História The Skyfall - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei com mais um capítulo fresquinho, direto do forno! Quarta feira sai o capítulo 3!

Capítulo 2 - Operação Vampiro


Fanfic / Fanfiction The Skyfall - Capítulo 2 - Operação Vampiro

P.O.V Louise

- KACETINHOS ALADOS, QUE PORRA É ESSA! - Eu estava em estado de choque, simplesmente paralisada. Entanto com ou sem par de asas, Alan ainda estava nu, e eu sinceramente não merecia assistir aquele tipo de tortura. Como impulso do meu próprio corpo, coloco meus antebraços acima de meus olhos.

- CALMA LOUISE, EU POSSO EXPLICAR, QUER DIZER, EU NÃO POSSO, MAS RESPIRA FUNDO! - Ele diz agoniado, mesmo com meus olhos cobertos, conseguia ouvir seus passos apressados sobre as mármores presentes no chão.

- SÓ VESTE ALGUMA COISA PRIMEIRO, KACETE! VOCÊ NÃO É UMA OBRA RENASCENTISTA PRA FICAR ANDANDO "PELADÃO" POR AÍ! - Grito, em completo desespero. Meus braços já estavam com câimbra de tanto permanecerem naquela posição. Tudo bem , eu sei que só foram trinta segundos, mas o sedentarismo, é o mal da década,já dizia Dráuzio Varella.

Escuto um barulho de algodão e elástico sendo estalado contra a pele. Solto os meus braços da frente de meu rosto, e involuntariamente realizo um som de alívio, ao vê-lo vestido. Por alguma razão, as asas atrás das costas de Alan, haviam sumido.

- O quê? Cadê as suas....? - Digo balançando as mãos levemente.

- Hm? Quais asas? - Ele responde, franzindo o cenho, tentando com todas as suas forças, fazer uma feição de desentendido, mas era óbvio que suas habilidades de atuação não estavam ao seu lado, durante essa batalha.

- É sério isso, Alexander? VOCÊ REALMENTE ACHA QUE EU VOU CAIR NESSA MÍMICA DE FESTA INFANTIL? - Avanço para mais próximo de seu corpo, a ponto de lhe dar um tapa.

- Sim....? - Ele se encolhe contra o armário atrás de suas costas, e pela temperatura baixa do metal, sofre um espasmo. - Okay, calma, aquelas asas não eram reais, tudo bem? Elas eram uma fantasia.

Respiro fundo. Fechando os olhos. Realizo tal "exercício" na tentativa de me acalmar mas aquilo simplesmente não funciona.

- QUANDO COMPROU AS ASAS? ONDE? POR QUÊ? PRA QUÊ?! - A minha mente completa com o "Hoje no globo repórter." Mas sacudo a cabeça,na tentativa de afastar a piada inapropriada para o momento.

- Eu não posso responder nenhuma dessas perguntas! - Ele diz pousando a mão esquerda sobre a testa, e parte dos olhos.

- Aaah - Faço um som de desdém, abrindo a boca de maneira exagerada. - Porque com toda certeza, você soa BEEEM menos suspeito agora. OLHA AQUI, DRÁCULA, EU VOU DESCOBRIR O QUE VOCÊ ESTÁ ESCONDENDO, POR BEM, OU POR mal... - Abaixo o tom da voz, deixando-o mais grave, para dar um ar de mistério, mas eu sôo apenas como o Jigsaw , versão paródia do "Todo Mundo em Pânico."

- Espera um pouquinho. Desde QUANDO O DRÁCULA TEM ASAS? - Alexander grita , a sua indignação era clara e em bom som, eu apenas me surpreendo, em não me surpreender com a sua falta de noção, e senso comum.

- E isso, por algum acaso, IMPORTA PRA VOCÊ? Você sequer viu algum filme do Crepúsculo!

- MAS O CREPÚSCULO NÃO TEM O DRÁCULA! - Ele grita ainda mais alto e agudo, levantando a postura, e consequentemente me fazendo andar para trás.

- FODA-SE , TÁ BOM? EU NÃO ASSISTI ESSA PORCARIA! - Esperneio de volta, estressada, saindo do vestiário masculino, em passos altos, e barulhentos, caso ainda não estivesse ficado claro que eu estava a ponto de assassiná-lo.

- É MELHOR VOCÊ IR EMBORA MESMO! DAQUI A POUCO O TIME DE NATAÇÃO TÁ TODO AQUI, E SE VOCÊ FICOU DE "NOJINHO" - Ele diz deixando a voz ainda mais aguda (eu não achava que era possível, mas mais uma vez eu estava errada) para tentar imitar a minha voz feminina, que acabava sendo mais grave que a sua voz natural. - COM ESSE PEDACINHO DE CÉU AQUI,IMAGINA O RESTO DO TIME!

Aponto o dedo indicador contra a minha boca, que estava exageradamente aberta, fazendo sons desagradáveis, e claramente imitando uma pessoa enojada. Ele sem nenhum argumento de resposta, apenas revira os olhos. Sigo o meu caminho para fora do vestiário, e ainda não satisfeita, sussurro:

- Pelo menos eles não tem asas "falsas", Drácula... -  Pressiono minhas unhas contra ambas as palmas, torcendo para que ele não escutasse.

- QUANTAS VEZES EU PRECISO DIZER QUE O DRÁCULA, N-Ã-O TEM ASAS!?

-x-

O Turno no colégio ainda não havia acabado, mas como eu finalizei a prova não era necessário permanecer próxima a ratazanas, tudo o que eu não precisava agora é uma leptospirose.

Sigo todo o caminho para casa, martelando as mesmas infelizes perguntas em minha cabeça, mas eu não estava sentindo o puro ódio, raiva e rancor das atitudes questionáveis de Alan, eu estava simplesmente, triste. Durante todos esses anos de amizade, ele jamais havia escondido algo de mim, quer dizer, até agora. Alexander simplesmente me dizia tudo, desde as informações mais bobas e irrelevantes, como a sua primeira publicação no seu blog de fofoca da oitava série; "Os 15 fatos nos livros da J.K Rowling que comprovam a homossexualidade do Draco Malfoy." até as informações extremamente pessoais, como quando seu pai o abandonou, ainda pequeno,ao seus recém seis anos.

Era drasticamente devastador,saber que eu não era digna de sua confiança a esse ponto, como eu ao menos ,pensei ser.

Chego em casa, pela porta dos fundos, cabisbaixa, mas forço um sorriso nos lábios, tudo que a minha vó, não precisava, era drama adolescente preenchendo ainda mais sua vida.

- Boa noite, Rosa. - Digo com um sorriso amarelo estampado entre as bochechas, depositando um beijo em sua testa.

Subo em direção ao quarto, sentando na cama. "Okay, okay, você vai esquecer sobre isso, se acalmar, conversar com Sheppard amanhã, agora você precisa descansar." Repito algumas vezes a frase em minha mente,no intuito de fixar, mas apenas não consigo.

- A quem você está enganando, Louise Holmes? OPERAÇÃO DRÁCULA INICIA-SE AGORA! - Grito para mim mesma, correndo para o meu computador, que parecia implorar por meu nome, direto da escrivaninha, "Venha para mim, Louise." Eu não podia resistir a essa tática incontestável de sedução.

Jogo-me em minha poltrona da R-Xazel, com uma xícara de café entrelaçada em meus dedos. Ajeito os óculos, em meu rosto. E abro o Instagram de Alan. Começo "stalkeando" suas últimas pesquisas, por sorte ele havia deixado sua conta logada em minha máquina, pobre e inocente garoto. Infelizmente não havia nada suspeito, vejo as suas últimas mensagens no direct, e surpreendentemente encontro o "@" da Natasha, a abelha rainha do ninho de ratazanas, vulgo Colégio São Bento, biologicamente isso não faz o menor sentido, mas o apelido dela com certeza deveria ser "RATAtouille".

- Início da conversa -

Alan: Natasha, você está recebendo os sinais?

Ratatouille(Natasha): Sim.

2 dias depois.

Alan: Precisamos nos encontrar urgentemente!

Natasha: Me veja no ginásio, as 15 horas.

- Fim da conversa -

Agora está explicado porque Alan estava no vestiário do ginásio, as três da tarde. Mas as perguntas acabaram de se tríplicar, afinal de contas o que eles têm? Quais eram esses sinais? Por que diabos, ele estava esperando ela NU?! Meu Deus eu não posso ser madrinha desse casal estrume, em nenhum universo alternativo existente!

Passo mais algumas horas tentando encontrar algo suspeito em suas redes sociais, mas eu não achava simplesmente nada! N-A-D-A! Eu deveria ligar para ele, questionar tudo sobre essa conversa, mas essas coisas devem ser feitas cara a cara.
Desligo o monitor, e me deito na cama, mesmo com a curiosidade incendiando meus neurônios, a exaustão foi capaz de apagar as chamas.

Fecho os olhos quase que instantaneamente.

-x-

Dia seguinte.
Colégio.
8 horas da manhã.

Chego no corredor principal, e como reflexo acabo recuando a cabeça, ao sentir o fedor que enfestava o local. "Das bocas e axilas para o mundo, com vocês, uma aventura no esgoto." Penso. Prendo a respiração. Atravessando aquela névoa verde, tudo bem, talvez eu esteja exagerando.

Me aproximo de Alexander que estava ao lado de meu armário.

- Bom dia, Venus. - Ele diz mas permaneço em silêncio, abrindo o armário, e pegando alguns livros intocados de ciências exatas. Se ele achava que me elogiar, chamando-me de Afrodite, e se aproveitando da minha mitologia favorita, ele estava completamente enganado. - Não vai me responder? Ele diz puxando as minhas bochechas, na tentativa de fazer um pequeno sorriso.

Dou um "tapão" em suas mãos.

- A sua força bruta não trará o meu silêncio. - Ele diz colocando a mão sobre o peito,  imitando a posição de cumprimento a bandeira nacional.

- Qual é o seu problema? - Digo com o cenho franzido, balançando a cabeça de um lado para o outro, em negação e vergonha.

- MEU DEUS GENTE, ELA FALA! - Alan grita apontando seu dedo, pra mim , e pousando sua mão sobre a boca em sinal de choque. Ignoro sua fala cortando a brincadeira de quinta série.

- Por que você não me fala o que está acontecendo? Eu vi sua conversa com Ratatouille.

- Quem? - Ele pergunta, confuso.

- Natasha.

Ele levanta a sombrancelha, e abre os lábios em poucos centímetros, assimilando que li sua conversa com ela no Instagram, e em poucos segundos muda sua feição para raiva.

- Eu não posso falar sobre isso, eu sinto muito, mas eu simplesmente não posso... - Ele abaixa a cabeça, apoiando o braço contra o armário.

- Eu sou sua melhor amiga, desde os seus dez anos , por que você não pode ser apenas, sincero comigo? Eu mereço saber a verdade. - Digo tentando encontrar a resposta, no fundo de seus olhos, cavando cada vez mais fundo a areia daqueles oceanos.

Ele permanece em silêncio, abro a boca para interrogá-lo mais uma vez, mas o sinal para as aulas batem. Salvo pelo gongo.

-x-

A aula de física como sempre, passava tão devagar quanto o mês de agosto. Eu não entendia uma palavra se quer, que saia da boca do professor. O quadro pra mim era de fato uma incógnita, uns símbolos e números estranhos, fórmulas por todos os lados. Eu tenho absoluta certeza, que no inferno, cálculos são instrumentos de tortura.

O professor então , para alegria geral da nação, anuncia o fim da aula, e também um trabalho surpresa.

- Escolham suas duplas, sexta-feira, vou querer todas as impressões sobre a origem das energias,na minha mesa sem falta, e não esqueçam de colocar nas formas ABNT!

Aquela maldita sigla , que assombrava os piores pesadelos de todo aluno do ensino médio, "Ades, Beusebu, Não deve ser nomeado, Tutancâmon, vos lhe apresento, ABNT."

- Ei , Lou, nós podemos fazer o trabalho logo hoje, para não acumular, na minha casa, tudo bem? - Alan me cutuca. Mesmo com toda situação, ir pra casa dele essa noite poderia ser mais vantajoso do que o previsto.

- Pode ser. - Afirmo, e percebo o seu olhar esquisito que parecia atravessa minha cabeça, fixado em meus olhos.

- Perfeito, direto depois do colégio? Certo? - Abro a boca para responder, e ele simplesmente me corta, temendo que minha resposta fosse o contrário do que ele esperava. - Fechado, confirmadíssimo, beijos, te amo, você é meu tudo, casa comigo?

Ele fala tudo numa velocidade surpreendentemente rápida, dá um sorriso, e sem mais nem menos sai da sala. Me deixando plantada em frente a cadeira.

-x-

17 horas.
Casa de Alexander.

- Hora de trabalhar, em!? - Ele diz totalmente empolgado, abrindo a porta da sala.

- Quem é você, e o que você fez com Alexander Sheppard? - Digo com os olhos estreitos.

- Eu só estou feliz, pelo fato de que você ainda não me assassinou, cortou meu corpo em sessenta e seis pedaços, e espalhou por todos os países da América. - Ele diz jogando as chaves, sobre a mesa.

- Ainda. - Respondo, "calmamente" me jogando no sofá.

Alan vai na cozinha, abrindo os armários, e me esgueirando do sofá, consigo ver que está tudo vazio.

- Lou, a dispensa está vazia, vou ali no mercado trazer uns lanches, espera aí, pode começar o trabalho se quiser, meu notebook está em cima da mesa.

- Okay.

Ele fecha a porta, e no mesmo segundo levanto do sofá em um pulo, correndo para as escadas, seu quarto era o meu alvo principal, entanto, corro extremamente rápido, e tropeço no primeiro degrau, batendo meu nariz na madeira.

- AUU! - Coloco meus dedos sobre o nariz, e para minha sorte , estava sangrando, entro em pânico ao ver aquele líquido viscoso e vermelho, tropeçando no meu próprio pé, e ralando o joelho contra a quina da escada. - NÃO, NÃO, NÃO! EU ACABEI DE ARRUINAR TUDO!

Grito caída no carpete do chão, com um nariz sangrando, um joelho cheio de hematomas, e uma dignidade destruída. Após alguns minutos, me levanto, decidida a subir a escada mesmo naquela situação. Após dez longos e sofridos minutos, chego ao fim dos degraus e do corredor, empurrando a maçaneta. Nada. Empurro novamente. Não abre. A porta estava trancada.

- TÁ DE BRINCADEIRA, NÉ? - Dou um soco contra a madeira. - AI , AI , AI, AI, MEUS DEDINHOS!

30 minutos depois.

Sentada no sofá, com um notebook em meu colo, (infelizmente o seu estava em seu quarto, então o plano de investigar seu histórico, foi por água abaixo), um algodão pressionado contra minha narinas,e um saco de ervilhas congeladas sobre meus joelhos. Olho para o relógio, checando as horas, e me dou conta , que exatas uma hora haviam passado, e Alan ainda não havia chegado. Entro em colapso, meu Deus, se a seita dos vampiros de asas tivesse o sequestrado, ou Natasha tivesse se cansado de seu amante e houvesse feito um prato francês de verduras, usando a carne dele? Se tornando um sucesso, E GANHANDO UM FILME DE ANIMAÇÃO DA DISNEY?

Com as mãos hipersuando, ligo para o número de Alexander e ele atende a ligação.

- Alô? Alan?

- Oi, Louise, Eu-

Percebo que sua voz está calma e então, me sinto no direito de dar o maior esporro que esse país já viu , surtando por inteiro.

- "Oi Louise" UMA OVA! VOCÊ SUMIU A MAIS DE UMA HORA,E NÃO ME DEU NENHUMA INFORMAÇÃO DE ONDE ESTAVA, VOCÊ NÃO FOI COMPRAR SALGADINHO PORRA NENHUMA, VOCÊ FOI NA FÁBRICA DA CHEETOS, ISSO SIM, CRIAR A MERDA DE UM NOVO SABOR PRA VOCÊ, E QUER SABER EU TENHO O NOME PERFEITO, O NOME É "MENTIROSO DESCARADO." ,  TEM UM AROMA NATURAL VINDO DIRETO DA BOCA DE ALEXANDER SHEPPARD! - Termino de falar ofegante, e consigo ouvi-lo segurar a risada do outro lado da linha, então a ligação fica muda novamente.

- Eu preciso que você venha para sua casa, URGENTEMENTE.

Ele então desliga. Eu entro em pânico, mancando, por duas quadras, até chegar em minha casa. Foram os quinze minutos mais demorados de toda minha vida, meus olhos estavam cheios de lágrimas, minha respiração estava desordenada, e meu coração batia desreguladamente.

Abro a porta, com uma mão no nariz, tentando conter o sangue, estava tudo escuro "A Coelba cortou essa merda de novo, foi?" Penso e logo depois, aperto o interruptor.

- SURPRESA! - Todos os alunos da minha classe estavam fantasiados de diferentes criaturas, bem ali, na minha sala de estar, e "coincidentemente" Alan e Natasha, estavam com suas grandes e plumosas asas que gritavam "Eu armei uma festa surpresa, com o tema criaturas místicas, pra você não desconfiar que eu sou o Edward voador." Pareciam estar vestidos de anjos,na minha concepção? Demônios.

- VOCÊ SÓ PODE ESTAR DE SACANAGEM, SHEPPARD?! QUE MÍSERIA TÁ ACONTECENDO AQUI?

- Você acha mesmo que eu ia esquecer do seu aniversário? - Alan diz com um sorriso cruzando todo o seu rosto.

"Queria eu que você houvesse esquecido." Penso, relembrando-me de que essa era a data de falecimento/desaparecimento dos meus pais, mas fecho os olhos, pressionando as pálpebras com a máxima força possível, para afastar tal pensamento. Dou um sorriso fraco.

 Então ,teoricamente, tudo estava explicado, as asas eram para a fantasia da festa surpresa, por esse fator, ele não podia me contar nada, mas toda essa situação ainda havia muitos furos, o que Natasha tem haver com tudo isso? Por que ele literalmente surtou quanto avistei as grandes e vistosas penas atrás de suas costas, se no fim das contas não eram reais? Por que a pena no armário? Por que trancar o quarto? E ainda por cima o par de asas hoje não parecia ser o mesmo de ontem, no vestiário. Muitas perguntas sem nenhum traço de resposta.

Minha linha de raciocínio é cortada quando a porta atrás de mim bate por conta do vento frio e extremo, emitindo um som extremamente alto.

-  AI PORRA! - Me assusto dando um pequeno pulo, e os dois algodões enfiados nas minhas narinas voam na cara de Natasha.

Surpreendentemente todos os ratos, leia-se, adolescentes na sala, colocam as mãos sobre os rostos e  alguns sobre os ouvidos, em sincronia, como se esperassem os gritos histéricos e extremamente agudos de Natasha sairem de sua boca. Infelizmente eu fui pega despreparada.

- LOUISEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!

Fim do capítulo.



Notas Finais


E aí o que acharam? Deixem seu feedback nos comentários <3

BTW, momento divulgação, aqui uma história sensacional,de um amigo meu, também fantasiosa, e mística, espero que gostem!

https://www.spiritfanfiction.com/historia/encantamento-do-lobo-16833676


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