História The Secret Besides the Forest - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Horror, Magia, Medieval, Mistério, Misticismo, Originais, Original, Suspense, Terror
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, a feira é na floresta, tá? Essa imagem aí é só uma ilustração para vocês terem noção de como era uma feira medieval. :v e essa aí na imagem é numa cidade.

Capítulo 6 - Arco I. - A Feira do Sir Charles


Fanfic / Fanfiction The Secret Besides the Forest - Capítulo 6 - Arco I. - A Feira do Sir Charles


Eles caminhavam pela mata de Homewood, como se não houvesse problema algum. Mas também eles não sentiam medo de nada, pois estava de dia e Harvey lhes assegurou que o único perigo era ao cair de noite e nos dias de chuva. Mas estranhamente, a chuva cessou e um sol escaldante tomava conta do local. 

Nossos jovens estavam caminhando na mata, já que seu cavalo havia fugido para o Sul. Enquanto eles caminhavam, eles conversavam com Harvey a respeito da tal feira.

Alana: - E quem é esse sir Charles?

Harvey: - Ele é um humano como vocês! Diz ter vindo de algo chamado século 20, sei lá. Segundo ele, foi atingindo por uma arma que ele disse que soltava  um treco chamado bala, no abdômen, quando fugia de uma coisa chamada nazista e acordou aqui. 

Alana: - Ele deve ter caído no rio, ou em algum outro rio que ligue o mundo a este mundo aqui...

Jeremy: - E pelo visto ele vem da Segunda Guerra Mundial.

Harvey: - Vocês falam de coisas estranhas e nada normais. Como pode ter uma Guerra Mundial? E como pode ter um mundo dentro do outro? - Ela ria, achando que o que eles falavam eram lorotas.

Alana: - Eu que o diga, eu que o diga...

Minutos percorrendo a floresta e em uma longa parte de diálogos entre os mesmos, eles já puderam ouvir gritarias e anúncios vindos dalí de perto.

Harvey: - Estamos quase lá!

Jeremy: - O que vamos encontrar lá?

Harvey: - Tudo e mais um pouco!

Alana: - Quem eventualmente vai lá?

Harvey: - Nossa, vocês são curiosos hein! Nunca foram em uma feira mágica?

Alana/Jeremy: - Não.

Harvey: - Ata. Pois bem, orcs, trolls, ghûls, licantropos, vampiros híbridos que conseguem andar no Sol, humanos, fadas, goblins, drows, elfos, duendes, centauros, harpias e por aí vai!

Jeremy: - Caralho!

Harvey: - O que é um caralho? Não tem essa raça aqui...

Alana: - Jeremy! - Tapou a boca dele, ficando constrangida. - Ah, bem, não é nada...

Harvey: - Hum, então tá...

Jeremy: - E o que era aquela árvore que me atacou?

Harvey: - Aquilo era um Ent!

Alana: - E o que é?

Harvey: Os Ents são uma raça muito antiga que apareceram no mundo junto com os Elfos. Ents foram tidos como Pastores das Árvores, para protegerem as florestas dos Orcs, Ogros, e outros perigos. Embora os Ents fossem criaturas sentientes na época de seu despertar, eles não sabiam como falar até os Elfos os ensinarem. 

Jeremy: - Mas o que me atacou não era tão bonzinho não.

Harvey: - Nem todo mundo é bom em Sailor's World, o Ent que te atacou, pelo tamanho do cepo de madeira dele, devia ter uns 3 metros, são conhecidos como Evilwoods. Enquanto aos mais bonzinhos têm seus próprios nomes. Conheci um chamado Kukan.

Jeremy: - Entendi...

Após alguns minutos passeando na mata, eles ouvem sons e vozes, quando se aproximam mais da floresta, encontram finalmente a feira! Eles ficaram espantados com o tamanho absurdo dela, tendo mais de 1km de extensão. E lá vendia de tudo mesmo!

Jeremy: - Nossa!!! - Ele viu tudo ali, alimentos, bebidas, armaduras, espadas, escudos, animais filhotes para serem domesticados, como dragões e grifos, elixires, poções, amuletos, entre muitas outras coisas.

Alana: - É muita coisa, o que vamos comprar? Aliás, temos dinheiro pra isso?

Jeremy: - Eu estou com 100 dólares aqui.

Alana: - Você acha mesmo que eles vão aceitar dólar aqui, Jeremy?! Porra, viu... - Balançou a cabeça negativamente.

Harvey: - Não aceitamos dólar, nem porra, seja lá o que essas coisas forem... - Coçou a cabeça, confusa. - Nosso dinheiro são dracmas de prata e de ouro. Bronze só é aceito nos mercadores das cidades.

Alana: - Então como vamos comprar mantimentos?

Harvey: - Posso ver seu dinheiro?

Jeremy deu os 100 reais a fada, que com segurou entre suas mãozinhas. Ela era um pouco maior do que a nota.

Harvey: - Eu tenho um feitiço pra isso! - Ela se preparou e puxou fôlego e então pronunciou: - Aura da mata, com um poder de esbanjar; faça este feitiço, tudo transformar! - Ela então um emitiu um brilho dourado sobre a palma da mão, que transformou a nota de 100 em 100 dracmas de ouro. - Pronto.

Alana: - Eu vi na internet uma vez sobre as dracmas, valem muito mais que o dólar. Só depende do valor das coisas aqui...

Harvey: - Nem vou perguntar o que é internet... Vamos indo! Ah, e não contém a ninguém que transformei o papel! Esse tipo de magia é proibida pelo Imperador Zod.

Alana: - Quem é esse? 

Harvey: - O Imperador Supremo de Sailor's World! Ele têm seu reino flutuante nas nuvens acima da cidade do Rei Krell, seu fiel Primeiro Ministro. Eles vêm tentando matar o Cavaleiro Negro há anos, mas nunca têm sucesso... 

Alana: - Entendi... Mas vamos indo, temos que achar um local para dormir também.

Harvey: - Por quê não compram uma tenda mágica? Ela parece uma tenda normal mas por dentro ela é do tamanho de um chalé. E o melhor, ela se monta e desmonta sozinha! Têm vida própria...

Jeremy: - Uou, e por quanto sairia? 

Harvey: - Umas 80 dracmas...

Jeremy: - Pô! Vamos ficar só com 20?

Harvey: - Calma, o que mais querem comprar?

Jeremy: - Não sei, talvez algo mágico para nós protegermos da Praga, sei lá!

Harvey: - PSST! Não fale o seu nome! - Ela sussurrou para ele, vendo pessoas ficarem bravas ao redor por ele ter a mencionado.

Jeremy: - Okay, okay... Vamos. Desculpa.

Eles prosseguiram pela feira, sendo parados por todo tipo de vendedor esquisito, mas eles os ignoravam e prosseguiam para o comprar a barraca.

Vendedor: - Olá bela moça! Gostaria de comprar um de nossos vestidos? Dá mais pura lã e dos tecidos mais finos!

Alana: - Ah não, obrigada... Essa roupa minha já está boa, senhor. - Sorriu, gentilmente.

Vendedor: - Humm, não sabe o que está perdendo.

Outro Vendedor: - Quer uma espada nova? Um arco? Um escudo? De primeira linha!

Jeremy: - Ah, não, obrigado...

Eles foram barrados por vários vendedores, até que estavam livres deles ao chegarem perto do final...

Alana: - Onde compramos?

Harvey: - Na última barraca da feira! A barraca do próprio site Charles!

Jeremy: - Lol...

Minutos após...

Harvey: - Sir Charles? Está em casa?! - Elas abriu as cortinas, entrando. - Sou eu, Harvey!

Charles: - Harvey? Harvey! Você aqui! - Ele estava sentado em sua cadeira no centro da tenda, mas então levantou imediatamente para cumprimentar a fadinha. Ela deu um beijo em sua bochecha e o mesmo sorriu. - O que a trás aqui?

Harvey: - Trouxe amigos, vou guiá-los até o Fauno, eles querem voltar pra casa. - Ela olhou para ele, sorrindo.

Charles era um homem alto, de cabelos grisalhos escuros, pele branca, olhos azuis, vestia botinas pretas, luvas pretas e uma armadura gasta de metal simples. Ele era muito rico e tinha vários colares de ouro sobre o pescoço.

Charles: - O que...? 

Foi quando ele viu Alana e Jeremy entrarem, e então logo de cara notou que eles não era de Sailor's World, e logo indagou:

Charles: - Como vieram parar aqui?

Jeremy: - É uma história curiosa...

E após eles contarem, ele então pôde crer que não foi o único a parar alí por um motivo estranho.

Charles: - Eu sabia que eu não era o único! Eu sabia! - O homem ficou empolgado e então foi até eles, cumprimentando-os com prazer. - Prazer em conhecê-los! Meu nome é Charles Courth, sou um alemão que fugi naturalizado americano. Foi caçado assim pelos nazistas e acabei levando um tiro... Não sei o que aconteceu, mas quando eu acordei estava aqui. Eu estava no meio da floresta correndo quando pulei sobre um pequeno riacho. Mas eu consegui lucrar aqui, vendi meus artefatos do mundo dos humanos e todos se interessaram. Eu investi, e hoje sou dono da maior feira de Sailor's World! Ganhei o título de "Sir", após ser respeitado por toda a região. E aparentemente eu não envelheci também...

Alana: - Estranho... É muito curioso também!

Jeremy: - Foi quase a mesma coisa com a gente! Mas caímos num rio quando procuravamos por nosso cachorro!

Charles: - Entendi, é mesmo uma pena que tenham vindo parar aqui... Pois não há como sair, eu já tentei, e não achei nada.

Alana: - Mas e o Fauno?

Charles: - Eu não chego lá, estou velho pra isso, e o Unknown impede quem tenta se aproximar daquele perímetro...

Alana: - Quem é o Unknown?

Charles: - Mas enfim! - O mesmo mudou de assunto. - O que querem comprar?

Alana achando estranho ele não falar, olhou para Jeremy, e depois, receiosos, responderam a pergunta dele.

Alana: - Ah, bom, a gente queria uma Barraca Mágica, e alguns suprimentos para comer com o resto das dracmas.

Charles: - É pra já...

Minutos depois, ele pegou tudo, entregando a eles uma sacola com alimentos, carne, frutas e garrafas com bebidas e sucos, tudo com as 20 dracmas, enquanto com as 80 dracmas ele lhes deu a barraca.

Charles: - Aqui está...

Alana: - Muito obrigado! Agora devemos partir... Quando mais cedo chegarmos no Fauno melhor... Devemos voltar.

Charles: - Boa sorte em sua jornada, meus jovens. Ah, e levem consigo! - Ele correu para suas escadarias, subindo, chegando até o teto, onde havia um sótão. Ele abre e logo na frente do mesmo havia um grimório de magia. Ele desceu as escadas com o grimório em mãos. Ele entregou para os jovens, nas mãos de Alana. - Levem isso consigo. Se quiserem sobreviver, vão ter que aprender magia... A defesa por espadas não é uma das melhores. Eu estou disposto a ajudar vocês. Eu não tenho muito o que fazer no mundo dos humanos, se não eu voltaria com vocês. Minha esposa e filhos foram mortos, eu, após tentar ajudá-los, tive que fugir e acabei sendo pego também... Só me resta dor e minha feira agora. Mas vocês ainda têm uma vida pela frente! Vão! Corram! Antes que a Praga venha! Tudo fica frio com ela aqui... 

Harvey: - Ghh... Já me dá calafrios só de pensar! - Pousou no ombro de Jeremy, assustada.

Jeremy: - Muito obrigado, sir Charles! Espero que encontre sua paz e viva muito...

Charles: - Sim, meu jovem! Pode deixar! Aliás, Harvey!, leve eles ao Ferreiro Jonas! Ele pode conseguir uma armadura novinha para o Jeremy, e talvez uma também para a jovem Alana.

Alana: - Pra mim?

Charles: - É! Afinal, aqui só sobrevive quem sabe lutar...

Harvey: - Pode deixar! Então, vamos?

Alana/Harvey: - Vamos! - Eles caminham para a saída.

Jeremy: - Muito obrigado mais uma vez! Adeus!

Charles: - Vão pelo Sol! Pois nas sombras, há coisas muito desagradáveis que os mais cruéis dos demônios temem em Sailor's World...


Notas Finais


Obrigado! ^3^


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