História The Sacred Knight - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Magia, Original, Romance, Sobrenatural
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


boa leitura

Capítulo 9 - Culpa


Fanfic / Fanfiction The Sacred Knight - Capítulo 9 - Culpa

 Pov's Daniel

 

Não demorou muito para que Baltazar me acordasse, levantei morto de sono, fui tomar banho, a agua da banheira estava borbulhando imaginei o quanto ela estaria quente mais ao entrar estava fria, relaxei um pouco até sentir um calafrio em minha espinha, olhei pra frente via uma mulher, parecia mais um fantasma, fiquei incomodado tentando me esconder.

-O que é você?- perguntei desconfortado com sua presença.

-Sou o vento, apenas.

-Baltazar já me falou sobre você. Jurava que ele estava brincando.

-Estou aqui para lhe guiar Daniel.

-Me guiar pra onde?

-Para a  cidade perdida do sol...

-Nessântico- Sussurrei, lembrando do que Balt tinha me falado, sobre eu ser reencarnação de Alya.

-Sim, você precisa achar o cavaleiro e leva lo até a cidade, o dia em que a rainha das trevas estará de volta esta cada vez mais perto, e ela esta muito mais forte do que imagina.

-E onde está o cavaleiro?

-Na caverna...

-Qual delas?

-Aquela em que você foi com sua amiga Eva.

-Ele está lá?

-Sim, conversando com o espírito de lá, vá antes que o mesmo termine de meditar e saia da caverna.- o vento se foi sem nem ao menos perguntar como saio daqui sem ser visto por Baltazar.

Terminei de tomar banho e me arrumar, indo a procura de Sol, talvez ela possa me ajudar a sair aqui. Fui até a cozinha com esperança de que ainda estava lá preparando o café da manhã, e eu estava certo.

-Sol...Sol- Sussurrei seu nome para que os outros presentes não ouvissem, a mesma se virou e sorriu para mim.

- O que foi?

- Preciso de sua ajuda.

-Em que eu posso ajudar?

-A sair daqui sem que ninguém me veja.

-Ok, eu posso fazer isso, mas por que quer ir embora?

-Preciso ir atrás de uma pessoa, é muito importante-Ela pegou em minha mão e me levou até o estábulo, caramba, que tipo de cavalo são esses? Eram enormes e onde havia rachadura lava passava entre elas.

-Suba em um, lhe ajudarei a sai daqui, você precisa ir pelo túnel, diga ao guarda de lá que sol me pediu para buscar comida, eles deixaram você passar.

-Obrigado.

Subir no cavalo e cavalguei até o túnel, assustador, era completamente escuro, a única luz era do próprio cavalo, ele sabia por onde ir, por que não sei quantas vezes demos voltas por entre esses túneis, conseguir ver uma luz, tinha mos chegado no fim do túnel, havia um homem de rocha bem na entrada, me barrando assim que me viu.

-Quem é você?

- Sou Daniel, e eu irei buscar comida a mando de sol.- Ele me olhou desconfiado mas abriu passagem para que eu continuasse, perfeito, agora só  falta ir para minha antiga aldeia, será que mamãe está bem?

 

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A viagem foi bem mais longa do que imaginei, mais conseguia ver a entrada da aldeia, desci do cavalo e o deixei escondido atrás de uma árvore, provavelmente se assustariam com um animal de fogo. A aldeia não estava muito bonita, parecia que tinha acontecido uma chacina, não havia ninguém nas ruas, sentia olhares me seguindo, e auras assustadas, como se tivessem sido torturadas. Tinha visto minha casa, andei até a mesma e bati na porta. Uma mulher que nunca havia visto antes atendeu.

-Ola, como posso ajudar?- Perguntou temerosa, estava com medo, muito medo.

-Eu queria falar com Riven.- A mesma olhou para o lado por breves instantes.

-Não.-Ela estava tremendo, por que estava com medo?

-Eu preciso falar com ele, sou o irmão dele, Daniel.

-Daniel?- Ouvi alguém falar meu nome, a porta foi totalmente aberta mostrando um homem todo cheio de cicatrizes, com uma mão de ferro. Não podia ser ele.

- Riven?- Ele me abraçou forte, me puxando para dentro de casa.

-Não acredito que está vivo, estou feliz em lhe ver, olha como cresceu.

-O que aconteceu com você, eu sumo por um ano e isso acontece.

-Eu fui pra guerra, Dan, você não vai acreditar, era surreal o que aconteceu naquele campo, sombras ganhavam forma, e esquartejavam tudo que viam pela frente.

-Como assim? Quem comandava?

-Um cara montado em um esqueleto de cavalo.

-Cadê mamãe?- Riven ficou tenso com a pergunta, tentei não cogitar que a resposta disso fosse ela morreu.

-Ela morreu- e foi isso mesmo.

-Como?

-Atacaram a aldeia, você sabia que mamãe pode conjurar familiares.

-Ela pode?!

- Tentou salvar a aldeia, mas a rainha do pandemônio era mais forte.

-Guardianne.

-Conhece?

-Sim, mas nunca cheguei mais de dez metros perto desse demônio.

-Mamãe falou sobre algo da chama imortal, que precisava voltar para a cidade do sol, que ela ainda estava viva,  e a...guardianne, disse que o rei tinha apagado essa tão almejada chama pra sempre.

-Obrigado por me contar, agora eu preciso achar aquela caverna, tem alguém lá que eu preciso encontrar. Eu prometo que irei acabar com esses monstros.

-Eu sei que vai, boa sorte.

Ele me abraçou. Eu não acredito que não estava aqui pra protege-los, agora me sinto culpado, minha obsessão por achar quem foi o assassino de Eva me distanciou de minha familiar. Eu me despedir dele e fui buscar o cavalo, o mesmo estava agitado, tentei acalma lo mas ele não parava quieto, tentei focar a minha volta, sentido auras negras por perto.

-Demônios- Sussurrei, sentindo algo passar atrás de mim, me virei rápido vendo quatro demônios de pragas, com a carne podre, cheia de larvas e moscas, era horrível de se ver, invoquei minha espada.

-O que querem?

Eles se entre olharam, logo avançando em minha direção, esquivei de todos os golpes, eram muito rápidos, depois que recuaram foi a minha vez de ir pra cima, corre em direção deles, cortando um deles ao meio, sentir um corte em minhas costas, com o que fez me virar bruscamente acertando o segundo, falta dois. O maior sumiu, aparecendo atrás de mim, me virei me esquecendo do outro que não excitou em me atacar desprevenido, sentir sua lamina atravessar minha barriga, me tirando um gemido de dor, o outro ia me atacar mas fui mas rápido, peguei uma bomba de fumaça e joguei no chão fazendo os mesmos recuarem, eu sair dali e me escondi do campo de visão dos mesmo, quando a fumaça abaixou ficaram surpresos por não me verem ali mais, concentrei um pouco mais , fazendo com que o meu familiar águia despertasse dentro de mim, me tornando mais rápido, num piscar de olhos cortei os dois demônios ao meio.

-Ainda bem que acabou.me joguei no chão e fechei os olhos, sentido o cavalo se aproximar de mim e mexer no meu cabelo.

-Ok ok, eu sei que ainda temos uma missão.- Me levantei andando até a caverna, a mesma continuava com os mesmo símbolos, bem dois dele eu reconheço agora, fogo e morte. São os símbolos tatuados em meu pescoço, por ser a marca do meu familiar principal.

-Você fica aqui, eu vou ver se o cavaleiro ainda está aqui.

O cavalo andou até um o lago e começou a beber, cavalo obediente. Entrei na caverna, peguei uma pedra de luz e a fiz ascender para iluminar o caminho, as mesma as paredes que vi quando criança estavam mais ‘‘apagadas’’, parecia sem vida, ignorei isso e continuei meu caminho, vendo uma luz forte mais a frente, preparei minha espada por preocupação, ao chegar via uma moça de cabelos de fogo sentada no chão, caminhei em sua volta ficando em sua frente, era ela, era Evangeline.

-Eva?!


Notas Finais


bye...


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