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História The Sex Girl it's the Stripper Boy - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Inesquecível pt.1


  - Merda! – Bato a cabeça na parede.

  - Quer esmagar os miolos mais do que já estão, é S/n? – Alicia pergunta rindo.

  - Cala a boca, Alicia! – Digo estressada. – Fica na sua antes que eu te meta porrada.

    Ela abre a boca mas não diz nada, só ficou de cara amarrada, bufou e voltou sua atenção ao seu celular. Me levantei e sai do salão, indo pro meu quarto e me trancando no banheiro. Deve ser frescura ficar irritada em saber que Sidney pode contar tudo ao Namjoon. Deve não, é frescura pura. Tiro minha roupa e, antes de tomar um bom banho, mando uma mensagem a Sidney.

  ‘Namjoon vai te fazer um suborno para vc contar a ele o pq eu e a Alicia ñ nos darmos bem.

  Ñ fala nada para ele pfv.

  Sei q é uma grande frescura ñ querer que ele saiba sobre algo tão bobo quanto isso.

  Mas me faz esse favor, pfv.’ – Enviada por mim.

    Suspiro e deixo o celular na pia, logo indo para debaixo do chuveiro, um banho gelado me acalmará.

Minutos depois

    Demorei muito nesse banho, mas valeu a pena, estou mais calma. Vesti uma legue e uma blusa regata, quero ficar confortável no ensaio. Ia saindo do quarto quando meu celular vibra.

  ‘Fique calma.

  Minha boca é um túmulo.’ – Enviada por Sidney.

    Valeu gatona, te devo uma. Suspiro aliviada e sorrindo volto ao salão. Quando vou entrando o coreografo chega.

  - Bom dia, S/n. – Ele disse com seu bom humor de sempre.

  - Bom dia, Crô. – Respondo da mesma forma. Damos os braços e entramos juntos no salão.

  - Desculpem a demora, lindinhas. – Disse Crô deixando sua bolsa no banco que tinha no canto do salão. – O boy amanheceu com um fogo que só Deus pra me ajudar a fugir.

  - Tudo bem. – Rio fraquinho.

  - Podemos começar? – Ele perguntou conectando seu celular a caixa de som. Alicia e eu só balançamos a cabeça em confirmação, ele solta a música e começamos a dançar.

Após o ensaio

    Suada e exausta, estou jogada no centro do salão de dança. Crô foi embora agorinha mesmo, ficamos conversando por uns minutos após Alicia ir embora. Estava escutando músicas do Imagine Dragons quando escuto baterem na porta do salão.

  - Sim? – Pergunto sem olhar para a porta, estava distraída na música e olhando para o teto.

  - Tem visita para a senhora. – A voz de Rosa parecia animada.

  - Pode trazer para cá, por favor.

  - Sim. – Escuto ela se afastar. Pouco tempo depois escuto-a novamente. – Ela estava ensaiando agora a pouco, está no salão.

  - Ok. – Uma voz conhecida por mim estava junto da de Rosa. Eu conhecia mas não me lembrava de quem era.

  - Aqui. – Escuto a porta abrir e olho para ver quem estava com Rosa.

  - Bom dia, madame. – Fico sentada sobre minhas panturrilhas admirando o belo homem que vinha na minha direção.

  - Bom dia. – Sorrio para ele. – Rosa. – Digo sem tirar os olhos do belo homem.

  - Sim? – A senhora responde.

  - Pode ir para casa. – O indivíduo se senta na minha frente. – Vá descansar e só volte amanhã.

  - Mas... – Eu olho para ela e sorrio.

  - Vá descansar, querida. – Ela concorda e logo sai do salão, fechando a porta. – E ai, gatão. – Engatinho para me aproximar mais dele. – Tudo bem?

  - Tudo ótimo. – Ele me dá um selinho. – Melhor agora. – Ele ia me abraçar, mas me afasto. – O que foi? – Perguntou confuso.

  - Acabei de ensaiar. – Me levanto. – Estou suada, fedida para ser mais exata. – Vou até o banco e pego meu celular, desconectando-o da caixa de som.

  - Quem liga? – O mesmo se levanta e vem até mim.

  - Eu. – Sorri. – Vou banhar e me encontro com você na sala. – Ia saindo mas o homem gostoso me segura. – O que foi?

  - Posso banhar com você, huh? – Ele me deu um demorado selinho.

  - Pra quê? Hein?

  - Estou com calor. – Se abana com a mão.

  - Mentira.

  - Estou mesmo com calor, sérião. – Continua a se abanar e me olha de cima abaixo. – Te ver com essa legue colada, marcando essa bunda gostosa... – Bateu na minha bunda de uma forma que o som ecoou pelo salão, eu gemi e mordi o lábio. Ele apertou bem forte mina bunda e eu mordi o lábio para não gemer de novo. – Me deixou com um calor desgraçado.

  - Uhum...

  - Posso banhar com você? – Fez uma cara pidona. Eu fico pensando. É óbvio que isso vai acabar com uma foda deliciosa no chuveiro, e é óbvio que vou aceitar essa coisa deliciosa. – E aí?

  - Vamos lá, Taehyung. – Seguro seu pulso e puxo ele para fora do salão, vamos correndo as escadas e subimos a mesma também correndo. Chegamos no meu quarto e fomos um arrancando a roupa do outro, em meio a beijos desesperados.

    Taehyung e eu fodemos não só nos filmes mas na vida real também. Perdi a conta de quantas vezes trepamos no banheiro do prédio onde gravamos. Se o chefe souber podemos perder nossos empregos, então nos controlamos lá dentro, mas fora pegamos fogo.

  - Dá aquela chupada que só você consegue. – Disse ele puxando meu cabelo com força.

  - É claro, docinho. – O beijo rapidamente e me ajoelho.

    Aquela rola durinha estava tão chamativa. Vou fazer da forma que ele gosta e que só eu sei. Começar a colocar de pouquinho em pouquinho, tirar passando de levezinho os dentes, dar uma chupada na cabecinha ao tirar tudo. Ele só puxa meu cabelo e geme, isso tudo é tão excitante, tão gostoso. Esse dia vai ser maravilhoso.

S/n OFF

 

 Namjoon ON

    Hoje eu descubro o motivo de tantas guerras entre a S/n e a Alicia. Estou a caminho da casa da Sidney, hoje tá de boa porque ela não trabalha. Ela vai me contar tudinho pois estou levando o suborno certo a ela: Ruffles cebola e salsa, do pacote grande, chocolate ao leite e amargo, refrigerante, sorvete, jujubas, Nutella e salgadinhos diversos. Além de umas cervejas e uns filmes para assistirmos juntos. Será que esse suborno vai funcionar? Eu espero que sim. Paro meu carro em frente à casa dela. Respiro fundo e desço do veículo com tudo em mãos. Toquei a campainha e fiquei a espera da anfitriã desse gostoso dia.

  - Já vai caralho! – A voz feminina quase inaudível pela distância fez com que eu parasse de apertar a campainha, meus braços doíam devido ó peso das sacolas. – Cacete, Namjoon! – O barulho das trancas abrindo me fez rir um pouco. – Tá com demência para fazer isso?!

  - Parece que alguém levantou do lado errado da cama. – Digo rindo assim que ela abriu a porta.

  - Hehehe, muito engraçado. – Ela cruza os braços e logo desce os olhos, parando os mesmo nas sacolas. – O que tem ai? – Pergunto curiosa.

  - Coisas para matar a saudade do nosso ‘domingo do cinema’, que parou de acontecer à... quase dois anos? – Tento me lembrar mas não consigo.

  - É sério que você se lembra do que a gente fazia? – Noto felicidade em sua voz.

  - Como esquecer os berros que você dava quando assistíamos à um filme de terro? Ou sentir meu braço molhado pelas suas lágrimas em um filme de romance ou drama? O melhor é lembrar das suas risadas estridentes quando era de comédia ou de animação. – Digo rindo e ela bate de leve no meu peito.

  - Entra aí. – Ela dá passagem e ri um pouco.

    Eu entrei e fui direto pra cozinha, coloco as coisas na mesa e suspiro aliviado por me livrar daquele peso.

  - Trouxe o que? – Ela perguntou se sentando no balcão.

  - Chocolates, a Ruffles eu você adora. – Ela fica super animada. – Refrigerante, cerveja, sorvete, jujubas, salgadinhos como pasteizinhos, kibes e coxinhas. – Ela dá um sorriso de orelha a orelha, eu rio um pouco. – Refrigerante, cerveja e Nutella.

  - Me dá a Nutella. – Ela salta do balcão e corre até as sacolas.

  - Epa, epa, epa. – Paro entre ela e a mesa.

  - O quê?! – Ela pergunta irritada. – Quero minha Nutella porra!

  - Olha a boca. Se xingar de novo eu pego e como sozinho. – Ela respira fundo.

  - Posso POR FAVOR pegar a Nutella?

  - Não!

  - Por que não ca... – Ela para e se “acalma” de novo. – Por que não?

  - Vamos deixar alguns doces, incluindo a Nutella, para a tarde e à noite. Agora de manhã será os salgadinhos, refrigerante e o sorvete.

  - Não pode ser a cerveja no lugar do refrigerante?

  - Vamos deixar para ficar loucos só de noite, é mais seguro.

  - Seguro por que?

  - Vai que algo de importante acabe? Como iremos dirigir bêbados sem ser parados e multado?

  - Verdade. – Ela ri fraquinho. – Separa o necessário que eu vou escolher o filme.

  - Ok. – Ela vai em direção a sala e eu começo a guardar o que ficara para mais tarde e arrumar o que será para agora de manhã.

  - Prefere Terror, Ação, Romance ou Animação? – Ela grita da sala.

  - Terror. – Grito de volta e pego os copos.

  - Beleza, Romance.

  - Hei. – Vou indo, com um pouco de dificuldade, a sala. – Eu disse Terror. – Me sento ao seu lado.

  - Mas a casa, a TV e a energia gasta é tudo meu. – Ela sorri e pega uma coxinha na bandeja. - Então eu decido.

  - Mas você me perguntou o que eu queria assistir. – Digo enquanto nos servia de refrigerante. – E eu disse que queria Terror.

  - Eu só perguntei por educação. Então para de chororó e assista ao meu desejo. – Ela tira as sandálias e se encosta no braço do sofá, jogando os pés sobre minhas pernas.

  - Siiim? Pra quê isso?

  - Quero ficar confortável.

  - Tá ok então. – Rio e me encosto, logo o filme começa.

 De noite

    Estamos na... quinta garrafa de cerveja? Cara, perdi a conta. Só sei que nem estamos mais assistindo filmes, a TV só tá ligada no jornal, coisa que nem prestamos atenção, e conversando sobre coisas, do tipo, nada haver.

  - É sério que você já transou num cemitério?! – Pergunto desacreditado.

  - Sim... – Ela ri. – Eu e o cara estávamos muito chapados e com muita vontade de foder, não conseguimos guardar a vontade até a casa dele, que era a poucas quadras de onde estávamos, e transamos no cemitério. Fomos pro canto mais escuro que tinha, do lado de fora do cemitério, e fizemos uma breve festa do que rolou no apartamento dele. – Ela ri mais um pouco e bebe o resto da cerveja que tinha no seu copo.

  - Você é realmente louca quando tá chapada. – Digo rindo e ela me acompanha.

  - Mas e você? – Ela pergunta abrindo mais uma garrafa do seu jeito louco, com o braço. – Conte mais uma de suas aventuras embriagadas.

  - São tantas... – Me encosto no sofá e estendo meu copo para ela, que enche rapidamente e logo faz o mesmo com o dela. – Mas acho que a melhor é despedida da escola. A solenidade, se lembra? – Vou me aproximando dela.

  - Como esquecer? – Ela perguntou sorrindo. – Ainda não sei como conseguimos entrar na sala dos professores sem sermos vistos por ninguém nem pelas câmeras. – Ela sorri e brinca com o cubo de gelo em sua bebida. – Foi um momento inesquecível.

  - Sim. – Estou bem próximo dela. – Inesquecível. – Ela me olha.

  - Por que tá sorrindo assim? – Ela perguntou erguendo sua mão e tocando no meu rosto, acariciou minha bochecha e escorregou seus dedos até meus lábios, beijo seus dedos e sorrio.

  - Não sei. – Rio e seguro sua mão, beijo a palma e escorrego minha mão pelo seu braço, subo pelo seu ombro e paro no seu pescoço. Ela sorriu e eu a puxo e iniciamos um beijo maravilhoso.

    Seus lábios tinham o gosto mais maravilhoso que podia me lembrar. Eles eram macios, saborosos, fartos. Mordia-os, chupava-os, me deliciava com seu sabor natural misturado com o do álcool. Desço minhas mãos para sua cintura e puxo ela para cima de mim. O copo que ela segurava cai no chão, molhando o tapete.

  - Droga! – Ela olhou para o chão. – Cacete! O tapete era novinho. – Seguro seu queixo e faço ela me olhar.

  - Lava depois, foca no nosso momento. – Antes que ela falasse qualquer coisa eu a puxo e a beijo novamente, com mais ferocidade, mordendo cada vez mais seus lábios.

    Ela começou a rebolar em cima de mim, friccionando nossas intimidades ainda cobertas. Ela gemia no meio do beijo e puxava meu cabelo. Separamos ofegantes e ela sorri.

  - Será que dessa vez vai ser tão gostoso quanto na solenidade? – Ela perguntou antes de me dar um selinho e morder meu lábio inferior, o puxando.

  - Você se lembra de como foi na solenidade?

  - Pode fazer quase quatro anos... – Sua mão desceu pelo meu tronco e entrou dentro da minha camiseta. Ela começou a arranhar meu abdômen e a rebolar com maior intensidade. Joguei minha cabeça para trás e gemi. - ...Mas sou boa em guardar sabores... – Mordeu, passou a língua e chupou meu pescoço. - ...Cheiros... – Senti seu nariz no meu pescoço. - ...E sensações, ainda mais se elas forem deliciosas. – Ela sorriu maliciosa e desafivelou meu cinto, logo abriu o zíper e o botão da minha calça, enfiou a mão dentro da minha cueca e começou a acariciar meu pênis.

  - Não posso esquecer o quão boa foi aquela foda. – Aperto sua cintura.

  - Só um louco para esquecer. – Ela me beijou e continuou a me acariciar.

    Eu queria dar os mesmo cuidados a ela, então abri os botões do seu short e enfiei minha mão, sentindo sua vagina já úmida. Sem nem perder tempo, enfiei dois dedos de uma vez, ela gemeu no meio do beijo e mordeu meu lábio com força. Começo a movê-los rápido, meu pulso batia em seu clitóris e ela rebolava cada vez mais.

  - Tira a roupa e deita com as pernas bem abertas para mim. – Digo tirando meus dedos do seu interior e tirando ela do meu colo.

    Me levantei e terminei de tomar o conteúdo que tinha no meu copo. Sidney começou a tirar suas roupas. Pego o controle da TV e vou ao YouTube, procuro pela música certa para esse momento. Seleciono várias, mas duas estão em especial: Roll - Iron e OST - All The Time. Quando me viro, vejo a mesma já nua, brincando com seu pontinho rosinha.

  - Só eu vou tocar nele hoje! – Tiro sua mão de seu clitóris e me ajoelho na sua frente.

    Ela se arrumou numa posição que pudesse ver o que eu faria, me abaixei um pouco e passo minha língua por toda sua intimidade. Ela soltou um arfar e sorriu. Começo a chupar sua buceta gostosa, ela puxa meu cabelo mas afasto suas mãos de mim.

  - Não me toque! – Dou um tapa na sua perna. – Eu mando em você hoje, e você não vai me tocar até eu permitir. – Fico em pé. Ela ficou me olhando, sua respiração estava ofegante. Eu sorriu e tiro minha blusa. – Perguntei se entendeu. – Dou um tapa na sua intimidade.

  - S-sim... – Ela gemeu. Dou outro tapa.

  - Entendeu?! – Dou mais um.

  - S-sim senhor... – Sorrio e me afasto um pouco.

  - Bom saber que minha menininha é esperta. – Pego a garrafa que estava aberta e viro ela na minha boca, tomando um longo gole. – Essa noite será inesquecível.



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