História The selection - The king's life. (season 2) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Jikook, Kookmin, The Selection
Visualizações 189
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Saga, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


YOOOO MINNAAA SAAAN (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

Advinhem quem não abandonou vocês? Pois ééé
EUZINHA (。◕‿‿◕。)

olha, na minha opinião eu creio que este não é o melhor capítulo que eu já escrevi, pois me encontro com bloqueio criativo (ಥ﹏ಥ) porém eu amo atualizar a fanfic e interagir com vocês(☞゚∀゚)☞ <3

bora ler né meu povo? (¬‿¬)

ATÉÉÉ LÁÁÁ EM BAIXOOOOO <3 ಠ‿↼

Capítulo 4 - Chapter 3


Fanfic / Fanfiction The selection - The king's life. (season 2) - Capítulo 4 - Chapter 3

- Acha que eles se acertaram? – Jimin perguntou ao marido, que acariciava seus cabelos. Era noite, Jun dormia no berço ao lado da cama de Jimin e Jungkook estava sentado na poltrona do outro lado da cama, ainda com o mesmo costume de trocar carícias com o ômega ao fim do dia.

- Tenho certeza que sim, Hoseok não vive sem Taehyung – Jungkook sorriu – Porém eu fico com pena do Tae, acho que um filho é um grande desejo de um ômega, certo?

- Na verdade, não. – Jimin riu baixo – Mas também sim. Um ômega não nasce com esse desejo ou adquire com a adolescência, mas quando somos marcados o desejo disso vem com o tempo, ou claro, as vezes eles pegam a gente de surpresa – Jimin sorriu olhando o pequeno alfa que dormia tranquilamente em seu berço. – Acha que podemos ajuda-lo com isso?

- Ao Taehyung? – Jungkook pensou por um tempo – Bem poderia tentar tornar mais fácil para ele caso queiram adotar.

- Seria ótimo – Jimin sorriu dando um selar em Jungkook, que retribuiu. - Você parece distraído, amor.

- Amanhã vamos sair da ala hospitalar – Jungkook sorriu fraco – Eu tenho uma reunião com o representante da Coréia do Norte... Eu já participei de várias reuniões desse tipo, porém só assistindo meu pai “resolver” as coisas...

Jimin olhou para Jungkook, que por incrível que pareça, parecia inseguro com a situação. Jungkook, sempre tão seguro de sí, rei do país, não estava sentindo-se capaz de encarar uma reunião com o representante do país “inimigo”.

- Kookie – Jimin levou a mão direita aos cabelos do alfa, acariciando-os enquanto a esquerda puxava seus ombros à um abraço terno – Sabe que é capaz de enfrentar. Você já viu seu pai fazer isso tantas vezes, mas tem uma coisa que ele não conseguiu fazer, que talvez você consiga – Jimin colou a testa com a de Jungkook, olhando-o nos olhos e dando um sorriso otimista.

- Que seria? –Jungkook deu um sorriso, ele amava o otimismo do ômega, parecia que uma simples palavra de apoio de Jimin era capaz de transformar um cacto em uma bela rosa.

- A paz, amor! Desde quando eu era pequeno, recebemos ataques da Coréia do Norte e de seus aliados, pessoas daqui se rebelaram contra a monarquia por causa desse homem. – Jimin sorriu fraco – Se pelo menos soubéssemos o que ele quer, e déssemos seja lá o que for à ele, ele nos deixaria em paz.

Jungkook, a princípio, achou aquela a coisa mais louca que Jimin havia dito desde quando eles se conheceram, porém, ao pensar um pouco, ele viu que ele poderia ter razão, que ele poderia conseguir a paz que seu pai tanto desejou em seu reinado.

- Você é realmente imprevisível – Jungkook sorriu – Como acha que posso fazer isso, rei Park Jimin?

- Eu acho que se você apontasse as coisas que essa “briguinha” já causou tanto aqui quanto lá, ele irá ver que já é hora de parar com isso.

- Você é um ômega e tanto, my mochi – Jungkook sorriu puxando Jimin pra um beijo calmo. Jimin retribuiu, acariciando os cabelos da nuca do alfa.

- Sabe que eu te amo demais – Jimin sorriu - E também, eu quero que você seja o melhor exemplo para o Jun. Que ele seja um rei tão bom quanto você será.

- Bem, se ele arranjar um ômega tão bom quanto o meu, eu creio que ele possa...

(...)

O dia seguinte chegou depressa, Jungkook encontrava-se já de pé, acordou muito cedo e não comeu nada. Estava nervoso pela sua primeira ação como rei do país, que é impor-se e tentar resolver a situação dessa guerra tão antiga que reina indiretamente até os dias atuais nas duas Coréias. Jungkook foi à ala Hospitalar, onde seu ômega e seu filho encontravam-se, ambos em um sono profundo. Bem, foi o que ele pensou. Quando ele se aproximou do berço onde o bebê estava, os olhos miúdos da criança abriram-se, um choro fez-se presente. Jungkook pegou-o no colo e fez o possível para que o bebê parasse de chorar, e funcionou quando ele começou a cantar para a criança. Ele o segurava e ninava enquanto cantava uma cantiga infantil coreana.

- Hey, você não quer acordar seu appa, quer? – Jungkook sorriu – Queria que por hoje eu fosse alguém normal, que se preocupa apenas com o seu bem estar, não com o de tantas outras pessoas que eu nunca vi na minha vida – Jungkook riu sem graça – É egoísta da minha parte, não?

- É sim – Ouviu-se a voz de Jimin, que riu baixo. – Creia mais em você amor, lembre-se que há crianças como Jun neste país, você é o protetor delas. – Ele se levantou e selou a cabeça do filho e os lábios de Jungkook.

(...)

Jungkook encaminhava-se à sala de reuniões, pontual, ele chegou na hora marcada, todos os seus ministros e ministros da Coréia do Norte estavam alí, o representante da Coréia estava alí também, e, para a surpresa do rei, seu pai também estava alí.

- Bem, comecemos com nossa reunião. – Jungkook disse firme, com semblante sério e postura ereta – Sabemos que nossos países tem um desentendimento de anos, porém, não soubemos quando ele começou, apenas sabemos o motivo, que claro, era poder. Porém uma coisa que não entendo é por que o senhor continua negando ao pedido de trégua, sabendo que já tem um país para governar. Eu gostaria de novamente propor aos senhores a oferta de paz entre nossos países.

O ditador olhou para o rei com um olhar sério.

- Uma coisa que eu tenho entendimento, príncipe Jungkook, é de que faz pouco tempo que tomou o poder de seu país. Alguém inexperiente não tem a ciência de que temos coisas ao que brigar, tanto no passado quanto no futuro. Nossos ancestrais brigavam pelo país, a ideia de um lado não é a mesma do outro, acabou que o país se dividiu, duas Coréias. Mas isso foi o fim? Não. Pois sabemos o que nossos antigos queriam, e continuaremos a correr atrás disso.

- E o que seus antigos queriam?

O representante riu, chamando a atenção te todos alí para ele. Sua risada carregava sarcasmo, quase como se dissesse “Você já sabe o que eu quero”. O representante apontou o dedo para Namjoon, que apenas observava desde o início, depois para Jungkook, soltando a seguinte frase:

- Queriam acabar com todos os que se opusessem à nossa ideia de governo, e nós conseguiremos isso – Ele disse cerrando o punho.

- Se negará a aceitar a oferta de paz novamente, mesmo sabendo que tantas pessoas morreram e morrerão em vão pela sua decisão? – Jungkook perguntou, mantendo sua postura, mesmo que no fundo sentisse que poderia mandar executar o velho homem naquela mesma hora.

- Gerações nascem e morrem todos os dias, um ou outro não fará diferença.

- Que assim seja, nossa reunião está encerrada.

(...)

- Você fez o que pôde Jungkook, não se culpe por culpa desse homem asqueroso – Namjoon disse suspirando. – Acredite, ele vai negar até morrer. Tentei isto desde quando assumi meu trono, e não será diferente com você.

- Ele parece pior quando está falando diretamente comigo – Jungkook riu – Quando ele estava falando com você ele parecia mais suportável – Foi a vez de Namjoon rir e abraçar o filho de lado, bagunçando seus cabelos.

- Eu estou orgulhoso de você.

- Obrigado. Agora preciso ir ver Jimin.

- Okay.

Jungkook subiu as escadas até o quarto dele e quando abriu a porta viu Jimin brincando com Jun enquanto o trocava, provavelmente ele havia saído da ala hospitalar e chegado ao quarto, dado um banho em seu filho, era tudo o que Jungkook precisava depois de um dia tão conturbado, sua família.

Jimin ouviu a porta abrir e sorriu ao ver Jungkook.

- Olha quem chegou, Jun, diz oi pro rei – Ele disse de forma infantil e riu baixo, pois pareceu que Jun havia sorrido na hora. – Como foi, vossa alteza? – Jimin sorriu segurando o rosto do marido e o beijando. Jungkook havia esquecido o que havia ocorrido mais cedo, como se tivesse entrado em um mundo paralelo e perfeito, onde ele automaticamente ficou feliz com o ômega. Ele retribuiu o beijo abraçando a cintura de Jimin, sentindo as mãos do ômega irem direto à sua nuca e acariciar alí como de costume.

- Não foi a minha idéia de “trabalho divertido” – Jungkook riu – Eu falhei em conseguir a paz dessa vez.

- UAU, Kim Jungkook falhou em alguma coisa? Está brincando? – Jimin riu baixo – Quantas vezes seu appa já falhou nessa missão mesmo? – Ele colou a testa com a de Jungkook – Não se preocupe, você conseguirá da próxima vez, e se não conseguir poderá tentar até ser a vez de Jun o fazer.

- Já disse a você o quanto é incrível? – Jungkook sorriu.

- Me ajude a terminar de arrumar o Jun? Eu irei dar um passeio com ele pelo jardim.

- Claro – Jungkook sorriu.

(...)

 

Depois de um bom tempo caminhando pelos jardins, Jimin, Jungkook e o pequeno Jun encontravam-se sentados no pé de uma árvore, frente ao castelo. Jimin estava no colo de seu alfa com seu filho nos braços, Jungkook acariciava os cabelos vermelho-carmin do ômega, estava tudo tranquilo. Pois é, estava.

Pouco tempo depois a fonte de insegurança de Jimin e de brigas do casal durante a gravidez, chegava em um carro de cor branca e estacionava frente ao jardim, saindo e acenando ao casal. A bela e recatada Lee Mei por algum motivo retornou ao castelo.


Notas Finais


FICO ME PERGUNTANDO O QUE ACONTECEU DE TÃO GRAVE ENVOLVENDO A MEI, E VOCÊS? ಠ_ಠ


EU AMOOOO VOCÊSS (づ。◕‿‿◕。)づ

ATE O PRÓXIMO CAPÍTULO

KISSUS DA TROUXA (づ ̄ ³ ̄)づ (づ ̄ ³ ̄)づ


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