História The Redemption - Capítulo 16


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Categorias 50 Tons de Cinza, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Brigas, Redenção
Visualizações 116
Palavras 815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá babys, como estão? Espero que estejam ótimos ❤😊


Favoritem e comentem, please!

Boa leitura ❤

Capítulo 16 - Confused and lost


Fanfic / Fanfiction The Redemption - Capítulo 16 - Confused and lost

Fitei Melissa com seus olhos prateados, apaixonados, a confiança com que sorria para mim, senti novamente uma espécie de culpa. Estava ali, inocente no meio do namorado e da irmã, que armavam pelas suas costas.

– Vamos? –Aproximou-se, linda como sempre, me lembrando que precisava tê-la a qualquer custo. Torná-la minha tinha virado quase uma obsessão. Por isso, sorri segurando sua mão, pensando que, ao final de tudo, todos se dariam bem. Juliane teria sua capa, eu teria Melissa sob o meu domínio, e ela também teria aproveitado e seria recompensada.

– Vamos –Concordei, seria mais uma noite de sacrifício saído com os amigos dela. Não que não fossem legeais. Estava me dando bem com Virgina e Rodrigo, mas o lugares que íamos, as bebidas e as comidas, deixavam muito a desejar.

No entanto, foi uma noite agradável, na volta trocamos amassos no carro. Eu já estava ficando irritado com aquilo, com aquele jogo duro. Daquela vez fui eu que interrompi a beijação e a mandei entrar. Melissa ficou me olhando, surpresa. Depois se foi, um pouco preocupada.

Dali, fui direto para Catana. Pedi um wiskey e fiquei bebendo em um reservado, olhando o movimento de sábado, as pessoas em diferentes estágios de nudez e relação sexual, alguns só bebendo, conversando ou dançando. Uma das garotas da casa estava nua em meu colo, procurando me agradar de quanto era jeito. Já tinha me chupado, beijado, lambido. Agora se roçava como uma gata, mordiscando meu pescoço, acariciando meu peito sob a camisa aberta.

No entanto, eu não conseguia relaxar, estava tenso, nervoso, Melissa ocupando todo meu pensamento. Já estávamos juntos a quase um mês, e minha paciência já estava no limite.

– Qual é, cara? – Matheus parou ali perto, ao passar com uma loira abraçada nele. Sorriu para ela e disse: – Pode ir, Kátia. Já te encontro lá.

A moça concordou com a cabeça e se afastou. Ele olhou para a mulher em meu colo com um certo interesse, mas comentou logo:

– Anda sumido.

– Por aí – Disse, quase sem mover os lábios.

– E aquela garota da outra noite? Melissa?

– O que tem ela? –Olhei-o puto.

– Está com ela ainda?

– Não é da sua conta. Mas estou.

– Está e não está – Concluiu. – Pelo que vejo continua se divertindo por aí. Ela não frequenta esse clube? 

– Melissa não é disso. – Era como se falasse para mim mesmo. Mas sorri frio e completei baixo: – Ainda.

– Justin, só te digo uma coisa. Se eu tivesse uma namorada como ela, com certeza não estaria aqui. Você é um porra de um louco!

– Matheus, vai cuidar da sua vida – Rosnei, irritado.

–  É o melhor que eu faço. Babaca. -Balançou a cabeça e se afastou.

Eu o ignorei. Conhecíamos um ao outro desde da escola e às vezes nos afendiamos, mas depois passava. Tomei mais um gole do wiskey, sem saber porque me sentia tão incomodado.

Não era apenas a falta de sexo com Melissa. Algo me corrói por dentro e me deixava mal humorado, sem que eu entendesse o motivo. E aquela sensação continuava nos dias seguintes. Tanto que, para me acalmar, fiquei dois dias sem procurar Melissa. Falei com ela rapidamente pelo celular, dizendo que estava em uma semana ruim é difícil. 

Na terça-feira fui ver minha avó, e ela logo percebeu que tinha algo de errado comigo. Ficou surpresa quando lhe disse que ainda estava com Melissa

– Um mês? –Arregalou os olhos– Mas esse é um novo recorde, querido.

– Se é –Remunguei.

– Você é mesmo insistente. Tanto trabalho para levar a menina para cama? Por quê, se existem tantas outras por aí?

– Quero Melissa.

Ela me observou por um instante, e por fim continuo: 

– Essa menina sabe jogar, Justin. Olha o que estou te dizendo. Ela está usando a beleza e o ar de moça inocente para te enrolar. Fazendo você esperar, faz com que coma na mão dela.

– Melissa não é assim. – Falei com concerteza.

– Quem garante? Sua mãe também parecia a inocência em pessoa quando se pai a conheceu. Ele foi o primeiro homem dela, abrindo porta para todos os outros – Disse ironicamente, mas ainda irritada por um passado que não pode evitar. Então segurou minha mão e me olhou: – Não caia no mesmo erro.

– Não corro esse risco, vó.

– Tem certeza? Tem certeza que não está nem um pouco caidinho por ela?

Fiquei quieto, a imagem de Melissa em minha mente, o modo como sorria para mim, gostava de acariciar meu rosto e de me beijar. Tínhamos desenvolvido uma intimidade só nossa, um relacionamento diferente de todos que já tinha tido até então. Só o fato de não  ter respondido de imediato preocupou minha  avó. Ela suspirou. 

– Meu reizinho.... Tenha cuidado. Essa mulher é perigosa. Não esqueça o exemplo que teve em casa, tudo que lhe contei.

– Fica tranquila, não vou esquecer. E Melissa não é importante. Só preciso tê-la logo. Ai tudo vai voltar ao normal.

– Assim espero.

Saí da casa dela mais perturbado do que quando cheguei.














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