou longo, respectivamente, decidido isto o Acaso entraria em ação e faria as almas terem seu primeiro encontro para se reconhecerem, mas só quando estivessem realmente preparadas para viver o amor que as ligavam; o Destino juntaria ambas, no segundo encontro, este sendo definitivo.

 

Contudo, a Vida se empolgou demais em sua função,  cada vez mais criava novas almas, levando a uma superlotação,  todas aquelas almas não poderiam coexistir no mesmo tempo e nem a Vida conseguia parar de criá-las, então a única solução que veio a mente da Mãe Natureza foi criar a Morte. A partir daquele momento, cada alma teria um tempo de existência, que seria estipulado pelo Destino, e quando este tempo acabasse, a Morte abraçaria aquela alma a acolhendo e acalentando para o seu descanso final.


Vida não gostou muito da idéia, no início fez até birra com a Morte, a transfigurando como uma vilã, mas com o passar do tempo, viu que a atitude da Mãe Natureza  era necessário e que Morte não levava seus filhos por maldade, e sim por ser o seu trabalho. Mas mesmo sabendo e compreendendo os termos, Vida nunca se acostumou com a dor da perda.


— Mãe Natureza, ainda tem mais uma coisa. — A Morte interrompe os pensamentos de sua criadora, que estava a um certo tempo com um olhar fixo em um ponto, mas com um olhar vazio, indicando que estava perdida em pensamentos. — A garota já tinha achado sua outra metade, o fio dela era curto… E ela e sua alma gêmeas já estavam vivendo o seu amor eterno.



— Não!! — Amor e Destino gritam desesperados, ambos sabiam como era dolorosa a separação das almas que já tinham selado seu destino ao encontrarem seu parceiro.



— Mãe Natureza? — O amor chamou. — Por favor, dê uma nova chance a essa alma, se sua  outra metade, a que fora ligada pelo akai ito (fio invisível), não tivesse sido encontrada, seria mais fácil. Ela nunca teria sentido o amor verdadeiro, mas conseguiria terminar seus dias em paz.  No entanto, ela já sentiu a força do amor verdadeiro, não sobreviverá muito tempo sem ele e, invés de ser apenas uma alma perdida, seriam duas.

— A senhora sabe bem que este não era seu destino. — Destino intervém veementemente. —  Eles tinham suas almas ligadas, estavam destinados a se conhecer cedo, tanto que na adolescência já tinham se encontrado, o fio que os conectavam era esticado, sem dificuldades no encontro, seria um amor calmo e tranquilo, tens que dar uma segunda chance para essas almas.


Considerando toda a situação, a Mãe Natureza tinha plena consciência da dor lancinante que os predestinados sentiam ao terem sua outra metade tirada de si. E isso ocorre por um erro do seus servos, não lhe parecia justo, deixar o casal pagar tal preço. Amor e Destino tinham razão, teria que juntar essas almas e o único modo era emaranhando seus fios.



Um fio invisível conecta os que estão destinados a conhecer-se…
Independentemente do tempo, lugar ou circunstância…
O fio pode esticar ou emaranhar-se,
mas nunca irá partir.”



— Vamos, Vida. — Mãe Natureza desfez o abraço que dava na vida e erguia seu rosto. — Enxugue as lágrimas e vá consertar o seu erro, a alma perdida será recuperada, eu abro essa exceção! O garoto irá sofrer um tempo, pois a espera será mais longa para ter a sua Amante em seus braços...  Mas irá reviver esse amor.


A Morte entrega a alma coletada de volta para Vida, que mesmo ainda triste e culpada, se anima para consertar o seu erro.  E sem esperar e nem se despedir, correu para reparar a sua falha.




— E Vida… — A Mãe Natureza  chamou a sua serva, que já estava próxima a porta de saída de seus aposentos. — Espero que isso lhe sirva de lição, e nunca mais atrapalhe o curso natural das coisas.



Ao chegar no plano dos humanos, Vida e Morte encontram a oportunidade perfeita. Um garotinho que acabara de nascer, tinha como seu destino morrer jovem,  pois fora abandonado por sua mãe nas ruas gélidas de Busan. Morte apenas esperou aquela alma tão jovem dar os seus últimos suspiros e abraçou com todo o seu amor e carinho; e como permitido por sua mãe, Vida recoloca a alma, que fora perdida mais cedo, naquele pequeno corpo, agora era deixar nas mãos do Acaso e Destino, eles fariam aquelas duas almas voltarem a se interligarem.





—🍁—




Jungkook estava desesperado, não podia acreditar no que lhe acontecera, seu anjo morrera praticamente em seus braços, justo no dia do seu aniversário de um ano de namoro; na data 09/03/2000, que era para ser uma comemoração feliz, tornou-se triste. Tudo por uma bala perdida.


O garoto voltava do hospital com a notícia mais devastadora de todas, sua doce e amada Jung Eunbi faleceu a uma hora atrás, não resistiu aos ferimentos da bala que levou, esta se alojou na barriga da garota, atingindo órgãos vitais a levando ao óbito. Doía tanto, o moreno se sentia vazio, era como se uma parte de si morresse. Muitos iriam dizer que o garoto era jovem, tinha apenas dezesseis anos e a superaria, arrumaria outras namoradas, mas Jungkook sabia que não era assim, tinha certeza que ela era o amor da sua vida. E motivado por essa convicção, se juntaria a sua amada aonde ele estivesse.


Então ao invés de seguir em direção para sua casa, o garoto rumava a uma ponte, que se localizava em uma parte pouco habitada de Busan, assim ninguém o impediria de realizar o seu desejo. Ao chegar ao local, Jungkook se posicionou no parapeito da ponte, sabia que morreria, pois a ponte era alta, o impacto o mataria e se não fosse imediatamente, as águas frias do rio concluiriam o serviço.  No entanto, quando o garoto estava preste a soltar suas mãos e acabar com a sua dor, um choro desesperado chegou ao seu ouvido, não era um simples choro, era um choro de bebê e mesmo Jungkook tentando ignorar e seguir o propósito que levou até ali, ele não conseguiu, se não ajudasse a criança, teria aquela morte em suas costas.


Jungkook desceu da ponte e seguiu o som do choro esganiçado do bebê, que estava nu e enrolado em uma manta, jogado em uma caçamba de lixo. O garoto ficou horrorizado, como alguém tem tamanha maldade de fazer isso com um ser inocente e indefeso? Esquecendo totalmente sua dor e motivação de estar ali, tirou seu casaco e envolveu o bebê nele o acolhendo, desengonçadamente, em seu braços.


Os pensamentos do garoto agora eram todos voltados para aquela pequena vida em seus braços, o quão pequenino era, o quão gelada estava sua pele extremamente alva como açúcar,  quão bonito era aquele bebê. Uma sensação de plenitude atingiu Jungkook, principalmente quando o bebê enroscou seu mindinho no seu, e desde que se aninhara no braço do adolescente, o choro do recém nascido  cessara, e apenas olhava encantado para o mais velho.


Naquele momento, encarando aqueles pares de olhos pretos e profundos, Jungkook sentiu uma onda de sentimentos absurdos. Amor, cuidado, bem querer;  a luz que emanava dos olhos infantis era tão familiar a Jungkook, e aquele desespero que sentia antes, — vazio, solitário, incompletude. — era substituído por esperança. Esperança que existia alguém para si, que apesar de seu grande amor ter morrido, ainda poderia encontrar sua felicidade em outro alguém.


Primeiro encontro; orquestrado pelo  Acaso: as almas se reconhecem.”
         

Sem esperar muito tempo, Jungkook voltou para o hospital, se aquele bebê não recebesse atendimentos médicos urgentemente, não resistiria muito mais tempo. Como se a sorte estivesse ao seu favor, o garoto rapidamente conseguiu um  táxi e, em menos de meia hora, conseguiu chegar ao hospital.


— Jungkook? — Perguntou a enfermeira, que horas atrás o consolou quando o mais novo soube da notícia. — O que faz aqui tão cedo, você não pode ver o corpo, ele está sendo preparado para ser liberado para o enterro.


O garoto engoliu seco,  desde que encontrara a criança, tinha esquecido de sua perda. O sentimento de proteger e salvar o bebê tomou conta de si.


— Oi, enfermeira Choi. — Deu um aceno de cabeça. — Preciso de um médico, quando voltava para casa encontrei este recém nascido abandonado entre o lixo.


A mulher imediatamente bipou o  pediatra em plantão e se aproximou do jovem, tomando a criança dos seus braços, para verificar os sinais vitais do pequeno guerreiro, que ainda tinha o seu cordão umbilical grudado a si, pela experiência da enfermeira, esse bebê nasceu a duas horas atrás, e devido às condições climáticas extremamente baixas, é um verdadeiro milagre o pequeno estar vivo. Já Jungkook sentiu o extremo vazio, sabia que tinha que deixar o pequeno ali, mas sua vontade era de nunca largar aquele serzinho.


— Ele está em boas mãos agora, Jungkook. — Falou a enfermeira Choi, vendo que, pela pose protetora do garoto, ele continuaria ali. — Amanhã você terá um dia cheio com o enterro e tudo mais, informaremos as autoridades legais e daremos o seu contato, já que a polícia irá querer um depoimento seu.


Vendo que não faria sentido continuar ali, não era nada daquele bebê e não poderia o pegar para si, apesar que todo o seu desejo fosse esse, o queria por perto; lhe transmitia paz, neste momento de tormenta,  mas era apenas um adolescente e, com certeza, seus pais não criariam essa criança. E fora que isso é uma loucura, todo esse sentimento era infundado, e assim agindo pela razão, deixou seus contatos e seguiu para a casa. O dia seguinte seria cheio e duro de encarar.



Dias se passaram, o enterro já tinha acontecido, Jungkook já tinha contado como encontrara a criança para a polícia, mas ainda não tinha reencontrado o bebê. E todos os sete dias que se passaram o garoto ansiava pelo reencontro,  era uma loucura, pensava o moreno, era para está abalado devido a morte de Eunbi, não era como se não estivesse triste e desejasse que seu anjo estivesse ali consigo, mas a vontade de reencontrar o pequeno era maior que tudo, sua alma ansiava por isto, como se sentisse falta daquela paz, que só sentiu ao ter o bebê e sua falecida namorado em seus braços.


Então hoje nada impediria Jungkook de ver o bebê, estava determinado e como o tinha salvo, se sentia no direito de poder visitar o pequeno. Ao chegar no hospital se direciona todo esperançoso para recepção, tinha se informado do horário de visita, para nada der errado e lhe impedir de fazer sua tão sonhada visita  e quando viu que era enfermeira Choi que estava ali, sua esperança aumentou mais ainda, pois a mesma já sabia da sua ligação com o recém nascido e não criaria caso.



— Olá, enfermeira Choi. — Saudou todo animado. — Eu vim ver o bebê, aquele que encontrei. Sabe, eu não sei o que houve, mas senti uma ligação com ele e gostaria de vê-lo.



— Oh, isso não será possível. — Diz com um semblante triste. A enfermeira percebeu a felicidade que o garoto estava com a possibilidade de rever a criança, e  realmente queria poder manter a alegria aquele garoto que a dias atrás se desfez em lágrimas naquele saguão, foi realmente uma cena lastimável de se ver, mas o bebê já tinha sido levado. — O bebê já recebeu alta.


Jungkook sente-se murchar e uma pequena pontada de dor surgiu em seu coração. Mas, quando quase estava desistindo e voltando para casa, uma esperança surge.


— Ele foi para algum orfanato? Poderia me dar o endereço?


— Claro, querido.


A enfermeira passou o endereço para o garoto, que ao ter as informações, mal se despediu e saiu correndo em rumo ao orfanato. Mas Destino sabia que aquele não era o momento certo, Jungkook não estava preparado para reencontrar a sua outra metade permanentemente e no exato momento em que o táxi do garoto chega ao orfanato, o táxi que levava a sua outra metade que agora já possuía um nome;  Min Yoongi, partia para longe do garoto.



E ali, naquele mesmo local, invisível a todos os humanos, Vida, que ainda sentia o peso da culpa em seus ombros, observava o fio que unia aqueles dois se alongando e emaranhando-se.


Notas Finais


Por enquanto foi isso, no entanto como estou muito empolgada com essa história logo voltarei.

Obrigada @lullabyx pela betagem

Quero agradecer muito a Alessandra @guccigirltrbl por essa capa e banner fantástico de lindo; Tô apaixonada.


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