História The School of Good and Evil. - Imagine Neji Hyuuga - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kaguya Ootsutsuki, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Konohamaru, Kurama (Kyuubi), Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Maito Gai, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Personagens Originais, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shisui Uchiha, TenTen Mitsashi, Tobirama Senju, Toneri Otsutsuki, Tsunade Senju, Zabuza Momochi
Tags A Escola Do Bem, Escola Do Mal, Imagine, Neji Hyuuga, Romance
Visualizações 31
Palavras 2.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


beem, fiquem com o capítulo, hshsh.
nos vemos nas notas finais, boa leitura!

Capítulo 3 - Chapter Three- O grande equívoco.


Fanfic / Fanfiction The School of Good and Evil. - Imagine Neji Hyuuga - Capítulo 3 - Chapter Three- O grande equívoco.


Nas Torres do Bem, S/n quase matou uma fada.

Ela despertou debaixo de lírios vermelhos e amarelos que pareciam estar em uma animada conversa. Ela teve certeza que ela era ossunto, pois as flores gesticulavam bruscamente, apontando para ela com suas folhas e botões. Depois, porém, a questão pareceu se resolver e as flores se curvaram, como avós meticulosas, e enrolaram suas hastes ao redor de seus punhos. Com um puxão elas colocaram ela em pé e S/n observou intrigada, um campo de meninas que floresciam ao redor de um lago fulgurante.

S/n estava estarrecida com o que via. As meninas brotavam do solo.

Primeiro as cabeças esperavam para fora, saindo da terra, depois os pescoços e os peitos iam subindo, subindo, até que elas esticavam seus braços para cima, na direção do céu azulado e fofo, e plantavam sapatinhos delicados sob o solo. Contudo, não foi a visão das garotas que mais abateu S/n. Foi o fato delas serem bonitas. Bonitas como Sakura.

Suas faces eram irretocáveis, e elas reluziam de tanta saúde. Elas tinham cabelos brilhantes que caíam como cascatas, lisos ou cacheados como os de bonecas, e usavam vestidos pêssego, amarelo ou branco, como uma fresca fornada de ovos de páscoa.

Algumas eram mais baixas, outras magras e altas, mas todas tinham cinturas finas, pernas esguias e ombros estreitos.

À medida que o campo ia florescendo com novas alunas, um grupo de três fadas de asas cintilantes esperava por elas, uma a uma. Cantando e brilhando, elas espanavam a poeira das meninas, serviam-lhe xícaras de chá, e cuidavam de suas malas, que tinham brotado do solo, como suas donas.

De onde essas beldades vinham? S/n não fazia ideia. Ela sentiu-se envergonhada, olhando para todas as lindas meninas ali. Ela precisava de um buraco onde se enfiar, um quarto para se esconder, alguma coisa irreal para fazer elas voltarem para casa...

Foi quando ela sentiu alguma coisa em seu cabelo, e começou a espirrar instantaneamente.

–Mas o que... - ela se virou, e olhou as fadinhas que estavam ao seu redor. Ela tentou se sacudir, para fazer elas saírem dali, mas elas não paravam de cercar S/n. Elas queriam alguma coisa, mas elas tinham de entender que S/n não tinha nada que elas queriam. Ela correu para trás de uma árvore, tentando se esconder das fadas, e suspirou aliviada.

Todas as princesas dali olhavam-na, boquiabertas. S/n também as encarava, olhando suas belas faces e cabelos perfeitos.

À distância, sinos ecoavam suavemente dos espetaculares castelos de vidro cor-de-rosa, do outro lado do lago. Os grupos de fadas pegaram as meninas pelos ombros e levaram-nas pelo ar, voando por cima do lago na direção das torres. S/n percebeu que era sua chance de fugir, e tentou sair dali, mas antes que pudesse, foi içada por duas fadinhas. Enquanto voava, ela olhou para trás e viu a terceira fada, que para sua surpresa, era um menino, que estava fincando seus pés no solo.

–Vocês estavam me atacando, a culpa não foi minha. - ela resmungou baixo, enquanto via ele sacudir a cabeça, como se negasse o que ela estava falando, esperando um pedido de desculpas, mas a única coisa que recebeu de S/n, foi um espirro. –Espero que... Cheguemos no chão logo. - ela disse, entre outros espirros.

Quando as fadas pousaram as meninas diante do castelo de vidro, elas soltaram seus ombros e deixaram que seguissem livremente. As duas fadas de S/n, porém, continuaram em seu lado, conduzindo-a pelos caminhos. S/n olhou para trás, para o outro lado do lago.


Onde está Sakura?


A água cristalina transformava-se em fosso lodoso da metade do lago para a frente; uma neblina cinzenta escurecia o que havia na margem oposta. Se ela fosse salvar a sua amiga, teria de achar um jeito de atravessar aquele fosso. No entanto, primeiro, ela precisava se afastar daquelas pestes retardadas e aladas. Ela precisava de uma distração.

Palavras espelhadas em arco acima dos portões dourados diziam:



"ESCOLA PARA ILUMINAÇÃO NO BEM E NOS ENCANTAMENTOS"



S/n viu seu reflexo nas letras e desviou o olhar. Ela detestava espelhos e evitava-os a qualquer custo.

–Porcos e monstros  não se olham no espelho. - ela sussurrou para si mesma. S/n deu uma olhada para cima, para as portas de vidro jateado do castelo, ornada por dois cisnes brancos.

Contudo, quando as portas se abriram e as fadas guiaram as meninas por um corredor apertado de espelhos, a fila subitamente freou, e um grupo de meninas cercou-a, como tubarões.

S/n viu o próprio rosto refletido mil vezes no espelho, e instantâneamente grudou os olhos no chão de mármore.

A maioria das fadas zuniam para dispensar a aglomeração, algumas apenas pousava nos ombros das meninas e observava. Finalmente, uma das meninas deu um passo à frente. Ela tinha cabelos louros presos em um rabo de cavalo e uma franja jogada sobre o lado esquerdo de seu rosto, seus olhos eram azuis claros e era muito linda.

–Olá, eu sou a Ino. - ela disse amigável e amavelmente. –Eu não... ouvi seu nome.

–É porque eu não falei. - S/n respondeu, com os olhos fixos no chão.

–Você tem certeza de que está no lugar certo? - ela perguntou, ainda mais meiga.

S/n sentiu uma palavra rondando na sua mente, e não respondeu a menina.

–Talvez você tenha simplesmente nadado para a escola errada. - Ino sorriu.

A palavra acendeu-se na cabeça de S/n. Distração

Ela olhou para cima, encarando os belos olhos azuis claros de Ino, com os seus desmotivados, da mesma cor e escuro. As meninas pareciam ter se surpreendido um pouco, mas logo continuaram a encara-la.

–Esta é a Escola do Bem, não é? A lendária escola para meninas lindas e dignas, destinadas a serem princesas?

–Ah. - Ino disse, apertando os lábios. –Então você não está perdida?

–Ou confusa? - perguntou uma outra menina, de cabelos louros e presos em algumas Maria-Chiquinhas.

–Ou cega? - perguntou uma menina, que possuia a pele branca, cabelo castanho-escuro e olhos grandes e redondos na cor castanho claro, e tinha um penteado que era formado por dois coques.

–Nesse caso, tenho certeza de que você está com o seu passe para o Campo Florido. - Ino disse. S/n piscou.

–Meu o quê?

–Seu bilhete de entrada para o Campo Florido. Você sabe, o modo pelo qual todas chegamos aqui. Somente alunas oficialmente aceitas têm esse bilhete, para entrar no Campo Florido. - disse Ino.

Todas as garotas ali presentes ergueram seus bilhetes dourados, ostentando seus nomes em uma caligrafia própria da realeza, com o selo de cisnes preto e branco do Diretor da Escola.

–Aa, tô ligada. Esse passe para o Campo Florido. - S/n disse, olhando as meninas dali com escárnio. –Aproximem-se, eu lhes mostrarei.

As meninas juntaram-se, desconfiadas. Enquanto S/n abria a mochila que sua mãe havia arrumado, ela tirava as capas pretas, moedas, fósforos, os canivetes... As meninas olharam-a a-ssustadas.

–Por que você tem canivetes? - a menina de cabelos presos em dois coques perguntou, e S/n revirou os olhos.

–Por que será, né? - ela disse, ainda procurando o insistente bilhete.

–Talvez você o tenha perdido. - disse Ino.

Mais cédulas... canivetes... livros...

–Ou colocado em algum lugar... - continuou.


Ela precisava de uma distração. Urgentemente.

–Ou mentido sobre ter um.

–Ah, aqui está. - S/n mentiu. As meninas a rodearam sinistramente.

Quando ela estava prestes a não mostrar nada, inúmeras fadinhas apareceram, levando as princesas para fora dali, que gritavam e se debatiam desesperadamente. S/n soltou um suspiro de alívio, e olhou para o menino-fada na sua frente.

–Oh, obrigada... Nós logo logo iremos ficar quites. - disse, e se levantou, com o pensamento fixo em salvar sua melhor amiga.

Mas antes que pudesse sair, as portas se fecharam estrondosamente, fazendo até o chão tremer, e ela cambaleou para trás, assustada. Ela congelou na hora.

–Bem vinda, nova princesa! - disse uma ninfa flutuante com uns dois metros de altura. Ela chegou para o lado, revelando um saguão tão magnífico que S/n perdeu o ar.

Bem vinda à Escola do Bem!






Sakura abriu os olhos e viu-se flutuando em um fosso de cheiro podre, repleto até a borda com um lodo preto. Uma parede de névoa a circunda-va. Ela tentou ficar em pé, mas seus pés não encontravam o fundo, e ela afundou; o lodo invadiu seu nariz e queimou sua sua garganta. Sufocando, em busca de ar, ela achou algo em que se agarrou e viu que era uma carcaça meio devorada de um bode.

Ela engasgou-se e tentou se afastar nadando, mas não conseguia enxergar nem um centímetro a frente de seu rosto. Gritos ecoaram acima dela e ela olhou para o alto.

Houve movimentação, depois dezenas de pássaros ossudos irromperam da neblina e soltaram garotos que berravam no fosso. Quando os gritos deram lugar ao som dos corpos caindo na água, veio outra onda de pássaros, depois outra, até que cada centímetro do céu estava preenchido por pessoas que caíam. Sakura avistou um pássaro que mergulhava em sua direção e desviou bem na hora de receber uma borrifada de lodo no rosto.

Ela limpou o lodo dos olhos e ficou cara a cara com um menino. A primeira coisa que percebeu, foi que ele estava sem camisa.

Seu peito era pálido, e ele não tinha muitos músculos.

Seus cabelos eram louros e lisos (assim como suas sobrancelhas), e tinha uma parte presa em forma de rabo de cavalo, enquanto o resto era solto. Ele parecia um suricato sinistro.

–O pássaro comeu a minha camisa e rasgou meu casaco. - ele disse, nadando cachorrinho em direção a ela.

Sakura procurou desesperadamente por uma arma; uma vareta, uma pedra, um bode morto...

–Talvez possamos ser parceiros de quarto, parceiros de beliche, parceiros de mesa, melhores amigos, ou qualquer tipo de parceiros. - ele disse, agora a alguns centímetros dela.

Era como se Akamaru tivesse se transformado em um roedor e passasse a ter coragem. Ele estendeu a mão branca para tocá-la e Sakura preparou-se para lhe dar um soco no olho, quando um garoto caiu berrando entre eles. Sakura disparou na direção oposta, e quando olhou para trás, o Garoto Suricato já tinha sumido.

Através da neblina, Sakura via sombras que nadavam entre malas, baús e mochilas, em busca de suas bagagens. Os que conseguiam encontrar, continuavam a descer pelas correntezas, em direção a uivos agourentos que soavam à distância. Sakura seguiu aquelas silhuetas até que a neblina dissipou-se, revelando finalmente uma margem, onde havia "alcatéias" de lobos em pé nas patas traseiras, com jaquetas vermelhas de soldados e calças pretas de coro, estalando chicotes de montaria para juntar alunos em filas.

Sakura agarrou-se à margem para sair dali, mas ficou sem ar ao ver seu reflexo no fosso. Seu vestido estava mergulhado em lama, seu rosto brilhava com o lodo pegajoso, e seus cabelos haviam se transformado em um lar para uma família de minhocas. Ela engasgava, tentando respirar.

–Socorro! EU ESTOU NA ESCOLA ERRAD... - um lobo arrancou-a para fora e chutou-a para entrar em fila. Ela abriu a boca para reclamar, mas viu o Garoto Suricato andando em sua direção.

–Espere por mim! - ele gritava.

Rapidamente, Sakura juntou-se à fila de garotos sombrios que arrastavam seus baús pela neblina. Se algum deles demorasse um pouco mais, um lobo dava chicotada no chão, ela manteve o ritmo irrequieta, o tempo todo analisando o vestido, retirando minhocas, e lamentando por suas malas tão bem feitas que estavam agora muito, muito distantes.

Os portões enormes eram feitos de lanças de ferro entremeadas com arame farpado. Ao se aproximar, ela viu que não era arame, mas sim um mar de víboras negras, que chiavam e avançavam em sua direção. Dando um gritinho, Sakura foi passando enquanto olhava para trás, lendo as palavras enferrujadas acima dos portões, entre dois cisnes negros entalhados:



"ESCOLA PARA EDIFICAÇÃO DO MAL E PROPAGAÇÃO DO PECADO"



Os lobos conduziam os jovens em direção à porta da torre principal, um túnel longo e serrilhado, que tinha a forma de um focinho de crocodilo.

Ela passava pelas pessoas, analisando-as, sentindo-se enojada com todos ali.

Enquanto subia uma coluna, percebeu uma letra U na cor vermelho-sangue adornada com gigantes e goblins se balançando. Rastejando ao longo da fila, Sakura percebeu que as colunas formavam a palavra N-U-N-C-A.

Todos aqueles horríveis ali presentes, pareciam ter em torno a mesma idade que ela, mas as semelhanças terminavam ali. Ali estava uma massa de corpos horríveis e defeituosos, rostos repulsivos e as expressões mais cruéis que ela já tinha visto, como se procurassem alguém para odiar. Um a um, seus olhos recaíram sobre Sakura, e eles encontraram o que estavam procurando.


A princesa petrificada de sapatilhas finas e cabelos lisos e rosados.


A Menina Demoníaca problemática de cabelos vermelhos e desarrumados.



A rosa entre os espinhos.



Notas Finais


obrigada por ler até aqui, espero que tenham gostado!
comentem o que acharam, me digam caso achem algum erro, e eu também aceito críticas construtivas.
até logo!


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