História The rockstar baby - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Derek Hale, Isaac Lahey, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Peter Hale, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Liam Dumbar, Sterek, Theo Raeken, Thiam
Visualizações 157
Palavras 2.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia!!! Pra mim pelo menos é. Como eu disse anteriormente eu não estou tendo muito tempo para fazer a fic e nem para postar, vou tentar postar uma vez por semana pelo menos. Espero que gostem do capítulo. Kisses.

Capítulo 3 - É minha decisão!


Theo

Duas horas depois, o fogo foi  contido, mas não completamente. O corpo de bombeiros se recusou a deixar qualquer um entrar no edifício, então estava feliz que peguei minha guitarra quando tinha tido a chance. Fiquei impressionado com a forma como Liam tinha tomado tudo a seu cargo. Embora ele não parecesse tão feliz comigo agindo como um alfa. Meus lábios tremeram quando pensei sobre como chateado ele pareceu quando se recusou a deixá-lo na escada. Muitos ômegas eram passivos, e a maioria dos alfas os preferia assim. Mas eu não me importava que um ômega tivesse força de vontade, no mínimo, e gostei de como Liam não tinha olhado para mim para que lhe dissesse o que fazer.

Liam estava do outro lado do estacionamento conversando com os paramédicos. Depois de um tempo apertou as mãos dos técnicos e virou-se para mim. Estudei-o enquanto ele se aproximava, admirando seu longo passo e a inclinação orgulhosa de sua cabeça. Quanto mais se aproximava, maior a minha pulsação ficava.

− Os paramédicos acham que as chances do velho são muito boas − disse ele enquanto se aproximava. Sentou ao meu lado no meio-fio, e seu perfume picante misturado com fuligem bateu no meu nariz.

− Isso é ótimo.

− Sim. Sua pobre esposa disse que foi um acidente.

− Ela disse que eles estavam casados a sessenta anos. − Eu nunca estive em um relacionamento que durasse sessenta dias.

− Uau. − Ele esfregou o rosto. − Isso é incrível.

− É realmente. -Ele limpou a garganta. − Eu suponho que Tom está trabalhando para encontrar um novo hotel?

−Eu espero que sim. − Eu olhei em volta. − Prefiro não passar o resto da noite no estacionamento.

Seu rosto se curvou em um sorriso.

− E você? − Eu estava frustrado que a nossa noite tinha sido arruinada. Estava deixando a cidade amanhã para ir ao próximo local, e não havia nenhuma maneira de mudar isso. − Você vai para a casa do Stiles?

− Não de imediato.

Eu levantei minha cabeça.

− Não?

− Eles não estão me esperando. Eu odiaria interromper algum sexo louco tipo coisa de filme. − Ele riu.

− Isso seria mau.

− Definitivamente. − Ele tossiu e deu uma tapinha no peito. − Eu ainda sinto se tivesse fumaça em meus pulmões.

− Você provavelmente tem. − O alfa em mim queria tocar e acalmá-lo, mas eu mantive minhas mãos para mim. Nós estávamos em público, e Tom estava convencido de que se as pessoas soubessem que eu era gay isso pudesse prejudicar minha carreira. Ele sempre me importunava para manter todos os encontros a um mínimo com os caras.

− E quanto a você? Se sentindo bem?

− Eu me sinto muito bem.

Tom caminhou em nossa direção com o rosto sombrio. Ele deu a Liam um olhar engraçado. − Você ainda está aqui?

Liam endireitou sua coluna.

− Obviamente.

− Por quê?

Seu rosto ficou tenso.

− Eu não queria sair até que soubesse que Theo tivesse um lugar para ir.

Meu coração se apertou com o quão sincero ele parecia.

− Isso é doce vindo de você.

Tom bufou.

− Eu resolvo o restante. Você pode ir.

Liam não se moveu, mas ele segurou a língua, e eu podia sentir sua irritação, provavelmente pelo modo que Tom estava falando com ele. Tom virou para mim.

− Eu tenho uma suíte no final da rua em outro hotel. Enviei Shelly até o Walmart que fica aberto vinte e quatro horas. Ela está comprando algumas roupas para você sobre até que possa ir às compras amanhã. O hotel terá todos os itens de higiene suponho. − Ele bateu palmas. − Vamos. Vamos andando, Theo.

Eu não gostei para o modo como ele estava agindo, como se Liam nem estivesse lá, e instintivamente coloquei minha mão sobre a perna dele. Ele olhou para mim, e meu estômago rodou com a memória de mim mesmo olhando em seus belos olhos dourados, enquanto estava nu em cima dele. Meu pau aqueceu com o quanto eu queria terminar o que tinha começado.

− Aguente. Eu quero falar com Liam.

Tom deslocou inquieto e olhou diretamente para a minha mão na perna de Liam.

− Reaken, estamos em público.

Sentindo-me ressentido, suspirei e puxei minha mão da perna de Liam.

Eu era um homem adulto e cansado desse papel cara hétero que o estúpido do

Tom tinha me convencido a jogar. Quando removi minha mão de sua coxa, Liam me deu um olhar curioso. Tom inclinou-se em direção a ele.

− Sério, você pode ir para casa agora. Tenho certeza que Theo está exausto.

Eu olhei irritado para meu gerente.

− Você se importaria de nos dar um minuto?

O queixo de Tom endureceu.

− Por quê?

Fiz uma careta.

− Porque eu quero falar com Liam em privado.

− Olha, nós temos talvez um par de horas para dormir um pouco. Temos que pegar a estrada o mais tardar as dez. − Tom tinha as mãos nos quadris enquanto estava sobre nós como um pai irritante.

A tensão de Liam veio em ondas. Eu estava preocupado que ele ia apenas se enfastiar de Tom e sair.

− Eu tenho vinte e quatro anos. Não preciso de você como babá, Tom. Vá embora e me deixe falar com Liam, por favor.

Com um suspiro longo de sofrimento, Tom saiu pisando duro.

− Desculpe por isso. − Eu dei uma risada tensa.

Liam deu de ombros e estudou suas cutículas.

− Ele está no comando das coisas. Posso ver porque ele quer você descansado e pronto para seu próximo show.

− Sério? − Eu fiz uma careta. Não esperava que ele tomasse o lado de Tom. − Portanto, não é grande negócio para você que nossa noite foi arruinada?

Ele exalou e baixou a cabeça.

− Obviamente estou frustrado sobre o fogo. Mas estou feliz que você está seguro. − Ele levantou um ombro. – Eu acho que isso simplesmente não era para ser.

Meu estômago afundou em como resignado ele parecia.

− Por que você não vem ao meu outro hotel comigo? − Eu perguntei suavemente. – São apenas cinco. Isso nos dá muito tempo.

− Não. O momento já passou.

Ele era impossível de ler. Eu não poderia dizer se estava sendo educado ou se realmente não estava mais interessado. Estufei o peito e me forcei a agir como um alfa faria. − Eu quero que você venha ao meu quarto de hotel. Realmente quero terminar o que começamos.

Ele prendeu a respiração.

− Você precisa descansar.

− Não. Eu preciso de você nu na minha cama. − Minha voz estava rouca. − Eu posso dormir no avião.

Ele fechou os olhos.

− Deus, você está me matando.

− Por quê?

Ele lambeu os lábios e virou para mim.

− Porque eu estou tentando ser altruísta. Mas você me faz querer esquecer tudo isso e só fazer o que quero.

− Bom.

Ele gemeu baixinho.

− Você está fazendo isso tão difícil.

− Vamos. Desista.

Ele riu asperamente e balançou a cabeça.

− Eu sinto que estou na escola. Provavelmente foi lá a última vez que eu tive essa coisa oscilante no meu peito.

− Oh, realmente? − Fingi ciúme. − E quem foi que lhe deu essas vibrações?

− Eu poderia ter tido um pouco de queda pelo capitão do time de futebol.

Meus lábios tremeram.

− Não temos todos?

− Provavelmente. Eu acho que é obrigatório que as moças e rapazes tenham algo quente para o quarterback sexy.

−Esta vibração que você sente poderia ser apenas a fumaça em seus pulmões.

Ele encontrou meu olhar timidamente.

− Não. Você me deixa nervoso.

Fiquei impressionado que ele não sentia a necessidade de fazer jogos. Tenho a sensação de que estava atraído para mim por outras razões que não a minha fama, e era refrescante.

− Bem, você não quer ir para a casa de Stiles e não deve vaguear pelas ruas com o rosto sujo de fuligem. A única opção possível é voltar para o meu hotel comigo. − Me inclinei para mais perto dele. − Vamos terminar o que começamos.

Ele desviou o olhar para Tom.

− Eu não sei.

− Você não precisa se preocupar com ele.

− Ele não está escondendo exatamente sua desaprovação.

Eu fiz uma careta.

− Eu sei que ele é intimidante. Mas trabalha para mim, e não o contrário. Não preste atenção a ele. Preste atenção em mim.

Ele capturou o lábio inferior com os dentes.

− Foi muito bom até que o maldito alarme disparou.

− Eu sei. Arrisque-se. Vai valer a pena.

Seu tom de voz se elevou.

− Ok.

− Sério? − Minha voz era muito mais aguda do que eu queria, mas ele disse que sim e era realmente tudo o que importava.

− Promete que Tom não pode me colocar em um tempo limite?

Eu ri.

− Prometo. O que você acha de dar o fora daqui? − Levantei-me e estendi as mãos. − Momentos Hotel.

Ele agarrou meus dedos e eu o puxei. Seu rosto acabou perto do meu, e quando ele sorriu meu peito literalmente doeu. Minha pele zumbia quando nossos olhos se encontraram, e eu achava difícil respirar. Será que ele sentia a

mesma coisa que eu?

− Quando estiver pronto. − Suas pupilas eram grandes e o dourado de seus

olhos brilhantes. Soltei suas mãos e apontei para a minha limusine. − Vá andando para o carro. Vou deixar Tom saber que está vindo com a gente.

− Ok, − ele disse suavemente.

Tom estava enviando mensagens de texto em seu telefone quando me aproximei. Eu estava irritado por realmente me sentir nervoso sobre lhe dizer sobre Liam vindo para meu quarto. Eu era seu chefe, mas às vezes era difícil lembrar isso.

Ele olhou para cima quando o alcancei.

− Pronto para ir? − Perguntou.

Limpei a garganta.

− Eu estou trazendo Liam para o meu quarto.

Tom congelou e virou na minha direção.

− Desculpe-me? − Seu olhar cinza era tempestuoso.

− Nós estávamos indo passar a noite juntos antes de o fogo começar, e ainda queremos. − Eu estava com raiva de mim quando a minha voz tremeu.

Eu sou um alfa, dane-se. Preciso agir como tal.

− Você está ficando sério com esse cara?

Meu rosto corou.

− Por quê?

Ele franziu suas feições.

– Você é uma porra de um astro, e ele é um ninguém.

Seu tom crítico me irritou.

− Sim, e eu trabalhava no Burger King antes de ser descoberto. O que tem isso?

− Você consegue fazer melhor.

Minha raiva queimou.

− Ele está indo com a gente.

− Eu não concordo com essa decisão.

− Essa decisão não é sua, − Eu rebati.

− Pare de pensar com o seu pau.

Meu rosto corou.

− Desculpe-me?

Ele fez uma careta, como se percebeu que tinha ido longe demais.

− Eu só estou dizendo que você não deve perder seu tempo com esse tipo de cara. Liberdade demais afunda navios.

− O que quer dizer?

− Não é óbvio? Esses caras da segurança dormem com quem protegem constantemente, e gostam de se gabar também.

− Quem disse?

Ele suspirou.

− Criança, eu estive em torno disso muito mais tempo do que você. Eu sei qual é seu tipo.

− Ele está vindo para o meu quarto. − Eu apertei os punhos. − Se você quiser manter seu emprego, vai tratá-lo com um pouco mais de respeito.

Ele me olhou fixamente.

− O que?

− Você me ouviu.

− Você está me ameaçando com o meu trabalho pela porra de um cara que acabou de conhecer?

Me senti um pouco mal porque ele parecia tão chocado. Mas ele estava realmente me irritando.

− Eu deixei você me empurrar o tempo todo. Mas não esta noite.

− Qual é o negócio com esse cara? Você não está nem tomando cuidado ou qualquer coisa. − Ele olhou ao redor. − Conhece as regras. Sem encontros com os homens em público.

− Suas regras. Não minhas.

− Você concordou com elas.

Eu fiz uma careta.

− Eu sei.

Ele suspirou.

− Você precisa descansar. Se está com tesão, pegue outro cara na próxima cidade. Mas esse cara precisa ir para que possa descansar.

Seu tom esnobe me deixou irritado outra vez.

− Não. Eu gosto de Liam. Ele é legal e vou levá-lo para o hotel comigo. − Eu espetava o dedo em seu rosto carrancudo. − Não preciso de sua permissão.

A boca de Tom abriu, mas nenhum som saiu.

− Quem é você para julgá-lo? − Eu cuspi.

− Eu sou o cara que está com você para o bem e o mal.

Revirei os olhos.

− Sim. Eu sei.

Ele continuou como se eu não tivesse falado.

− Eu sou o cara que você procurou quando vomitou suas tripas para fora e escondeu o seu comportamento de seus fãs. Estava lá para você quando seus pais não deram a mínima para você.

Meus instintos agitaram quando ele trouxe o meu passado a baila. Não tinha sido assim há anos. − E eu aprecio tudo isso. Você deve saber que eu faço.

− Eu posso dizer, − ele resmungou. − Me ameaçando com o meu trabalho quando acabou de conhecer esse cara.

Eu respirei fundo e tentei me acalmar.

− Isso é porque você não está me ouvindo. Eu realmente gosto dele. − Eu fiz uma careta. − Eu sinto uma conexão real com ele, e não tenho sentido isso desde sempre.

− De todos os caras.

− Eu não entendo por que você não gosta muito dele.

− Eu só não quero que você se distraia do objetivo. Está em um momento crucial em sua carreira. Não tem tempo para um relacionamento.

− Estou falando de passar a noite com o cara. Não propondo casamento.

− Tudo bem. − A voz de Tom era rouca, e ele cruzou os braços. – Foda-se a sua carreira se descobrirem, eu não me importo.

− Eu não quero brigar com você. Só quero ter um bom tempo com alguém que eu realmente gosto.

Ele afrouxou o queixo ligeiramente.

− Você sabe que ele provavelmente vai vender uma história para as revistas de fofocas sobre sua noite com Theo Raeken, certo?

− Realmente, Tom? − Fiz uma careta. − Ele nos levou para fora de um prédio em chamas. Ele carregou um homem estranho para a segurança, arriscando a sua própria fuga. Se ele fosse um idiota, poderia ter corrido a qualquer momento e salvado sua própria pele. Mas ele não o fez. Isso não soa como o

tipo de homem que você está descrevendo para mim.

− Não diga que eu não avisei, − ele rosnou.

− Do que você tem medo?

− Eu não tenho medo de nada. Só não confio no cara. Minha primeira prioridade é sempre você. Esta é uma agenda de turnê desgastante. Eu preciso de você no seu melhor. Você precisa descansar. O que não precisa é de um cara te deixando todo torcido em nós emocionalmente.

Olhei para Liam. Ele se encostou na limusine, olhando para o céu cor-de-rosa e azul. Meu peito aqueceu apenas olhando para ele. Nos últimos três anos tudo o que eu tinha feito era me concentrar na minha carreira. Encontrar Liam me lembrou que havia mais na vida do que apenas o palco. Eu amava me apresentar, mas precisava de mais também. Liam despertou algo em mim. Queria me sentir mais conectado com alguém intimamente. Tinha perdido isso de vista.

− Eu não sei se concordo com você. Algumas das minhas melhores músicas foram resultado da minha turbulência emocional no passado.

Tom gemeu.

− Sim. E a mesma turbulência o fez beber mais pesado também.

Irritação borbulhava no meu intestino.

− Você gosta de me lembrar dos meus pontos mais baixos.

− Isso é para que possamos evitar que aconteçam novamente.

− Eu não sou a única pessoa que já teve uma fase difícil.

Ele colocou seu telefone no bolso.

− Eu não estou no comando de outras pessoas e suas fases ásperas. Eu estou no seu comando. − Ele fixou seu olhar em Liam. − Ele tem problema escrito sobre todo ele.

Eu apertei minha mandíbula quando minha raiva aumentou novamente.

− Vou mandar o carro de volta para você. Prefiro que não venha na limusine comigo e Liam.

Seu olhar cintilou.

− Bem.

Me afastei de Tom, me sentindo desconfortável e irritado. Mas quando me aproximei de Liam e encontrei seu olhar quente, meu pulso estabilizou e me senti imediatamente melhor.

− Tudo pronto? − Ele perguntou com um sorriso hesitante.

− Sim. − Eu subi e esperei até que a porta estava fechada e nós estávamos sozinhos. Então me movi e o beijei. Eu podia sentir sua surpresa, mas ele respondeu, agarrando meus ombros. Quando levantei minha cabeça, meu corpo estava quente e formigando. – Isso foi quente.

Ele sorriu, pequenas rugas ao redor dos olhos.

− E nenhum alarme de incêndio disparou.

Suspirei e me inclinei contra ele, me sentindo em paz com a minha decisão de passar mais tempo com ele.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e sorry, not sorry, por não ter cena hot nesse.... quem sabe no próximo? Se gostaram já sabem, né? Comentem, favoritem deem nota... BJX e até o próximo.


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