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História The revenge of the vampire - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Oi Galerinha do Mal!!!
♠ Eu tava morrendo de vergonha de postar esse capítulo, então vou postar e me esconder numa caverna pelos próximos cinquenta anos.

♠ AVISO: Este capítulo contém cenas de sexo, se não quiser ler, eu coloquei ### nas partes em que a cena começa e onde ela termina.

Boa leitura!!!

Capítulo 22 - A tatuagem


Fanfic / Fanfiction The revenge of the vampire - Capítulo 22 - A tatuagem

Com Danny ainda caído no chão, Ben chutou-o, fazendo o outro gritar, depois, Ben se abaixou e começou a distribuir socos em Danny.


Por mais que Danny merecesse levar uma surra, eu sentia que separá-los, mas eu estava assustada demais para ter algum tipo de reação. Ben parecia um animal, seu corpo estava completamente tomado pela ira, uma raiva fora do comum e eu não entendia o que estava acontecendo.


Eu não sentia necessidade de respirar, mas meu peito subia e descia de forma frenética e eu não podia evitar de sentia a angútia que eu estava sentindo. No fim das contas, mais do que separar aquela briga, eu queria sair correndo daquele lugar e me esconder num lugar que ninguém me encontrasse nos próximos quinhentos anos.


Suspirei aliviada quando Sam e James apareceram para separar os dois. Sam segurava Ben e James segurava Danny. Me senti mais tranquila por ver que nada havia acontecido a Ben, mas Danny estava com o rosto completamente ensanguentado e aquilo atiçou minha sede de sangue, a qual tive dificuldade me controlar, já que faziam dias que não me alimentava.


Ben olhou para mim e seu olhar ainda transmitia ira. Não me senti assustada, porque era perfeitamente capaz de me defender, a angústia havia dado lugar para me deleitando em ver Ben daquela forma porque meu inconsciente me dizia que ele havia feito aquilo pelo simples fato de me ver com outro.


O forasteiro olhou para Danny novamente e depois voltou a me olhar. A face de Ben havia mudado, agora, ele parecia decepcionado e eu me senti irritada, ele estava se esfregando em Tracy, o que me dava o direito de me atracar com Danny.


Fechei a cara, dei as costas para os dois e segui para fora da casa. Parei em frente ao meu carro e peguei meu celular para avisar Jane que eu estava indo embora, mas, antes que eu clicasse em "Enviar", alguém parou ao meu lado e eu sabia que não se tratava da minha amiga.


- Que noite, hein?! - Sam disse.

- Eu sei que estudamos na mesma escola, mas isso não lhe dá o direito de entrar no meu carro. - Disse.


Sam riu.


- Você realmente tem um temperamento difícil. - Sam negou com a cabeça. - Olha, eu sou primo do Ben e vi que você não está bem, pensei em te deixar em casa. - Ele deu de ombros. - Sei que foi um pouco assustador, mas o Ben fez aquilo porque ficou com ciúmes de você.

- Ben e eu não temos nada, tanto que ele estava se esfregando na Tracy. - Rebati.


Sam negou com a cabeça.


- A Tracy é obcecada pelo nosso primo, mas o Ben não está nem aí para ela. - Sam disse amargurado. - Ela está olhando para o primo errado.


Bom, aquilo realmente parecia uma novela mexicana, mas devia ser horrível estar no lugar de Sam. Ninguém merece ter um amor não correspondido, ver a pessoa amada desejando outra, é a pior tortura que existe.


- Posso dirigir? - Sam disse.


Talvez eu realmente não estivesse sã o suficiente para dirigir e, se pegasse o volante, acabaria fazendo besteira, além disso, meu instinto me dizia que eu podia confiar em Sam, então, entreguei a chave na sua mão.


Liguei o rádio e encostei a cabeça no vidro do carro. Me concentrei apenas em ouvir a música enquanto tentava não pensar no que acabara de acontecer a minutos atrás. Ao mesmo tempo que estava feliz por ver Ben enciumado e Danny com o rosto arrebentado, a antiga Katherine estava assustada demais com a cena que vira. Eu já não sabia o que estava sentindo.


Quando me dei conta de que não havia dito meu endereço para Sam, percebi que estávamos entrando na propriedade de Ben.


- O que estamos fazendo aqui? - Disse.

- Você não me disse seu endereço e, além disso, o Ben me pediu para te trazer aqui. - Sam deu de ombros.


Um arrepio percorreu meu corpo, porque meus pensamentos foram para a imagem de Ben e eu trancados num quarto e aquilo parecia tentadoramente interessante. Fechei os olhos e imaginei os lábios de Ben percorrendo minha pele pálida iluminada apenas pela lua.


- Guarde seus pensamentos para mais tarde. - Sam sorriu malicioso.

- Se você não calar a boca, vou arrancar uma parte do seu corpo com a qual você jamais poderá ter esse tipo de pensamentos. - Sorri irônica.

- Meu cérebro? - Sam disse.

- Não, seu amigo de baixo. - Dei um tapa em seu ombro.


Saímos do carro e subimos pela vasta escadaria de mármore branco. Sam destrancou a porta, desativou o alarme e ascendeu as luzes. A entrada da casa, tinha o chão de madeira escura, um enorme espelho da era vitoriana e um lustra enorme de cristal. Do lado esquerdo da entrada, ficava a sala, onde haviam dois enormes sofás de couro branco e madeira, duas poltronas pretas uma lareira, um tapete persa e uma vasta mesa de bebidas, além da enorme escada de mármore branco. Do lado esquerdo, havia um enorme salão de festa, todo decorado com amarduras, com o chão de mármore branco e um enorme lustre de cristal.


Segui para a sala e me sentei em um dos sofás. Levei minha mão no colo e comecei a roer minhas unhas, numa tentativa falha de controlar meu nervosismo.


- Por que não sobe e o espera no quarto? - Meu coração se sobressaltou ao ouvir a voz de Sam. - Lá vocês podem conversar mais à vontade.

- T-tudo bem. - Pigarreei - Em qual quarto?

- Siga para o corredor da esquerda e vá até a última porta do lado esquerdo. - Sam disse e eu assenti.


Desde que me tornara vampira, eu tive uma época "dark" na qual eu experimentei todo o tipo de substância e todo o tipo de parceiro sexual, eu era uma mulher experiente na cama, mas estava agindo como uma noiva virgem na noite de núpcias e aquilo estava me deixando maluca.


Segurei no corrimão da escada e subi lentamente cada degrau. Parte de mim queria muito entrar naquele quarto, mas a outra parte, a parte tímida, estava aterrorizada com o que poderia acontecer naquele quarto.


Uma vampira com medo de um humano, que coisa mais ridícula! Se ele debochasse de mim, era só aniquilá-lo, mas meu coração seria partido mais uma vez. Santo Loki!


Parei em frente à porta que Sam indicara e engoli em seco antes de abrir a porta. Girei a maçaneta e o agradável cheiro de Ben invadiu minhas narinas. A cama de casal era grande e era coberta por uma bela colcha de veludo vermelha e dourada, havia um banheiro, um closet, uma mesa de bebidas, uma poltrona, um espelho e a sacada, no chão, havia um tapete persa que combinava com a colcha.


Fui para a mesa de bebida e tomei algumas doses de uísque. Sabia que não ficaria bêbada, mas tinha que achar um modo de conter meu nervosismo.


Ouvi o portão se abrindo e meu coração começou a palpitar. Respirei fundo e segui para a sacada. Afastei a cortina e fiquei olhando entrar. Os olhos de Ben foram na direção de seu quarto, como se soubesse que eu o observava.


- Céus! - Murmurei.


A porta atrás de mim não demorou a abrir, mas eu não me atrevi a olhar para trás. Eu sabia muito bem quem estava naquele quarto e eu estava morrendo de medo de olhá-lo nos olhos, ali, tão perto de mim.


Sua mão afastou meu cabelo, tocando meu ombro desnudo, o que causou arrepios em minha pele e me fez soltar um suspiro. Os lábios de bem percorreram em meu ombro e pararam em meu ouvido.


- Eu quero você, Katherine. Quero você agora! - Ben sussurrou em meu ouvido.


Antes que eu pudesse dizer ou fazer qualquer coisa, Ben me virou para encará-lo. Seus olhos me transmitiam desejo e paixão e seu toque era acolhedor, mas, ao mesmo tempo, me deixava em chamas.


- Eu também quero você, Benjamin. - Disse.


                            ###

Ele colou nossos lábios e eu abri passagem para sua língua, então iniciamos um beijo cheio de desejo. Ben me carregou e eu envolvi minhas pernas em sua contura.


Ben me deitou na cama e começou a retirar meu vestido de forma lenta, tornando seu toque em minha coxa uma mistura de prazer e tortura, sem nuna quebrar o contato visual. Qando finalmente retirou me vestido, parou para analisar meu corpo coberto apenas pela lingerie de renda preta.


- Perfeita! - Ben disse antes de me beijar novamente.


Minhas mãos passearam até a bainha da camiseta e eu retirei a peça de roupa preta, exibindo o tronco tatuado. Passei minha mão em seu tronco, fazendo Ben arfar.


Ele começou a fazer uma trilha por meu pescoço, me fazendo arfar, então, Ben abriu meu sutiã, deixando meus seios à mostra. O moreno olhou para meu tronco desnudo e mordeu o lábio inferior, o deixando ainda mais sexy do que já era. Ben abocanhou um de meus seios, me fazendo arquear as costas e sentir o líquido escorrer da minha vagina, molhando a parte interna da minha coxa.


 Ben parou de brincar com meus seios e começou a distribuir beijos pela minha barriga, cada vez chegando mais perto da minha buceta, fazendo daquilo tudo uma tortura para mim.


- Ben! - Supliquei e ele riu.


O moreno retirou minha calcinha e finalmente desceu até a minha vagina, onde começou a lamber meu clitóris e os grandes lábios com voracidade me fazendo ir à loucura e soltar um grito de prazer, mas, quando estava próxima de ter um orgasmo, ele parou.


- Você só vai gozar comigo dentro de você. - Ben sussurrou em meu ouvido.


Ben retirou a calça e a cueca boxer de uma só vez, exibindo seu membro ereto e me fazendo morder o lábio inferior. Ele me beijou com desejo e finalmente seu pênis penetrou minha vagina com estocadas leves, mas logo foram se tornado mais fortes, aumentando também o som dos nossos gemidos. A cada vez que Ben me penetrava, aquilo ia ficando cada vez mais prazeroso e eu não demorei para ter um orgasmo, sendo seguida por Ben.


                         ###


Ele tirou seu corpo de cima do meu, deitou-se ao meu lado e me puxou para deitar em seu peito. De todas as vezes em que eu fizera sexo, nenhuma delas tinha se comparado àquela, porque aquilo não tinha sido só uma transa, tinha algo além do desejo naquilo e eu queria provar mais daquilo. Não queria deixar aquele quarto nunca mais.


Olhei para Ben e vi que ele havia adormecido. De forma inconsciente, comecei a acariciar seu rosto e afastei seu cabelo, revelando a tatuagem no pescoço que seu cabelo desgrenhado escondia. Eu conhecia muito bem aquele símbolo


Notas Finais


Até Sábado.


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