História The Seer. (Yoonmin) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jimin, Kpop, Lemon, Min Yoongi, Minyoon, Park Jimin, Suga, Sugamin, Visão, Yaoi, Yoongi, Yoonmin
Visualizações 213
Palavras 2.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, Oi. ♡

Chegou a que posta capítulo novo em plena quatro da madrugada auehaueh

Espero que gostem.

Boa leitura e até as notas finais.

Capítulo 7 - O beijo previsível imprevisível.


Min Yoongi arregalou os olhos com oque tinha acabado de fazer, não era para ser tão apressado assim! Se pudesse ter o poder de voltar no tempo... O faria com certeza. Ou não.

— C-claro. — Gaguejou com vergonha, saindo de cima de quem tanto amava.

O clima durante o jantar obviamente ficou estranho. Os funcionários disseram que não possuía nenhum tipo de problema, pois claro, era Min Yoongi, e o mesmo era super respeitado em qualquer lugar que passava.

Jimin estava envergonhado com suas bochechas vermelhas desde então, mas ainda assim, estando adorável para o outro. Eles ficaram quietos durante todo o passar do jantar, tornando-se insuportável para ambos.

Yoongi pagou as contas que haviam feito, e depois, deu um aceno para que seu Dongsaeng fosse junto a ele para o carro.

A cabeça dos dois garotos estavam um turbilhão, não sabiam como reagir ou falar, simplesmente não sabia o que fazer. E com isso a viagem prosseguiu inteiramente quieta. A única coisa que proferiram foi Jimin dizendo onde era sua residência.

Quando Yoongi parou em frente com seu carro extremamente caro na frente da casa de Jimin, eles simplesmente fitaram o nada, sem saber nem ao menos como se despedir.

— M-me desculpe pelo acontecido de hoje, Jimin... — Yoongi tomou fôlego e proferiu. Afinal, tinha sido ele quem tomara a iniciativa do beijo. — Me desculpe mesmo e-

— Eu gostei, hyung. — Jimin sorriu timidamente fofo, ainda fitando suas mãos apoiadas no jeans preto.

— C-como? — Babulciou Yoongi nervoso.

— Eu gostei, Sunbae. — Tomou coragem e fitou suas orbes intensas, que brilhavam. — Obrigado pela noite, preciso ir.

Por um instante, Min Yoongi ficou imóvel e uma visão logo veio em sua mente.

"— Obrigado pela noite, preciso ir. — O menor disse se aproximando de si e depositando um selar em seus lábios."

No mesmo instante, olhou para o outro que estava ao seu lado, sorrindo.

Em uma atitude sustentável, Jimin se aproximou perigosamente de seu chefe e depositou um selar no próprio. Yoongi arregalou os olhos. Foi exatamente como a segundos atrás, sem tempo ao menos para se preparar.

Jimin sorriu por último e saiu, deixando seu CEO intrigado. Como ele poderia ser tão previsível imprevisível?

(...)

Dentro de seu quarto, Jimin pensava e repensava no beijo que seu chefe havia lhe dado e como ele retribuiu tão rapidamente a isso. Como alguém podre de rico iria querer alguém pobre, burro e derrapado? Não entendia.

Tocou seus lábios não acreditando no que tinha acontecido. E seus sentimentos por Bonnie-Noona? O que havia acontecido?

Não muito diferente de Yoongi, Park também era um ser sozinho. Desde que sua mãe entrou em coma, aquela casa que seu pai havia deixado antes morrer de um terrível tumor, era só dele. Ele não havia conhecido seu genitor pois o mesmo faleceu dois meses antes de Jimin nascer

Normalmente, o loiro jogava alguns games e depois dormia, mas naquela noite, nem tempo para seus queridos jogos teria, pois sua cabeça estava cheia demais para tal coisa.

Após ter tomado um banho quente, Jimin dobrou com muito cuidado a roupa a roupa que o outro tinha lhe emprestado e por fim deitou-se em sua cama, que apesar de não ser uma das melhores, ele tanto amava.

Em sua mente só corria pensamentos sobre a noite que acabara de vivenciar. Obviamente cada momento passado, não seria esquecido nem um segundo sequer. Jimin não sabia ao certo se aquilo havia sido um encontro, mas era muito parecido com os que via nos doramas. Tirando o fato de que os protagonistas levavam a toalha da mesa consigo, pois isso só acontecia com Park Desastre Jimin. Mas se tivesse sido, aquele era o seu primeiro.

O fato do mais novo ter gostado de seu CEO té-lo beijado acidentalmente não o atormentava, mas sim o de ele ter dito aquilo para o outro e retribuído tão descaradamente e imprevisível. Queria morrer de tanto arrependimento. Nunca havia agido de modo impulsivo daquela forma, e por mais que quisesse esquecer aquilo por um milésimo sequer, não conseguia.

Por outro lado, Min Yoongi se encontrava quase na mesma situação. A única diferença era a certeza que ele tinha de quem amava verdadeiramente, e de quem queria passar o resto de sua vida.

Seu corpo só faltava explodir de tanta alegria que cuspia. Não podia acreditar no que havia acontecido a horas atrás.

Com seu celular em mãos, o empresário encarava o número do seu amado que tinha digitado segundos atrás. Queria muito trocar algumas palavras com o outro, saber como ele estava ou algo do tipo, mas não queria parecer alguém inconveniente ou perturbador, até mesmo porque Jimin podia estar dormindo.

Engano seu.

(…)

As olheiras no mais novo entregava sua noite mal dormida. Por mais que tivesse se mexido de um lado e de outro na tentativa de dormir tranquilamente, o mesmo só conseguiu dormir por duas horas e quase acordou atrasado.

Arrumou-se rapidamente para que desse tempo de levar as roupas de Min para a lavanderia. Não queria as lavar em mãos e correr o risco de acabar estragando ou fazendo algo de errado, afinal, aquelas não eram peças quaisquer, então teria mais cuidado do que tinha com suas próprias.

Após a lavanderia, Park passou numa pequena venda para comprar uma barra de cereal. Não tinha comido nada desde o jantar.

Durante o trajeto até a empresa, o loiro ensaiava o que diria ao seu CEO enquanto mordiscava sua barra de cereal de banana.

Primeiramente, lhe pediria desculpas por ter agido de forma tão inapropriada na noite anterior com seu superior. Depois, tentaria se redimir dizendo que jamais retornaria a cometer o mesmo erro pois não era correto a relação entre chefe e funcionário, pois acabaria — ou não, afetando em algo mais pela frente.

Mesmo sem Yoongi ter dito uma palavra sobre relações, Jimin criava paranoias em sua cabeça. Além do mais, o moreno havia lhe beijado por acidente, já Park, havia feito por puro instinto.

O loiro adentrou o enorme prédio já com o coração nos pés, andando rápido feito um felino. Quem o via, achava que o mesmo estava tendo alguma crise ou algo do tipo, mas não. Era só o seu eu querendo arrumar as coisas.

Não estava fazendo isso por achar certo ou errado, mas além de ter medo de estar adquirindo sentimentos por seu CEO, tinha mais medo ainda de dar tudo errado e sua vaga ali ir por água abaixo.

— CEO-Min, precisamos conversar. — Adentrou a sala que compartilhava com seu chefe. — Olha, ontem a noite foi um erro ter feito aquilo, eu prometo que nunca mais irá se repetir, você pode me punir se quiser! — Disparou as palavras como uma metralhadora dispara balas.

— Park Jimin. — Soltou um pigarro. — Bom dia. — Proferiu sério.

O mesmo estranhou aquilo, então quando decidiu direcionar seu olhar que antes se encontrava no chão, para frente, notou que seu CEO não estava sozinho.

— Droga, droga! — Jimin dizia a si mesmo mentalmente. — Você é burro, Jimin! Burro!

— Este é Kim Seokjin, o mais novo contador. — Min apresentou. — Como você sabe, as coisas aqui na empresa estão fluindo muito bem e de pressa, então, Seokjin estará trabalhando na área da contabilidade com Namjoon.

— M-Muito prazer. Desculpe minha recepção anterior... Seja muito bem vindo. — Fez uma reverência e logo em seguida sorriu para o indivíduo em sua frente. Possuía cabelos loiros claros, sua estrutura era um pouco maior que a do mesmo e pele bem clara.

— Obrigada. Jimin, não é mesmo? — Sorriu apertando sua mão.

Park apenas assentiu e foi em direção à sua mesa de trabalhos, dando início imediato ao preenchimento online de tabelas.

— Bom, se me dão licença, eu tenho um trabalho a começar. — Seokjin proferiu, dócil. — Até quando precisarem de mim. — Curvou-se.

— Trabalhe duro, Kim.

— Darei o meu melhor, CEO-Min. — Disse por fim e se retirou da sala.

O silêncio de vozes emanou no local, ouvindo-se apenas o bater das teclas que Jimin afundava com nervosismo e as mãos trêmulas no notebook.

Ao ver aquela situação, o empresário se segurou para não rir. Não acreditava que o amor da sua vida era alguém totalmente desastrado e confuso. Ele certamente pagaria e ansiava para ver em como os dois acabariam juntos.

— O que ia me dizendo quando entrou, Jimin?

— E-Eu? — Arregalou os olhos quase entrando no computador para evitar contato visual. — Eu me esqueci. — Sorriu sem graça.

— Pensei que estava dizendo que nunca mais iria me beijar e…-

— CEO-Min! — Correu até a mesa do moreno e sentou na cadeira em sua frente. — Não diga isso em voz alta!

— Só tem nós dois aqui, Jimin. — Riu.

Para o loiro, era estranho fato do outro levar isso tão numa boa enquanto o mesmo estava praguejando a si mesmo por dentro.

— CEO-Min, eu peço desculpas. Eu não sou assim, eu juro! Não sei porque agi daquela forma ontem a noite e…-

O menor mal tomava fôlego para dizer as palavras. O que havia ensaiado para falar já havia saído fora de contraste desde que chegou.

— Tudo bem, tudo bem. Não precisa pensar nem se preocupar demais com isso, Jimin. É natural, as pessoas se beijam e não foi tão ruim assim, mas… Eu prefiro com língua. — O inocente Park Jimin arregalou os olhos com aquela resposta.

— CEO-Min você é um pervertido! — Proferiu com as mãos na boca, incrédulo.

Não, Yoongi não estava ficando louco em dizer aquilo de repente. Mas era engraçado o jeito que o outro reagia, e além do mais, não conseguiria nada se não jogasse nada. Quem fica parado é poste.

— Eu, pervertido? — Riu mais uma vez. — Foi você que me beijou, Jiminnie. — Passou a mão pelos fios de cabelo loiros e macios.

— Aigoooo! — Abaixou a cabeça na mesa e a sacudiu. — Me desculpe, CEO! Não irá se repetir.

— Estou brincando. — Ergueu a cabeça do mais novo. — Não pense demais nisso, uh? Está tudo bem. Volte ao trabalho.

Jimin dava graças a Deus por ter um CEO bondoso que não o punisse por suas prezepadas. O via como um verdadeiro anjo, que além de ter o acolhido, não abriu mão depois daquilo.

Mal sabia ele o verdadeiro esquema através daquilo tudo.

— Obrigado, CEO-Min. — Levantou-se indo para sua mesa. — Eu levei suas roupas para a lavanderia hoje cedo.

— Não precisava ter se prestado ao papel. Pode ficar com elas, caíram bem em você. — Proferiu enquanto digitava e-mails.

— N-Não, CEO-Min. Se eu começar a usar roupas desse porte meus vizinhos acharão que virei um ceifador!

— Ãhn? Um ceifador? — Indagou olhando para seu amado, que trabalhava concentrado em seu computador. Era incrível seu jeito inocente e como o mesmo levava as coisas mais sérias para um lado engraçado sem medir esforços. — Eu pareço um ceifador pra você?

— Não foi isso que eu quis dizer, CEO-Min. — Riu. — Agradeço, mas não posso aceitar.

— Que desfeita, Jimin. — Fez bico. — Se não aceitar, não aceitarei o seu pedido de desculpas por ter me beijado.

Yoongi insistia em bater naquela tecla só para ver o menor com suas bochechas rosadas. Se aproveitaria daquilo o quanto pudesse.

— Eu aceito, eu aceito! — Disparou colocando seu rosto à baixo.

— Foi o que eu pensei. — Sorriu ladino.

(…)

Por sorte, o clima pesado que estava no começo, foi-se embora antes que pudessem notar. Além de Min Yoongi estar sempre procurando façanhas para deixar o outro mais confortável, as brincadeiras descontraiam bastante também.

Qualquer um que entrasse na sala enquanto estavam juntos, diria que aquele CEO não era o mesmo. De fato, não era.

O Yoongi, empresário de vinte e seis anos e responsável, mais parecia um adolescente de dezessete, brincalhão, quando estava com Jimin.

— Ainda bem que o Jin está se dando bem aqui, não é mesmo? — Park proferiu vendo o mais novo funcionário no bebedouro sorrindo enquanto conversava com Namjoon.

— Quem é Jin?

— Seokjin. — Acrescentou.

— Hum… E já está chamando ele assim? — Indagou se aproximando de Jimin para ver do que o mesmo estava falando. — Eles vão ficar juntos. — Proferiu referindo-se à Namjoon e Seokjin.

— E como você sabe?

— Eu vejo o futuro, Jimin. — Sabia que o outro não acreditaria se dissesse assim, por isso, havia dito.

— Ah é?

— É. Eu vi os dois juntos, com dois filhos e um cachorrinho chamado Totó. — Na verdade, não havia visto nada, mas como tinham terminado algumas tarefas, resolveu puxar algum assunto e descontrair. 

— É mesmo, CEO-Min? — O encarou com os olhos semi-cerrados. — Então me diga os números da Mega-Sena!

— Pra que? Pra você ficar rico e deixar seu CEO trabalhando sozinho nessa empresa gigante? — Fez drama.

— Eu não deixaria você, CEO-Min. — Sorriu olhando para o moreno. — Gosto de trabalhar aqui. Gosto de passar o tempo com você.

— Sendo assim, você não precisa dos números da Mega-Sena. — Apoiou os braços na mesa e ficou ao lado de Jimin. — Sabe o que eu estou prevendo agora?

— O que, CEO-Min?

— Nós dois comendo um Bulgogi no novo restaurante da esquina.

— Woooo! Eu amo Bulgogi! — Levantou-se animado. — Mas o que você acha que as pessoas pensarão de nos verem comendo juntos? — Perguntou, preocupado. — É que eu sempre almoço com o Namjoon…

— Aiish, Jimin! Não estrague o destino dos outros, uh? Não se esqueça que eu previ! — Continuou com a brincadeira. Se fosse fácil assim contar para o outro que era vidente e ainda acrescentasse o fato dele já o conhecê-lo antes em suas visões, seria bom. Mas como isso estava fora de contexto no momento, o mínimo que podia fazer era uma simples brincadeira. — E é óbvio que as pessoas irão pensar em como está bom o nosso Bulgogi.

— Se o CEO insiste… Então vamos.

A cada segundo que ambos passavam um com o outro, não podia dizer quem nutria mais sentimento.

Mesmo depois de Jimin ter feito a burrada menos burra de ter beijado Yoongi, dessa vez ele agiria normalmente — ou não — e faria que tudo ocorresse tudo bem. 


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui.

Espero que tenham gostado, sz

Comentem o que acharam :3

Até o próximo capítulo, beijos!


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