História The seven sins of Seoul - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jhope, Jimin, Jin, Jungkookie, Kpop, Rap Monster, Seul, Suga
Visualizações 36
Palavras 1.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como falamos antes esse capitulo é um começo pra história, portanto, alguns de vocês podem achar parado, mas vai melhorar, aguardem!!

Capítulo 2 - A partida e a chegada!


Fanfic / Fanfiction The seven sins of Seoul - Capítulo 2 - A partida e a chegada!

  Estou nesse exato momento arrumando minhas malas e pensando no que as pessoas diziam pra mim quando comecei a ter aulas de coreano, “pra que você quer aprender isso? Você devia aprender chinês porque é o que está em alta” “acho tão idiota essa sua ideia de estudar naquele lugar”. Todas as vezes que me lembro dessas coisas meus olhos reviram de raiva, mas hoje é o dia que eles vão morder suas línguas, pois vou realizar um sonho que todos desacreditavam, exceto minha mãe, ela sempre me apoiou em tudo e quando disse a ela que iria aprender coreano e iria cursar Belas Artes na Universidade Nacional de Seul, ela sorriu pra mim e disse:

            -Filha, sonhos é o que faz nossas vidas seguirem sempre em frente, se esse é o seu sonho, corra atrás, se esforce, e trabalhe duro pra que ele se realize, pois eu serei o seu suporte e sei que você é capaz de realizar grandes coisas!

            Graças às palavras da minha mãe, eu me esforcei muito e consegui minha bolsa na universidade tão sonhada, todas as vezes que tive um obstáculo ou quando me desanimava eu me lembrava dela e isso renovava minhas forças, por isso, hoje eu sinto uma mistura de alegria e tristeza, estou feliz de estar indo realizar um sonho e triste por ficar longe dela, o que me conforta é que consegui ensina-la a usar o Skype, assim vamos conseguir nos falar. Bem agora que terminei minha mala, vou tirar os pensamentos ruins da minha mente, tomar meu café da manhã e esperar o taxi, afinal meu voo sai meio-dia e já são quase 10 horas, se não me apressar o taxi chega e eu vou ter que viajar com fome.

            – Mãe, o café está... Mãe... – Ao chegar à cozinha vejo minha mãe usando seu habitual vestido florido e com o avental na cintura, seus cabelos castanhos eram curtos e estava com a franja presa por uma presilha, ela já havia arrumado a mesa e estava sentada com uma foto nossa, chorando. – Mãe?

            Ela olha pra mim com o rosto coberto de lagrimas, sorrindo ela se levanta e me abraça.

            – Esta tudo bem, é que eu sei que vou sentir muita saudade sua, afinal você é o meu orgulho e eu te amo demais filha.

            Sorrio e a abraço bem forte, segurando o choro.

– Mãe, vai ficar tudo bem, a gente ainda vai poder se falar pelo skype e também tem o Whatsapp, né?

– Ok! – ela limpa o rosto e nos sentamos pra tomar o café e conversarmos mais um pouco.

Assim que terminamos de comer a buzina do taxi toca, minha mãe vai abrir o portão, enquanto eu subo as escadas correndo pra pegar as malas, depois de fazer malabarismos pra descer as escadas carregando quase meu quarto inteiro no braço –Não sei pra que peguei tanta coisa– vejo minha mãe e o taxista na porta me esperando, o taxista era um senhor de meia- idade, calvo e que usava uma camisa estilo havaiana, uma bermuda jeans que ia até um pouco abaixo do joelho, uma meia branca discreta e um sapatênis, acho que essa roupa é o uniforme dos taxista, né? Mas ok, ele era gentil e me ajudou colocando as malas no carro, eu dei um ultimo abraço demorado na minha mãe e um beijo no rosto.

–Te amo mãe, quando chegar no aeroporto eu te ligo,ok?

–Eu também te amo filha, tenha muito cuidado por lá, afinal você não conhece a cidade, você ta com o endereço da casa que alugou?

–Sim mãe e estou com o telefone da dona da casa também.

–Juízo e me ligue quando desembarcar la. – ela me deu um beijo no rosto e me deu um leve empurrão na direção do taxi. –Vai, vai, senão perde o voo.

Eu segui até o taxi, entrei, e fiquei olhando pela janela, dando tchau pra minha mãe, enquanto o taxi ia se distanciando de casa eu sentia que meu coração ficava cada vez mais apertado, quando não pude mais ver minha casa eu peguei meu celular e comecei a responder os meus amigos que me desejavam uma boa viagem e troquei uma ideia com o tio do taxi, e ele era um tiozinho bem legal pra se conversa. Chegamos no aeroporto – UHUUUUUM!!!­ – Meu coração estava a mil, o senhor Carlos – o taxista legal e sem senso de moda ^^ – pegou um carrinho de bagagem e me ajudou a arrumar as malas nele, logo após, ele me deu um abraço e me desejou boa sorte nessa nova etapa da minha vida, eu simplesmente agradeci e fui em direção ao portão de embarque e fiz tudo o que tinha que fazer, faltando alguns minutos pra embarcar eu me lembrei de ligar pra minha mãe e ela ficou me tratando igual criança perguntando se eu não tinha esquecido nada – fazer o que né, mãe fala que filho é tudo igual, mas elas também são – assim que desliguei o telefone fui finalmente embarcar no meu voo.

Sentei na minha poltrona e fiquei olhando pela janela com um sorriso super bobo de orelha a orelha, para a minha sorte o voo não estava lotado então eu tinha a poltrona só pra mim, o que é ótimo por que é muito tempo de viagem e eu não iria gostar se um cara fedido viajasse do meu lado, mas pensando bem poderia ser um cara muito gato sentado aqui, né? Esquece isso nunca ia acontecer por que sorte não é uma coisa comum na minha vida, se fosse dividir a poltrona seria com o cara fedido. #chatiada.

Após algumas horas de voo eu caio no sono, só acordei na hora da parada que fizemos em Dubai e depois de voltar pro avião eu dormi de novo, senti um pequeno empurrão no meu ombro ao abri os olhos vi a comissária de bordo me cutucando e avisando que já tínhamos chegado na Coréia do Sul, levantei pra pegar minha bagagem de mão e vi que todos já haviam descido do avião e eu era a ultima – ótimo! Dorme mais, trouxa – sai do avião e fui pegar minhas malas e fazer todo o que ainda precisava fazer no aeroporto antes de poder ir pra minha futura casa.

Saindo do aeroporto eu chamei um taxi que estava parado logo na minha frente, ele abriu o porta malas sem sair do veiculo, coloquei minha bagagem e entrei no carro – nessa hora senti saudade do seu Carlos – entreguei o papel com o endereço e o direcionei pra la, o caminho foi silencioso e eu apenas fiquei trocando mensagens com a minha mãe, uns amigos e liguei pra avisar a dona da casa que eu já estava a caminho, ao chegarmos no endereço eu pedi pra ele me ajudar com a bagagem  –afinal tava super pesada e a mão dele não ia cair se me ajudar pelo menos uma vez– a dona da casa estava no portão me esperando, ela era uma mulher bem de idade, com os cabelos brancos presos em um coque, ela estava usando uma blusa cacharrel branca com uma jaqueta verde bem grossa por cima, uma calça que parecia ser de um moletom bem grosso e um tênis, seu semblante era bem calmo e ela me recebeu com um sorriso alegre.

–Seja bem-vinda s/n, vou mostrar a casa pra você, explicar algumas regras e te entregar as chaves. – disse ela abrindo a porta pro taxista colocar a bagagem na sala.

–Obrigada! Eu estou muito feliz de estar aqui – retribui o sorriso e entrando junto com ela na casa.

Os primeiros cômodos que se via ao entrar na casa era a sala de estar e a sala de jantar de um lado do corredor principal e a cozinha do outro lado, bem no final do corredor tinha uma porta que eu julguei ser a do quarto e uma outra ao lado da entrada da cozinha que eu imaginei ser o banheiro, assim que paguei o taxista, começamos o “tour” pela casa, e a senhora foi me dizendo as regras:

–Meu nome é Kim Jisoo, mas prefiro que me chame apenas de Jisoo. –ela sorriu pra mim e eu apenas sorri e concordei com a cabeça, então ela continuou – as regras são básicas, não são permitidas festas ou musicas no volume alto após as 22horas, deixe o lixo pra fora toda quarta-feira que é o dia do lixeiro passar, isso evita acumulo de lixo e mau cheiro e se caso você quiser trazer seu namorado aqui... Cuidado! – nessa hora estávamos no quarto, Jisoo me lançou um olhar malicioso e batendo na parede ela disse – as casas aqui são muito próximas e as paredes bem finas. – eu fiquei super vermelha e ela soltou uma risada alta – bem querida, que eu me lembre essas são as regras, espero que você viva bem aqui, desculpe pela brincadeira mas é uma tradição dizer isso pra todas as novas moradoras. – ela me entregou as chaves e foi embora rindo.

Assim que ouvi a porta se fechar eu me joguei na cama, tentei tira da cabeça aquela ultima parte que a Dona Jisoo falou, respirei fundo e sorri.

– Enfim cheguei Coréia!!!


Notas Finais


O próximo capitulo será o primeiro dia na faculdade, o que será que vai acontecer? Por favor, aguardem ansiosos! Beijos ^^


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