História The scar - Camren - Capítulo 29


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Categorias Camila Cabello, Lauren Jauregui, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Shawn Mendes
Tags Aventura, Camila Cabello, Camren, Drama, Lauren Jauregui, Romance, Shawmila, Shawn Mendes
Visualizações 103
Palavras 2.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii ♥️ boa leitura!!

Capítulo 29 - Outra versão de Lauren


POV Lauren

Dar as costas para Camila naquela mesa, chorando e após ela ter dito que ainda me ama foi a coisa mais difícil que já fiz. Eu sei que jamais amarei alguém como eu amo Camila. A verdade é que não foi a despedida que mais doeu, foi a ausência dela. Eu senti sua ausência em tudo, e isso me destruía aos poucos. Nada mais tinha graça, não tinha sentido, nada era bom suficiente.

Quando eu fui conversar com ela eu não esperava que ela fosse se convencer de uma hora para outra, mas precisa tentar abrir seus olhos, fazer ela enxergar a realidade em que ela está. Até pensei na possibilidade dela está sendo ameaçada por Shawn pra não deixar ele. Mas não, ela não está! Ela apenas está completamente iludida. Quando ela me disse que estava grávida, foi como se eu perdesse todas as esperanças.

Eu amo tanto Camila que se ela estivesse disposta a largar Shawn eu seria capaz de assumir essa criança que ela espera. Mas ela se demostrou tão defensiva, não quer ser ajudada. Não parece alguém que precisa de ajuda, ela sabe exatamente seu objetivo e já estava na hora de eu sair do meio de tudo isso. Como ela mesma disse eu não sou ninguém para julgar seu casamento, infelizmente não está ao meu alcance.

Desde que Camila voltou para minha vida eu tentei fazer seu jogo e esquecer a nossa realidade porém depois de muito tempo pensando conclui oque eu já sabia, isso não nos levaria a lugar nenhum. Camila é uma mulher casada, não mais aquela garotinha que conheci e não tem como fingir que o intervalo de tempo de quatro anos não existiu. O tempo passou e continua passando. Eu preciso viver, dá uma chance para mim mesma. Do mesmo jeito que ela seguiu em frente.

Eu não conseguiria trabalhar, não tinha cabeça pra fazer nada, fui pra casa fumei na varanda, me servi com whisky, e quando a noite chegou e após o terceiro copo eu já estava me sentindo mais leve, liguei para Lucy e disse que precisava sair, marcamos de ir para um barzinho no centro da cidade. Mesmo sendo terça-feira Lucy sempre estava disponível para uma farra, na verdade ela vive disso desde que a conheço, Lucy é uma boa amiga e uma das únicas que me restaram, ela sabia toda minha estória com Camila, foi exatamente no domingo quando eu sair com ela que encontrei com Dinah e ela acabou me contando tudo que estava se passando com Camz. Eu fiquei incrédula, e estou mais ainda em ter concluído que apesar disso ela estava realmente na defensiva e disposta a levar esse casamento.

Quando cheguei no lugar que havia marcado logo encontrei com Lucy, estava acompanhada por uma garota, só me faltava ficar de vela agora. Ela era bonita, era como eu definiria qualquer mulher por mais espetacular que fosse eu não tinha olhos para isso. Já tinha me arrependido de ter saído de casa, estava me sentindo desconfortável, como todas as vezes que tentei sair para esse tipo de lugar.

Lucy me apresentou a garota e descobri que o nome dela era Sophia, além de ser apenas amiga de Lucy, eu podia muito bem está imaginando coisas porém eu tinha quase a certeza que ela estava jogando um charme para mim, como se estivesse dando em cima. Lucy e sophia me chamaram para dançar, eu preferi ficar sentada e disse que depois me juntava a elas, fiquei observando que Sophia dançava olhando para mim, deslisava as mãos pelo seu corpo sensualmente enquanto seus olhos não desviavam dos meus. Bom, faz tanto tempo que descarto a possibilidade de sair com qualquer mulher que nem sei mais como isso funciona, além de ter me tornado lerda para detectar esses sinais. Lucy a todo tempo elogiava e falava sobre Sophia, eu realmente achei ela interessante e parecia ser inteligente. Descobri que ela tem 24 anos, faz faculdade de gastronomia e é amante dos livros, especialmente literatura.

As pessoas tinham um clima leve, não tinham pressa estavam sorrindo e se divertindo, já eu estava a maior parte do tempo séria, minha cabeça latejava em protesto da música, e não ajudou em nada quando vi uma mulher com um sorriso tão semelhante ao da minha Camz. Na mesma hora decidi que era hora de ir pra casa, eu não aguentava mais ficar ali.

Sophia voltou para mesa sozinha e se sentou ao meu lado.

- olha Lauren, Lucy já se engraçou com aquele cara lá. - olhei para onde ela apontava e vi minha amiga dançando com um moreno alto e forte. Nesse momento eles começaram um beijo quente.

- por Deus. Lucy não muda nunca. Eu acho que vou agora, adorei te conhecer, foi um prazer.

- mas já? Ah então eu vou com você porque não quero ficar aqui sozinha, provavelmente Lucy vai sair daqui com esse carinha mesmo... A gente pode dividir o táxi.

- ok, pode ser.

Passamos por Lucy e só avisamos que estávamos saindo, Lucy me lançou um olhar malicioso e nem ligou. Eu e Sophia dividimos o táxi e pude concluir que a garota havia bebido demais, eu também tinha e riamos juntas de qualquer bobagem. Sophia estava contando as piores cantadas que ela já levou. Ela ria da própria estória. Era divertida e espontânea. Quando o táxi parou no meu prédio Sophia pediu para usar o banheiro, eu não iria negar.

Pedi para que o táxi esperasse e paguei adiantado pela minha corrida e o suficiente para a de Sophia. Subimos para o oitavo andar e entramos no meu apartamento.

- O banheiro é a primeira porta no corredor, fica a vontade.

- obrigadaaa!

Depois de uns três minutos ela voltou. Para sala, levei ela até a porta, ela se aproximou para beijar minha bochecha e eu iria retribuir mas acabamos indo para o mesmo lado e quase encostamos os lábios. Ela riu e eu fiquei sem graça. Quando eu menos esperava ela me roubou um beijo de verdade, abraçou meu pescoço enquanto seus lábios tocavam os meus. Fechei os olhos e tentei não pensar em nada, nossas línguas entraram em contato e meu corpo ferveu em resposta. Sophia me direcionou a caminhar para trás enquanto nos beijávamos com luxúria, encostei no sofá e Sophia me empurrou me deixando sentada, em seguida sentou em cima de mim com uma perna de cada lado do meu corpo. Esse ato fez sua saia de couro subir me dando mais acesso a suas coxas, e não sei em que momento minhas mãos pararam exatamente nelas. Sorriu olhando dentro dos meus olhos. Jogou os cabelos todo para um só lado e voltou a me beijar.

O jeito que ela movimentava seu corpo do mim estava me excitando e meu corpo já fervia em resposta. Quando o ar nos faltou eu aproveitei seu pescoço exposto e maltratei ali com chupões e mordidas, nesse momento pude ouvir Sophia arfar. Senti suas mãos deslizarem pela lateral do meu vestindo abrindo o zíper.

- ah caralho, tira essa roupa. - ela pediu. Para em seguida tirar sua própria blusa. Inverti nossas posições e a deitei no sofá ficando por cima. Puxei seus sutiã para baixo, podendo ter acesso aos seus seios salientes, comecei a chupar-la com vontade, ela arqueou o corpo.

- você faz isso tão bem Lauren, tira logo esse vestido. - sua voz era carregada desejo.

Sai de cima dela e me livrei do vestido ficando apenas de calcinha, ela ficou de joelhos no sofá e quando voltei ela ficou por cima de mim e começou a rebolar sobre meu quadril, minha intimidade já estava completamente molhada, é ridículo dizer que eu poderia gozar apenas com seus movimentos. Ela se posicionou no sofá e foi descendo para minha intimidade, trilhando minha barriga com beijos. Colocou a mão na minha boceta, por cima da calcinha.

- você está tão molhada para mim!

- por Deus, anda logo com isso! - ordenei.

- vou te foder tão gostoso que você nunca vai esquecer.

Suas mãos encontraram a lateral da minha calcinha se livrando do tecido, sem aviso sua boca devorou meu sexo.

- oh porra, isso!

Sua língua era ágil, ela lambia toda extensão da minha boceta para depois fazer movimentos precisos sobre meu clitóris. Eu não tinha controle sobre meu corpo que se movimentava em busca de mais contato.

- oh, me fode!

Nesse momento Sophia introduziu dois dedos e foi meu fim, ter-la me chupando enquanto seus dedos se movimentavam dentro de mim. Levei as mãos até os meus seis e apertei firme. Sophia era muito boa não parava um minuto sequer mantendo um ritmo constante, meu corpo explodiu em um orgasmo devastador e ela continuou a sugar tudo de mim.

- oh céus você é muito boa.

- se eu sou boa então prove, prove de mim Lauren.

[...]

Transamos na sala e depois novamente no quarto, Sophia havia dormido e eu estava deitada ao seu lado olhando para o teto, jamais conseguiria dormir depois de uma transa qualquer, isso não havia mudado. Não tinha me arrependido de ficar com Sophia, ela era uma mulher realmente interessante, engraçada e quente. Mas não era suficiente, nada era suficiente, o vazio que eu carregava continuava e parecia está maior agora, era um espaço que apenas a presença de Camila preenchia.

Vi o sol nascendo e a luz do dia invadindo o quarto frio. Eu teria que ir trabalhar, estava com pena de acordar Sophia que dormia tão profundamente mas era preciso, levantei e fui tomar um banho. Eu adorava tomar banho gelado pela manhã sequei os cabelos e Sophia acordou com o barulho do secador. Me agarrou por trás, me praguejei por isso.

- tomou banho? Tá cheirosa. - falou.

- é tenho que trabalhar.

- mas não rola... Um sexo. Matinal? - falou provocante.

- não posso me atrasar.

- então tá, apressadinha. Posso fazer alguma coisa para você comer?

- eu não como em casa e a dispensa provavelmente está vazia.

- hmm então fica pra próxima, em outra oportunidade te mostro meus dons culinários.

- é pode ser. - caralho será que estou sendo grossa? Espero que ela não pensei isso.

- posso tomar banho também?

- sim, se quiser te deixo em casa antes de ir pro trabalho.

- ok, eu aceito.

Depois de pronta saímos Sophia perguntou se eu nunca comia pela manhã e então eu falei sobre o café e que sempre comia lá, ela disse que queria conhecer porque estava com fome. Então assim decidi ir com ela lá para tomar café da manhã. Sophia explorou todos os cantos daquele café, se maravilhando do cantinho de leitura e dos livros contidos lá na pequena biblioteca. Disse que iria vir mais vezes a partir de agora. Sophia era tão extrovertida que na primeira vinda ao café, descobriu o nome da garçonete que sempre me atendia a meses e nem eu mesma sabia. Era Emília o nome da simpática menina. Depois levei Sophia em casa.

- a gente pode se ver mais vezes, e sair também né?

- sim.

- eu amei nossa noite e também hoje, você é maravilhosa.

- eu também gostei.

- Me dá seu número então.

Trocamos número de telefone e Sophia me beijou como despedida e agradeceu a carona. Ela era diferente das mulheres que eu costumava ficar antes de Camila, era como se a gente tive mais intimidade do que apenas uma noite juntas, ela tinha uma forma carinhosa. Simplesmente é o jeito dela, não me parece forçado.

Era estranho depois de anos sem me envolver com alguém, e de uma forma totalmente diferente, diferente da Lauren antiga ou da Lauren de Camila. Essa era uma outra versão de Lauren, uma Lauren que carrega as dores de um amor não correspondido de uma decepção. Mas não uma Lauren fechada como eu era antes de conhecer Camila, apenas mais cuidadosa. Sophia era uma mulher especial eu só precisava aprender a gostar dela e me dar uma chance. Quem sabe essa não seja a resposta.


Notas Finais


Gente a Sophia da estória é Sophia Messa. Me contem se vocês querem outro POV de Lauren, ou querem de Camila!


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