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História The royal guard - Capítulo 4


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Notas do Autor


Nossa, essa semana eu estive muito produtivo! Aproveitei o feriado e escrevi logo o quarto capítulo, comecei a escrever o quinto e a fazer a imagem da capa, que devo dizer, é minha obra prima! Por favor desfrute desse capítulo e fique tão ansioso quanto eu pelo quinto, que pretendo trazer na quarta feira.

Capítulo 4 - Journey to the purple planet-II


Fanfic / Fanfiction The royal guard - Capítulo 4 - Journey to the purple planet-II

A noite não foi nada tranquila, eu me deitei mas mais parecia que estava acontecendo uma grande batalha na cama, cheia de reviravoltas emocionantes, e eu não consegui dormir. Antes mesmo dos primeiros raios aparecerem eu me levantei irritado, não vi por que continuar deitado se não iria conseguir dormir, ordenei que levantassem acampamento e que fossemos logo, em pouco tempo tudo estava pronto e nós continuamos a andar, pois eu não ficaria entre os braços daquele sujeito nunca mais, não é nem um pouco vantajoso para mim e sinceramente não entendo oque ele ganha me desestabilizando assim. Enfim... por minha causa, os homens estavam tendo que andar, algo que não é comum entre os sayajins, eles se cansam muito facilmente com isso, a areia tornava o processo ainda mais cansativo, eu não os deixei dormir, e eles não conseguiam se sustentar flutuando baixo tanto tempo quanto eu, kakaroto percebendo tudo isso estava permitindo que eles andassem mais devagar, então todos estavam atrás de nós, ele, surpreendentemente, não demonstrava nenhum cansaço, apesar de ter aquele corpo enorme. E foi aí que algo detestável aconteceu, uma criatura enorme surgiu da areia bem diante de mim, tudo que consegui fazer foi saltar para fugir de seu ataque fulminante, do alto eu pude ver sua aparência repelente, era um tipo de araquinideo de um tamanho considerável, era três vezes maior que o kakaroto, ele tinha uma cauda longa e um ferrão venenoso na ponta, tinha braços com pinças, sua pele asquerosa era um tanto transparente oque dava uma visão desnecessária de suas intranhas. Me doia ter que olhar para aquela criatura. Quando me virei para ver, meus guardas estavam parados enquanto kakaroto dava-lhes ordem para esperarem, eu fiquei confuso, mas preocupado, me virei novamente na direção daquela coisa e ela estava correndo em minha direção, apavorado, eu corri meio desajeitado sobre a areia lançando pequenos discos de energia naquela cara feia, sem muito resultado, e eu já estava cansado de correr na esperança de ser resgatado, não sei no que eu estava pensando, tudo que eu sempre pedi estava acontecendo, aquela viagem tinha deixado de ser um aborrecimento naquela hora, eu iria mesmo lutar!
Eu parei de correr e ia acabar com ele em apenas um ataque quando percebi que ele ia usar a cauda venenosa para me acertar, me esquivei com dificuldade, por mais que tentasse não estava conseguindo encontrar uma abertura para preparar meu ataque a longa distância, e a certa altura eu estava tão irritado que queria iniciar um embate corpo a corpo mesmo, mas por mais que eu tentasse uma aproximação era repelido por aquela cauda, eu estava acumulando desvantagens contra aquele monstro que só estava conseguindo me cansar, além disso meus pés machucados atrapalhavam minha agilidade, e eu não tinha treinado tanto quanto gostaria, estava totalmente despreparado, mas tudo isso só me deu mais gás e animo, eu criei coragem para me aproximar dele correndo, bloqueei seu ataque de cauda com um raio e com toda minha força dei-lhe uma serie de socos nas partes que achei mais vulneráveis, pareceu surtir efeito, pois, ele recuou. Arfante, lancei uma técnica que gosto de chamar de Final Flash, e consegui vencer minha primeira luta séria, mesmo que tenha sido contra um animal eu estava feliz.
Derrepente uma criatura com o dobro do tamanho da outra surgiu do meu lado, fazendo barulhos estrondosos como gritos, eu me assustei e até vacilei na hora de me afastar, caindo sentado no chão, eu tentava me afastar me arrastando enquanto encarava aquela cara feia, ele ia me atacar, e sentado ali o máximo que pode fazer foi lançar pequenas esferas de energia contra ele para conseguir levantar, não consegui lutar, estava surpreso demais, assustado demais, ele já estava perto de mais para eu fazer alguma coisa, eu fechei meus olhos e esperei o pior, quando abri vi as costas peludas de kakaroto, seu braço estava estendido mas não havia nada a sua frente, apenas uma poça de fluidos sendo absorvidas pela areia, ele tinha matado aquela criatura sem fazer nenhum barulho, eu fiquei com a boca aberta. Eu não consegui dizer nada, nem tive a oportunidade, pois, aquelas coisas começaram a brotar do meio da areia, quase um exército, uma infestação nojenta, haviam dois para cada guerreiro, ele me agarrou e novamente levantamos voo, seus homens o seguiram prontamente, nenhum de nós tinha interesse em ficar e lutar.
Quando pousamos, já fora do deserto, eles decidiram parar para descansar mas eu senti a necessidade de discutir com kakaroto, senti que se eu não fizesse ele faria, ou alguém viria falar comigo sobre minha derrota, eu estava envergonhado e desapontado comigo mesmo, e iria culpa-lo por não ter lutado no meu lugar. O vendo isolado em um canto fui até ele.
-Eu estou ficando louco ou vi você impedir meus guardas de me proteger?!
-Mil perdões, eu não quis insultar vossa alteza, visto que é capaz de combater uma criatura como aquela.
Falou com ironia e um certo orgulho próprio.
-Você está ficando louco?! O seu trabalho é me proteger, não espectar enquanto eu me esforço para salvar minha própria pele.
Falei entre dentes.
-E por falar em pele você não parece ter noção do que o rei faria se eu chegasse em casa machucado, ou morto!
-Eu vi que você só não acabou com o outro porque deve ter se passado na sua cabeça um pequeno filme de todas as vezes que você se soltou e só pôde ver decepção no rosto do seu pai. Ele te limita e você deixa.
-Como você ousa falar assim de seu rei. Eu estava com a guarda baixa. Coloque isso na cabeça.
-Mesmo assim você teve um ótimo resultado.
-Mas eu não a venci!
-Existe um abismo entre combater e derrotar.
-Voce agiu mal hoje, kakaroto.
Falei com ar de derrota. Já me desanimando.
-E você não conseguiu esconder o quanto estava adorando aquela oportunidade antes e não vai conseguir esconder agora.
Falou se aproximando demais.
-Você é transparente, Vegeta. Esta sempre estampado na sua cara o quanto você anseia por uma boa luta.
Ele estava tentando me consolar com pequenos insultos?!
-Você lutaria comigo?
-Não. Mas eu treinaria você, se assim quiser, você ainda não esta no meu nível, mas eu sei, eu vejo, que você tem potencial e poder, só está com receio.
É claro que me senti traido, mas quais seriam as chances de aparecer um ser que botasse fé em mim e em meu poder?
E ele ainda queria me treinar! Eu não duvidei que existisse algo que só ele poderia me ensinar, algo que os outros nem sonhavariam, afinal, ele se mostra ser diferente de tudo que eu já vi, em todos os aspectos, e eu estava até ansioso para ver oque ele tinha para mim.
Depois de umas duas horas de descanso nós seguimos em frente, e em pouco tempo nos encontramos com uma pequena equipe de sayajins que foi mandada especialmente para nos localizar, eles nos guiaram até sua base,  lá me encontrei com o capitão e ja quis me adiantar na primeira parte do serviço, ele contou várias coisas, pediu mil desculpas por não ter conseguido eliminar todas as criaturas do deserto antes da minha visita e lamentou muito pelo que eu tive que passar. Já era noite quando meus aposentos estavam prontos para mim, e eu finalmente pude sair de perto daquele capitão, o dia fora longo, eu nem cheguei a me sentar, nem beber água, ou comer, mas estava  me sentindo renovado, porque estive repassando mentalmente a conversa com kakaroto o tempo todo, uma frase em especial, na parte que ele disse meu nome pela primeira vez, eu meio que estava tentando gravar sua voz em mim para poder ouvir sempre que quisesse, acho que consegui, pois, pude ouvi-lo dizer meu nome até em sonho.


Notas Finais


Pronto. 😊


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