História The Secret - Capítulo 48


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexander "Alex" Karev, Alexandra "Lexie" Grey, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Mark Sloan, Meredith Grey, Sophia Robin Sloan Torres
Tags Arizona Robbins, Callie, Calliope Torres, Calzona, Grey's Anatomy
Visualizações 208
Palavras 5.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nem preciso dizer que sinto muito pela demora..
como eu ja disse não vou desistir da fic antes de dar um fim a ela, mas ando meio bloqueada, sem saber como escrever, mas estou me esforçando..
espero que goste e assim que conseguir escrever mais um capitulo eu volto..
Beijos!!!

Capítulo 48 - Capitulo 48


Fanfic / Fanfiction The Secret - Capítulo 48 - Capitulo 48

- Mark cuida bem do meu filho - Callie repetia suas recomendações pela décima vez ao seu amigo naquela noite - nada de ficar até tarde acordado, ele precisa de uma boa noite de sono então às 9PM na cama, sem reclamar mocinho - se virou para o garoto que apenas ria entretido Lexie.

- Não se preocupe Callie eu vou estar lá - a morena mais nova resolveu intervir pelo namorado que já revirava os olhos com a quantidade de vezes que a latina repetia tudo.

- Qual é Call, não é como se eu fosse Levar o pequeno a um bar de stripper - deu um sorriso sacana.

- Mark - as mulheres gritaram juntas, até Arizona que se mantinha quieta até então.

- Tio Mark está encrencado - o garotinho apontou para ele que passou a mão na nuca enquanto sorria de lado.

- Me ajuda amigão - sussurrou para o menino que dava gargalhada.

- Isso é sério Mark - a latina falou séria.

- Fica calma Call - disse mais firme segurando os ombros dela e olhando nos seus olhos - ele vai ficar bem e vocês aproveitem, tem muito para comemorar - piscou pra ela, fazendo sua melhor cara de safado.

- Você não vale nada mesmo - bateu no braço dele - agora vai logo antes que eu me arrependa de deixar meu filho sobre seus cuidados.

- Amor, Lexie vai estar lá - a loira se aproximou enlaçando sua cintura da latina - não precisa ficar preocupada.

- Vocês duas me ofendem - apontou para ambas e estreitou os olhos.

- Mamãe, mama eu vou poder mesmo dormir com o tio Mark e a tia Lexie? - o pequeno correu para os braços da loira que abaixou para pegá-lo.

- Vai sim meu amor - Arizona beijou os cabelos loiros do filho.

- Comporte se - a morena disse o pegando nos braços.

- Sim mamãe - sorriu e beijou os rosto da mulher o que a fez abrir um enorme sorriso.

- Ei garoto vamos antes que sua mãe chata te segure pra sempre - Sloan estendeu os braços para o menino - hoje vamos fazer a noite dos garotos.

- A mama não é chata - cruzou os braços e ficou sério.

- Toma Mark - a latina disse com superioridade.

- Mas eu quero a noite dos garotos - estendeu os braços para que o homem o pegasse.

- Já ganhou meu filho - revirou os olhos - mas tudo bem, vão e divirtam-se.

Eles saíram e Callie ficou parada com a porta aberta por alguns minutos vendo eles se afastarem, tinham uma interação muito boa entre eles, era reconfortante ver seu filho feliz daquela forma com seu amigo, ela podia dizer que estava imensamente feliz com todas as coisas que vinham acontecendo na sua vida depois de um ano tão difícil e conturbado. Sentiu seu corpo sendo envolvido em uma abraço por trás e a loira dona do seu coração e de todos os seus melhores sorrisos apoiando o queixo em seu ombro, ela deu um beijo singelo em seu rosto fazendo seus olhos se fecharem por alguns segundos absorvendo a sensação daqueles lábios em sua face e o cheiro bom que vinha dos seus cabelos.

- Ele vai ficar bem - a loira disse baixinho em seu ouvido, causando um leve arrepio em seu corpo - vamos entrar agora.

- Eu sei que vai - se fechou a porta e se virou abraçando Arizona de frente agora - só estava pensando no quanto estou feliz - a loira abriu um enorme sorriso de covinhas e encostou seus lábios nos de Callie em levi selinho.

- Eu também estou muito feliz - suspirou abrindo os olhos - tenho até medo de ser um sonho.

- Se for um sonho, estamos sonhando juntas - beijou a loira com mais vontade desta vez com mais intensidade, as línguas brigavam por espaço, as mãos de Torres desceram da cintura para a bunda da loira apertando com força e fazendo os corpos se grudarem ainda mais um no outro.

- Espera - a loira interrompeu o momento fazendo a mulher ficar confusa.

- Que foi? - tentou puxá-la novamente mas ela não permitiu.

- Eu quero algo especial para essa noite - sorriu maliciosamente - quero ver o que lingerie que você trouxe para mim, depois quero que você tire ela de mim - Callie mordeu o lábio inferior apenas imaginando a cena.

- Essas peças eu escolhi com muito cuidado - piscou pra ela - mas pensando exatamente em como iria tirar ela de você.

- Então me dê cinco minutos e suba para o nosso quarto - beijou rapidamente os lábios carnudos da morena e subiu rapidamente as escadas.

A latina ficou com cara de boba olhando sua agora noiva subir correndo as escadas com um imenso sorriso nos lábios. Parou um minuto para olhar o lugar onde estavam o chalé não era muito grande havia uma pequena cozinha bem equipada e uma sala maior com várias almofadas brancas sobre um tapete felpudo, dando para uma grande varanda com redes penduradas e com uma vista espetacular de um grande lago bem azul cercado pela mata, havia também uma lareira ao lado bem bonita e uma escada que dava para o andar superior, tudo era em madeira envernizada dando um ar rústico e que contrastava bem com a natureza do lugar. Ela se jogou nas almofadas olhando para a linda paisagem a sua frente, pensando no quão sortuda ela era por estar próxima a pessoa que ela ama e que aceitou ser sua mulher, nossa pensar que ela ia casar a deixava em êxtase, logo se lembrou que não tinha dado um anel para a sua noiva e precisava resolver isso e ela já sabia como, correu até sua mala que e ainda estava em um canto da pequena sala e pegou uma caixinha de veludo preta, abriu olhando um lindo anel Prata com uma pedra safira azul bem delicada no centro, o azul lembra os olhos de sua amada, nos momentos em que faziam amor, porque era quando ele escureciam pelo desejo, tirou o anel de lá e o colocou no bolso do shorts que usava.

- Callie estou pronta - escutou a voz doce da loira chamando no topo da escada.

- Wow - arregalou quase engasgou com sua própria saliva quando pois os olhos na loira a sua frente, vestida com uma bela lingerie de renda azul turquesa, que destacava sobre sua pele branquinha - você está incrível - suspirou subindo os degraus sem desgrudar os olhos da figura a sua frente.

- Obrigada - seu corpo foi logo enlaçado pela morena que tomou seus lábios em um beijo voraz - vem, tem algo preparado pra nós - entrelaçou seus dedos ao da latina a guiando para o quarto.

O quarto estava enfeitado com velas a cama era baixa a altura do chão, um tecido transparente caia sobre a cama fazendo um formato de pirâmide sobre a mesma combinado com a decoração rústica, um balde de gelo com champanhe e duas taças estava ao lado dela, não havia divisão entre o banheiro que possuía uma enorme jacuzzi de madeira e de frente havia uma vista deslumbrante do lago, o chalé era para casais em lua de mel, a latina ainda pensou que seria difícil superar aquilo tudo quando realmente estivessem na sua lua de mel com a loira.

- Como arrumou tudo isso? - a morena estava encantada com todo tom de romance criado ali.

- Quando você estava falando com Mark eu pedi para Lexie fazer o pedido na recepção para mim - sorriu olhando para sua noiva - você gostou?

- Eu amei - beijou ela mais uma vez.

- Agora você não acha que está usando muita roupa ainda? - passou os dedos pelos botões da camisa que a latina usava, analisa a mulher enquanto mordia o lábio inferior.

- Podemos resolver isso - seus olhos estavam cheios de luxúria - mas antes quero que se sente ali na cama tenho algo pra você.

E assim como foi solicitado a loira sentou de lado na beirada do colchão, Callie se ajoelhou diante dela pegou, tirou o anel do seu bolso e estendeu na direção da loira que arregalou os olhos e endireitou a postura colocando as pernas para baixo.

- Você realmente tinha um anel? - falou colocando a mão sobre a boca, totalmente surpresa.

- Ele está comigo desde o natal do ano passado - sorriu hesitante por lembrar daquele dia e a loira abaixou o olhar por um momento - mas o importante é que eu comprei ele pensando em você, ele sempre foi para você, por isso o guardei por esse tempo - puxou a mão da mulher - então vou perguntar novamente - seu sorriso ficou maior - Arizona Robbins aceita se casar comigo?

- Vou aceitar quantas vezes você pedir - a morena deslizou o anel pelo dedo dela - ele é lindo - admirou a jóia.

- Essa pedra me lembrou seus olhos - beijou a mão dela com delicadeza.

- Eu amei - puxou o rosto de Callie com as duas mãos e a beijou calmamente - mas só para constar eu não preciso de mais pedidos de casamento, mas preciso me casar com você.

- E nós vamos casar.

Mais uma vez os lábios se encontraram em um beijo, singelo mas cheio de sentimentos a língua da loira serpenteia levemente sobre os lábios de Callie que abre a boca recebendo a língua de Arizona, o beijo vai ganhando intensidade, as línguas deslizam uma sobre a outra duelando por espaço, as mãos da loira começam a desabotoar a camisa da morena a sua frente que aproveita para descer beijos pelo pescoço de sua amada, entre beijos, chupões e pequenas mordidas, arrancava pequenos gemidos quando alcançava os pontos certos. Quando terminou de abrir os botões retirou cuidadosamente o tecido do corpo morena e mordendo o lábio para a visão que se apresentou, desceu os lábios pela clavícula de Callie, beijando e lambendo o caminho por seu peito recém descoberto, contornou a borda do sutiã vermelho de renda que ela usava, fazendo os mamilos saltarem sobre o tecido delicado, tornou a descer seus lábios sobre a renda até chegar ao mamilo rijo, beijou e mordeu o local com delicadeza fazendo a latina se contorcer com a sensação de seu corpo excitado, repetiu o mesmo processo com o outro, olhando diretamente para os olhos castanhos que estavam negros naquele momento.

Callie ainda estava ajoelhada na frente de Arizona, então a loira levantou o rosto a altura do dela, de costas foi se arrastando sobre a mama, se apoiando nos cotovelos.

- Vem - fez sinal com o dedo para que a morena que estava atenta observando seus movimentos segui-la.

Sem pestanejar ela engatinhou sobre o corpo alvo de sua noiva, subiu distribuindo beijos por todo o caminho até chegar ao lábios rosados da loira, os quais tomou em um beijo cheio de luxúria, as mãos de Arizona envolveram o corpo latino, deslizava as unhas sobre as costas dela parando no feixe do sutiã, onde se desfez do mesmo com uma habilidade ímpar, continuou com suas unhas arranhando cada parte do tronco desnudo da latina, vendo sua pele arrepiar com seu toque, desceu as mãos até os seios agora sem nada os cobrindo e os apertou com certa força o que fez Callie arquear as costas ao contato, uma das mãos voltou aos cabelos negros os agarrando com força, enquanto a outra trabalhava no mamilo moreno, apertando, puxando e dando alguns beliscões.

- Tá na hora de tirar essa shorts, quero sentir você - a loira sussurrou no ouvido dá latina e depois mordeu o lóbulo de sua orelha

Inverteu as posições deixando a latina por baixo do seu corpo, ficou de joelhos entre as pernas bronzeadas, arrastou as unhas por elas causando arrepios na mulher, desbotou o shorts lentamente deslizou ele sobre a pernas torneadas de Callie trazendo junto sua calcinha, parou por um momento admirando a beleza da mulher que agora era sua noiva mordendo o próprio lábio em excitação.

- Acho que agora você quem está com roupa demais - a latina se apoiou sobre os ombros fitando a loira que mantinha um olhar de luxúria sobre ela.

- Vamos resolver isso então - piscou para ela e levou as mãos para trás abrindo o feixe do seu sutiã, deslizou as alças pelos braços e o lançou para longe.

Callie levantou mais seu corpo ficando sentada sobre seus joelhos frente a frente com a loira, enlaçou seu pescoço e tomou seus lábios em um beijo, desceu os beijos pelo pescoço até chegar aos seios perfeitamente excitados de sua noiva, eles eram perfeitos na sua opinião, redondos, branquinhos, com os bicos rosados e do tamanho exato para suas mãos, contornou os mamilos com a língua sem tocar diretamente neles, a loira acabou empurrando os mesmo em direção a morena, enquanto sua boca tomava os seio, uma mão segurava sua cintura dando apoio e a outra brincava com o outro seio, apertando e estimulando, ela deu a devida atenção aos dois, então a loira a empurrou não com muita força, mas o suficiente para fazê-la se afastar e se levantou deixando a morena um pouco atônita com o ato, se inclinou e ficando a centímetros do rosto de Callie, olhou em seus olhos abriu um sorriso sedutor, segurou seu queixo com força e ameaçou um beijo, a morena fechou os olhos esperando mas a loira se afastou, passou as mãos por seu próprio corpo, apertou seus seios e foi descendo até o cós de sua calcinha, e começou a descê-la vagarosamente, quase que como uma tortura para a latina que admirava a cena, mas o movimento seguinte surpreendeu a loira, Callie a puxou com força pela bunda e afundou seu rosto entre as pernas de Arizona, beijou seu sexo pulsante, fazendo a loira perder o equilíbrio por um segundo, mas ela a segurou firme enquanto serpenteava a língua sobre toda a extensão do sexo da noiva, indo e voltando do em uma tortuosa lentidão, chegou ao clitóris onde deu mais atenção, sugando com força o ponto pulsante, puxou uma das pernas dela para ficar sobre seu ombro dando mais acesso à intimidade da loira, desceu a língua e penetrou ela vagarosamente em seu interior, Arizona puxava os cabelos negros e pressionava o rosto da latina sobre se sexo para tentar obter o alívio que tanto almejava.

- Mais rápido - falou quase gritando, e Callie atendeu prontamente seu pedido e voltou a sugar seu clitores com vontade até a loira se desmanchar em sua boca jogando a cabeça para trás e abrindo a boca em um um perfeito ó quando atingiu o clímax e ela tomou tudo que lhe foi oferecido.

Depois de se acalmar a loira volta ficar de joelhos frente a morena, usa sua mão direita para correr o corpo a sua frente, faz um leve carinho nas bochechas de Callie, descendo lentamente fazendo a morena estremecer ao toque, quando chega a intimidade da latina ela para.

- Me acompanhe amor - se inclinou para falar no ouvido da morena - separe as pernas um pouco.

Então elas começam a se tocar em sincronia, elas vão estimulando o clitóris uma da outra a princípio lentamente, enquanto seguram os cabelos uma da outra para um beijo urgente, os dedos intensificam a fricção sobre o clitóris inchado e excitado uma da outra, o beijo começou a ficar desajeitado, pelos gemidos que não podiam conter, ambas estavam muito perto.

- Eu preciso de mais - Callie falou entre gemidos.

E a loira deslizou dois dedos para dentro dela de uma só vez, a latina uivou como um animal, é a loira começou a estoca-la rápido e forte, a morena quando deslizou seus dedos para dentro da noiva também tentado acompanhar seu ritmo, mesmo com seu corpo entrando em combustão, a morena chegou primeiro quando a loira estimulou seu clitóris com o polegar sem parar de bombear seus dedos com rapidez para dentro de seu sexo, e Arizona não parou queria ver Callie no seu limite e ela já estava próxima do seu ápice, as respirações estavam pesadas, os gemidos cada vez mais altos quando chegaram juntas ao orgasmo, caíram deitadas lado a lado cansadas, ofegantes e felizes.

- Isso foi intenso - Callie disse antes de beijar a testa de Arizona.

- Foi sim - a loira falou quase sem ar.

- Mas não acabou - sorriu para a loira e subiu em seu quadril.

- Insaciável essa minha noiva - mordeu o próprio lábio.

- Você não viu nada meu amor - sussurrou em seu ouvido e mordeu sua orelha logo em seguida.

Sua boca passeia por todas as curvas do corpo alvo a sua frente, devotadamente ela deu atenção a cada parte da loira, beijando lambendo, nos seios ela demora um pouco mais sugando, mordendo os mamilos excitados e sensíveis, continua seu caminho parando entre as pernas de Arizona, que está contraindo o corpo em expectativa, beija seu púbis lentamente, faz isso sem tirar os olhos de sua loira que fica sobre os cotovelos para olhar os próximos movimentos de Callie que por sua vez dá um sorriso pra mesma e sem demora passa a língua debaixo para cima na intimidade de Arizona, repete algumas vezes devagar, arrancando suspiros da loira. Logo depois abocanha o clitóris com vontade fazendo Ari arquear o corpo e deitar se novamente Callie toma isso como impulso para ir mais rápido nos movimentos, sugando e lambendo com vontade aquela área sensível ,passava a língua de cima pra baixo, debaixo pra cima, em círculos e o sugava novamente, quanto mais Arizona gemia com mais vontade ela chupava.

- Callie abre mais as pernas de sua noiva a deixando mais exposta.

- Estou tão perto calliope - seu corpo já dava pequenos espasmos.

Então resolveu aumentar suas investidas,dando o que a mesma tanto queria, subiu uma das mãos pelo abdômen da loira até chegar nos seios onde começou a massageá los dando apertos fortes e brincando com o mamilo. Logo depois penetra a noiva com dois dedos sem aviso tirando um gemido alto da mesma, começa a estocá la rápido e fundo e sem parar de chupa lá , estava fudendo a loira de dois jeitos de uma vez só, mas ela para seus movimentos fazendo Arizona a olhar frustrada e irritada.

- Calliope, isso não se faz - sua voz era de pura raiva e a morena não se conteve e deu uma risada alta que pareceu irritar ainda mais a loirinha.

- Calma - subiu tomando os lábios da loira, compartilhando seu gosto - vamos juntas novamente.

Sem dizer mais nada Callie, voltou a se ajoelha entre suas pernas a separou gentilmente e sentou de costas sobre uma das coxas da mulher se afastou até que os sexos se tocassem, então com um vai e vem lento, intercalados com reboladas causando excitação em ambas, foi aumentando a velocidade, usou a perna da loira como apoio e se esfregou com força sobre ela, os clitores molhados se atritavam com tanta intensidade que ela tinha dificuldade para manter o ritmo, a loira segurou sua cintura auxiliando e nos movimentos.

- Oh Callie.. eu estou tão perto.. mais rápido - a loira falava entre gemidos.

- Eu estou quase também - cerrou os dentes e esfregou com mais força - eu vou gozar em você.

- Goza pra mim gostosa - apertou sua bunda.

Foi o que bastou, para Callie se desmanchar em um gozo, seu corpo tremeu pelo orgasmo intenso, arqueando suas costas e cravando as unhas na coxa da loira, mas ela não parou os movimentos, seu corpo exausto e seu suor escorrendo pelas costas ela queria que a loira atingisse seu clímax também, o que não demorou muito a acontecer quando sentiu o líquido da latina escorrendo entre suas pernas e diminuído ainda mais a fricção entre os sexos. Elas caíram exaustas na cama, Arizona se arrastou até ficar de frente a sua amada.

- Você acabou comigo - beijou seu rosto, seu nariz e depois a boca de Callie.

- E você comigo - sorriu enquanto retirava alguns fios de cabelo que estavam grudados a testa de Arizona pelo suor.

- Eu te amo Calliope, você me faz a mulher mais feliz do mundo - passou seus braços pela mulher e afundou seu rosto em seu peito.

- Eu também te amo e sou a pessoa mais sortuda do mundo por ter seu amor - beijou a cabeça loira com carinho.

 

Uma semana depois.

 

Callie estava voltando do trabalho, ela estava praticamente morando na casa da loira apenas por ser mais confortável para Nicolas, mas queria muito discutir com a loira sobre comprarem uma casa nova do jeito delas, para morarem depois do casamento, queria entrar de cabeça em uma nova vida com sua pequena família e o ponta pé inicial seria depois que trocassem alianças frente a seus amigos e finalmente se tornassem esposa e esposa, poderia parecer clichê mas ela sentia que precisava daquilo para sentir se completa.

- Cheguei - anunciou assim que passou pela porta.

- Na cozinha - escutou a voz da loira vindo do outro cômodo, deixou a bolsa com as chaves sobre o sobre o sofá e seguiu, até ela.

- Boa noite - beijou o rosto da loira que estava cozinhando o jantar.

- Isso cheira bem - se aproximou inalando o aroma das molho que ela preparava.

- Macarrão com molho branco, espero que agrade - sorriu e se virou beijando a morena.

- Com certeza agrada - abraçou a cintura - não mais do que quem está preparando - levantou a sobrancelha sugestivamente.

- Está galanteadora hoje senhorita Torres - seu sorriso de covinhas estava presente.

- Você me deixa assim - deu de ombros - onde está nosso menino? - mudou o rumo da conversa.

- Está com a April, ela o levou para um passeio, vai chegar exausto com certeza - voltou a mexer as panelas.

- Eu preciso falar com você um assunto chato - se sentou no banco perto do balcão da cozinha.

- Pode falar - olhou atenta para a morena.

- Bom, o julgamento de Lauren finalmente foi marcado - levantou e começou a pegar os pratos para pôr a mesa.

- Mas isso é bom, não é? - ficou confusa - não me diga que ela tem chances de sair impune - um arrepio percorreu sua espinha.

- Não é isso fique calma, ela não vai escapar da cadeia e eu vou garantir isso - a loira pareceu voltar a respirar - mas sabe que o Nick vai ter que fazer o reconhecimento antes do julgamento.

- Mas ele já viu a foto e não a reconheceu - falou desanimada - não quero meu filho revivendo aquele sequestro e muito menos que se aproxime daquela mulher.

- Eu sei meu amor nem eu quero isso - se aproximou e segurou sua mão tentando passar uma confiança que nem ela tinha certeza de ter - mas infelizmente ele vai ter que fazer isso, mas eu garanto que ele não terá nenhum contato com ela.

- Porque isso Calliope? - seu desânimo era evidente.

- Porque na foto ela está loira, ele a conheceu com uma peruca de cabelos escuros já faz mais de um ano e ele é uma criança o testemunho dele já não é muito confiável, por isso essa é a única alternativa, acredite eu queria que houvesse outra - ela também se sentia frustrada.

- Esse pesadelo parece não ter fim - sentaram se juntas na mesa de jantar já posta.

- Está acabando eu juro - segurou a mão da loira - e quando acabar vamos ter uma linda vida juntas, como uma família e vamos ficar velhinhas e chatas implicando uma com a outra, isso tudo juntas.

- Você vai ser uma velha bem chata - abriu um pequeno sorriso.

- Hey, vou ser uma velhinha descolada, você vai ser a chata - fez um bico.

- Você vai ser a minha velhinha e isso é o que importa - segurou o queixo da morena com uma mão e selou seus lábios nos dela.

Começaram o jantar de uma maneira mais leve, as duas eram o ponto de apoio em meio a tempestade uma da outra, então mesmo quando as coisas pareciam difíceis elas conseguiam contornar da melhor maneira possível, apenas apoiando uma a outra. April chegou pouco depois do jantar com Nicolas dormindo em seus braços, eles haviam passado a tarde em um parque de diversões e ao que parece ele esgotou suas energias junto com a madrinha. A ruiva passou um tempo conversando com o casal depois de por o pequeno para dormir, ela tentou pressionar Callie por uma data para o casamento, foi difícil desviar daquela mulher, estava determinada em fazer a morena resolver o assunto rapidamente, mas ela queria esperar o julgamento passar, Lauren ser condenada e assim poder respirar tranquila e quem sabe ver a noiva fazer o mesmo sabendo que a mulher está presa e não pode mais machuca lá, ainda existia a ameaça fantasma do tal Alex, mas preferia acreditar que com a prisão da Lauren ele simplesmente sumisse para sempre com medo de ter o mesmo destino que a loira, não era a melhor escolha preferia ele atrás das grades também, mas dadas as circunstâncias de não haver provas contra ele a não ser a palavra de Lauren e Arizona, essa era a melhor opção, de qualquer maneira a latina estava preparada para sempre estar ao lado da família que escolheu e defender eles de qualquer ameaça era algo que ela faria com todas as suas armas.

 

1 mês depois

 

Faltavam dois dias para o julgamento de Lauren e era o dia de levar Nicolas até a delegacia para fazer o reconhecimento da mulher, tanto Callie como Arizona estavam apreensivas em como ele lidaria com a situação, foi um episódio traumático que ele teria que relembrar, mesmo não tendo contato com a mulher, elas temiam que ele se abalasse com a situação, então orientadas por uma psicóloga conversaram com ele a semana toda que antecedeu o encontro para prepará-lo e tranquilizá-lo para o que aconteceria. Callie estava terminando de arrumar Nicolas enquanto Arizona se trocava no outro quarto, a loira estava uma pilha de nervos enquanto a morena tentava manter a calma pelas duas.

- Está pronta? - a latina estava com Nicolas no sofá quando Arizona desceu as escadas.

- Não tem outro jeito - falou desanimada, aproximou beijando os cabelos do filho e deu um breve selinho em Callie.

- Hey, vai dar tudo certo - esfregou as costas da noiva - agora podemos ir.

- Mamãe onde vamos? - pulou no colo da loira.

- Lembra que conversamos que você iria com a gente em um lugar para dizer quem foi a moça que te levou aquele dia no parque - Callie quem tomou a frente conversando com o menino que apenas balançou a cabeça em concordância - então nós vamos até lá para que você tente se lembrar dela ok?

- Mas ela não vai me levar de novo, né mamãe? - seus olhinhos medrosos fez a latina engolir seco.

- Claro que não meu amor, ela nem vai chegar perto de você, eu e sua mãe vamos estar com você o tempo todo - afagou seus cabelos loiros.

- Então tudo bem - sorriu - pode segurar minha mão o tempo todo mamãe?

- Claro que sim meu amor - beijou o rosto dele que sorriu tranquilo agora.

- Obrigada - a loira disse em um sussurro.

Saíram em direção a sede do departamento de polícia, era lá que Lauren seria apresentada com outras quatro mulheres como era de costume nesses casos, o depoimento do menino não seria decisivo para a condenação da mulher dadas as circunstâncias, no entanto poderia influenciar se o caso fosse a júri e com essa esperança que as mulheres contavam quando levavam o filho para enfrentar aquela situação. Chegando ao local a loira retirou Nick do carro e os três caminharam de mãos dadas para dentro do prédio, perguntaram na recepção sobre o agente Keller que era seu contato ali e não demorou muito para ele aparecer.

- Senhoras - estendeu a mão para cumprimentar as mulheres.

- Agente Keller - falaram quase juntas.

- Esse deve ser o Nicolas - sorriu dando a mão para o garotinho também.

- Sou eu - devolveu o cumprimento.

- Muito prazer meu nome é Jon - depois se virou para as mulheres - a assistente social já está nos esperando podemos ir até a sala agora.

O agente Keller nos guiou por entre os corredores até uma sala, que parecia ter sido preparada antecipadamente para receber uma criança, havia alguns brinquedos como carrinhos, ursos de pelúcia, brinquedos de montar, tinha um vidro enorme e provavelmente seria atrás dele que Lauren estaria para que Nicolas o reconhecer. Uma senhora na casa dos cinquenta anos, cabelos curtos castanho claro, uma pele pele morena e vestindo um terninho escuro, tinha um sorriso amistoso nos lábios se aproximou assim que entramos.

- Catherine essas são Arizona e seu filho Nicolas - apontou para os dois - e essa é Calliope a advogada deles - a loira pareceu desconfortável com a maneira que o homem apresentou elas.

- É uma prazer conhecê-las - estendeu a mão para as mulheres que responderam prontamente e depois se abaixou um pouco para falar com o menino - você também Nicolas é um prazer conhecê-lo.

- Prazer senhora - ele disse como um homenzinho.

- Vou buscar a suspeita e posicionar as mulheres enquanto vocês conversaram - o agente se despediu e saiu da sala.

- Nicolas o que você acha de escolher um desses brinquedos e depois nós dois conversamos um pouquinho - a senhora voltou a falar com o menino.

- Minhas mamães vão ficar comigo? - ele realmente estava preocupado e isso deixava Arizona angustiada.

- Claro que pode - ela sorriu e ele correu direto para o trenzinho de brinquedo.

Catherine explicou as mulheres como funcionaria o procedimentos ela conversaria com o menino e cinco mulheres incluindo Lauren entrariam na sala a frente e dá maneira mais tranquila possível tentaremos fazer Nick dizer se algumas delas é a mulher que o levou ano passado, ela foi clara em dizer que as mulheres não poderiam ver dentro da sala e era isso que fariam o menino entender usando um pequeno espelho semelhante para que ele visse e assim compreendesse o funcionamento de tudo. Callie segurou a mão de Arizona o tempo todo tentando fazer ela ficar mais calma com toda a situação em que encontravam. Assistiram juntas quanto Catherine conversava com o garoto que estava atento a tudo que ela dizia, ela explicou tudo que iria acontecer ali, mostrou o espelho que do outro lado era como um vidro e ele ficou impressionado como se aquilo fosse um truque de mágica, falou sobre as mulheres que passariam por ali e que ele deveria apontar se visse a que o levou naquela tarde, ele não gostou muito dessa parte e se agarrou a Callie como se ela o pudesse proteger de qualquer coisa.

- Ei filho - ela se abaixou falando com ele - lembra que eu disse que ficaria aqui segurando sua mão - ele balançou a cabeça em concordância - então eu estou aqui, não precisa ter medo.

- Tá bom mamãe - a latina sorriu, parecendo orgulhosa por conseguir passar confiança para o pequeno.

- Então você concorda de ver as mulheres Nick? - Catherine perguntou se certificando que ele estava a vontade.

- Se minha mamãe segurar minha mão eu vou ficar bem - abriu um sorriso sincero para a senhora simpática.

- Então ela vai segurar querido - ela sorriu de volta para ele - podemos começar?

Nick agarrou a mão da morena, enquanto as mulheres concordaram com Catherine, ela foi até um telefone e avisou que estávamos prontos, então uma luz de ascendeu atrás do vidro e em fila cinco mulheres foram entrando e ficando frente ao “vidro” encostadas em uma parede branca, Nick apertou a mão de Callie e ela beijou sua cabeça mostrando que estava ali enquanto também segurava a mão da noiva.

- Nicolas está vendo as mulheres ali? - a senhora perguntou e ele balançou a cabeça em afirmação - então como eu já tinha lhe mostrado naquele espelho, elas não podem ver você mas você pode vê-las, então eu quero que você preste bastante atenção e aponte se alguma delas for a mulher que te levou do parque quando estava com suas mães, ok?

- Tá bom - ele falou um pouco apreensivo.

- Se ela estiver aí não precisa se preocupar e pode nos dizer ok?

- Sim senhora - ele assentiu mais confiante um pouco.

- Então olhe bem cada uma delas e diga se a vir, não precisa ter pressa - ela sorriu mais uma vez para o menino e se afastou um pouco dando tempo a ele para fazer o que lhe foi pedido.

O pequeno se aproximou um pouco mais do vidro sem desgrudar da latina e passou os olhos atentamente por todas a mulheres que estavam ali.



































 



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