História The Secret Life of Daydreams - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Hinata, Naruhina, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Visualizações 77
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 5th


A distância de uma breve caminhada de Longbourn vivia uma família de quem os Haruno eram especialmente íntimos. Sir. William Yuhi fora havia tempos comerciante em Meryton, onde juntava uma riqueza razoável e obtivera a honra de receber o título de cavaleiro por um discurso ao rei pronunciado enquanto era prefeito. 

A honraria talvez tenha sido demasiada para ele. Levou- o a perder o gosto pela profissão e pela pequena cidade comercial onde vivia; e, abandonando ambas as coisas, mudara-se com a família para uma casa a cerca de uma milha de Meryton, chamada a partir de então de Mansão Yuhi, onde podia meditar prazerosamente sobre a própria importância e, livre de negócios, ocupar-se exclusivamente em ser gentil com todos, pois, embora orgulhoso de sua nova condição, não se tornou arrogante; ao contrário, era só atenção com todo mundo. Inofensivo por natureza, afetuoso e atencioso, a apresentação em St. James tornara-o cortês.

Era lady Yuhi uma excelente mulher, mas não inteligente demais para ser ótima vizinha da sra. Haruno. Tinham muitos filhos. O mais velho deles, uma moça sensata e inteligente de cerca de vinte e sete anos, era amiga íntima de Sakura.

Que as srtas. Yuhi e as srtas. Haruno se reunissem para conversar sobre o baile era algo absolutamente necessário; e a manhã seguinte à festa trouxe as primeiras a Longbourn para ouvir e falar. 

- Você começou bem a noite, Mirai! — disse a sra. Haruno com um tom divertido à srta. Yuhi — Você foi a primeira escolha do sr. Uzumaki.

- Sim, mas ele pareceu preferir a segunda.

- Ah! Você deve estar se referindo a Hinata, pois ele dançou com ela D-U-A-S vezes. Com certeza pareceu que ele a tivesse admirado... de fato, estou propensa a acreditar que sim... Ouvi algo a esse respeito... mas não sei bem o quê... algo sobre o sr. Aburame.

- Talvez você esteja se referindo ao que escutei sobre ele e o sr. Aburame; eu não lhe contei? Quando o sr. Aburame perguntou a ele o que achara de nossas festas de Meryton, e se não concordava que havia muitíssimas mulheres lindas no salão e QUAL, em sua opinião, era a mais bonita, ele respondeu de imediato à última pergunta: “Ah! A mais velha das srtas. Haruno sem duvida; não pode haver duas opiniões a esse respeito.”

- Meu Deus! Bom, isso é muito enfático... até parece que... mas, afinal pode não querer dizer nada...

- O que eu ouvi foi muito mais interessante do que o que você, Sakura, ouviu — disse Mirai. — O sr. Uchiha não é tão digno de ser ouvido quanto o amigo, não é verdade?... coitada da Sakura!... ser apenas suportável.

- Por favor, não ponha na cabeça de Sakura que ela deve zangar-se com essa afronta, pois ele é um homem tão desagradável, que seria uma verdadeira desgraça ser apreciado por ele. Disse-me a sra. Long, na noite passada, que ele se sentou ao seu lado durante meia hora e nem sequer abriu a boca. 

- Tem certeza, minha senhora?... Não haverá aí algum pequeno engano? — disse Hinata. — Tenho certeza de ter visto o sr. Uchiha a conversar com ela. 

- Ah... porque ela enfim lhe perguntou se estava gostando de Netherfield, e ele não teve como deixar de responder a ela. A sra. Long me disse que ele ficou irritadíssimo por terem-lhe dirigido a palavra. 

- Disse- me a srta. Uzumaki — tornou Hinata — que ele não é nunca de falar muito, a não ser com os conhecidos mais íntimos. Com eles, ele é muitíssimo agradável.

- Não acredito em uma só palavra disso tudo, querida. Se ele fosse assim tão agradável, teria dirigido a palavra a sra. Long. Mas posso imaginar o que se passou; todos dizem que ele tem o rei na barriga, e aposto que ele ouviu falar que a sra. Long não tem carruagem e chegou ao baile em uma chaise alugada. 

- Não me importa que ele não tenha conversado com sra. Long — disse a srta. Yuhi —, mas gostaria que ele tivesse dançado com Sakura. 

- Da próxima vez, Sakura — disse Mebuki —, eu não dançaria com ele se fosse você.

- Acho, minha mãe, que posso prometer-lhe que jamais dançarei com ele.

- O orgulho dele — disse a srta. Yuhi — não me ofende tanto quanto de costume, pois tem uma desculpa. Não é de admirar que um jovem tão distinto, com família, riqueza, tudo a seu favor, tenha a si mesmo em alta consideração. Ele tem o “direito” de ser orgulhoso, por assim dizer. 

- Isso é verdade — replicou Sakura —, e eu não teria dificuldade em perdoar o orgulho dele, se ele não tivesse ferido o meu. 

- O orgulho — observou Temari, que se gabava da solidez de suas reflexões — é um defeito muito comum. Por tudo o que já li, tenho certeza de que é muitíssimo comum mesmo; a natureza humana tem uma inclinação especial para esse defeito, e pouquíssimos dentre nós não nutrem um sentimento de complacência para consigo mesmos, sob o pretexto de uma ou outra qualidade, real ou imaginária. Vaidade e orgulho são coisas diferentes, embora sejam palavras usadas muitas vezes como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho está mais ligado à opinião que temos de nós mesmos; e a vaidade, ao que os outros pensam de nós. 

- Aham!... Claro, querida... porque não vai dar uma volta? Tomar um pouco de ar fresco, hein? Vai fazer bem. — disse Mebuki.

- Mas eu estou bem aqui! Não vejo o porquê de ir... 

- Vá logo, Temari! Anda! Sem reclamar. 

Temari saiu a passadas fortes e bufadas, incrédula que havia sido expulsa da conversa apenas por expressar sua opinião. 

- Essas crianças de hoje em dia... dizem cada coisa... então, onde estávamos mesmo? — disse Mebuki.

- Se eu fosse tão rico quanto o sr. Uchiha — exclamou um dos meninos Yuhi, que viera com as irmãs —, não ia preocupar-me por ser orgulhoso. Teria uma matilha de cães de caça e beberia uma garrafa de vinho por dia. 

- Então você beberia muito mais do que deveria — disse a sra. Haruno —, e, se eu pegasse você fazendo isso, tiraria imediatamente a garrafa da sua frente. 

O menino protesto que ela não faria isso; ela continuou a declarar que sim, e a discussão só terminou quando a visita acabou. 



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