História The Sex Teacher - Jenlisa - Capítulo 12


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Categorias Blackpink
Personagens Jennie, Lisa
Tags Blackpink, Jenlisa, Jennie Kim, Jisoo, Lalisa Manoban, Lisa Manoban, Normani, Rose, Roseanne
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Palavras 5.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


esse capítulo... oi gentxxxs senti falta de vocês, volteiiii💕

Capítulo 12 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction The Sex Teacher - Jenlisa - Capítulo 12 - Capítulo 11


“Uma coisa bela persuade por si mesma, sem necessidade de um orador”.  – William Shakespeare.


Lalisa's POV


Acordei meio confusa. Tinha adormecido em minha cama com Jennie em meus braços logo após ter alcançado o orgasmo tão almejado. Porra, Jennie simplesmente conseguiu! Ela tanto fez que quebrou as barreiras. Argumentou e acabou me convencendo a dar mais aquele passo. E eu cedi, me tornando a maior filha da puta existente sobre a terra.

Não posso negar que adorei cada minuto. Sua pele quente, sua mão macia, seus olhos atentos e ansiosos pedindo por mais, sempre mais. A forma como ela umedecia os lábios enquanto me observava, como se quisesse... Droga! E eu queria também.

Era preciso pelo menos tentar arrumar a bagunça que tinha se instalado em minha vida. O que eu estava permitindo que acontecesse era arriscado demais. Mas como fugir? Não dava para fugir quando eu me via cada vez mais presa a suas súplicas.

É, Lalisa Manoban, você está fodida! Uma garotinha. Uma menininha inexperiente, simplesmente entra sem bater e bagunça a sua vida toda. E você está aí agora, deitada na cama macia, ainda envolvida pelas lembranças e em estado de graça pelo prazer sentido.

Shakespeare tinha razão.

Ele sempre tinha.

Jennie não era linda apenas por causa do seu porte físico. Nem pelos seus olhos perfeitos em cores sem iguais. Muito menos pelo seu corpo entregue à luxúria que ela se permitia quando estava comigo. Ela era linda de uma maneira única. Linda em sua inocência, em seu rosto corado, em sua forma peculiar de dizer o que queria, na sua persistência para lutar bravamente até alcançar seu objetivo. Ela insinuava, persuadia e conseguia.

Uma diaba!

Ainda era madrugada, eu estava com sono, o corpo dolorido pelo ritmo do dia, mas não pude deixar de notar o espaço vazio ao meu lado. Em que momento eu me desgrudei dela? Quando meu corpo deixou de se maravilhar com o dela tão próximo, com a serenidade do seu sono próprio das crianças e se entregou ao ponto de deixar de senti-la? Onde estava Jennie?

Mal comecei a me movimentar na cama e pude avistar a luz fraca do computador do outro lado do quarto.

Ela estava escrevendo. Tão absorta em seus pensamentos que nem percebeu que eu havia despertado.

Fiquei observando-a enquanto digitava. As vezes ajustava os óculos, arrumava o cabelo atrás da orelha. Não sei quanto tempo ficamos assim, eu não conseguia deixar de olhá-la nem por um segundo. Seu rosto, iluminado pela pouca luz, tinha um ar de maturidade que até então eu não havia percebido. Quando terminou, levantou com o computador ainda aberto e olhou em minha direção. Nossos olhos se encontraram. Jennie usava apenas calcinha e sutiã seu corpo era simplesmente perfeito. E o meu,
claro, correspondeu.

– Acordei você? – sua voz era um murmúrio.

– Não.

Minha cabeça era um turbilhão de sensações, dentre elas a culpa, a insegurança e a incerteza... O desejo que doía clamando por sua libertação, a vontade que ultrapassava todos os limites, a admiração por uma pessoa tão intrigante, que me confundia e atordoava. Jennie era apenas uma criança, e embora fosse uma linda mulher, continuava sendo uma menina para mim. Mas o que eu poderia fazer? Nada.

– Estava escrevendo?

– Sim. Consegui revisar mais dois capítulos! – ela não vinha para a cama e aquilo era tudo o que eu desejava naquele momento.

– Posso ver?

– Agora?

– Sim. – ela ajustou os óculos, piscando como se meu pedido a tivesse surpreendido.

– É madrugada e você precisa acordar cedo. Não é melhor fazer isso depois?

Eu ia insistir, até porque àquela altura meu sono tinha ido dar um passeio na praça do outro lado do bairro. Saber como Jennie viveu o que tínhamos feito era muito mais interessante do que dormir, e eu estava louca para saber como ela descreveu me ter em suas mãos, me fazendo gemer e gozar como uma adolescente. Mordi os lábios e acabei concordando.

Ela não gostava que lessem o que estava escrevendo na sua presença. Sentia-se constrangida sendo avaliada diretamente, sem rodeios. E eu entendia aquele sentimento. Odiava quando a professora lia minhas redações na frente da classe inteira. Era embaraçoso, além de humilhante em muitos casos, como quando eu escrevi “tentarão”, ao invés de “tentaram”. Se bem que serviu para me estimular a estudar mais e ajudou muito quando descobri o que gostaria de fazer da minha vida.

– Tudo bem. Perdeu o sono?

– Fiquei ansiosa para escrever. É sempre assim. Quando a ideia surge em minha cabeça não consigo parar até colocar tudo para fora. – sorri. Aparentemente todos escritores sentem esta compulsão quando surge uma ideia nova.

– Venha deitar. Você também precisa acordar cedo. – ela hesitou, mordendo os lábios, mas caminhou em direção à cama.

Colocou o computador sobre a poltrona, retirou os óculos deixando-o no mesmo lugar, aproximou-se lentamente e passou por cima de mim, para ocupar o espaço ao meu lado. A sua mínima aproximação expulsou de vez todas as minhas dúvidas. Sua coxa roçou minha pele. Meu corpo respondeu instantaneamente. Puta que pariu! Nunca tinha me comportado daquele jeito com nenhuma outra mulher. Estranhamente ela se afastou deixando um espaço entre nós duas. Fiquei um pouco perdida. Por que estava me evitando? Na escuridão do quarto consegui captar seu olhar. Ela parecia recear algo. Eu queria me aproximar, mas não conseguia. Tive medo de dar um passo grande demais e não ter como voltar. Se é que eu já não tinha dado este passo.

Porra, Lisa, admita! Você já deu a porra do passo! Ok! Apesar de estar com muito medo de tudo o que poderia acontecer, não voltaria atrás. Agora era só uma questão de como e quando.

– Boa noite, Lalisa!

Sussurrou. Tive a impressão de que um sorriso um tanto quanto sacana brincava em seus lábios. Ela estava brincando comigo? Ah, Jennie, não brinque com fogo!

Virando de costas para mim, deitou-se de bruços, empinou a bunda e flexionou uma perna, abraçando um travesseiro. Olhei seu corpo banhado pela fraca claridade da noite e me demorei em sua pequena calcinha que permitia uma visão absurdamente deliciosa de seu traseiro.

Lisa! Coloque sua cabeça no lugar. Freie seus instintos, pelo amor de Deus!

Antes mesmo que a mensagem surtisse o efeito desejado, minha mão se acercou da cintura dela, puxando-a para mim. Nossos corpos ficaram colados, meus lábios alcançaram seu pescoço e eu me vi novamente perdido em seus encantos. Ela sorriu exultante.

– Você é uma safada, Jennie!

Mordi seu pescoço deleitado pela sua malícia conseguindo me envolver totalmente em seu joguinho de sedução. Devo me corrigir: Jennie não é uma menina, é uma mulher extremamente sexy e excitante.

– Estou sentindo, com muita propriedade, onde se encontra a safadeza neste momento, professora Manoban. – manhosamente, e por que não maliciosamente, roçou a bunda em minha ereção. Oh, droga! Estávamos brincando não com fogo, mas com um incêndio. – Você precisa dormir, professora.

– E você, aluna, precisa parar de me provocar. Eu não sou de ferro! – minha mão acariciava sua barriga. – Quer brincar um pouquinho?

Mordisquei seu ombro sentindo Jennie se encolher e empinar ainda mais a bunda para roçar em meu pau já totalmente envolvido na brincadeira. Eu merecia o inferno por fazer aquela proposta, mas, por Deus, era muito difícil resistir a Jennie Kim!

Eu estava até sendo forte demais me recusando a consumar o nosso desejo. Tentar me manter indiferente a seu corpo, a seu charme e sedução, era uma batalha perdida há muito tempo.

Então era isso. Eu perdi e Jennie ganhou. Não adiantava chorar, buscar justificativas, tentar reverter a situação. Ela era um exército inteiro atirando em minha direção.

– Estou ficando cansada destas brincadeiras, Lalisa. – ri debochadamente. Jennie Kim cansada de sexo ou de brincadeiras sexuais? Impossível! – Sei que existe muito mais do que você está me mostrando. Quero ir além. – Novamente fui estimulada a continuar com seu jogo, pois sua bunda pressionava a minha ereção numa
fricção deliciosa.

– Não faça isso, Jennie. – movi minhas mãos em suas coxas e passei meu outro braço por baixo puxando-a mais. Imitei seus movimentos roçando minha ereção nela. – Adoro seu corpo. Você é linda!

– E você uma grande mentirosa.

Ela se afastou e virou de frente me encarando. Nossos olhos já perfeitamente adaptados à escuridão do quarto, permitindo-nos ver qualquer movimento. E qualquer detalhe também, como seus seios apontando em minha direção, os bicos rijos de desejo, ansiosos para serem tocados.

– Por que sou mentirosa?

– Anita é linda! Aposto que muitas outras mulheres espetaculares já passaram por sua cama. – suspirei.

Aquele era um campo minado, principalmente quando precisava passar por ele com uma criatura como a minha aluna, que ao invés de andar cautelosamente desviando-se das bombas, saltitava nelas fazendo questão de explodir tudo. Com Jennie era assim: num segundo ela é louca, ciumenta, birrenta, cheia de vontade, mimada e infantil e no outro é simplesmente madura, decidida, tranquila, envolvente e sexy pra cacete... Era melhor não arriscar.

– Vem cá. – sussurrei com a voz rouca, entregando o meu estado. Como ela não se aproximou a puxei rindo da sua reação. – Deixe de ser boba. Você é linda e muito gostosa. Eu adoro seu corpo, de verdade. Não vê como eu fico todas as vezes que se aproxima?

Ela continuava resistindo. Curiosamente, eu estava gostando daquele joguinho. Puxei sua mão e coloquei sobre minha ereção. Tive certeza de que Jennie corava.

– Sinta.

– Lalisa...

– Vem cá, Jennie.

Eu estava louca para tocá-la com mais vigor, mais liberdade. Não poderia negar que após permitir que minha aluna me masturbasse, eu simplesmente me imaginava indo cada vez mais longe e isso me remetia a mulher desesperada que eu estava sendo naquele momento.

Alcancei seus lábios e beijei com volúpia. Queria repetir a nossa brincadeira de mais cedo, queria fazer com ela o que a minha vontade ditasse, fazer Jennie entender que não devia brincar com uma mulher como eu e definitivamente inverter aquela situação.

Sem deixar de beijá-la, invadindo sua boca com a minha língua, exigindo que me seguisse, que me atendesse, que me satisfizesse, virei nossos corpos me posicionando sobre o dela. Jennie abriu as pernas para me acomodar e com isso nossos sexos ficaram separados apenas pelo tecido das roupas íntimas. Jennie gemeu manhosa, se contorcendo embaixo de mim. Ela era incrível! Tão sedutora, ousada e corajosa.

Corri minhas mãos por seu corpo, ora em suas coxas, ora nos seios, sem nunca, em nenhum instante deixarmos de roçar uma na outra. A fricção nos levaria ao êxtase. Deixei que meus dentes arranhassem a pele do seu pescoço e ela se entregou ao prazer sem nenhuma reserva. Eu adorava aquilo em minha aluna. Adorava senti-la tão quente e sedenta. Eu adorava Jennie Kim. Era a minha sofrida e ao mesmo tempo, deliciosa realidade. Jennie fechou os olhos e se movimentou embaixo de mim. O ritmo era suave e cadenciado. Cada vez que ela rebolava os quadris, nossos corpos se juntavam e milhares de faíscas percorriam minhas veias. Seria extremamente difícil e doloroso parar. Eu não queria parar, nem que ela desejasse. Eu queria mais. Muito mais do que poderia me permitir. Eu queria possuir Jennie, fazê-la minha. Sabia que este era o seu desejo também. Minha aluna já estava completamente perdida de desejo por mim. Era só atravessarmos uma pequena linha e Jennie nunca mais deixaria de ser minha. Droga eu não poderia ir tão longe. Merda!

– Lalisa... – gemeu um apelo como se pudesse ler meus pensamentos. – Por favor!

– Ah, Jennie! – tomei seus lábios violentamente.

Queria silenciá-la. Impedi-la de continuar me pedindo o que eu mais ansiava por lhe dar. Eu não podia. Se ela continuasse suplicando daquele jeito, eu perderia o controle dos meus atos. Mas eu não podia. Não ali. Não naquele momento. E, principalmente, não enquanto ela fosse minha aluna. Rocei meu pau, já absurdamente duro em seu ponto de prazer, ao mesmo tempo, meus dedos invadiram seu sutiã, afastando-o e tomando o bico intumescido do seu seio. Apertei-o com ardor. Jennie gemeu deliciada em meus lábios. Esfreguei o bico entre meus dedos forçando um pouco para cima. Eu sabia que ela poderia gozar a qualquer momento. Eu seguiria o mesmo caminho. Segurei em sua coxa e puxei-a para cima, prendendo sua perna em minha cintura. Afastei um pouco a calcinha que nos separava e toquei em seu sexo. Oh, céus! Ela estava deliciosamente molhada.

Jennie choramingou, rebolando em meu dedo. Ela me queria ali, e eu a queria desesperadamente. Mas não podia. Mesmo assim deixei que meu membro roçasse nela espalhando sua umidade. Deus! Se eu descesse só mais um pouco, poderíamos concretizar o ato. Não. Eu não podia. Mordi os lábios dela sentindo todas as minhas forças se esvaindo enquanto Jennie rebolava
permitindo que a cabeça do meu pau roçasse a sua entrada e escorregasse para cima acariciando seu clitóris.

Segurei-o forçando o contato. Ela jogou a cabeça para trás gemendo descontroladamente. Era extremamente prazeroso vê-la.

– Goze, Jennie! – implorei ciente de que não conseguiria me segurar por mais tempo. – Goze para mim.

Ela soltou um gritinho carregado de prazer e gozou gritando meu nome. Puta que pariu! A garota era muito gostosa e safada e... Puta que pariu!

Levantei-me ficando acima dela, tomei meu pau com a mão e manipulei-o deixando o prazer me dominar. Eu gozei no corpo de Jennie, marcando-o com meu gozo. Nossos olhos em contato o tempo todo, e... Puta que pariu! Jennie adorou me ver. Seus olhos brilhavam de satisfação, ela mordeu os lábios sedutoramente.

Oh, merda! Essa menina será minha morte.

***

Jennie's POV


Quando vi Lalisa segurar seu pênis e se masturbar fiquei vidrada em seus movimentos esquecendo-me totalmente de mim e de tudo o que acabara de acontecer.

Apesar de eu ter feito a mesma coisa nela horas antes, assisti-la era muito mais excitante, principalmente sabendo que estava se masturbando por mim. Por minha causa! Dava para acreditar? Aquela senhora da beleza, deusa do prazer, mestra da safadeza, estava diante de mim, totalmente entregue, gemendo, me encarando e se masturbando. Eu não poderia pedir mais nada a Deus. Não, eu até podia, mas aceitava de bom grado o que ela me dava naquele momento.

Instintivamente umedeci os lábios. Lalisa era linda, isso era um fato, mas seu pênis era fantástico. Fantástico do tipo que você olha e pensa como seria degustá-la. Ok, eu não sei se existe alguém que pensa como eu. Na verdade, fiquei vermelha só de pensar, mas, mesmo assim, pensei. A vontade insana de tê-lo estava me deixando descontrolada. Imaginei minha língua percorrendo a cabeça brilhante e depois toda a sua extensão, passando pelos meus lábios e se alojando em minha boca. Será que um dia chegaríamos a este patamar? Lalisa permitiria?

Ela gozou em meio à confusão que se formava em minha cabeça. Seu rosto se contraiu de prazer, deixando-a ainda mais desfrutável. Meu ventre, inacreditavelmente, formigou, desejando um pouco mais dela. Eu estava virando um monstro incontrolável e insaciável. Tá certo. Essa do monstro é meio clichê, embora eu adorasse a ideia. Lalisa mordeu os lábios perdido no seu prazer. Repeti o seu gesto, sentindo o mesmo. Seu jato quente escorreu em meu ventre, capturando minha atenção.

Eu sempre imaginava que teria nojo de uma coisa como aquela, mas era o gozo de Lalisa. Era o resultado do seu prazer por estar comigo. Quase tive um orgasmo ao senti-lo. Foi como ser marcada por ela. Como se Lalisa tivesse colado em mim um selo de propriedade. Como se estivesse demarcando seu território. E eu era realmente dela. Não tinha mais como impedir este sentimento.

Ela respirou profundamente controlando-se e, aos poucos, fomos voltando à nossa realidade. Minha professora ficou visivelmente constrangida. Eu não entendia o porquê.

– Desculpe! Vou limpar esta bagunça. – se inclinou e me beijou nos lábios com delicadeza.

Agarrei seus cabelos com minhas mãos e a mantive ali aprofundando o beijo, sendo mais devassa do que acreditava ser capaz.

– Faz outra vez. – implorei. Ela me olhou por um tempo tentando entender o meu apelo. – Goze em mim outra vez. Marque meu corpo com seu prazer. – minha professora balançou a cabeça meio atordoada.

– Jennie... – mordeu os lábios. – Adoro você, menina! – e me beijou sofregamente.

Nossas línguas avançavam sem travar uma luta, mas sim se experimentando. Suas mãos estavam uma em minha nuca mantendo seu corpo acima do meu, sem nos tocarmos e a outra em minha perna, explorando-a.

– Você vai acabar comigo. – protestou enquanto descia os lábios em meu pescoço. – Não consigo deixar de desejá-la. Cada apelo seu é uma tortura para mim.

– Não se torture mais, Lisa. Acabe logo com isso.

– Ainda não. Em pouco tempo você estará formada. Nada nem ninguém poderá nos impedir. Tenha um pouco mais de paciência e se comporte.

A promessa feita, ao invés de me acalmar, fez o meu corpo queimar ainda mais em expectativa. Ela havia concordado? Era isso mesmo? Lalisa estava concordando em tirar a minha virgindade? Puta merda, eu queria gritar, pular no colchão, fazer a dancinha da chuva... mas me contentei em sorrir amplamente.

– Você parece uma criança que acabou de ganhar o presente mais sonhado.

– Eu sou exatamente esta criança. Ganhei não só um presente, mas o natal de uma vida. – ela riu e acariciou meu rosto, mantendo o dela bem perto.

– Você é uma menina, Jennie. E eu devo ter enlouquecido. – apesar de suas palavras não havia arrependimento em sua voz. Pelo contrário, era uma mistura de vários sentimentos, mas o que me atingiu mais profundamente foi a devoção.

– É só me fazer mulher. Ensine-me a ser esta mulher. – ela suspirou e baixou o olhar pelo meu corpo.

– É melhor eu limpar isso aqui. Pode ser perigoso para você! – levantou.

– Por que perigoso? – Lalisa riu como se eu tivesse falado um absurdo.

– Desculpe. Esqueço o quanto você é inexperiente.

– Não sou inex... – ela colou seus lábios aos meus em um beijo rápido.

– Não quero que você estrague sua vida com uma gravidez inesperada e indesejada. Estas brincadeiras podem ser perigosas se não forem feitas com segurança. Eu gozei muito próximo a sua... Bom, você sabe. – riu me fazendo corar. – Sem contar que tivemos contato e eu já estava... – Lalisa passou a mão na franja e sorriu. – Precisamos começar a pensar em algumas coisas, mas antes vou limpar essa bagunça e depois te dar um banho.

Um banho? Caralho! Ela ia mesmo me dar um banho? Eu estava perdida. Lalisa levantou de vez, seguindo em direção ao banheiro. Voltou com uma toalha na mão. Sentou ao meu lado na cama e gentilmente limpou todo o seu gozo que já secava grudando em mim. Deixou a toalha de lado e voltou a me beijar. Foi um beijo gostoso, suave e sensual. Calma e cuidadosamente acariciou meu rosto, braços e costas até seus dedos alcançarem o fecho do meu sutiã. Senti as alças descendo pelos meus braços. Fiquei envergonhada. Lógico que Lalisa já tinha visto meus seios e ido até mais adiante, mas daí a tirar meu sutiã... Era mesmo constrangedor. Ela me olhou analisando meu corpo. Tocou em mim com cuidado e voltou a beijar meu pescoço.

– Venha, vamos tomar um banho. – não tive coragem de dizer nada e me deixei conduzir.

Sob a luz do banheiro, ela pôde conferir todo o meu rubor. Minha professora sorriu e me puxou para ela buscando meus lábios.

– Doida para transar comigo, mas na hora H fica envergonhada?

– Na hora... Então...

– Não, Jennie. – ela riu. – Vamos tomar banho e eu vou atender ao seu pedido.

Beijou meu pescoço. Suas mãos quentes me exploraram. Apertaram meus seios e tomaram posse da minha bunda. Eu já estava fervendo por dentro. Aquilo nunca teria fim? Lalisa conseguiria sempre renovar o meu desejo por ela? Passei minhas mãos em suas costas, prendendo-me a ela. Sua pele era lisa, seus músculos, perfeitos enrijeciam sob meu toque. Lalisa estava excitada de novo, mas seu membro estava escondido em sua calcinha boxer, impedindo-me de vê-lo. Seus beijos desceram e suas mãos acompanharam os lábios. Beijou o espaço entre meus seios, desceu a língua por minha barriga e depositou vários beijos no limite da minha calcinha. Estremeci. O que ela faria?

Fechei os olhos e senti a pequena peça sendo retirada. Puta que pariu! Ela estava realmente tirando a minha calcinha? Estava mesmo abaixado de frente a... Ela estava lá mesmo? Merda! Eu queria? Queria. Definitivamente queria senti-la naquele ponto. Mas... Ah! Que se dane! Eu a queria de todas as formas possíveis.

Suspirei e passei meus dedos em seus cabelos. Ela ainda estava abaixada a minha frente, beijando minha cintura, descendo até minhas coxas, tocando meus quadris, e... apenas isso. Minha calcinha não estava mais em seu lugar e Lalisa já estava de pé retirando a sua calcinha também. Aproveitei para admirá-la. Ela era muito linda. Filha da puta!

– Venha. – me conduziu ao chuveiro e deixou a água quente cair em nossa pele. Lalisa estava atrás de mim, mais precisamente, colada em minhas costas. – Você é linda, Jennie! Nunca vou me cansar de dizer, nem de admirá-la.

– Você é muito gentil, Lalisa.

– Apenas sou sincera. – suas mãos massagearam meus ombros.

Eu estava tensa. Tudo bem que tomar banho com a minha professora foi um desejo que me perseguiu no nosso primeiro dia. Eu podia lembrar com precisão de como a imaginei embaixo de um chuveiro e como me deixei levar pelos pensamentos de como seria se eu estivesse ali com ela. No entanto, pensar é uma coisa e fazer era outra completamente diferente.

Primeiro: Lalisa já tinha me visto nua, mas eu estava envolvida pela névoa da luxúria, então qualquer coisa que ela fizesse ganharia disparado a minha atenção, deixando a nudez para outro momento. Mas vê-la retirar a minha calcinha depois de me dar um orgasmo fabuloso, e em seguida se abaixar e me presentear com beijos cheios de promessas era algo impossível de ser ignorado.

Segundo: eu já tinha visto minha professora sem roupas. Não foi bem ver a minha professora sem roupas. Ela tirou a bermuda e a calcinha e toda a minha atenção se prendeu naquela parte do seu corpo. E que parte! Mas ali, ela simplesmente se despiu e desfilou aquele corpo delicioso pelo banheiro sem demonstrar nenhuma insegurança.

Terceiro: meu nome do meio é insegurança. Eu não me sentia a garota da capa de revista para passear nua diante da mulher que eu queria que tirasse a minha virgindade, como se eu tivesse realmente algo interessante para mostrar. Mesmo com ela afirmando o tempo todo o quanto me achava linda, atraente e desejável.

– Por que está tão nervosa? – desceu as mãos dos meus ombros até meus braços, sussurrando em meu ouvido e todos os meus pensamentos desceram pelo ralo junto com a água.

– Não estou nervosa.

– Ah, não?

Riu e se afastou ligeiramente. Virei-me para ver o que fazia. Ela pegou um frasco sobre a prateleira e jogou um pouco do conteúdo em uma esponja branca que estava no mesmo lugar.

– Gosta de morango?

– Gosto. – respondi rápido demais. No mesmo instante o pensamento me cercou e eu inclinei a cabeça para o lado pensando nos fatos. – Mas não acredito que você use sabonete desta fragrância – ela riu.

– Não. Eu não. Mantenho aqui para eventuais visitas.

– Em seu quarto? – quase gritei.

Puta merda! Como Lalisa conseguia estragar tudo com apenas algumas palavras?

– Você não é a primeira mulher a se hospedar em minha casa, Jennie. Por favor, não faça disso em um drama, já temos idade suficiente para superarmos situações como esta.

– Deu banho em todas elas? – eu estava realmente muito aborrecida.

– Jennie...

– Esqueça, Lalisa. Posso tomar banho sozinha. Já tenho idade para isso. – ela suspirou e me entregou a esponja.

– Pretende transformar qualquer coisa em um grande problema? – não respondi. Comecei a me ensaboar desejando acabar logo. – Jennie... eu tinha uma vida antes de você. Não pode apagar...

– E continuará tendo depois de mim também. – ela parou surpresa com a minha reação.

– Essa irritação toda é porque tenho sabonete com fragrância de morango em meu banheiro?

– Não. Essa irritação é porque você as hospedou em seu quarto, deu banho, alimentou e transou com elas. Com todas elas.

– Jennie?!

– Quer saber, Lalisa? Acabou. Fique com suas mulheres, com sua arrogância, prepotência e com sua merda de sabonete fragrância morangos. – atirei a esponja nela que me encarava aturdida. Passei por ela tentando sair do banheiro, mas suas mãos me agarraram impedindo a minha saída.

– Pare, Jennie! Você está fazendo um dramalhão por nada!

Tentei me desprender, como estava ensaboada, acabei escorregando em seus braços. Caímos juntas no chão do banheiro. Não uma queda dramática, foi mais um escorregão onde ela acabou por cima de mim. Lalisa ria, o que me irritou ainda mais.

– Saia de cima de mim, sua idiota. – mas ela gargalhava me mantendo presa.

– Que coisa feia, Jennie Kim. Além de boca-suja é uma ciumenta descontrolada.

– Saia de cima de mim, Lalisa, ou então...

– Ou então o que, Jennie? Vai gritar? Vai me bater? Ou o quê? Vai subjugar-me ainda mais a seus encantos?

E eu já estava rendida. Que droga! Como ela conseguia? Lalisa segurou meu rosto e prendendo o meu maxilar, beijou minha boca com maestria. O chão do banheiro se tornou um lugar agradável e confortável e a água, que respingava em nossos corpos, agora parecia estar fervendo.

– Eu só tenho você, Jennie. Sua diabinha, louca e ciumenta, que ocupou meus pensamentos e dominou a minha vida por completo.

– Prove.

– Provar? Outra vez? Já não faço isso o tempo todo?

Ela continuava alisando o meu corpo e beijando meu rosto, pescoço... Ah, Deus! Como Lalisa era maravilhosa quando me tocava daquela maneira. Eu sentia sua ereção tão próxima! Ela se movimentava lentamente tirando todas as minhas forças.

– Faça amor comigo.

Lalisa parou e me olhou nos olhos com intensidade. Pude perceber seu esforço descomunal para resistir.

– Vou fazer. Não agora, nem hoje.

– Lalisa...

– Já conversamos a esse respeito, Jennie. Por favor, chega de problemas por hoje. O dia está amanhecendo, logo teremos que sair. Eu preciso trabalhar e você precisa escrever... Por favor, vamos aproveitar o momento!

Suspirei. Lalisa era a maior de todas as loucuras que eu já tinha vivido. Ela disse que eu ocupava os seus pensamentos, mas não tinha nem ideia do que fazia comigo. Eu não conseguia sequer imaginar o que seria da minha vida quando aquilo chegasse ao fim. Estremeci. Ao menos ela tinha dito que transaríamos... Um dia.

– Mais calma? – sorri. – Posso te dar banho agora?

– Não preciso de ajuda para tomar banho.

– Mas o “meu” banho é especial. – ela me olhava de maneira diferente, depois seus olhos passearam por meu corpo e Lalisa suspirou. – Fique bem quietinha. – levantou, voltando com o sabonete líquido. – Agora Srta. Kim, nada de protestos, argumentos ou qualquer tipo de ataque de fúria ou ciúmes. – ajoelhou-se diante de mim, seu joelho entre as minhas pernas. Despejou o líquido em meu corpo. O cheiro delicioso de morangos subiu junto com o vapor da água. Espalhou o sabonete, suas mãos se demorando em cada parte do meu corpo, esfregando e massageando como se eu fosse uma peça de raríssimo valor. Não demorou muito para que eu ficasse completamente excitada. Com as duas mãos, ela massageou meus seios, ora subindo ao meu pescoço, ora descendo até meu umbigo. Arqueei o corpo, ansiosa por mais. Lalisa desceu as mãos até meus quadris e me forçou para baixo ligeiramente. Seus dedos longos tocavam e pressionavam minhas coxas e seus polegares, um de cada lado, se projetaram tocando suavemente meu sexo. Gemi incapaz de me conter.

– Tem certeza de que quer cancelar o nosso acordo? – seus polegares avançaram massageando a região.

– Oh, Deus! Lalisa... – ela subiu as mãos até meus seios, pressionou cada bico entre os dedos e os esticou.

– Vai ficar ameaçando acabar com tudo, todas as vezes que se sentir insegura?

Puta que pariu! Desceu as mãos, deslizando por minha barriga fazendo pressão bem em cima do meu clitóris.

– Caralho!

Não consegui conter meus quadris, que rebolaram aumentando o contato com seus dedos. Ela riu baixinho e, sem que eu esperasse, deu um tapa em minha bunda, bem na junção com a coxa. Arfei com o estalo e meu corpo incendiou.

– Boca suja! – me repreendeu, mas sua voz estava carregada de tesão.

– Imunda. – completei me contorcendo de desejo enquanto ela brincava outra vez com a mão bem no meio das minhas pernas.

– Você gosta de ser tocada assim, não é gostosa? – intensificou os movimentos. Gemi extasiada rebolando mais. O prazer me fazia fechar os olhos e morder o lábio. Tive vontade de me tocar. Levei a mão ao rosto, passando os dedos pelo cabelo molhado e descendo até alcançar meus lábios. Estes estavam quentes. Com a outra mão toquei a região entre meus seios, acariciando a pele.

Quando abri os olhos Lalisa me olhava atentamente. Seu rosto era puro desejo e seus olhos felinos. Sorri um pouco, sentindo-me exposta demais e tenho certeza de que corei.

– Você é muito safada, Jennie!

A voz rouca indicava seu nível de excitação. Ela passou as mãos pela minha barriga, segurando a minha e levando-a acima da minha cabeça.

– Agora fique paradinha.

Levantou, pegou um pequeno frasco que estava escondido atrás do shampoo e voltou a se ajoelhar.

– Vamos esquentar um pouco as coisas. – ela abriu o frasco deixando algumas gotas caírem em meu sexo úmido – Vai ficar quente, Jennie, não se assuste. Você vai gostar deste brinquedinho.

Recomeçou a massagear o meu sexo, indo dos lábios ao clitóris e voltando. Em segundos tudo começou a esquentar. Um calor delicioso que ardia, queimava e aumentava minha excitação. Comecei a gemer sem nenhum pudor.

– Quente? – mal consegui abrir os olhos para encarar aquele sorriso sacana em seus lábios. Ela se deleitava e divertia em me torturar.

– Sim. Muito.

– Gosta? – intensificou as carícias e o fogo entre as minhas pernas aumentou de maneira inacreditável. Como podia?

– Ah, Lalisa! – me contorci em seus dedos.

– Isso, Jennie! Eu adoro ouvir você gemendo assim, chamando por mim falando o meu nome. – introduziu a ponta do dedo indicador em minha abertura.

– Lalisa, Lalisa, Lisa... Oh, Deus!

– Você vai me matar de tanto tesão, menina.

– E você vai me matar de tanta ansiedade. Preciso de você, Lalisa. Por... Por favor... – não conseguia mais me controlar.

– Eu vou dar o que você quer, Jennie. Vou apagar este fogo. – desceu o corpo se posicionando entre minhas pernas completamente abertas, me fazendo ansiar por mais contato. Com os dedos pressionando meu clitóris, projetou seu quadril em direção ao meu deixando que a cabeça de seu membro tocasse minha entrada. Ofeguei com a expectativa. Uma pequena investida e seus dedos apertaram meu centro de prazer com mais força. Gemi alto sentindo as famosas borboletas começarem a se espalhar pelo meu corpo. Mais uma investida leve, suave e sacana, como só ela poderia fazer. Eu pude senti-lo, duro, rijo e delicioso, forçando um pouco, então Lalisa recuou e seus dedos desceram, pressionando meu pequeno botão, me tocaram bem no meio, esfregando aquela região.

Outra vez ela se aproximou, seu membro forçando um pouco mais, levantei os quadris procurando maior contato, porém minha professora recuou novamente.

– Lalisa, por favor!

– O quê? – dois dedos pressionaram meu clitóris friccionando-o. Ela mordeu o bico do meu seio e passou a língua estimulando-o.

– Mais um pouco, por favor!

– Você quer mais? – no mesmo instante seu pênis estava em minha entrada, penetrando um pouco mais.

– Oh, Deus! Por favor!

Lalisa rodou o polegar em meu centro e eu explodi num orgasmo avassalador. Gritei e me contorci ciente de que ela ainda estava lá, entre minhas pernas, insinuando que me tomaria a qualquer momento.

– Linda! Assim, linda! – Lalisa não estava mais com seu pau em minha entrada. – Olhe para mim, Jennie. – abri os olhos e vi que ela aguardava por mim. Sua mão subia e descia em seu membro, em movimentos suaves.

– Faça! –ordenei extasiada. Era algo que nunca imaginei que poderia me deslumbrar. Ela intensificou os movimentos no mesmo instante, eu nunca conseguiria fazer igual a minha professora. Era tão elegante, além da familiaridade e desenvoltura perfeita. Sua mão subia e descia em seu pênis, enquanto a outra me tocava, buscando pontos de excitação. Levantei o corpo um pouco e o toquei com minhas mãos. Deixei que minhas unhas corressem a pele de seus seios, suas pernas, coxas e peitoral. Lalisa passou por cima da minha perna, se posicionando quase em minha barriga e recomeçou os movimentos. Algumas vezes fechava os olhos e se entregava ao prazer, outras, abria-os buscando os meus. Deslizei as mãos pelas suas coxas, na parte interna e toquei levemente em suas bolas. Ela gemeu de prazer. Arrisquei tocar um pouco mais e com mais vontade. Fui muito bem recebida.

– Ah, Jennie! Você é muito gostosa, menina. – ela gemia sem parar.

Trabalhava ativamente em seu membro e eu não conseguia parar de admirá-la. Era um espetáculo grandioso assisti-la, voltei a sentir a necessidade premente de tê-la em minha boca. Queria conhecer a sua textura, a maciez em contraste com a rigidez, queria saber o seu sabor e a sensação de tê-la roçando meus lábios. Puta que pariu! Eu estava louca por isso.

– Vou gozar em você, Jennie. Vou gozar em seus seios deliciosos. Você quer? – puta merda! Eu queria chupá-la até ouvi-la dizer que gozaria em minha boca.

– Não. – Lalisa me olhou espantada, sem parar seus movimentos. Ela estava prestes a gozar.

– Não? – sorriu descaradamente. – E onde quer que eu goze?

– Em minha boca. Quero você em minha boca, Lisa.

– Puta que pariu, Jennie!

Ela gozou neste instante.

Com certeza as minhas palavras foram fortes demais, ao menos naquele momento. Ela não esperava pela minha resposta. E eu adorei saber que era capaz de desestabilizá-la.



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