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História The Royalty - A princesa perdida (Jeon Jungkook) EM REVISÃO - Capítulo 7


Escrita por: , kookrista e manu_ruston


Notas do Autor


Olha quem tá de volta, com capítulo fresquinho que acabou de sair do forno! Não me matem pela demora!
Ah, estou tão animada para saber o que vão achar desse capítulo maravichoso onde Jungkook e Sarah finalmente se encontrarão.
Enfim, sem mais delongas... BOA LEITURA!

E não se esqueçam de me seguir aqui no Spirit! @isa_aros

Capítulo 7 - Capítulo 6 - Prazer, meu nome é Jungkook.


Fanfic / Fanfiction The Royalty - A princesa perdida (Jeon Jungkook) EM REVISÃO - Capítulo 7 - Capítulo 6 - Prazer, meu nome é Jungkook.

 

“Que o destino ache bonito

nós dois juntos, 

e o amor goste 

de ficar entre nós!”

— Diego Vinícius

 

O lendário anel no qual Antonella havia escondido o mapa microscópio, estava ali, em sua frente, e era muito mais vistoso do que jamais imaginara. 

— É lindo Heidi! — Emocionada a soberana deixou uma lágrima escapar dos olhos. 

— É um anel de ouro rosé com diamantes em volta e um topázio London no meio. 

— É muito lindo! 

— Sim. — Enxugou as lágrimas do rosto da neta. — Imagino que Charlotte já tenha lhe contado a história dessa linda jóia e a importância dela. — Sorriu ao ver sua neta apenas acenar com a cabeça ainda extasiada pelo presente, que tinha sua total atenção. — Eu planejava lhe entregar no dia em que virasse mãe, mas não sei se tenho esse tempo todo. — Disse Heidi. 

— Como assim? — Questionou Sarah finalmente olhando para a mulher em sua frente. 

— Não se preocupe com isso nesse momento, minha amada Sarah.

— Não, eu quero saber. — E naquele momento a rainha percebeu que na verdade aquilo tudo se tratava de um assunto que ela deveria, sim, se preocupar. — Me conta o que está acontecendo! Você pegou o vírus? — Perguntou sentindo a dor de mais uma perda, antecipadamente. 

— Não.

— Então o que foi?

— Estou com a Doença de Gaucher. 

— Doença de Gaucher? Tem certeza? Essa doença é…

— Rara, eu sei. 

— Só um caso em cada 100 mil pessoas! E… — Suspirou derrota. — Ela é hereditária, se você tem esse distúrbio…

— Quer dizer que Christian e o futuro filho de vocês podem ter também.

— Meu Deus, eu sinto muito, Heidi, nem consigo imaginar pelo o que você está passando. 

— Não, eu que peço desculpas, meu bem, você terá que viver em constante agonia com a possibilidade do amor de sua vida ter a doença, ou até pior, seus filhos.  

— Heidi, a Doença de Gaucher é genética e hereditária, ela causa alterações no fígado e no baço. Os ossos ficam enfraquecidos e também podem ocorrer manchas na pele, cansaço, fraqueza, diarreia e sangramento nasal. Além de que a porcentagem de morte é bem alta. — Iterou tudo o que lembrava sobre a doença, graças aos seus estudos em medicina. — Como está aqui em pé, na minha frente e não em uma cama, descansando?

— Em geral a doença não me incomoda, ela só me faz viver como se cada dia fosse o último. — Sorriu para o nada. — Gosto disso. 

— Tem certeza que...? Ela é difícil diagnosticar, os sintomas podem confundir a análise clínica. Com qual médico os exames foram feitos? — Sarah definitivamente não encontrava-se preparada para aquilo, não conseguia acreditar, não queria acreditar. Já tinha perdido pessoas suficientes em sua vida, mães suficientes. 

— Foi o Doutor Enrico Dolche.

— Ele é bom. — Sussurrou pensativa.

— Claro que é! Acha mesmo que eu iria em um médico qualquer? — Elevou seu tom levemente ofendida. 

— Porém o fato dele ser um bom não anula as chances dele ter se confundido com os exames e diagnosticado-lhe erroneamente. — E foi naquele instante que Heidi percebeu o que sua neta estava fazendo. 

Sarah costuma falar na norma culta da língua quando está assustada, nervosa, estressada ou simplesmente com medo. Aquilo a entregou para sua avó.

— Meu bem, me escuta…

— Não, ele está equivocado. Não vamos nulificar as possibilidades neste momento!

— Sarah…

— Está errado, sei que está.

— Sarah…

— Tem que estar. 

— SARAH! — Gritou Heidi fazendo com que sua voz formasse um eco que vagou por todo o castelo, como um espectro. — Está tudo bem. Estou bem. — A rainha que tanto tentava se manter forte, tinha lágrimas nos olhos realçando suas grandes orbes azuladas.  

— Você não não entende, Heidi. Não entende. — Soprou, sentindo uma lágrima solitárias escorrer por sua bochecha direita até chegar ao chão de mármore. — Não posso perder mais uma pessoa. Não posso te perder! 

— Ô meu amor, não fica assim. Nós não sabemos se vou realmente morrer, estou fazendo o tratamento com um dos melhores e mais gostosos médicos do mundo. — Arrancou um riso dos lábios de sua neta. — Estou em boas mãos, além de que não vai ser um simples doença que vai ser capaz de me tirar de sua vida, sou mais forte que isso. Agora me sinto até ofendida por você ter pensado o contrário! — A verdade era que Heidi só falava aquilo para acalmar Sarah, porque bem lá no fundo ela sabia que as chances dela ceder a libitina era muito grande. 

— Você tem razão, não podemos ser pessimista. 

— Isso aí, essa é minha garota. 

— Mas você vai ter que aquietar o cu, Heidi. Não dá pra você ficar viajando para lá e pra cá. Viajar cansa e você não está em condições para isso.

— Ah nem vem, Sarah. Nem aqui nem na puta que pariu você vai me impedir de aproveitar minha aposentadoria.

— O que está acontecendo aqui que as palavras de baixo calão estão rolando soltas? — Interviu Christian que colocou apenas a cabeça na fresta da porta olhando para o corredor, enquanto seu corpo permanecia dentro do salão de jantar. 

— Sabia que é falta de educação interromper a conversa dos outros, Christian? Já para dentro, estou conversando algo com Sarah, o que não lhe convém. 

— Pois é, mas quando é você se intrometendo na minha vida e da Sah, tudo bem né? Quando você interrompe nossas conversas para dizer umas de suas teorias mirabolantes para termos um filho, está tudo bem. 

— Eu NUNCA faria isso!

— Ah, não?

— Não.

— Então…

— Tudo bem, para mim já deu! Não aguento mais vocês dois se mordendo a cada vez que se veem. Vocês tem que resolver e isso vai ser agora, porque se não, não irei olhar na cara de nenhum de vocês para o resto da minha vida! Estão me entendendo? — Nada foi respondido. — Vou dar privacidade para vocês dois e quando eu voltar quero vocês bem um com outro.  

— Espera. — Pediu Heidi. — Antes, como te disse, aqui está. — Entregou-lhe a caixinha onde dentro está o anel. 

— Obrigada, Heidi. Agora se resolvam vocês dois, só vou lá dentro comer e já volto aqui. Estou faminta. — Confessou já dentro do salão. 

Quando Sarah se aproximou da mesa um dos mordomos já estava pronto para puxar a cadeira em que a rainha costumava sentar e uma vez que acomodada a nobre mulher não exitou em tirar o anel da caixinha de veludo e colocá-lo em seu dedo anelar da mão direita. Se alguém perguntasse, aquele era seu anel de noivado.  

Todos na mesa comiam silenciosamente, só se ouvia os barulhos dos talheres batendo. Sarah estava perdida em seus pensamentos procurando uma forma de não sair tão machucada daquilo tudo como tinha acontecido das outras vezes, não sabia se teria força o suficiente para lidar com toda aquela situação, era doloroso demais. 

Quando todos finalizaram suas refeições, os empregados que tinham se mantido quietos nos quatro cantos da sala, logo se prontificaram para recolher os pratos e trazerem a sobremesa. Quatro Frrrozen Haute Chocolate, um sundae de chocolate preparado com um mix de 28 tipos de cacau caros e refinados, guarnecido com folhas comestíveis de ouro. Enquanto os meninos aceitaram a sobremesa e começaram a deliciá-la, a morena recusou com um aceno gentil. 

— Pombas*! — Exclamou Jimin. — Do que é feito isso aqui?  

—  Basicamente chocolate. — Retorquiu a majestade rindo da expressão que o rosado usara. — Por que?

— Acho que estou no céu. Isso é muito bom! — Comentou Hoseok revirando os olhos em puro prazer. 

— Fico feliz que tenham gostado. 

Quando todos finalizaram suas sobremesas, Sarah se levantou e caminhou até a porta do salão, contudo quando abriu uma frestinha para ver se Christian e Heidi haviam finalizado sua reconciliação, não os encontrou lá. 

“Eles devem ter ido para algum lugar mais confortável” pensou. 

A morena olhou para seu Rolex vendo que era 1 hora da tarde e sabendo que os meninos tinham que voltar para casa antes das três e meia, para dar tempo de comparecerem à um compromisso, Sarah ofereceu carona. 

— Mas, Sarah, eu estou com carro! — Protestou Min. 

— Eu mando alguém levar seu carro depois, e no meu carro chegaremos mais rápido. Tenho preferência, lembra? — Referindo-se a faixa que existia em todo o reino que definia uma pista apenas para a família real, impedindo-os de ficarem preso no trânsito, caso tivessem algum compromisso muito importante que não permitisse atrasos. Dessa forma o azulado cedeu à carona. 

Sarah pediu para uma de suas damas pegarem sua bolsa e sobretudo e foi para o lado de fora do castelo enquanto os três meninos se despediam de todos. Quando chegaram na porta a rainha deixou Jimin escolher o carro em que eles iriam. 

— Urus, definitivamente Urus. — A rainha pegou a chave da Lamborghini Urus e jogou para Jimin que saiu correndo animado para o carro. — Minha nossa senhora da bicicletinha, é a versão inédita de 2019, acho que vou surtar… É, definitivamente eu vou surtar. 

Uma vez que todos estavam dentro e com cinturão de segurança, o rosado apertou o botão para ligar o carro e acelerou. Todos, inclusive Yoongi cantarolaram e dançaram o trajeto inteiro, músicas da playlist tik tok de Sarah onde apenas sons famosos do aplicativo tocavam. Músicas como “Tap” da Saweetie, “Wet” do YFN Lucci e “La calin” remix do CallmeArco, explodiam no carro animando os quatro e os deixando com muito calor devido a tanta movimentação; Sarah naquele ponto já tinha prendido seus castanhos cabelos em um rabo de cavalo alto deixando à mostra seus brincos e piercings feitos de ouro e diamantes que refletiam riqueza e soberania toda vez que um fleche de luz o atingiam.  

Já na rua da casa dos meninos Sarah pode ver quatro meninos e quatro meninas no meio da rua enquanto dançavam uma música que ainda não tinha conseguido decifrar, mas aquela imagem se tornou insignificante quando as batidas de “Famous” do Mozzy chegaram aos seus ouvidos, enquanto Jimin diminuía a velocidade do carro. 

 

***

 

Enquanto isso, Jungkook estava naquela mesma rua junto ao restante de seus irmãos e suas vizinhas, Rosé, Lisa, Jisoo e Jennie; eles tentavam reproduzir uma coreografia de uma música que havia lançado a poucos dias e que já tinha grudado na cabeça de cada um ali. Mas todos pararam onde estavam quando viram uma Lamborghini entrar na alameda de suas casas, o que era totalmente heteróclito. Devido a baixa renda das pessoas que moravam no bairro, eles nunca tinham visto um automóvel tão caro antes, mas o auge foi quando viram o carro preto parar em frente a sua humilde residência. Ninguém conseguia enxergar o interior do veículo, o insulfilm não dava essa possibilidade às pessoas de fora, assim dando uma privacidade para quem estava no interior. 

Quando Jungkook viu a placa com coloração azulada entrou em choque, só tinham a placa daquela cor, carros pertencentes à membros da família real, então a dúvida logo brincou me sua cabeça: “O que um carro da realeza fazia em frente a sua casa?”

 

***

 

Jimin e Hoseok desceram do carro deixando Yoongi e Sarah a sós.  

 — Por que você me contou sobre seu passado, Sarah? Por que confiou em mim? — Interpelou o arroxeado, focando na paisagem do lado de fora da janela, enquanto a menina tinha seus olhos arregalados olhando para frente.

Ela não estava esperando por aquilo.

— Você nunca me deu motivos para não fazer-lo. Confio em você porque nunca me deu motivos para fazer o contrário… e também tem o fato de Christian confiar em você, se ele confia, eu confio! 

— Entendo… — Murmurou pensativo sem sair do carro ainda. 

— Mas, por que a pergunta? — Indagou a menina o olhando pelo retrovisor.

— Eu não consigo me ver fazendo o mesmo que você. — Suspirou. — Costumo ter muita dificuldade quando o assunto é confiança! Não consigo me imaginar contando algo tão pessoal, como o meu passado, para alguém que mal conheço, mesmo sendo muito amigo de alguém próximo a mim. Não estou te criticando… — completou rápido com medo da rainha interpretar sua confissão de maneira equivocada — muito pelo contrário, sinto inveja. Gostaria de conseguir confiar nas pessoas mais facilmente assim, mas… 

— Você não consegue, porque isso se tornou um mecanismo de defesa, seu. — Sarah balançou a cabeça soltando um sorrisinho fraco na intenção de confortar o garoto.  

— Acontece que quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. 

Foi aí que Sarah se tocou que o buraco era mais fundo. A falta de confiança de Yoongi vinha do medo da decepção. 

A majestade já tinha notado antes que o garoto era muito dedicado em tudo, procurando sempre dar tudo de si, até porque essa foi uma das características que o colocou dentro da equipe de Rouge; mas a questão era que aquele atributo na personalidade do menino tinha ultrapassado a linha do saudável, entrando no território do prejudicial à sua convivência com outras pessoas. Toda aquela falta de confiança também estava diretamente ligada ao modo seco e duro que Yoongi tinha de agir e pode perceber que a arroxeado não estava inseguro de se auto decepcionar em relação ao que Sarah contou, ele estava com medo de decepcionar ela, talvez contando para alguém acidentalmente ou de outra maneira.

— Relaxe, homem, sei que você não vai me decepcionar. Se tenho confiança em você é porque tenho fé. — Retirou o cinto de segurança se virando no banco para poder olhá-lo diretamente nos olhos. — Apesar da minha vida não ter sido uma das mais fáceis, ela pode me ensinar a ter fé nas pessoas e que mesmo quando nos decepcionamos ainda pode ter luz no fim do túnel, basta nós querermos e nos esforçamos para enxergá-la. — Discursou esticando sua mão para segurar a de Min que antes estava repousada em seu colo. — Não perca a tua fé entre as sombras do mundo. Se esforce no bem e espere com paciência. Tudo passa e tudo se renova nesse mundo, mas quando for pra ser, será. Então se arrisque, porque de todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança não só nas pessoas a sua volta, mas em si mesmo, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.”

“Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente, mas pelo menos você vai ter se arrependido de algo que fez e não de algo que se auto negou, mas tudo bem, porque no final amanhã será outro dia.”

Sorriu vendo as lágrimas do garoto escorrerem por seus olhos, coisa que não tinha acontecido desde que o menino perdeu o pai. 

— Vem… — chamou o menino enquanto abria a porta do carro — vamos sair pra eu poder te dar meu abraço de “mamãe ursa” como o Christian chama. — Se levantou do banco vendo o de cabelos coloridos fazer o mesmo. 

— Já ouvi falar muito desse tal abraço. — Comentou secando algumas lágrimas que ainda traçavam um caminho por sua pele, se aproximando da rainha e abraçando seus ombros enquanto a mesma passava as mãos nas costas do mais velho tentando acalmá-lo. 

Ambos ficaram ali mais um tempinho apenas ouvindo Jimin e Taehyung conversando com os outros. 

— Tá mais calmo? — Perguntou se afastando apenas para olhar para o rosto do maior e limpar suas lágrimas com os polegares. No momento em que a morena viu o indivíduo em sua frente afirmar em um movimento com a cabeça, ela pode se afastar o chamando para que apresentasse ela aos outros. — E, por favor, ainda não comente com eles que sou uma rainha… — pediu vendo o menino ao seu lado franzir o cenho — gostaria que me tratassem sem informalidades, o que acho que não vai acontecer caso revele sobre meu título. 

— Tudo bem… e obrigado. — Agradeceu já ao lado do restante de seus irmãos e das suas vizinhas, os quais todos tinham sua atenção voltada para a garota desconhecida ao lado de Min Yoongi. 

— Pelo que? 

— Por tudo! — Sorriu ao ver o sorriso da menina. 

— Quem é a amiga de vocês? — Questionou Jennie olhando para Sarah com cara feia ao notar as jóias em sua orelha que estavam à mostra devido ao seu cabelo preso num rabo, a mais velha não havia tido boas experiências com pessoas das classes superiores. Notando os olhares de todos em suas orelha, a rainha logo soltou os fios para cobrir aquela região que exalava riqueza. 

— Essa é a Sarah. — Apresentou Min. 

— E ela trabalha com o que? 

Yoongi e a soberana franziram o cenho sem entender o motivo daquela pergunta, ao mesmo tempo que seguiam o olhar de todos, que já não estavam na imperatriz, mas na placa de identificação azul do veículo, mostrando que ele pertencia a alguém da realeza, ficando nervoso no mesmo momento. Como explicariam aquilo sem dizer que, efetivamente, a morena era a própria rainha. 

— Ah, sobre a placa… — começou o de cabelos roxos parando no meio da frase sem saber o que falar — ela...

— Eu trabalho pro rei e pra rainha! — Se apressou fazendo o garoto ao seu lado lado suspirar aliviado enquanto Jimin e Taehyung estranharam, mas não desmentiram.

— Você é motorista deles ou roubou carro? — Perguntou Lisa totalmente irônica, ignorando o olhar repreensor de Jisoo. 

— Ahm… — arregalou os olhos surpresa pelo atrevimento da menina de cabelo curtinho preto —  não, eu não sou motorista dela. Na verdade ela me emprestou o carro pra eu poder trazer os meninos de volta mais rapidamente. 

— Aham… sei… — respondeu de maneira debochada, claramente não acreditando na menina a sua frente. — Não entendo o porquê. O castelo nem é tão longe daqui, acredito que o percurso leve no máximo uns 10 minutos. 

— Ah, não! Você entendeu errado. — Disse Sarah ao perceber que todos achavam que ela trabalhava para os soberanos de Blanc. — Eu trabalho pro rei e pra rainha de Rouge, não de Blanc. — Explicou vendo que todos pareceram engolir aquela mentira. 

— E o que caralhos vocês estavam fazendo no castelo de Rouge? — Perguntou Namjoon sendo apostrofado por Jin ao escutá-lo dizer o palavrão. — Desculpa! 

— É verdade… o que estavam fazendo lá? Achei que você estivesse de férias Yoon. 

— Eu estou, só fui fazer uma visita.

— Yoongi é muito amigo do rei. — Declarou Sarah. 

— E da rainha! — Adicionou fazendo a menina ao seu lado rir abertamente. 

— E da rainha. — A morena repetiu em um sussurro sem tirar o sorriso do rosto. 

— Sério? — Gritou Jungkook chocado com a informação. — Por que nunca nos contou isso? 

— Vocês nunca perguntaram. — Respondeu dando de ombros. 

— Bom, vocês estão entregues, acho melhor eu voltar. Foi um prazer conhecer todos vocês e foi maravilhoso te rever Yoongi!

— O que? Você já vai? — Perguntou Taehyung tristonho. 

— Tenho que ir, senão a Heidi vai encher meu saco falando que ela foi lá me visitar e eu fugi. — Revirou os olhos apenas imaginando a velha reclamando por horas que sua neta já não gostava mais dela e que estava tentando escapar. 

— Fica mais um pouco! Por favorzinho! — Implorou Jimin com um olhar pidão transformando a resposta negativa, irrefutável.  

— Tudo bem, mas se Heidi vir me atormentar vou dizer pra ela falar com vocês e não comigo. 

— Sem problemas. — Articulou Min.

— Você diz isso agora, mas confia em mim… vai se arrepender de cada sílaba quando ela vir tirar satisfações. 

— Vamos entrar, aqui fora está frio! Vou preparar algo pra comermos. — Disse Jin já caminhando pra dentro da residência humilde. — Fique a vontade, Sarah. 

— Obrigada e com licença. — Pediu olhando tudo ao redor. 

A casa dos meninos era realmente muito pequena, tão pequena que se perguntava como cabia todos ali, porém era claramente acolhedor, muito diferente do castelo. A decoração era simples contudo de muito bom gosto. 

— A casa de vocês é linda! — Revelou com os olhos brilhando. 

— Muito obrigado. — Responderam em uníssono. 

A morena observava cada mínimo detalhe da moradia, se apaixonando por cada pedacinho. 

Sarah avistou, de longe, alguns porta-retratos e caminhou até eles. O que mais chamou-lhe atenção foi um dos meninos pequenos, onde 5 deles estavam no chão e 2 estavam no colo, do que acredito ser os pais. A paisagem no fundo era um campo de girassóis, simplesmente lindo. 

— A vida era tão mais fácil, naquela época. — Sarah pulou tomando um susto quando escutou uma voz melodiosa soar baixinho em seu ouvido a fazendo arrepiar dos pés a cabeça. — Eu te assustei? — Perguntou Jungkook, corando quando a garota virou sua cabeça olhando para o maior, que ao perceber a proximidade que estava da garota, se afastou um pouquinho olhando para baixo extremamente constrangido, mas voltando a sorrir ao vê-la negar com a cabeça lentamente, ainda sem falar nada. 

O menino reuniu toda a sua coragem e voltou a se aproximar dela, focando na foto em suas mãos, apontando para cada um dos integrantes da família, explicando quem era quem, tentando se distrair da morena que ainda olhava para seu rosto.

— Esse é o Jin, o Yoongi, o Hoseok, Namjoon, Jimin… — apontou para os meninos que estavam em pé finalmente atraindo a atenção da mais baixa ao seu lado — Tae e eu. — apontou para os que estavam no colo. — Ah e… prazer, meu nome é… 
























 

— JUNGKOOK, O JIN TÁ TE CHAMANDO!


 


Notas Finais


Sei que não é um dos melhores capítulos que já escrevi, mas prometo melhora-lo quando tiver tempo!

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